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domingo, 9 de setembro de 2012

ICMS - O imposto "esquisito" -> CÁLCULO DO LUCRO CONTÁBIL X FINANCEIRO -> Cerca de 60% da ligação pré-paga vão para impostos, diz ministro -> Greve remunerada não pode funcionar





EM 2006

 

É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe."

 

O que é rogado é mais caro que o comprado. (BA)

 

 

ICMS - O imposto "esquisito" - http://www.4mail.com.br/Artigo/Display/016791069054655

 

1 - Introdução

                A lição básica para aqueles que operam nas áreas fiscal ou tributária é que aConstituição Federalestabelece competência aos Estados e ao do Distrito Federal para a instituição do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), desde que obedecidos os preceitos determinados naLei Complementar nº 87/96.

                Mas, essa competência "vigiada" abre espaço para que cada um dos 27 entes tributantes adotem comportamentos conflitantes ou no mínimo "esquisitos".

                Alguns instituem benefícios fiscais sem que haja concordância dos demais por meio de convênio conforme determina aLei Complementar nº 24/75. Isso leva outras unidades da Federação a instituir outros benefícios fiscais no mesmo sentido, instaurando assim a chamada guerra fiscal.

                Mas o que mais chama a atenção são os procedimentos esquisitos que podemos verificar na legislação do ICMS, e que muitas vezes levam a entendimentos e comportamentos inadequados pelos contribuintes.

 

2 - Esquisitices

                A adoção de procedimentos ou condutas estranhas dos Estados e do Distrito Federal tem por base a tentativa de controle da arrecadação que pode variar entre aumento ou diminuição de carga tributária. E isso não teria problema se não fosse a falta de critérios lógicos e consequentemente legais.

                A aplicação da norma não se resume apenas ao texto legal, mas muitas vezes ao conceito do tratamento tributário, ou seja, a intenção do tratamento tributário desde que dentro dos parâmetros legais.

                É o caso, por exemplo, do regime de substituição tributária para frente, a legislação não precisa dizer que não se aplica a substituição tributária quando o responsável tributário der a saída diretamente a consumidor ou usuário final. Isso por uma razão muito simples: a substituição tributária consiste na retenção e recolhimento do imposto devido pelas operações subsequentes com a mesma mercadoria até a sua chegada ao consumidor final, portanto, sua aplicação consiste na presunção de que o adquirente efetuará uma saída subsequente da mercadoria adquirida, e isso não é o caso daquela mercadoria adquirida para uso final.

                A aplicação da norma também depende da interpretação que se dá ao seu texto, e isso também gera conflito ou enganos até por aqueles que operam constantemente com o imposto. Não é difícil encontrarmos empresas com problemas nas fiscalizações de fronteira por divergência de entendimento na tributação da operação, e não é rara a interpretação equivocada dos próprios fiscais.

                A seguir veremos alguns exemplos do que podemos chamar de "esquisito" na legislação do ICMS.

 

2.1 - Seletividade do imposto

                O ICMS é um imposto que, pode ser seletivo e deve ser não cumulativo. Até aqui é tudo muito simples, ele pode ser seletivo em razão da essencialidade do produto e é não cumulativo na medida em que é permitida a compensação do imposto pago na operação anterior com o devido por ocasião da saída. Tudo certo? Não, na verdade tem algo esquisito aqui.

                Vamos analisar a seletividade do ICMS. Por meio desse princípio temos que quanto mais essencial o produto ou serviço, menor deve ser a sua alíquota. Por essa linha de raciocínio, como explicar a tributação da energia elétrica e do serviço de comunicação pela alíquota média de 25%? Não vivemos sem energia elétrica e muito menos sem o serviço de comunicação, nada funciona sem eles, são tão essenciais quanto a água que bebemos. Muito esquisito!

2.2 - Cesta básica no Estado de Pernambuco

                O Estado de Pernambuco, por exemplo, imagina que seus contribuintes sejam "adivinhões". Interpretar oDecreto nº 26.145/03que consolida a legislação que dispõe sobre o sistema especial de tributação relativo a produtos considerados componentes da cesta básica de fato é algo que conta muito com a intuição de quem o interpreta.

                Vejamos uma das situações definidas pelo referido decreto, cuja "explicação" consta em roteiro fornecido pela própria SEFAZ disponível em seu site:

                "O estabelecimento industrial ou produtor, quando realizar saída de produto integrante da cesta básica para estabelecimento comercial, dentro do Estado, deverá recolher, além do ICMS de responsabilidade direta, relativo à saída que promover, o imposto antecipado, de responsabilidade indireta, devido nas subsequentes saídas internas, a ser retido do comerciante".

                Como imposto de responsabilidade direta entenda-se o relativo à operação própria do remetente e como imposto de responsabilidade indireta o devido pelas operações subsequentes realizadas pelos demais comerciantes.

                Mas a "esquisitice" ainda não é essa. Ocorre que a base de cálculo da operação própria (de responsabilidade direta) é reduzida de forma que a carga tributária resulte no percentual de 7%. Já o imposto de responsabilidade indireta terá a base de cálculo reduzida de forma que a carga tributária resulte no percentual de 2,5%. Todavia em ambos os casos o percentual deverá ser aplicado sobre o maior valor entre o valor da operação e o definido em pauta fiscal.

                Mais esquisito ainda é tentar entender o disposto noart. 8ºdo mesmo Decreto que trata do crédito presumido:

                "Art. 8º Relativamente aos produtos referidos no Anexo Único, industrializados ou não, sempre que, na saída interna do estabelecimento adquirente, o imposto deva ser calculado de forma diversa daquela prevista nos artigos anteriores, será observado o seguinte".

                Mas o que significa "sempre que, na saída interna do estabelecimento adquirente, o imposto deva ser calculado de forma diversa daquela prevista nos artigos anteriores"?

                Tentei imaginar o que isso queria dizer e só encontrei algo que pudesse esclarecer o seu significado no item 5.1 do roteiro elaborado pela própria SEFAZ. Nele pude entender que o que o legislador queria dizer é que se o contribuinte comprar produto da cesta básica para utilizar em processo de industrialização que resulte em produto diverso daqueles definidos como de cesta básica terá que tributar normalmente a operação, porém terá direito a um crédito presumido. O mesmo acontece com um restaurante que adquirir produtos da cesta básica para o preparo de refeições, visto a saída subsequente ser de produto diverso, ou seja, de refeição e não de produto da cesta básica.

                Agora vejam só: é fácil chegar a essa conclusão somente com a leitura doart. 8º?

2.3. Regime de Estimativa Simplificado no Estado do Mato Grosso

                Outro tratamento tributário "esquisito" é o Regime de Estimativa Simplificado adotado pelo Estado do Mato Grosso. Esse regime estabelece o recolhimento do ICMS por uma carga tributária média que está vinculada ao CNAE do estabelecimento obrigando inclusive os contribuintes de outras unidades da Federação a calcular o imposto devido por substituição tributária de acordo com suas normas internas, desprezando os percentuais de MVA estabelecidos em acordos interestaduais (Convênios ou Protocolos).

2.4 - Classificação fiscal e a tributação do ICMS no Estado de Minas Gerais

                Minas Gerais tem entendimento pra lá de esquisito quando o assunto é enquadramento de mercadorias na substituição tributária. Muitos são os problemas encontrados por contribuintes de outras unidades da Federação nas barreiras de fiscalização de Minas Gerais. Esses problemas são causados em razão da classificação fiscal do produto.

                Os problemas podem ser em razão de um produto cuja classificação fiscal seja a mesma atribuída a outro produto que não seja do segmento definido como sujeito ao regime jurídico da substituição tributária. Exemplificando, vamos analisar oProtocolo ICMS nº 41/08que trata da substituição tributária aplicada às autopeças.

                De acordo com o §1º da Cláusula primeira doProtocolo ICMS nº 41/08, a substituição tributária aplica-se às operações com peças, partes, componentes, acessórios e demais produtos listados em seu Anexo Único, de uso especificamente automotivo. Todavia, o § 3º, doart. 12, Anexo XV do RICMS-MGdetermina que as denominações dos itens constantes naParte 2 do Anexo XV do RICMS-MGsão irrelevantes para definir os efeitos tributários, visando meramente facilitar a identificação das mercadorias sujeitas a substituição tributária. Isso quer dizer que se um produto tiver a mesma NCM de uma autopeça ainda que sua finalidade não seja essa, o Fisco poderá criar problemas e exigir a aplicação da substituição tributária para ele.

                Outra situação esquisita que podemos verificar em Minas Gerais é no tocante às mudanças da Tabela de Incidência do IPI (TIPI) e seus reflexos na tributação do ICMS, haja vista existirem benefícios fiscais ou tratamentos tributários cujos produtos são identificados pela NCM.

                O raciocínio lógico para essa situação é de que os Acordos (Convênios ou Protocolos), bem como os tratamentos internos, visam atingir as mercadorias enquadradas nos códigos por ocasião da sua celebração ou publicação. Os reflexos da mudança da Tabela de Incidência do IPI (TIPI) não afetam o tratamento fiscal atribuído aos produtos identificados na legislação do ICMS pela classificação fiscal da TIPI anterior.

                Nesse sentido foi publicado pelo CONFAZ oConvênio ICMS nº 117/1996. Esse convênio firma entendimento no sentido de que as reclassificações, agrupamentos e desdobramentos de códigos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias/Sistema Harmonizado - NBM/SH não implicam mudanças quanto ao tratamento tributário dispensado pelos Convênios e Protocolos ICM/ICMS em relação às mercadorias e bens classificados nos referidos códigos.

                Participam desse convênio os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal.

                Observe-se que Minas Gerais não participa do convênio e afirma isso por meio de respostas dadas a contribuintes. Todavia o esquisito é que suas respostas vão ao encontro do que determina oConvênio ICMS nº 117/1996. Não é esquisito? O Estado não adota o ato, mas orienta os contribuintes a agir na forma determinada por ele.

 

3 - Conclusão

                A legislação do ICMS é demasiadamente complexa levando o contribuinte a adoção de procedimentos inadequados gerando encargos em razão de multas por auto de infração.

                O legislador tem total parcela de culpa na medida em que cria normas cujo texto é de difícil interpretação até para os profissionais do direito.

                Não bastasse isso, a norma muitas vezes não respeita o que determina aLei Complementar 87/96, muito menos anº 24/75e cria procedimentos e condutas estranhas à legislação tributária.

                Esquisito é termos em um único imposto, tratamentos inexplicavelmente sem sentido.

 


 

                Quais seriam as principais diferenças entre a contabilidade que segue as normas e os regulamentos legais e outra que busca o único resultado final, baseada sempre em princípios matemáticos e técnicas de controle financeiro e gestão da informação?

                A contabilidade vista como uma ciência elaborada de acordo com os preceitos legais, está mais direcionada para atender o público externo (mercado/ governo), já a contabilidade gerencial/financeira está mais voltada para o público interno (alta gestão), não correndo, assim, o risco de exposição de parâmetros estratégicos.

                A "contabilidade sob fluxo financeiro”, mesmo elaborada de uma forma independente e com regras próprias, sempre deverá atingir o mesmo resultado, que terá sua equivalência comprovada e aferida pela evolução ou queda dos ativos de tesouraria (disponibilidades + contas a receber), não deixando margens para introdução de critérios aleatórios ou subjetivos.

                Já a contabilidade padrão, adotando normas técnicas, fiscais e critérios legais generalizados, como no caso das depreciações, provisões, reavaliação de ativos, valores intangíveis, correção monetária etc., tende a apurar um único resultado parametrizado.

                A forma de efetuar a contabilidade gerencial com base nos dados do fluxo financeiro em tempo real tem a vantagem de apresentar grande agilidade operacional na sua apuração, menor complexidade com baixo custo, permitindo também uma maior facilidade na sua conferência, mais fácil entendimento e compreensão dos dados apresentados – sendo que a contabilidade padrão exige um maior nível de conhecimento para sua elaboração –, bem como depende também de documentações mais formais oriundas de diversas áreas da empresa, que já deverão estar previamente analisadas e devidamente comprovadas.

                Apesar de não utilizar os critérios técnicos de depreciações, a contabilidade gerencial, em contrapartida, analisa o desembolso ocorrido na conta de investimentos, verificando o montante e o percentual vertical sobre as vendas, referentes aos valores aplicados nas subcontas de máquinas e equipamentos, distribuição de lucros, imóveis, veículos, títulos do tesouro etc.

                Um bom indicador para acompanhar a saudável administração financeira seria verificar como foi realizada a distribuição do resultado operacional, considerando-se que o ideal seria o tripé de divisão na proporção de um terço para os investimentos, um terço para capital de giro e outro para os sócios.

                O fato é que, de qualquer forma, na sua apuração, não se deve avaliar (concluir) o resultado apenas de forma mensal, pois, dentro do grupo das despesas, existem muitas ações que refletiram naquele momento, mas são ações de contextos já realizados anteriormente, como manutenção, propaganda, viagens etc., assim também muitos fatos gerados dentro do mês podem ter suas ações refletidas e influenciando os resultados nos meses seguintes.

                Talvez a maior controvérsia seja o fato de que, na parte da apuração dos custos das mercadorias vendidas, a contabilidade deduz os custos somente do que foi gasto com a venda, enquanto na proposta pelo fluxo financeiro, este vai ser refletido pelo markup ( % vertical. s/ faturamento) dos gastos com fornecedores; na verdade, será feita a apuração do resultado que afeta diretamente o caixa, geralmente o ponto mais vulnerável na maioria das empresas. Quem poderia dizer que estoque não é custo?

                O lucro único apurado pela contabilidade de modo tradicional não tem como ser aferido, pode até passar por um processo de auditoria, mas não é passível de comprovação ("fazer bater" com outro número); conforme os critérios que foram adotados, pode até vir a ser representado por números diferentes (mudar de contador, equipe ou contabilidade).

                Já em relação à apuração dos resultados de acordo com a proposta da "contabilidade gerencial sob o fluxo financeiro", pode-se afirmar que o lucro ou prejuízo de caixa sempre será único e terá seu valor equivalente e correspondente à variação dos ativos de tesouraria, em um determinado período.

                Tanto o regime de competência como o de caixa são indicadores relevantes para auxílio nas tomadas de decisão, no entanto, acredito que o regime de caixa seja a forma mais vantajosa para a maioria das pequenas e médias empresas. Além dos motivos expostos acima, já é sabido que "O que paga a conta é o caixa, não o lucro".

 


 

                Diferença de preços entre contas pós e pré-pagas está nos encargos

                Há uma contradição na cobrança mais pesada para o consumidor do celular pré-pago, que tem menor poder aquisitivo, em relação ao plano pós-pago, disse o ministro Paulo Bernardo

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                Os impostos cobrados em ligações pré-pagas chegam a corresponder a quase 60% do preço pago pelo usuário, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta segunda-feira (27) durante o almoço-debate do Lide (Grupo de líderes empresariais). Ele ressaltou também que a diferença na cobrança entre uma ligação pós e pré-paga está no recolhimento de impostos.

                Em uma fatura de telefone no valor de R$ 100, cerca de R$ 36 correspondem a impostos na opção fixa e R$ 38 quando a conta for de celular, revelou o ministro.

                A autoridade aponta tando também que há uma contradição na cobrança mais pesada para o consumidor do celular pré-pago, que tem menor poder aquisitivo, em relação ao plano pós-pago.

 


 

                Você, contribuinte, está pagando os salários de professores universitários, a maioria deles com doutorado, que não estão trabalhando, que não estão dando aula. Desde o dia 17 de maio, várias universidades federais que congregam milhares de professores estão em greve. Na primeira semana de junho, os professores grevistas tiveram seus salários pagos integralmente, apesar de não terem trabalhando praticamente metade do mês anterior. Agora, na primeira semana de julho, eles vão receber o salário integral relativo ao mês (não trabalhado) de junho. Trata-se, provavelmente, da maior greve remunerada de que se tem notícia, em prejuízo, obviamente de todos os pagadores de impostos brasileiros.

                Não faço ideia de por que o governo não corta o ponto. O fato real é que Lula, o maior líder sindical e o presidente que mais teve sucesso político desde o retorno da democracia no Brasil, nunca conheceu greves remuneradas. Além disso, Lula não tem doutorado. É normal, em qualquer greve, que o patrão corte o ponto dos dias não trabalhados. Os dias descontados entram na pauta de negociação do pós-greve. Lula viveu isso na pele inúmeras vezes. Lula enfrentou dificuldades de fato, enfrentou e as venceu, e por isso teve sucesso. Nossos professores doutores, funcionários públicos e grevistas remunerados, não enfrentam essa dificuldade. Recebem um salário muito maior do que a média da população brasileira, o que os faz pertencer à classe A, e são doutores, o que os qualifica para obter recursos para a universidade que não venham do Tesouro. Mesmo assim, fazem greves remuneradas.

                Há vários pontos importantes sobre a educação superior pública no Brasil:

                (1) O gasto na educação é um gerador explícito de desigualdade.

                (2) Na Coreia do Sul houve, nos últimos 40 anos, um investimento pesado em educação. Em 2007, porém, segundo os dados mais do que confiáveis do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o Brasil superou a Coreia no que diz respeito a gastos com educação. O dado é surpreendente, mas é real.

                3) O Brasil gasta mais em educação do que a média dos países emergentes e também do que os países do G-7 (essas informações são facilmente encontradas no Global Education Digest da Unesco).

                4) O Brasil está à frente de nossos “hermanos” argentinos, que são conhecidos por sua grande valorização da educação, por seus elevados índices de escolaridade e por sua predileção pela leitura.

                5) Dados da mesma fonte mostram que o Brasil gasta 5,1% do PIB na educação pública, mais do que a média do G-7 (4,9%) e a média dos emergentes (4,3%).

                Tudo indica, portanto, que os problemas de nossa educação não dizem respeito a quanto é gasto, mas sim à sua (in)eficiência.

                Eis aqui uma de nossas grandes injustiças que nenhum governo até hoje ousou combater: o dinheiro público da educação vai para aqueles que podem pagar por ela. No Brasil, quanto mais pobre é uma pessoa, mais paga imposto. Parte desse recurso vai para a educação e lá é rateado pelos ensinos fundamental, médio e superior. Tomando-se o índice 100 para o ensino fundamental, é isso que se gastou por estudante no Brasil em 2006. Mais ou menos o mesmo valor foi para o ensino médio, ao passo que impressionantes 650 foram direcionados para cada aluno do ensino superior. Esse recurso é, basicamente, para sustentar as universidades públicas e gratuitas (conduzidas por professores doutores grevistas remunerados), justamente as que têm os melhores estudantes, aqueles com melhor desempenho no vestibular. Contudo, para alcançar um bom desempenho no vestibular, é preciso, em geral, estudar em escola particular. Ou seja, os pobres sustentam um sistema universitário público e gratuito que é ocupado em sua maioria pelos filhos da classe média e da classe média alta. É uma das maiores injustiças brasileiras, que cristaliza e amplia a desigualdade de renda.

                De acordo com os dados comparados do Pisa de 2006, o Brasil é o país que, proporcionalmente, mais investe no ensino universitário. Depois do Brasil vêm Turquia, México e Chile. Estados Unidos e Noruega apresentam um gasto bastante equilibrado quando se coloca de um lado da balança o ensino superior e de outro os ensinos médio e fundamental juntos.

                O Brasil gasta mais em educação do que a média dos países emergentes e também do que os países do G-7

                Os pobres são as maiores vítimas da educação de má qualidade, seus filhos não têm como concorrer em igualdade de condições no vestibular para as melhores universidades (que são públicas e financiadas em grande medida pelos pobres) com aqueles que cursam o ensino fundamental e médio de escolas particulares.

                Igualmente grave: as 57 universidades federais brasileiras terminaram 2010 com um caixa de R$ 19,7 bilhões, já descontado o pagamento de aposentadorias e pensões. O valor é o mais elevado em duas décadas e representa um salto de quase 120% na comparação com o orçamento de 2005. Esse crescimento de 120% de seus orçamentos não resultou, porém, no crescimento de também 120% (poderia ser até um pouco menos) das vagas oferecidas aos jovens. Dados oficiais do Ministério da Educação revelam que, em 2010, as universidades federais ofereceram 938 mil vagas para graduação, enquanto as universidades privadas ofereceram 4,7 milhões. Em 2005, as federais ofereceram 595 mil vagas na graduação. O crescimento entre 2005 e 2010 foi de apenas 58%, em que pese o aumento de 120% em seu orçamento. Como contribuinte, gostaria de saber por que o aumento da oferta de vagas não correspondeu ao aumento do orçamento.

                Fui professor universitário na Universidade Federal Fluminense (UFF), entre 1993 e 2005 (nunca fiz greve) e tenho uma opinião acerca das razões do descompasso entre aumento da oferta de vagas e aumento do orçamento. Isso acontece porque são os próprios professores que tomam a decisão acerca do aumento de vagas e para eles é preferível ter menos estudantes em sala de aula do que ter mais estudantes, simplesmente porque dá menos trabalho. O argumento dos professores não é esse, obviamente. O argumento é travestido de uma visão universal, mas é no fundo profundamente elitista. Eles afirmam que, para treinar bem os estudantes, é preciso menos alunos por sala. É muito provincianismo. Em todos os países desenvolvidos, as melhores universidades têm salas de aula com 100, 200 ou 300 alunos. É assim que o ensino é massificado. Isso não significa necessariamente ensino de baixa qualidade. Eu mesmo frequentei aulas com mais de 100 alunos na London School of Economics, cujo ensino é muito melhor do que em todas as nossas universidades federais.

                A vida de nossos professores doutores grevistas remunerados é realmente muito conveniente: o governo aumenta nossos impostos, com isso aumenta os recursos destinados para as universidades federais, mas os professores que lá trabalham não aumentam no mesmo ritmo as vagas para os estudantes. Creio que nossos impostos estejam sendo gastos de forma ineficiente por nossas universidades federais.

                A greve é só de aulas. Os professores não param de fazer suas pesquisas, não deixam de ir a seminários científicos no exterior ou no Brasil (nunca recusam viagens pagas pelos contribuintes) nem deixam de enviar seus relatórios de pesquisa para os órgãos de financiamento, como Capes e CNPq. Se fizerem isso, podem vir a perder suas bolsas de produtividade em pesquisa concedidas por esses órgãos, o que é equivalente a ter o ponto cortado. É muita injustiça: eles param uma parte de seu trabalho, as aulas, mas não param pesquisas e viagens. Só há um prejudicado: o estudante.

                Há muitos professores que já há bastante tempo deixaram de pedir dinheiro para o governo. Como são doutores bem qualificados, trabalham para pesquisas e cursos oferecidos para empresas. As empresas de petróleo, por exemplo, são importantes contratantes das diversas engenharias da UFRJ. A Coppe da UFRJ é um dos maiores exemplos de eficiência na produção científica e tecnológica no Brasil. Os professores de tais áreas não têm motivo para entrar em greve. Aliás, as empresas que os contratam para desenvolver pesquisas não mais o fariam se eles fizessem “greves” em suas pesquisas.

                Toda greve realmente efetiva precisa prejudicar o patrão. Quando os operários do setor automobilístico param, as empresas perdem produção, vendem menos e lucram menos. Os patrões, portanto, têm um grande motivo para negociar. Quando os metroviários param, os governos que pagam seus salários perdem popularidade, e isso os leva a negociar. Quando, porém, professores universitários param de dar aula, seu patrão, o governo federal, não é prejudicado. Somente os estudantes são prejudicados. É por isso que tais greves tendem a ser longas e a não atingir seus objetivos. Só lamento que eu e você, leitor, estejamos pagando os salários de tais grevistas.
 
 
 Reflexao/Curiosidades/Relaxe
 
 
NORMOSE -  http://textos_legais.sites.uol.com.br/normose.htm - Martha Medeiros

                 Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se "normaliza" acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?

                Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.

                A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?

                Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.

                Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.

 

As grandes famílias das moscas domésticas

                Uma mosca doméstica vive cerca de três a oito semanas. Nesse meio tempo, ela produz de 400 a mil ovos. Toda essa fertilidade faz com que uma fêmea possa ter seu número de decendentes, enquanto viva, escrito com treze dígitos (ou seja, cerca de um quatrilhão de parentes, entre filhos, netos e bisnetos). Além de ter famílias muito grandes, a mosca também é muito suja para alguém do seu tamanho. Um único espécime pode carregar consigo aproximadamente 1.250 milhões de bactérias.

 

Arquitetas aracnídeas

                Para construir sua teia, a aranha usa várias glândulas que produzem diferentes espessuras de fios do tipo seco ou adesivo. Para começar, ela faz um longo e fino fio que é levado pelo vento até que sua extremidade grude em uma superfície. Depois, o aracnídeo caminha sobre ele, indo e voltando várias vezes enquanto o reforça até que esteja bastante firme. Enfim, ela vai até o meio da linha e puxa outra fibra para baixo, grudando em algo e formando uma espécie de Y. Essas três linhas que se formam são a base da teia. A partir delas, serão tecidos outros fios que formarão raios semelhantes aos de uma roda de bicicleta. Sobre eles, será construída a espiral, marca registrada desses artrópodes, feita de fios viscosos especialmente preparados para a captura das presas. Quando o refúgio da aranha é feito fora da teia, ela deixa um caminho limpo, como dois raios sem aspiral ou feitos de teia seca, ligando o centro da armadilha ao esconderijo, de onde pode sentir a vibração das fibras e saber o tamanho da presa, caminhando então tranqüilamente pra buscá-la.

 

  Caipira sem paciência

                Um engenheiro cansado do agito da cidade resolve ir pescar no interior de Minas Gerais..

                Está pescando tranqüilamente na beira do rio quando chega um caipira da região agacha ao seu lado e fica ali só observando o engenheiro pescar.

                Passa 1,2,3 horas e o caipira continua ali quieto… sem falar nada … só observando….

                Nisso o engenheiro se irrita e pergunta:

                - O senhor não quer pescar um pouco?     

                - Num tenho paciência pra isso naum dotô!

 

sábado, 1 de setembro de 2012

SPED: Prorrogação é Armadilha para as Empresas -> "Imposto é um câncer na vida do empresário", diz dono do grupo O Boticário -> Reflexões sobre a pesada carga tributária brasileira -> Que Deus salve as crianças do terrorismo gay











em 2006

"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." (Cora Corolina)

El que se ha quemado con leche al ver una vaca llora

SPED: Prorrogação é Armadilha para as Empresas - carlos Meni- http://www.blogcontabil.com.br/2012/08/sped-prorrogacao-e-armadilha-para-as-empresas/

  Uma conquista das entidades contábeis, a prorrogação da entrega do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) trouxe grande alívio para empresários, organizações contábeis e empresas de software, posto que, desta forma, terão mais tempo para se preparar.
  Entretanto, todos precisam estar alertas, pois as empresas enquadradas no lucro presumido devem redobrar suas atenções para evitar as armadilhas.
  Para as software houses, a medida veio em boa hora, mesmo estando prontas para gerar os arquivos. Mas sim, pelo fato das informações geradas pelas empresas para os seus contadores.
  Em relação às empresas e às organizações contábeis, a preocupação com a prorrogação vai além do tempo para adaptação. Cinco meses parece um período suficiente. Muito ainda precisa ser feito pelas empresas para que as informações sejam geradas com segurança, sem colocar em risco as suas operações. Quem ainda não começou certamente já está atrasado.
  Comecei a pensar o que pode levar as empresas a não se preocupar imediatamente em gerar as informações a partir de janeiro de 2013, e há diversas visões limitadoras ao começo dessa iniciativa, sendo elas:
  - Desconhecimento da empresa ou do contador do que é o SPED e dos impactos que ele pode causar, como multas etc.;
  - O governo pode prorrogar novamente a entrega, pois já postergou uma vez e poderá fazê-lo novamente;
  - O governo pode mudar os arquivos, impactando no sistema de gestão da empresa;
  - Vou aguardar para ver o que vai “rolar”, algo pode mudar, pois janeiro de 2013 está longe;
  - Vou esperar meu contador se pronunciar, porque é responsabilidade dele. (Esta é uma visão equivocada do empresário, que precisa encontrar alguém para responsabilizar);
  - As empresas de sistemas de gestão dizem que é problema do contador, então por que me preocupar se meu contador vai resolver?
  Como sabemos, o brasileiro costuma deixar tudo para última hora, e a coisa é tão ruim que até o nome é feio: procrastinação. Se deixar para depois – protelar o que pode ou deve fazer agora – então você estará procrastinando.
  Em outras palavras, você deixa para amanhã o que deve fazer agora, hoje.
  Não procrastine com o futuro do seu negócio, com o SPED não se brinca, procure a assessoria do seu contador – ele é o profissional mais indicado para esta tarefa.

 

  A declaração do presidente do Conselho Administrativo do grupo O Boticário é coerente com sua trajetória de empresário. Para ele, empreender consiste em abrir qualquer tipo de negócio sem expertise de mercado e durante esse processo tomar uma decisão primordial para o futuro da empresa.
  “A gente sempre gostaria de se municiar de todas as informações, mas isso é um sonho, não existe”, destaca Krigsner, sem deixar de ponderar a importância de avaliar o tamanho do risco antes de fazer escolhas.
  O grande acerto do empresário aconteceu justamente quando as dúvidas em relação a expansão chegaram. Depois da instalação de uma farmácia de manipulação em uma rua pouco movimentada da capital paranaense, a abertura da segunda unidade, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Região Metropolitana de Curitiba, foi fundamental e decisiva para o sucesso do negócio.
  A venda exclusiva de perfumes e cosméticos chamou a atenção de consumidores e interessados em abrir uma loja nos mesmos moldes. “Quando nós iniciamos o negócio não sabíamos onde íamos parar. Era uma área totalmente nova, com um canal de distribuição que não existia no Brasil”, relembra o empresário.
  Esse foi o início da expansão da maior rede de franquias do País contada por Krigsner durante o encontro promovido pelo Estadão PME com pequenos empresários. Confira os principais trechos do encontro.
Relação
  O sistema de construção de franquia dentro do Boticário foi estruturado com base na confiança. Na época, os contratos eram menos complexos. Na análise do empresário, o lado humano na relação com o franqueado nunca vai deixar de existir.
  “O franchising tem grandes características. Tem o lado da empresa familiar, do investidor colocar as economias de uma vida em cima de um negócio, apostando com você. São pessoas que depositam todos os sonhos em cima da sua marca e você tem que acolhê-los em muitas oportunidades”, diz.
  Até hoje Krigsner recebe ligações de franqueados interessados em contar histórias dos filhos ou até mesmo sobre fins de casamentos e as dúvidas sobre os rumos da franquia. No entanto, o empresário alerta que a amizade não pode servir de desculpa para deixar de honrar compromissos.
Sociedade
  A relação entre sócios é vista como extremamente delicada por Krigsner. No seu caso, o sócio é o cunhado, o atual presidente do Grupo Boticário, Artur Grynbaum, com quem trabalha há mais de 25 anos. Para manter as relações familiares e profissionais saudáveis, eles mantêm um pacto: não falar sobre a empresa nos almoços de domingo, apenas em casos extremos.
  Outro conselho é usar “chapéus diferentes”, como define Krigsner. “Sempre deixamos claro quando estamos falando como sócios e como amigos. Iniciar o diálogo dessa forma é saudável”, pontua.
  Seguir o caminho sozinho não é aconselhado. “É difícil falar só com o espelho em determinadas situações. É importante você ter alguém que faça parte da empresa, com quem você possa trocar, caso contrário, sua esposa acaba sendo companheira de um negócio que ela não está muito por dentro”, completa.
Dificuldades
  Ao comentar as dificuldades enfrentadas pelos empresários brasileiros, principalmente as de ordem tributária, Krigsner compara a situação do empreendedor com a de um “ginasta” que precisa se contorcer para evoluir diante dos obstáculos.
 Mas para ele, os impostos envolvem apenas um lado da situação. “Imposto é um câncer na vida de qualquer empresário. Acredito que o País precisa de um planejamento de médio e longo prazo para viabilizar investimentos em equipamentos para resultar em uma produtividade maior”, opina.
Aprendizado
  O empreendedor considera o período que trabalhou com seu pai em uma loja de confecções como o melhor e mais eficiente curso de capacitação da sua vida. Krigsner tinha 12 anos quando começou a ajudar na empresa e aprendeu a importância de oferecer um bom atendimento e respeitar o consumidor.
  “É preciso ser muito cuidadoso na relação com as pessoas que entram no nosso negócio. Elas precisam ter o melhor atendimento. É por meio do consumidor que teremos o nosso sucesso”, destaca.

 
Reflexões sobre a pesada carga tributária brasileira  - Reinaldo Cafeo  -  http://www.jcnet.com.br/editorias_noticias.php?codigo=224832

  Os setores favorecidos com a redução do IPI – Imposto sobre Produto Industrializado - estão se movimentando visando manter por mais tempo este benefício fiscal e conseguiram. De um lado o governo perde arrecadação, mas garante movimentação da economia à medida que os preços sem impostos são mais competitivos, e de outro lado empresas e empresários querem ampliar suas vendas. Este comportamento nos remete a uma reflexão mais abrangente, ou seja, o tamanho da carga tributária brasileira e a forma de incidência dos tributos. Ontem a Associação Comercial apontou que o país arrecadou até agora R$ 1 trilhão. Este patamar foi alcançado 13 dias antes do que o ano passado. O número chama a atenção não somente por sua magnitude, mas principalmente pelo baixo retorno que o setor público oferece aos cidadãos. O Estado arrecada muito e oferece pouco. O outro grande problema está no fato de a carga de tributos na produção e consumo ser muito alta se comparada aos outros países. O próprio governo acaba admitindo isso à medida que sempre que precisa movimentar um setor da economia decidi reduzir o IPI. Isso vale também para o ICMS, PIS, COFINS, ISS e outros tributos que oneram o custo final dos produtos.
  Representa uma distorção no sistema tributário, isso sem falar da burocracia exagerada, o que tem levado as empresas a investirem cada vez mais nos setores contábil e fiscal e em assessorias tributárias. Tributação alta e burocracia excessiva elevam o chamado custo Brasil, tirando totalmente a competitividade de nossos produtos, forçando os consumidores a pagarem um preço acima do que efetivamente valem. Penso que a tão alardeada reforma tributária tem que ser fatiada. Esperar que ela seja perfeita, contemplando todos os desejos dos envolvidos é querer demais. A reforma que o Estado deseja, não é a reforma que o setor privado almeja. Poderíamos começar pela simplificação. São mais de 64 tributos com uma legislação complexa e confusa.
  Quanto à redução da carga tributária geral, isso é outra ilusão. O Estado criou uma armadilha que vira um ciclo vicioso. Com a vinculação de verbas, arrecada e é obrigado a gastar. Isso sem falar no inchaço da máquina pública. Resumo: o Estado em todas as esferas não anda sem a arrecadação atual. Resta o que então? Discutir a incidência dos tributos ou a redução das alíquotas. Explico melhor: os impostos sobre a produção e o consumo podem ser substituídos. Uma fonte pode ser as grandes fortunas. Assim reduz-se a participação dos impostos que oneram os preços dos produtos e tributa em outra fonte. A outra maneira é reduzir as alíquotas esperando, via crescimento do volume produzido, manter ou até ampliar o nível de arrecadação. O que na é possível mais é ficar inerte. A discussão pontual da redução do IPI garante soluções de curto prazo. A sociedade deseja soluções estruturais, que sejam efetivas e que garantam competitividade aos produtos brasileiros.


Que Deus salve as crianças do terrorismo gay - Leonardo Bruno -  http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/13360-que-deus-salve-as-criancas-do-terrorismo-gay.html

  Se depender de pessoas desequilibradas como os senhores Jean Wyllys e Tatiana Lionço, o Brasil será um grande lupanar, com uma geração de pederastas, lésbicas e prostitutas insanos.
  Vinde a mim os pequeninos e não os impeçais de vir a mim, pois deles é o Reino dos Céus. - Mateus 19:14.
  Passeava eu pela livraria da editora da UFPA, no campus da universidade, folheando livros, quando me deparei com um exemplar cujo título era, no mínimo, chamativo: “Abuso sexual”. Supus a princípio que fosse mais um trabalho acerca dos malefícios da pedofilia, dos transtornos psicológicos causados contra crianças abusadas ou violentadas sexualmente. Um simples detalhe não ficou despercebido: o livro colocava o abuso sexual entre aspas, como se o termo não fosse real. O autor, pesquisador da universidade, relativizava o abuso sexual como um mero discurso moral, mais do que uma realidade. A partir dessas premissas e falsificando o próprio sentido das palavras, dizia que a tentativa de proteger as crianças do sexo era apenas uma visão dentro de uma moralidade burguesa e cristã, e que na prática, não correspondia aos anseios dos menores, já que em outras épocas, a prática sexual entre adultos e crianças era tolerada. Aquilo me deixou espantando, embora não totalmente perplexo. Pois já sabia que a campanha ideológica a favor da pedofilia é outra mazela acadêmica que veio para nos aterrorizar.
  Como não ficar surpreso com tamanha abominação? George Orwell chamaria a linguagem do livro de “novilíngua” e “duplipensar”. Inverter a semântica das palavras, dando um sentido totalmente diferente e distorcido daquilo que representa, é um vício comum de praticamente todo o movimento comunista. Como a classe universitária brasileira não consegue se desligar do velho amor stalinista que não ousa dizer o nome, a inversão da palavra “abuso sexual” me pareceu apenas reflexo de cacoete mental de um grupelho fanatizado, querendo remodelar o mundo à sua imagem e semelhança.
  Entretanto, a pedofilia já não é apenas a bandeira de um livro isolado da Universidade Federal do Pará. Ela é uma política de governo, com estratégias sutis de doutrinação ideológica, a fim de erotizar a infância e torná-la propensa à sexualidade. O famigerado “kit-gay”, material de propaganda gayzista disfarçado de educação escolar, patrocinado pelo MEC, é mera demonstração dessa tentativa de destruir a inocência dos pequeninos. Que o movimento gay seja um grupo de sociopatas e dementes, isso já é bem sabido para quem o conhece. Todavia, o incentivo cada vez mais explícito da agenda gay de transferir a subcultura homossexual para o ambiente escolar já passou dos limites. Seria caso de polícia, se este país fosse decente.
  Um exemplo claro dessa política limítrofe com a criminalidade se deu no IX Seminário LGBT no Congresso Nacional, 15 de maio de 2012, cujo tema era bastante sugestivo: “Infância e sexualidade”. Percebe-se aí que a subversão tem apoio oficial da Câmara dos Deputados, já que nem uma alma viva da bancada religiosa mexeu um dedo para denunciar a canalhice, com exceção da feliz iniciativa do deputado Jair Bolsonaro, que a tornou pública. Por que criminosa? A discussão subliminar do debate, sob o arremedo retórico de “combate à homofobia” ou de “diversidade sexual”, acabou sendo tão somente a apologia do homossexualismo das crianças nas escolas e o estímulo à sexualidade infantil.
  A estrela do momento era o deputado do PSOL Jean Wyllys, com sua autocomiseração neurótica de vítima gay da malvada sociedade heterossexual. Ele não poupou críticas aos professores em geral, chamando-os de “homofóbicos”. Não economiza farpas aos pastores, chamando-os de “curandeiros”. Cabe analisar o conceito um tanto elástico que o deputado tem da palavra “homofobia”. Ela se tornou um jargão tão comum quanto incompreensível, tão incompreensível quanto alguém rotular o outro de “fascista” ou “fundamentalista”. Na prática, ser “homofóbico”, para o Sr. Jean Wyllys, é não compartilhar de seus desejos homossexuais ou de suas idéias homossexuais. Para ele, como para outros membros do movimento LGBT, não existe a liberdade sexual, de opinião ou moral de rejeitar a homossexualidade, mas só de aceitá-la compulsoriamente. Isso implica o direito sacrossanto do próprio Jean Wyllys e de sua turminha de invadirem a privacidade da família e derrogarem o direito dos pais de educar seus filhos como querem. Como os pais são “homofóbicos” e tentam disciplinar os filhos para uma conduta “machista”, “heteroafetiva” e “cristã”, o negócio mesmo é deixar o menino brincar de boneca e colocar florzinha no caderno.
  Porém, outra cidadã se destacou, pela delinquência de suas idéias. Esta senhora, que os maus agouros do demônio transformaram em “pesquisadora”, “doutora” e “professora universitária”, se chama Tatiana Lionço. Se a sua declaração não é mera apologia ao crime, eu não sei mais o que é o Código Penal.
Ela diz:
  “As ‘brincadeiras infantis’ também podem envolver outros: meninos buscando conhecer o corpo de outros meninos e meninas buscando conhecer os próprios corpos e de outras meninas e meninos. Então, quando meninos e meninas brincam sexualmente com seus corpos, com outros meninos e meninas, eles não estão sendo gays ou lésbicas, quando fazem isso com pares do mesmo sexo. Não é disso que se trata. QUE DEIXEM AS CRIANÇAS BRINCAREM EM PAZ, ISTO A TORNARÃO ADOLESCENTES E ADULTOS MAIS INTELIGENTES E POTENCIALMENTE MAIS PERSPICAZES no enfrentamento e na transformação do mundo que lhe deixamos como herança”.
  Confesso que quando escutei essas palavras, surgiram-me os sentimentos mais primitivos. O mero fato de alguém propor que as crianças devam ter algum tipo de atividade sexual já revela o caráter perverso desta pessoa. O mais assustador é perceber que esta caricatura professoral não veja nada demais na possibilidade da indução da sexualidade entre as crianças ser perfeitamente explorada por adultos. Ora, se crianças podem brincar sexualmente entre si, o que impede que os adultos brinquem também? Seitas pedófilas como os chamados “Meninos de Deus” adoravam usar fotos pornográficas de crianças simulando atos sexuais entre si. Aliás, dentro da lógica acima, as crianças mais velhas terão passe livre para abusar sexualmente das crianças mais frágeis, pois aquelas terão instrumentos físicos e psicológicos para humilhar e subjugar os mais fracos. As meninas não escaparão disso, já que podem ser bolinadas, manipuladas ou seviciadas por meninos mais velhos. Dona Tatiana entende que isso é apenas uma “descoberta” e que vai transformá-las em indivíduos mais inteligentes e potencialmente perspicazes. Alguém duvida que essa criatura tenha problemas mentais sérios? Poucas vezes se viu uma apologia tão descarada do estupro infantil e da corrupção de menores.Que mundo maravilhoso dona Tatiana deixa como herança, não é mesmo?
  Pode-se tirar a conclusão de suas idéias a partir de sua conduta, totalmente incompatível com a dignidade de um verdadeiro professor ou mesmo de um ser humano. Ela é vista no Facebook envolvida em orgias, declarando publicamente, em inglês, que poderia ser uma atriz pornô. Entretanto, esta mesma pessoa está em Brasília, falando de “direitos humanos” e determinando os destinos da educação pública no país. Tem espaço e leciona em universidades. Tem até o status respeitoso de “doutora”. Tatiana Lionço com o “astro pornô” François Sagat. (Daqui:
http://gentetransviada.wordpress.com/2012/08/23/transviada-contra-a-ordem-sexual-ma-fe-e-vergonha/ )
  Na mesma conferência, um sujeitinho efeminado levanta, interpela a moça e diz: “Entretanto, e aí é um fenômeno que estamos percebendo nos últimos anos é que as crianças estão aparecendo, surgindo como homossexuais e se identificando como, cada vez mais cedo”. Na cabeça perturbada deste sujeito, crianças têm afinidades ou desejos sexuais. É claro que a tendência delas, com a doutrinação pesada do movimento gay nas escolas, é a de se tornarem homossexuais, por serem sugestionadas para tal fim. O preço a se impor é a destruição da pureza da infância, da proteção legal e educacional dos infantes, a favor da sanha criminosa dos engenheiros sociais , e alem das dos tarados e maníacos sexuais.
  Se não bastasse o sonho LGBT de produzir educacionalmente uma sociedade de homenzinhos efeminados, os militantes gays têm um destino preparado para as mulheres: a de serem prostitutas, ou melhor, “profissionais do sexo”, no jargão da novilíngua esquerdista. Uma militante de voz grossa falava de uma sujeita que dizia que a “professora dela foi uma prostituta e a escola dela foi a escola da vida”. E outra, endossando a educação dos bordéis, disse que as suas melhores professoras foram prostitutas, que as acolheram na zona. Alguém se surpreenderia quando a qualidade da educação é baixa a nas universidades, cerca de 38% dos alunos são analfabetos funcionais?
  Eu não me espantaria que o Brasil um dia se torne uma gigantesca casa de tolerância de baixo meretrício, com esse tipo de valores educacionais dos militantes homossexuais. Ao menos, em Brasília, com a ascensão do PT, há muito tempo se tornou. O Ministério do Trabalho não publicou dicas de como as “profissionais do sexo” devem tratar clientes e até turistas? O governo federal não tentou distribuir uma cartilha do MEC, induzindo menores adolescentes anos a terem relações sexuais esporádicas e promíscuas, à revelia dos pais? Por que seria diferente para a turminha LGBT, já que é financiada com dinheiro público e também por ONG´s obscuras e endinheiradas?
  A pedofilia organizada e politizada está a caminho no Brasil. Lenta e gradualmente, ela finca seus tentáculos contra nossas crianças, através de universidades, escolas, ONG's, partidos políticos e o próprio governo. Não haveremos de nos se assustar quando as práticas pedófilas serem elevadas a um “direito humano” protegido por lei. O abuso sexual de crianças será alardeado como um "direito sexual" delas e dos pedófilos. Se depender de pessoas desequilibradas como os senhores Jean Wyllys e Tatiana Lionço, o Brasil será um grande lupanar, com uma geração de pederastas, lésbicas e prostitutas insanos.
Nota: Sobre a difamação
  No artigo acima comentei as declarações da psicóloga e professora Tatiana Lionço sobre a sexualidade das crianças, num trecho do vídeo do IX Seminário GLBT. A pesquisadora alega que sua argumentação foi manipulada pelo deputado Jair Bolsonaro, já que supostamente a gravação publicada foi editada e não considerou o conteúdo real de sua explanação. E está alertando que poderia entrar na Justiça contra qualquer publicação em blog considerada “injuriosa” à sua reputação. O problema é que o vídeo segue uma sequência lógica de idéias e está bastante explícito o que ela quis dizer. A intenção do vídeo exposto por Bolsonaro era focar algumas declarações principais, para dar uma idéia do conjunto de uma palestra de quatro horas de duração. Li na "íntegra" (ao menos o que foi publicado no site "Congresso em Foco" do dia 27/08/2012) as declarações da professora Tatiana no Seminário e as suas justificativas não são convincentes. Na verdade, ela usa de uma ladainha freudiana e foucaultiana para legitimar a livre expressão da sexualidade infantil. Não esclarece basicamente os seus pontos de vista sobre o que quis realmente dizer.
  Em declarações feitas no mesmo site “Congresso em Foco”, ela fez a seguinte afirmação:
  “Este vídeo do Bolsonaro é uma infração que viola meus direitos autorais, porque as minhas teses não são aquelas. É uma interpretação com base no meu posicionamento público. Mas eu nunca autorizei aquele vídeo tal como foi editado. Eu não me reconheço naquelas teses que estão sendo replicadas em blogs na internet”.
  Se Dona Tatiana não sabe interpretar o que diz e tampouco consegue medir as consequências de sua lógica, é, no mínimo, uma pessoa inconsequente. Ao afirmar que as crianças devem se descobrir sexualmente, não conseguiu pensar no fato de que os menores não têm maturidade física ou mental para avaliar essas questões? Ela é incapaz de perceber os abusos, as agressões e a violência que disso podem advir ao incentivá-los precocemente a tais “brincadeiras”?
  O texto do “Congresso em Foco” cita as palavras dela, nos seguintes dizeres: “Afirmar a existência da sexualidade infantil não é o mesmo que afirmar que as crianças visariam o coito genital”. Ué? Desde quando a prática da agressão sexual contra menores implica apenas o coito? Um homem pondo o dedo na vagina de uma criança de 5 anos não seria uma forma de violência? Um garoto mais forte esfregando o pênis no traseiro de outro garoto mais fraco, querendo subjuga-lo e humilhá-lo, não seria uma forma de “brincadeira” que deveria ser coibida entre crianças? Quantas situações não se vêem de crianças sendo abusadas sexualmente por adultos, através de práticas fora do coito, como o sexo oral ou mesmo a bolinação de suas partes íntimas? São brincadeiras ou “descobertas” que as crianças deveriam usufruir também?
  Recordemos que a professora não fala de uma mera “sexualidade infantil”, mas sim que esta suposta faculdade deveria ser usufruída livremente entre crianças. Tatiana trata meninos e meninas como se fossem maduros o suficiente para “brincarem” de sexo. Não percebe o nexo lógico de suas próprias idéias e se escandaliza quando vê até aonde elas alcançam.
  Dona Tatiana não fala de pedofilia e em seu discurso. Na verdade, não há uma menção direta a isso. Entretanto, é preciso analisar melhor e destrinchar a lógica de sua idéia, para entender melhor a razão de ela ter sido muito infeliz. A pedofilia se baseia em dois aspectos: a propensão patológica do adulto de se relacionar sexualmente com crianças; e a crença do próprio pedófilo de que as crianças são também sexualmente propensas e que podem corresponder a qualquer estímulo ou desejo sexual de qualquer pessoa.
  Tatiana não fala de “relação sexual”, mas de “brincadeira sexual” entre crianças. Entretanto, o termo, tão subjetivo, tão elástico, abre caminho para uma lógica perigosa. O exercício da sexualidade, sob quaisquer circunstâncias, não é adequado para as crianças. Ao jogar para milhões de menores as tensões, as responsabilidades e os desacertos do sexo que só dizem respeito a adultos, ela está defendendo sim o estímulo a erotização da criança e a destruição da inocência infantil. Há uma perversão lógica intrínseca no seu discurso, que é o risco de expor milhões de crianças a inúmeros tipos de abusos sexuais de toda ordem.
  As críticas que ela sofre são difamatórias? A imagem dela foi mal utilizada no vídeo? A resposta é não. O que ela prega transgride os valores da sociedade, da família e a incolumidade das crianças. Suas declarações têm caráter público. Ela não falou no ente privado de sua casa, mas num ambiente público, numa audiência do Congresso Nacional. Para que ela esteja lá, certamente pretende que suas idéias duvidosas sobre sexualidade se tornem projetos de lei, cartilhas e decisões administrativas que podem decidir e comprometer a vida de milhões de crianças, e de toda uma geração.
  Dona Tatiana está sendo julgada no que diz respeito a como apresenta suas idéias e sua imagem. “Difamação”, por assim dizer, é algo que ofende injustamente a reputação de alguém. Resta-nos saber qual reputação a professora apresenta, já que não é das melhores. Ela mesma se autonomeia “transviada da ordem sexual” em seu blog e se mete em encontros com celebridades pornográficas do mundo gay. Isso não teria a menor importância se ela não fosse uma palpiteira que ditasse assuntos na política e na vida das crianças. Porém, não é a opinião pública que deve se justificar. Quem deve justificar e prestar contas de muita coisa é ela.
  Aliás, o discurso sobre a legalização da pedofilia é um fato que já existe, ainda que embrionário, queira ela negue ou não, no seio do movimento homossexual e na opinião de alguns professores universitários ditos “respeitáveis”. A invocação da agenda gay nas escolas expõe as crianças um tipo de assunto no qual elas são incapazes de julgar ou discernir. Ou melhor, elas são expostas a um tipo de intoxicação ideológica com vistas a um remodelamento de condutas e contra-valores que não condiz com os valores de suas famílias ou mesmo aos princípios éticos e morais elementares da sociedade. Por um lado, as crianças são expostas a uma doutrinação massiva e perversa da homossexualidade. Por outro, os seus pais ou os críticos dessas agendas podem ser ameaçados de prisão, processos na justiça e perseguições políticas, pois o movimento gay quer criminalizar a “homofobia”. Recordemos que este termo é apenas um pretexto para a censura da livre opinião, para que as denúncias que atualmente são publicadas em blogs ou demais mídias eletrônicas sejam silenciadas.
  Dona Tatiana, como acadêmica, vive para o “combate à ‘homofobia’”, que no jargão LGBT significa muitas coisas: ódio ao cristianismo, apologia da pornografia e da prostituição e a destruição da família tradicional. É por isso que ela prega que as crianças devam fazer “brincadeiras sexuais” livremente, sem interferência das famílias ou dos pais. Isso revela o outro lado da história: a universidade pública é um hospício intelectual, criadora de teses malucas, subversivas e desajustadas. Nem o doutorado salva a professor do engano. O mero fato de ela ser professora já se constitui um engodo, um retrato da fraude que é a educação brasileira.

 
Reflexao/Curiosidades/Relaxe
 

   As palavras verdadeiras não são bonitas,
   as palavras bonitas não são verdadeiras.
 A habilidade não é persuasiva,
 a persuasão é destituída de mérito.
   O Sábio não é erudito,
   o erudito não é sábio.
 O Sábio não acumula posses.
 Quanto mais ele faz para os outros,
 mais ele possui.
 Quanto mais dá aos outros,
 mais ele recebe.
   O Tao do Céu "favorece sem prejudicar".
   O Tao do Sábio é "agir sem lutar"

 
Réptil independente  O lagarto chamado pelos americanos de New Mexico whiptail lizard, proveniente do Novo México, EUA, permanece como um grande enigma aos cientistas por se reproduzir de maneira muito curiosa, clonando-se natural e regularmente. Na verdade, dizer "eles" não é o mais apropriado, pois a espécie possui apenas fêmeas que dão a luz a filhas geneticamente idênticas a elas a partir de ovos que pesam um terço do seu peso, não fertilizados. A espécie é resultado do cruzamento de duas outras, uma proveniente do deserto e outra habitante dos campos. Num geral, as espécies mestiças são estéreis, como as mulas. O estudo dessas criaturas irá agora ajudar os cientistas a conhecer melhor o processo de clonagem e também o papel da esperma na concepção da vida.
 
O mundo é dos ratos  Há mais de 1.700 espécies de ratos distribuídas pelo mundo, dentre as quais cerca de 125 estão classificadas como pragas. A Organização Mundial da Saúde estima, para o desespero das mulheres, que haja cerca de três ratos por habitante no mundo, o que resultaria em cerca de 9 bilhões. Ainda de acordo com seus cálculos, cada um deles nos causa 10 dólares de prejuízo. Todo estrago que os roedores fazem não deve-se apenas à disputa por comida com os humanos, mas também ao fato de que eles precisam gastar seus dentes de alguma forma, pois os mesmos crescem incessantemente, por isso eles acabam roendo borracha, isopor e qualquer outra coisa que caia em suas patas.
 
Segredo de viver muito… velhinho.
  O mineirin foi ao médico e, depois de uma série de exames, ouve o diagnóstico:
  -Sr. Chico, o senhor está em ótima forma para um homem de 50 anos – diz o doutor.
  -Uai!? Quem falô pro sinhô que eu tenho 50?
  -Está aqui na ficha, está errado? Quantos anos você tem?
  -Na semana passada eu fiz 65…
  -Nossa! Impressionante! E com quantos anos tinha seu pai faleceu?
  -Meu pai tá vivo, sô!
  -Puxa! Me desculpe! Quantos anos ele tem?
  -Oitenta e seis, quase oitenta e sete… e “namora” todo dia!
  -86? Faz sexo todo dia!!? Realmente impressionante! E seu avô, morreu com que idade?
  -Quem foi que disse que o vô morreu? Tão querendo matar minha família inteira, sô!?
  -Não morreu!? Quantos anos ele tem?
  -Ele tá com cento e quatro anos, mas num tá muito bem, só “namora” umas treis veiz por semana…
  -Que maravilha, parece que sua família descobriu o segredo da longevidade… Mas, e seu bisavô? Morreu de que?
  -Uai, tô falando, sô, tão querendo matar minha família! Ele tá vivim! Tem 122 e vai casá dinovo semana qui vem!
  -O senhor deve estar brincando comigo! – fala o médico desconfiado. Para que um velho de 122 vai casar?
  -Sabe, dotô, ele não queira casar não, mas o pai da moça exigiu,… dispois que ele engravidou ela…