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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Estudo diz que trabalhador bonito tem melhor salário -> Sonegação impõe pesado custo aos bons pagadores -> IFRS e os seus benefícios -> Haddad quer aluno com mais tempo na escola... e mais burro!





há cinco anos
Não se mete o nariz onde não se é chamado

Não ponha o chapéu onde a mão não alçança

Estudo diz que trabalhador bonito tem melhor salário - http://4mail.com.br/Artigo/ViewFenacon/009408039225780

    Economista norte-americano relaciona remuneração a aparência pessoal
    Ananda Nobre, 27, chegou rapidamente ao posto de gerente do hotel em que trabalha. Além da formação, uma característica que a ajudou, diz, "foi a beleza física". "No ramo em que atuo, no qual se lida com o público, boa aparência causa impacto positivo. Tenho mais facilidade [na vida profissional] do que se tivesse uma apresentação ruim." De acordo com o economista americano Daniel Hamermesh, Nobre não é uma exceção. Ele publicou recentemente o livro "Beauty Pays" (em tradução livre, "A Beleza Remunera"). A obra reúne vários estudos e conclui que pessoas bonitas recebem salários maiores.
CONCEITO
    O trabalho de Hamermesh, porém, não estabelece padrões para a definição do que é ser bonito -o economista "driblou" essa questão. No estudo mais abrangente do livro, um grupo de avaliadores classificou a beleza do rosto de 2.774 profissionais. "Pessoas olham para fotos ou para indivíduos e [em geral] concordam sobre quem tem boa aparência ou não", justifica. "Claro, nem sempre há unanimidade." O estudo concluiu que os trabalhadores americanos colocados entre os 7% mais feios ganham até 17% menos do que os 33% considerados mais bonitos. Hamermesh afirma ter verificado os efeitos da beleza em todas as profissões. Mariá Giuliese, diretora-executiva da consultoria em aconselhamento de carreira Lens & Minarelli, diz que o mercado de trabalho valoriza a beleza física, mas que essa é uma preferência "inconfessável" dos empregadores.
Diferença é maior entre os homens
    Desigualdade salarial entre bonitos e feios chega a 17%, maior que a verificada entre mulheres, diz economista
DE SÃO PAULO
    A pesquisa do economista Daniel Hamermesh indica que a beleza pesa mais no salário deles do que no delas. A comparação foi feita entre um terço dos mais belos com os 7% mais feios -um número grande de bonitos confrontado com poucos não atraentes. Entre essas duas extremidades, há 17% de diferença salarial, em média. Para as mulheres, são 12%, com as mesmas proporções de amostragem. O dentista Luís Eduardo Calicchio, 32, que trabalha em um consultório de estética odontológica e reabilitadora, relata que a aparência o ajuda no emprego. "Os clientes falam do 'dentista bonitão' para os amigos e fazem propaganda." Algumas pacientes, porém, ficam constrangidas de mostrar a boca para ele antes do tratamento, comenta.
VANTAGEM COMPETITIVA
    O publicitário Sandro de Oliveira, 40, diz nunca ter se sentido mal por usar esse tipo de vantagem competitiva.    Hoje ele é dono de um escritório de design. Quando era estudante de administração, teve uma oportunidade em uma agência de publicidade, ressalta, por causa da beleza. "[A aparência] me direcionou ao atendimento." Em agências, é o setor que lida diretamente com clientes e, segundo Oliveira, para o qual buscam profissionais fisicamente atraentes.    Luis Jona, 51, dono de uma empresa têxtil, diz que, na hora de contratar, analisa "capacidade, currículo, experiência, mas a beleza do funcionário também conta".
 DE SÃO PAULO
Além da beleza, outros fatores ligados à aparência influenciam a remuneração. A socióloga inglesa Catherine Hakim elencou sete itens que, segundo ela, contam pontos em todas as relações humanas. Trata-se de características como atratividade sexual e vivacidade. A denominação que usou para esse grupo de atributos dá título a seu livro, "Erotic Capital", previsto para ser lançado no Brasil em 2012. A autora afirma que mulheres têm mais esse capital do que homens -e que devem aproveitá-lo mais-, mas são menos remuneradas por isso do que eles. Em sua opinião, essa distorção se deve à discriminação sexual. A advogada Valéria Belfort, 51, percebe a gentileza de colegas e juízes: "Às vezes, nos momentos de descontração, depois da audiência, eles procuram ser simpáticos". Mas ela comenta ter receio de usar a aparência física na vida profissional -e que recusou trabalhos por entender que a beleza estava em jogo. A executiva Andrea Gusmão, 36, assume que a aparência ajudou na carreira, mas diz que só isso não lhe garantiria nada: teve de mostrar competência. "[Beleza] contribui, mas não é determinante", ela afirma. As duas sustentam que já se sentiram prejudicadas pelo alto capital erótico. Gusmão lembra de um chefe dizer que ela era "simpática demais" e que "sorria com os olhos". Engenheira pela Universidade Estadual de Campinas e com dois MBAs, ela relata ser frequente ouvir comentários como "ah, conquistou [algo profissionalmente] porque é bonita". Belfort considera que às vezes mulheres a observam "com rejeição" no trabalho.

Sonegação impõe pesado custo aos bons pagadores - http://veja.abril.com.br/noticia/economia/sonegacao-impoe-pesado-custo-aos-bons-pagadores

    Operação Alquimia desmantela quadrilha que sonegou mais de 1 bilhão de reais em impostos e lança alerta para o custo que este tipo de crime impõe ao país – sobretudo àqueles que cumprem com suas obrigações em dia
    Brasil perde quase um décimo do PIB com a sonegação fiscal
    Brasil perde quase um décimo do PIB com a sonegação fiscal (Vinicius Tupinamba/Getty Images/Hemera)
    A Operação Alquimia, deflagrada em 17 de agosto pela Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, desmantelou uma quadrilha acusada de sonegar ao menos 1 bilhão de reais em impostos. O esquema – uma das maiores fraudes tributárias da história do Brasil –envolvia 300 companhias do ramo químico, tinha ramificações em paraísos fiscais e era investigado pelas autoridades desde os anos 90. Contudo, os desvios realizados pela organização criminosa são apenas a ponta do iceberg. Estimativas do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) relativas a 2008 mostram que as empresas sonegam anualmente cerca de 200 bilhões de reais (confira quadro com números da sonegação no país). Somados os desvios das pessoas físicas, o montante sobe para 261 bilhões de reais – equivalente a 9% do Produto Interno Bruto (PIB) e mais que os orçamentos somados dos ministérios da Saúde e da Educação, e do Programa Bolsa-Família, de 156 bilhões de reais. Tamanho desvio não é algo que simplesmente passe em branco, sem deixar consequências.
    O rombo deixado pela sonegação traz efeitos nefastos para a sociedade, posto que o governo tem quase um décimo do PIB a menos para fazer investimentos. Além disso, para custear as enormes despesas do estado gastador e cumprir as metas de superávit primário – economia para reduzir o endividamento de longo prazo –, todo o esforço de arrecadação do governo recai unicamente sobre os bons pagadores deste país. Neste sentido, proteger o estado destes malfeitores pode ser entendido como uma política de justiça social. (Veja alguns casos de sonegação que ganharam as páginas dos jornais)
    Competição desleal – O problema atinge, em cheio, o próprio setor privado. As empresas que se “beneficiam” do não pagamento de impostos conquistam uma vantagem competitiva ilegal, causando distorções no mercado. “As empresas que fazem tudo corretamente e pagam seus impostos em dia sofrem prejuízos concorrenciais. Logo, acabam por aumentar os preços ou desistem de investir em inovação”, explica Roberto Abdenur, ex-embaixador e presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO).
    Outro elemento inerente à sonegação no Brasil é o gigantismo da economia informal: de 18,3% do PIB em 2010, segundo uma pesquisa realizada pelo ETCO em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Hoje há uma pressão das empresas por maior formalização, o que vai ao encontro dos anseios do governo. No varejo, por exemplo, os concorrentes que mais incomodam são aqueles que vendem sem nota fiscal”, explica Luiz Felipe D’Ávila, presidente do Centro de Liderança Pública (CLP).
    Os criminosos que se ultilizam da sonegação para se apropriar de uma verba que é, em última instância, de todos também costumam se valer do complexo sistema tributário brasileiro para praticar seus delitos. “Ao todo, existem aproximadamente cem tipos de impostos, 16.000 normas e leis e 180.000 artigos que versam sobre tributos no Brasil. Isso não é um sistema, é um cipoal”, afirma o advogado tributarista Miguel Silva. "Não importa que o sistema é complexo, nem que a carga é pesadíssima. Estamos diante de algo que lesa a sociedade honesta. O que é devido tem de ser pago", diz o advogado Fernando Steinbruch, do IBPT.

IFRS e os seus benefícios - http://www.jornalcontabil.com.br/v2/IFRS/1274.html - Adão de Matos Junior - Diretor de operações da Trevisan Outsourcing - filial Minas Gerais. 

    Implantadas pelo International Accounting Standards Committee (Iasc), no início da primeira década do Século 21,como possível solução para a padronização da contabilidade no mundo globalizado, as IFRS (International Financial Reporting Standards) estão muito distantes da unanimidade.
    Quem pensa que o Iasc tem poucos anos de atuação no mercado, está completamente enganado. Ele foi criado em 1973 por órgãos contábeis de dez países - Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Holanda, Irlanda, Japão, México e Reino Unido - com o objetivo de ter, de forma independente, um novo padrão contábil internacional.
    Cada dia, as IFRS vão se ajustando ao mercado. Atualmente, já temos oito atualizações, que passam pelo processo inicial de adoção das Normas Internacionais de Contabilidade, Pagamentos Baseados em ações, combinações de empresas, contratos de seguros, ativos não circulantes mantidos para venda e operações descontinuadas, exploração e avaliação de recursos minerais, instrumentos financeiros e, por último, segmentos operacionais.
    Distintos indicadores, estudos e especialistas atestam essa realidade. É o caso de Andrea Cilloni, professor da Universidade de Parma/Itália, convidado para proferir palestra sobre o tema na Trevisan Escola de Negócios, onde afirmou que as novas normas internacionais de contabilidade são adotadas por apenas 20% das empresas européias. Motivo: sua relação custo-benefício não é boa para as pequenas e médias empresas, as quais entendem como um "custo desnecessário".
    De fato, o padrão internacional deve ser aplicado apenas se o objetivo for reduzir o custo de capital para o investidor, o que se aplica em geral às grandes empresas de capital aberto. O que tem acontecido é uma adaptação das normas internacionais para os princípios locais, e não uma adoção pura e simples.
    Toda essa questão também está permeada por fortes influências políticas, que afetam a sua aplicação, em detrimento de conceitos estritamente técnicos. Tudo está relacionado à disputa de poder entre Europa e Estados Unidos, muito mais do que exatamente a um padrão de excelência técnica dos princípios contábeis.
    Essa falta de unanimidade global, reforçada pelo fato de norte-americanos e japoneses não terem adotado as normas, parece manifestar-se também no Brasil, onde o padrão internacional de contabilidade ainda não atingiu o propósito de facilitar a comparação entre empresas de diferentes nacionalidades.
    O estudo, apresentado pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri) e realizado com grandes empresas com ações na Bolsa de Valores, mostra que somente 24% dos profissionais de relações com investidores acreditam que as demonstrações financeiras ficaram mais facilmente comparáveis entre os países, competidores e indústrias a partir da adoção das IFRS.
    Sessenta por cento não têm opinião sobre o assunto e 16% não acreditam que a comparação ficou mais fácil. Cerca de 40% das empresas responderam que ainda é cedo para avaliar se a adoção das normas melhorou o acesso a linhas de crédito internacional, aumentou a geração de negócios ou reduziu o custo de capital. Contudo, 58% dos profissionais entrevistados enfatizaram a ampliação da transparência nas demonstrações financeiras como fator positivo percebido pelo mercado.
    Como se percebe, o tema ainda é bastante controverso. Está muito claro que ainda haverá de se percorrer um longo caminho para a padronização de normas mundiais da contabilidade. Até lá, faça sempre a conta certa, tendo como premissas a consciência de que a boa contabilidade e a atualização de seus profissionais são o grande alicerce de empresas saudáveis e o parâmetro ético para a gestão das organizações públicas e privadas.

Haddad quer aluno com mais tempo na escola... e mais burro! - Klauber Cristofen Pires - http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/12412-haddad-quer-aluno-com-mais-tempo-na-escola-e-mais-burro.html

    O governo quer mais tempo escolar! Para ensinar que escrever errado é certo? Para assediar sexualmente as crianças?
    O Ministro da Educação Fernando Haddad anunciou que está estudando aumentar o tempo de permanência do aluno na escola, seja pela majoração da quantidade de horas diárias ou do número de dias por ano. Segundo o próprio, o Brasil, que possui uma carga horária relativamente baixa em relação a outros países, atualmente um mínimo de 800 horas, deve perseguir a meta de prover ensino integral até o ano de 2020.
    O responsável por esta pasta recorre ao aumento da carga horária como os defensores da volta da CPMF em relação à saúde: desperdiçam prodigamente o que têm para então vir reclamar mais da população. Ora, pois, se o governo, com a atual carga horária, não consegue (ou não quer) fazer os alunos aprenderem sequer as quatro operações básicas, para quê exatamente ele precisa de mais tempo?
    Jamais nossos jovens foram tão obrigados a cumprir tão longa jornada estudantil, bem como jamais têm saído de lá tão ignorantes e imbecilizados. Até formar-se em uma faculdade, um estudante alcançará facilmente a idade de pelo menos 23 anos, e dependendo do curso, poderá alcançar até 26 ou 27 anos até que esteja considerado apto para começar a trabalhar! Olhem que estou dizendo isto sem considerar nenhuma repetência nem as dificuldades conjunturais para a obtenção de algum emprego, mas apenas a contagem formal da grade curricular. Isto é demais!
    O filósofo alemão Hans-Hermann Hoppe tem acusado os governos de corte socialista (na verdade, praticamente todos os governos, dado o estado contemporâneo generalizado de altíssima intervenção estatal sobre a vida dos índivíduos) de assim agirem propositalmente com a finalidade dupla de desestimular a fecundidade da população e de preparar os estudantes não para a vida como homens e mulheres livres, mas para atenderem à burocracia e à ideologia do estado. Se a acusação é verdadeira ou não, o fato é que funciona. Quanto mais social-democrata ou socialista for um país, mais velho se tornará e sua população tenderá a diminuir. É justamente o que está acontecendo na Europa. A Rússia possui hoje uma população menor e mais pobre do que a do início do século XX. Da mesma forma, quanto mais um país trilha pela senda socialista, menos independência, iniciativa e criatividade se vê entre os cidadãos, que vão se tornando burocratizados, desestimulados e medonhamente avessos a colocar suas cabeças para fora da toca.
    Hoppe não está só, pois sua denúncia é reforçada por Julio Severo, um importante ativista cristão em defesa da família, que produziu um dos textos mais consistentes e enfáticos que já li em toda a minha vida: "A Marca da Besta: A Educação do Futuro".
    Apenas para degustação, transcrevo uns excertos adiante:
    “[A Besta] obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome”. (Apocalipse 13:16-17 NVI)Vamos agora fazer uma sincera reflexão econômica: imagine, prezado leitor, quantos bilhões ou trilhões de reais o nosso país perde atualmente por causa de jovens que poderiam estar trabalhando e produzindo desde os dezesseis anos ou até menos? Se os jovens pudessem começar a trabalhar desde a idade em que já realmente podem ser produtivos, teriam recursos suficientes para o casamento e para a geração e criação de filhos com responsabilidade moral e financeira. Vejam bem: sem prejuízo dos estudos! Aliás, muito ao contrário, como adiante explico...
    Mais do que nunca, um homem hoje precisa de um diploma escolar para poder ter uma ocupação no mercado de trabalho, e as exigências mínimas de escolaridade estão cada vez mais altas, obrigando assim crianças e adolescentes a passar o máximo de anos nas instituições escolares. Um ser humano hoje só é valorizado de acordo com um diploma oficial que comprova que ele passou anos estudando nas escolas e universidades. Está se tornando quase impossível viver sem um diploma escolar.
    Para o governo, o problema não é o sexo antes do casamento, mas a gravidez e a criança inocente já concebida. O problema é tudo (seja gravidez ou doença) o que atrapalha o adolescente de obter o prazer sexual, com ou sem casamento, com ou sem valores morais. Assim, o alvo do governo é usar as escolas para preparar os jovens para fazer sexo, não para entrar no casamento.
    Se ao leitor parece escandalosa a ideia de vislumbrar um jovem trabalhando, permita-me contar um caso de um menino de apenas doze anos que conheci: este garoto era capaz de amarrar a lona de uma carreta como muito marmanjo não faz! Além disso, sabia trocar os pneus e realizar pequenas manutenções (Estou falando ainda de caminhões!). Mas isto não é tudo: ele tinha um cavalo, presente dado por seu pai, que ele mesmo cuidava com muito esmero! A esta altura, alguém mais cético há de me redarguir: "mas qual era o desempenho dele na escola?" Pois vou dizer: era o primeiro lugar da turma!
    Não se assuste se você está lendo agora algo que vai contra tudo o que tem lido a respeito da educação e da formação de jovens. Estou falando da evolução natural da vida, que está sendo deturpada por conta de governos que não querem que seu filho aprenda conhecimentos úteis para ele, mas para o estado.
    Se o ministério a cargo do Sr. Haddad estivesse preocupado com o ensino, ele se trataria de ministrar aulas de Matemática, Português, Ciências e Geografia, mas o fato é que ele se ocupa muito mais de ensinar pornografia, assédio sexual, liberação das drogas, luta de classes, ecofascismo, e como corolário de tudo isto, que escrever errado é certo e que os que escrevem certo praticam discriminação contra os, digamos assim, "adeptos da língua não culta".
    No âmbito acadêmico, um estudante de Direito passa pelo menos 75% estudando disciplinas que aproveitam ao estado, e não a ele próprio. Um estudante de Administração ou Contabilidade não aprende como conduzir uma empresa rumo ao sucesso, mas como preencher formulários, prestar declarações, pagar impostos e cumprir com toda sorte de burocracias. Um estudante de Economia ignora solenemente o que signifique este termo dentro de um contexto de livre mercado, que o permita compreender como as pessoas agem e interagem, porque todo o seu curso está voltado para fazer dele um burocrata apto a redigir portarias interventivas sobre assuntos que ele desconhece.
    Em uma sociedade livre, o ensino é buscado com entusiasmo pelos jovens, porque eles têm condições de escolher objetivamente o que precisam aprender para realizar o projeto de vida deles, e não o do estado. Em uma sociedade livre, não há que se falar em longos anos de cursos de quadro negro dos quais se termina tendo esquecido quase tudo: o indivíduo vai estudando e praticando ao longo de sua vida, num processo gradual e contínuo. Isto consolida o conhecimento e o põe à prova.
    Em uma sociedade natural, as falsas teorias são logo desmascaradas e abandonadas, porque não são verificáveis na prática e no mundo real. Notem como isto soa muito diferente do que se passa atualmente dentro das instituições de ensino, em que os alunos são submetidos às doutrinas e ideias mais pitorescas, no afã estatal de fazê-las prevalecer sobre o mundo real, quando estes estudantes entrarem no mercado de trabalho. Notem quanta decepção sentem os formados quando percebem o hiato entre o que vêem de fato e aquilo a que foram forçados a engolir durante sua custosa jornada discente.
    O que vai no parágrafo acima não é ideologia ou utopia: é a mais profícua realidade de um mundo que já foi mais livre. Era assim e funcionava!

 Relaxe/Curiosidades

O que são 100 Madres Rindo?
    No interior em um muito recatado convento, viviam 101 madres mais a madre comandante. Numa manhã de um dia qualquer, a comandante mandou que todas se reunissem no auditório e começou a falar:
    -Caríssimas irmãs, na noite passada um homem entrou em nosso convento! - 100 madres: NOOSSSAA... e uma madre: ri..ri..ri.. (rindo baixinho)
    E a comandante continua E essa não foi, sem dúvida, a primeira vez! - 100 madres: NOOSSSAA... e uma madre: ri..ri..ri.. (baixinho)
    - Ele entrou num de nossos quartos! - 100 madres: NOOSSSAA... e uma madre: ri..ri..ri.. (baixinho).
    - Eu encontrei uma camisinha usada! - 100 madres: NOOSSSAA... e uma madre: ri..ri..ri.. (baixinho).
    - E essa camisinha estava furada! - 1 madre: NOOSSSAA... e 100 madres: ri..ri..ri...

O Casamento Caro.
    O casamento é o preço que os homens pagam pelo sexo; o sexo é o preço que as mulheres pagam pelo casamento.

Quando e por que foi instituída a jornada diária de trabalho remunerada?
Até o início do século XX, os empregadores eram os únicos a ditar regras nas relações de trabalho. O crescimento das atividades produtivas, contudo, convergia para uma legislação que impusesse limites à exploração dos empregados. No ano de 1932, no governo de Getúlio Vargas, um decreto estabeleceu a jornada diária remunerada de oito horas.

Como começou a rádio FM no Brasil?
A carioca Anna Khoury, antiga fundadora da rádio Eldorado (AM), trouxe a FM para o Brasil em 1955, fundando a Rádio Imprensa. Como não havia receptores para ondas de frequência modulada, a própria rádio teve de incentivar a indústria de receptores FM. Sem nenhum patrocínio, a Imprensa era fundamentada em música ambiente, sem locução. Os receptores produzidos eram locados aos clientes. Esta rádio teve exclusividade de mercado até 1976, quando começaram a surgir várias outras rádios FM.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Hormônio sexual no organismo feminino interfere na escolha da profissão -> Fiesp repudia criação de novos impostos -> País que cobra mais impostos de ricos tem povo mais feliz, diz estudo -> O PT SONHA COM CONTROLAR A MÍDIA



HÁ CINCO ANOS
Não se ensina o pai-nosso pro vigário

El habla es plata; el silencio es oro


Hormônio sexual no organismo feminino interfere na escolha da profissão
- http://www.sintoniasp.com/index.php?acao=eco&id=676
 
Quanto mais hormônios sexuais, maiores as chances das mulheres optarem por carreiras tradicionalmente "masculinas" 
     Um estudo que relaciona a influência dos hormônios no comportamento humano constatou que, quanto mais hormônios sexuais presentes no organismo das mulheres, mais altas são as chances de elas optarem por um carreira majoritariamente masculina. 
     A pesquisa foi publicada nesta sexta-feira (2) no Hormones and Behavior, um periódico da Society for Behavioral Neuroendocrinology, dos Estados Unidos. O grupo responsável pela pesquisa foi coordenado pela professora de psicologia e pediatria da Universidade de Penn State, Sheri A. Barenbaum. 
 Comparações 
    O estudo comparou as preferências de dois grupos de adolescentes e jovens adultos. O primeiro grupo era composto por indivíduos que possuíam um distúrbio genético responsável por elevar a quantidade de hormônios sexuais masculinos no corpo, conhecido como HAC ou hiperplasia adrenal congênita. O segundo grupo não possuía o distúrbio. 
     Todos os participantes tiveram de classificar 64 profissões, entre as que gostariam ou não de fazer. Além disso, para fins de pesquisa, as profissões foram separadas em duas categorias, de acordo com a atenção que a atividade exigia para "coisas" ou "pessoas". 
     Por exemplo, carreiras em educação e arte eram classificadas como sendo voltadas para "pessoas". Já as profissões dentro do universo das ciências exatas, como engenharia, matemática e física, foram classificadas como "coisas". Houve também profissões selecionadas como intermediárias, a exemplo da carreira de empreendedor. 
     Ao cruzar os dados, relacionando os grupos de pessoas e suas escolhas, foi possível observar que as mulheres com HAC, assim como os homens, mostravam ter preferência por ocupações classificadas como "coisas" do que as mulheres sem HAC, que, por sua vez, optaram em sua maioria por carreiras relacionadas a pessoas. 
     No caso dos homens, não foram observadas grandes diferenças em relação às preferências pelas carreiras entre aqueles que possuíam o distúrbio e aqueles que não.

Fiesp repudia criação de novos impostos
- http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110908171226&assunto=25&onde=Economia
 
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    A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) informou nesta quinta-feira, através de nota, seu posicionamento contrário à criação de novos impostos no país. A entidade argumenta que a arrecadação federal cresceu77% desde 2007, e que, por isso, não haveria a necessidade de se criar novos tributos.
    A Fiesp também calcula que os gastos da União com a saúde aumentaram 52% no mesmo período - menos que a evolução da carga tributária. Com isso, os empresários defendem que não se adote uma nova contribuição para custear os investimentos no setor.
Leia a íntegra da nota:
    "A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), assim como a maioria esmagadora da sociedade brasileira, é absolutamente contrária à criação de novos impostos ou contribuições, que oneram ainda mais os setores produtivos, os trabalhadores e as famílias do país.
    Os números da arrecadação do governo federal demonstram de forma inequívoca que não há nenhuma necessidade de criação de novos tributos. As receitas vêm crescendo anualmente, tendo passado de 619 bilhões de reais em 2007 (ano com CPMF) para mais de 1,1 trilhão em 2011* (sem CPMF), um crescimento de 77%. Apesar desse salto na arrecadação, não se verificou um aumento equivalente nos gastos com a saúde. No mesmo período, os gastos com saúde do governo federal cresceram 52%. Ou seja, os investimentos na saúde não acompanharam a evolução da carga tributária.
    A sociedade brasileira não precisa de mais impostos. Precisamos, sim, de mais qualidade na gestão pública, com a devida atenção à saúde, à educação, à habitação, ao emprego, à mobilidade urbana, à logística, à infraestrutura e à competitividade. Neste momento, a propósito, a Fiesp realiza uma campanha para reduzir a conta de luz de todos os brasileiros, por meio da realização de leilões para as concessões do setor elétrico que vencem a partir de 2015.
    Assim, diante dos números e do atual cenário econômico doméstico e internacional, resta claro que o Brasil precisa de qualidade e eficiência na gestão pública, e não de mais impostos que roubam a nossa competitividade. A Fiesp não vai aceitar a criação de nenhum tipo de tributo ou contribuição e tem a certeza de que a população está ao seu lado nessa posição".

País que cobra mais impostos de ricos tem povo mais feliz, diz estudo
- http://www.correiodoestado.com.br/noticias/pais-que-cobra-mais-impostos-de-ricos-tem-povo-mais-feliz-di_124233/

    O estudo comparou 54 países e descobriu uma relação entre uma política fiscal progressiva --cobrar mais impostos dos que ganham mais-- e o contentamento geral da nação.
    Quanto mais impostos um país cobra de seus cidadãos ricos, mais feliz é sua população. Pelo menos é o que defende um estudo da Universidade de Virgínia, nos EUA, feito pelo psicólogo Shigehiro Oishi, informa o jornal "Huffington Post".
    O estudo comparou 54 países e descobriu uma relação entre uma política fiscal progressiva --cobrar mais impostos dos que ganham mais-- e o contentamento geral da nação.
    No mês passado, Warren Buffett, terceiro homem mais rico do mundo segundo o ranking da revista "Forbes", pediu que os Estados Unidos deixem de "mimar" os mais ricos com isenções fiscais e solicitou aos líderes políticos de seu país o aumento dos impostos a multimilionários como ele.
    Dias depois, quatro grandes ricos alemães disseram estar dispostos a pagar mais impostos para ajudar a reduzir a dívida pública do país.
    Isso não quer dizer, porém, que ter um sistema de tributação progressivo garanta uma população mais feliz. O estudo enfatiza que o que faz a diferença é o que os governos fazem com os impostos coletados, segundo o jornal.
    "Mesmo que uma sociedade não adote impostos progressivos, se conseguir oferecer bom transporte público, sistema educacional, sistema de saúde, e assim por diante, os cidadãos têm mais chance de serem felizes", diz uma prévia do estudo publicada pelo jornal.
    As mais altas taxas de satisfação com a vida foram registradas no Canadá, Nova Zelândia, Holanda e alguns países nórdicos, incluindo Noruega, Dinamarca, Finlândia e Suécia. Segundo o estudo, esses países têm taxas de impostos muito mais altas para seus cidadãos ricos do que para os pobres.

O PT SONHA COM CONTROLAR A MÍDIA
- Percival Puggina
 
    O Partido dos Trabalhadores talvez se devesse interrogar sobre os motivos da rejeição social à sua proposta de estabelecer um "marco regulatório da mídia". Por que as pessoas não acreditam nas boas intenções do partido a esse respeito? Não me faltam dicas para tal reflexão.
    Há décadas, seja nas fraternas deliberações do Foro de São Paulo, seja na mídia, o PT é parceiro de fé do regime cubano e, um pouco mais recentemente, do regime bolivariano. Ora, os dois jornais de Cuba são órgãos do Partido Comunista e nunca, em meio século, publicaram uma linha contra o governo. Idem, idem para a TV cubana que é estatal. Já o regime de Chávez desapropria meios de comunicação, fecha jornais e prende jornalistas. E o PT não cansa de elogiar os dois nem de dizer que são democráticos. Lula vai a Cuba, abraça o  Fidel e chora. José Dirceu vai lá e funga. O partido sorteia excursões a Cuba. As lojinhas do partido vendem bandeirinhas cubanas e camisetas do Che Guevara. Lula afirma que na Venezuela "tem democracia até demais". E todos batem palmas.
     Diferentemente dos demais partidos, que não têm maiores dificuldades de admitir os próprios erros e deficiências, o PT se considera acima das fragilidades da natureza humana e jamais reconhece suas faltas. Assim como Lula não tem pecado e comunga sem confessar, o PT não erra e não tolera ser objeto de juízo moral. São totalmente simétricas, aliás, a ferocidade com que o partido ataca a honra de seus adversários e aquela com que rejeita qualquer crítica que lhe seja feita. Daí o insuportável desconforto determinado por uma imprensa que eventualmente se põe a escrutinar o comportamento de seus líderes.
     Entre as muitas justificativas do PT para o pretendido "marco regulatório da mídia" está o modo como, à juízo do partido, temas de direitos humanos deveriam ser tratados pelos meios de comunicação social. Ora, quem se deu ao trabalho de ler o calhamaço intitulado PNDH-3 percebeu que ali estão temas programáticos e ideológicos, dessa sigla partidária, que nem em sonhos podem ser considerados como conteúdos de consenso social. Com o marco regulatório o PT poderia enfiá-los goela abaixo da imprensa e da sociedade.
     É parte da ideia de Franklin Martins que inspira o marco regulatório a formação de um conselho para esses assuntos. Não se requer muita argúcia para antever que o aparelhamento petista sobre tal conselho será igual ao que mantém sobre o que se costuma chamar, eufemisticamente, "sociedade civil organizada" (a expressão envolve organizações e instituições como sindicatos e suas centrais, federações, movimentos sociais, ONGs, comunidades eclesiais de base, pastorais sociais, entidades estudantis e uma miríade de "conselhos" que orientam importantes setores da vida nacional). Essa capacidade de operar a infiltração e exercer controle é um mérito do partido, admito, mas acaba com a credibilidade das instituições aparelhadas. Querem fazer o mesmo com a imprensa?
     A experiência do governo petista de Olívio Dutra no Rio Grande do Sul não enalteceu a capacidade de relacionamento do partido com a imprensa livre. Bem ao contrário. Foram quatro anos de pressão sobre os veículos para demissão de jornalistas e para domar o conteúdo das programações. E foram dezenas de processos judiciais contra formadores de opinião.
                  Poderia continuar listando motivos, mas acho que já os temos em volume e peso suficiente. De nada vale o documento final do 4º Congresso do Partido dos Trabalhadores afirmar seu compromisso com a liberdade de imprensa e sua rejeição a toda forma de censura. É uma declaração pouco convincente ante os elementos de análise alinhados acima e contraditória com o que transcreverei a seguir, extraído do próprio  documento. Como se verá, o ambiente político nacional, as matérias da revista Veja, os constrangimentos entre os parceiros, o desconforto que as denúncias trouxeram ao ex-presidente Lula, levaram os congressistas do PT a confessar, numa frase, o que negavam no resto do texto e pretendiam manter oculto.
                 Ao mencionar o compromisso do partido com o "combate sem tréguas à corrupção" o PT se diz determinado a fazê-lo "sem esvaziar a política ou demonizar os partidos, sem transferir, acriticamente, para setores da mídia que se erigem em juízes da moralidade cívica, uma responsabilidade que é pública, a ser compartilhada por todos os cidadãos". Quais esses setores da mídia que serão obstados?
                 Não está admitida aí, com todas as letras, a repulsa do partido à liberdade de crítica? O PT pode emitir juízo moral sobre seus adversários. O PT leu a revista Veja nas tribunas dos parlamentos, nos megafones e a carregou em passeatas quando ela divulgou suas denúncias contra a governadora Yeda Crusius. Mas ai da revista quando elabora matérias que contrariam o projeto político do partido. Sim, o PT sonha com controlar a mídia.

Relaxe/Curiosidades
Homens Tirando Dinheiro no Caixa Eletrônico:
    Chega no caixa automático;
    Entra no quiosque;
    Insere o cartão;
    Digita o código;
    Pega o dinheiro, o cartão e o recibo.
Mulheres Tirando Dinheiro no Caixa Eletrônico:
    Chega no caixa automático;
    Verifica a maquiagem no espelhinho;
    Desliga o motor;
    Põe as chaves na bolsa;
    Vai até o quiosque;
    Procura o cartão na bolsa;
    Insere o cartão;
    Procura na bolsa a embalagem do OB onde está escrito o código;
    Digita o código;
    Estuda as instruções por uns dois minutos;
    Tecla "cancela";
    Tecla novamente o código;
    Verifica o saldo;
    Procura um envelope;
    Procura uma caneta na bolsa;
    Anota o saldo no envelope;
    Estuda as instruções;
    Retira o dinheiro;
    Entra no carro;
    Confere a maquiagem;
    Procura as chaves;
    Liga o carro;
    Confere a maquiagem;
    Sai com o carro;
    Pára;
    Volta de ré;
    Sai do carro;
    Pega o cartão e o recibo;
    Entra no carro;
    Põe o cartão na carteira;
    Põe o recibo no talão de cheques;
    Anota a retirada no talão de cheques;
    Arruma um espaço na bolsa para a carteira e o talão;
    Confere a maquiagem;
    Sai com o carro;
    Anda cinco quilômetros;
    Solta o freio de mão.

Bodas de Mineiros.
    Depois de 25 anos casados o casal de mineirinhos (ou minerim) resolve ir a um restaurante muito chique para comemorar as Bodas de Prata.
    Já no “restaurant” os dois começam a comer sem nem olhar os preços no menu.
    Estavam muito contentes, até que marido chama o garçom e pede a conta. Quando a “notinha” chega, ele se assusta com o valor: R$ 720,00; então chama o garçom de novo para reclamar:
    - Ô moço, esse trem tá caro... Nóis nem cumemo esse tal de “couvert”.
    - Sim, senhor, mas estava aí. Só não comeu porque não quis! - responde o garçom.
    - Mas, ô fio duma égua, nóis tamém num tomamo esse vinho francês. . .
    - Senhor, o vinho estava aí. O senhor não bebeu porque não quis! - repete o garçom sacana.
    - Que trem de doido! E essa sobremesa, nóis também num cumemo, não, sô!
    - Como o senhor sabe, estava aí... Não comeu porque não quis! – fala o garçom.
    Vendo que não tinha jeito de escapar, o mineirim pensa um pouco e fala:
    - Então tá bão! Pode trazê os 80 do troco!
E o garçom:
    - Mas que troco? O senhor não pagou ainda!
    E o mineirim, já levantando pra ir embora, responde:
    - Uaí, a minha muié custa 800. Ela tava aí, sô! Ocê num cumeu purque não quis!

Pedido de menina de 11 anos levou Abraham Lincoln a deixar crescer sua barba
    Abraham Lincoln, o presidente norte-americano cuja barba se tornou clássica nos retratos que o perpetuam como figura história, andou a vida toda de rosto raspado, sem sequer usar um modesto bigode. Foi o pedido de uma menina de 11 anos, às vésperas de se eleger para o primeiro mandato, que o fez deixar crescer a barba.

O calendário se repete a cada 28 anos, com datas caindo nos mesmos dias da semana
    O ano, não sendo bissexto, termina sempre no mesmo dia da semana em que se iniciou e seus meses de fevereiro, março e novembro começam sempre no mesmo dia da semana. Nenhum século começa em quarta-feira, sexta-feira ou sábado. A cada 28 anos, o calendário se repete, com as datas caindo nos mesmos dias da semana.

   


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

CNI: para 60%, tributos são mais de 20% do faturamento -> Escritório de Contabilidade ou Empresas de Serviços Contábeis, Há Diferença? -> E essa bateria que não dura nada? -> Paciência tem limite

HÁ CINCO ANOS

A burro muerto la cebada al rabo

Não se corta o galho onde se está sentado

CNI: para 60%, tributos são mais de 20% do faturamento - http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,cni-para-60-tributos-sao-mais-de-20-do-faturamento,82008,0.htm
 
    O custo financeiro das obrigações tributárias ainda é considerado muito alto por grande parte dos empresários brasileiros. Segundo Consulta Empresarial realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), para 60,3% dos empresários entrevistados, os impostos pagos consomem mais de 20% do faturamento. Na avaliação por porte de empresa, o impacto é maior nas de médio porte. Em 63,1% delas, os tributos recolhidos superam 20% do faturamento. No caso das empresas de pequeno e de grande porte, esse porcentual cai para 59,1% e 57,7%, respectivamente.
    De acordo com a pesquisa, mais de 40% das indústrias do País têm o fluxo de caixa afetado porque pagam impostos antes de receberem pelas vendas. Para 41,1% das empresas, o prazo médio de recebimento das vendas é superior a 45 dias. Outras 33,5% das empresas entrevistadas recebem por suas vendas, em média, entre 31 e 45 dias; e 22,4% recebem por suas vendas, em média, em até 30 dias.
    Por outro lado, o prazo de recolhimento dos tributos federais que mais afetam o fluxo de caixa das empresas, como contribuições previdenciárias, PIS e Cofins, é de 35 dias e 40 dias, respectivamente.
    Para a CNI, isso significa que os prazos de recolhimentos dos tributos continuam afetando a competitividade da indústria nacional. "Os tributos têm um peso grande sobre o faturamento. Isso reforça a importância do governo recolhê-los, no mínimo, no mesmo prazo que as indústrias recebem pelas vendas", destaca o economista da CNI Márcio Sérgio Carraro.
ICMS
    Entre todos os tributos recolhidos, 53,1% das empresas entrevistas apontaram o ICMS como aquele que mais impacta o fluxo de caixa. O impacto do recolhimento é maior ainda nas grandes empresas (56,7%). Segundo o economista da CNI, isso se explica porque, além do prazo médio para recolhimento do ICMS ser menor, ele é o que tem maior peso na carga tributária.
    A pesquisa da CNI perguntou ainda sobre quais tributos precisariam ter o prazo de recolhimento ampliado. Para 50,7% dos entrevistados, é o ICMS.
    As contribuições previdenciárias foram apontadas por 48,9% dos entrevistados como o tributo federal que tem maior efeito no fluxo de caixa das empresas, com maior impacto para as empresas de menor porte. Entre as grandes empresas, 37,1% apontaram esse tributo como de grande impacto; entre as pequenas, 50,9%; e entre as médias, 51,7%.
    O PIS e a Cofins aparecem em terceiro lugar entre os tributos que mais impactam o fluxo de caixa das empresas. Essa opção foi marcada por 42,1% das empresas pesquisadas. Ao contrário das contribuições previdenciárias, neste caso, as grandes empresas são as que mais sentem o impacto do recolhimento do PIS e Cofins.
    A Consulta Empresarial foi feita entre os dias 20 e 28 de junho, com 594 empresas industriais, sendo 291 pequenas, 206 médias e 97 grandes.

Escritório de Contabilidade ou Empresas de Serviços Contábeis, Há Diferença? - http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/escritorio-de-contabilidade-ou-empresas-de-servicos-contabeis-ha-diferenca/58081/

    No cenário atual os escritórios de contabilidade terão muitas dificuldades para atuar no modelo de negócios que praticam no momento, com o advento do SPED e IFRS, faz-se necessário repensar o modelo atual, esse artigo tem não a pretensão de esgotar o assunto ou ser unanimidade mas apenas um alerta..
    Em minhas andanças pelo país, ministrando cursos e palestras, nas áreas do SPED e IFRS e observando o comportamento do nosso mercado de trabalho, a contabilidade, nos deparamos com uma situação muito preocupante em relação a um futuro próximo.
    Recentemente, participando de um curso confidenciou-me uma pessoa sobre o que ouvira numa reunião de contadores e a colocação foi a seguinte: como posso ausentar-me três ou quatro dias do escritório para ir a um congresso de contabilidade? Quem fará o serviço, a rotina diária do escritório? Quem atenderá os clientes que ligarem?
    Oras, colocações como essas nos levam a reflexões sobre o tema proposto acima: somos um escritório de contabilidade ou somos uma empresa de serviços contábeis?
    Parece haver uma substancial diferença entre essas duas figuras: quando ministro os cursos e palestras percebe-se nitidamente que os escritórios de contabilidade estão centralizados apenas em uma pessoa, ou seja, a figura do seu proprietário, o contador titular, ainda no modelo antigo de "GUARDA LIVROS".
    Sem ele nada funciona, ele é o cérebro do escritório, tudo gira em torno dele, então o escritório é praticamente uma pessoa física responsável por todo o processo de prestação de serviços contábeis.
    Já a Empresa de Serviços Contábeis tem outra configuração, ela tem uma atuação diferenciada, compartilhada, departamentalizada, profissionalizada, onde os setores são responsáveis pela execução, informação, gerenciamento, transmissão das informações e dados, com uma outra configuração e atuação. É um tipo de empreendimento que atua como uma empresa qualquer, de comércio e prestação de serviços, ela não depende única e exclusivamente do seu titular, ele apenas atua como "CEO", comandando as ações macros e atendendo onde um outro subordinado não satisfaz a necessidade ou o desejo do cliente ou até mesmo da própria organização.
    No cenário atual da contabilidade brasileira precisamos acordar para essa nova realidade, observo que os escritórios contábeis têm mais resistência em quebrar seus paradigmas para incorporar esse novo cenário trazido pelo SPED e o IFRS, no entanto, aqueles escritórios que já atuam no modelo de Empresa de Serviços Contábeis a resistência é menor.
    Esse novo quadro que aparece na nossa trajetória tem os seus maiores impactos na gestão do negócio, na gestão empresarial, atingindo o escritório de contabilidade amplamente, porque, não trabalhando na atual ótica de gestão, limita-se a atuar em cima das informações e documentos que lhe chegam enviadas pelos seus clientes, e quase sempre são informações inconsistentes, falhas, e faltando dados importante, focando apenas o FISCAL E TRIBUÁRIO, não preocupando-se em assistir a empresa cliente nas necessidade de mudar e se adequar ao novo momento e as exigências atuais, onde o profissional de contabilidade ou a empresa de serviços contábeis necessitam interferir no seu cliente para adequá-lo para a geração correta das informações tributárias, também assessorá-lo na implantação e parametrização de novas tecnologias necessárias para adequar processos internos e atender as exigências da contabilidade atual.
    Já a empresa de serviços contábeis tem uma resistência em menor escala porque já atua num modelo empresarial, com regras de gestão mais atuante na vida do seu cliente, mais afinada com processos internos e com maior força para trabalhar seu cliente nas mudanças exigidas.
    A grande maioria da contabilidade brasileira é representada por escritórios de contabilidade e não por Empresas de Serviços Contábeis. Esse paradigma precisa ser quebrado e vencido imediatamente, pois, conheço vários colegas que estão fechando seus escritórios e partindo para outras atividades profissionais justamente em um momento de ouro e de grandes oportunidades da contabilidade brasileira.
    Em contrapartida com os escritórios mais antigos e resistentes, observamos o que chamamos de geração "Y", que chega para ocupar esse espaço onde a tecnologia está a frente dos negócios sendo responsável pelo gerenciamento das organizações, bem como o da gestão tributária do governo.
    Diante desse quadro fica a seguinte indagação: como você está atuando? COMO UM ESCRITÓRIO CONTÁBIL OU COMO UMA EMPRESA DE SERVIÇOS CONTÁBEIS?

E essa bateria que não dura nada? - ISMAEL SANCHES PEDRO - http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,e-essa-bateria-que-nao-dura-nada,83364,0.htm

    Vejas dicas de como prolongar a durabilidade da bateria de seu smartphone
     Os smartphones são, em tradução literal do inglês para português, celulares inteligentes. Mas, para alguns usuários, nem sempre todos os recursos que eles oferecem demonstram esperteza. A conexão wi-fi falha, a tela touchscreen pede mais que um simples toque, o software não atualiza e - uma das queixas mais constantes- a bateria acaba rapidamente.
    Em fóruns e sites de reclamação, como o reclameaqui.com.br, alguns usuários dizem: "Eu mal uso o telefone e a bateria dura menos de um dia! Assim não dá".
    No entanto, antes de pedir o dinheiro de volta, é bom pensar no uso que você está fazendo de seu smartphone. Se sua bateria dura menos de um dia, alguns itens ativados permanentemente no aparelho podem ser os responsáveis pelo alerta antecipado: "A bateria está ficando fraca, menos de 10% restantes" - ou mensagem semelhante.
    O Radar Tecnológico conversou com o técnico da área de tecnologia da associação de consumidores Proteste, Carlos Eduardo Vieira, e com o professor do Laboratório de Sistemas Integráveis da USP, Marcelo Zuffo, para entender o que faz a bateria de alguns smartphones durarem tão pouco. Os especialistas relatam, abaixo, os erros mais comuns dos usuários e dicas para não ficar na mão quando precisar fazer uma ligação com urgência, por exemplo.
    Não deixe o wi-fi sempre ativado: deixar o wi-fi ligado o tempo todo consome energia. Isso ocorre porque o aparelho fica o tempo todo tentando identificar redes que estejam ao seu alcance, para o caso de você querer se conectar à internet por meio de alguma delas. Ative o recurso apenas quando necessário. Vale também par ao bluetooth.
    Acione o 3G só quando for usar: Quando a rede 3G, a que permite que você acesse a internet, fica acionada, ela gasta energia - mesmo que você não esteja navegado na web ou usando algum aplicativo. Se deseja que a bateria dure mais, deixe o recurso 3G ligado apenas quando o estiver usando. É chato ativá-lo e desativá-lo a todo momento, mas funciona.
    Não deixe o GPS ativado permanentemente: o mesmo serve para o Sistema de Posicionamento Global (GPS). Se ele está ativado permanentemente, a posição do aparelho é identificada por meio da navegação por satélites. Isso consome energia. Ative apenas quando for usar.
    Evite o brilho máximo na tela: regule a intensidade de brilho da tela do aparelho. Quanto menos brilhosa a tela, menos energia o seu telefone vai consumir. Isso serve também para as fotos e imagens colocadas como fundo de tela. Se a cor que prevalece na foto for clara, mais brilho será emitido. Prefira cores escuras. E não se esqueça de bloquear o visor do celular, deixando-o em stand-by.
    Evite usar aplicativos e jogar games "gulosos": se você está sem o carregador e sabe que precisará muito usar o celular no fim do dia, faça uso moderado de recursos que gastam energia. Games e câmera fotográfica, por exemplo, são ótimos para consumi-la.
    Teste aplicativos que ajudam a gerenciar bateria: há muitos aplicativos (grátis e pagos) que gerenciam o consumo da bateria. Cheque na loja de aplicativos do seu aparelho - App Store, no caso do iPhone, e Android Market, no caso do Android -quais são as opções disponíveis. Leia as especificações de cada um e veja se atende suas necessidades. Se não agradar, parta para outro. Uma dica é fazer a busca pelo aplicativo por meio da palavra battery, já que muitos a têm no nome.
    Há também aplicativos que encerram as tarefas abertas no smartphone - como o navegador, a agenda de contatos, a câmera e outros itens que você tenha usado recentemente e dos quais tenha se esquecido de sair corretamente. Procure por task killer ou task manager na loja de aplicativos. Encerrar as tarefas adequadamente também ajuda a economizar bateria.
    Mantenha o cabo USB ou carregador na bolsa: Ter em mãos o cabo USB do carregador ajuda nas horas em que a bateria está acabando e que você mais precisa usar o aparelho. Basta conectar o telefone a um computador para carregar a bateria. Mas a porta USB de alguns computadores nem sempre conseguem fornecer a amperagem necessária, e o aparelho pode demorar até três vezes mais para completar a carga. Se couber, ponha o carregador na bolsa.
    Não deixe seu telefone dormir conectado à tomada: apesar de as baterias usadas atualmente (Íon-lítio) não viciarem, não é aconselhável deixar o telefone carregando por muitas horas, pois ele esquenta. Isso diminui a vida da bateria.
    (Procure no item configurações do menu de seu celular como controlar os recursos citados acima.)
    Uma bateria de Íon-Lítio bem cuidada dura de 500 a 1000 ciclos de carga. Isso inclui, além de seguir as dicas acima, afastar seu telefone do calor. Esse tipo de bateria é sensível a altas temperaturas. Mantenha-o em local fresco. Assim, será possível aproveitar melhor e por mais tempo seu smartphone.

Paciência tem limite - http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=11229&Itemid=1

    O brasileiro está começando a perder a paciência com a corrupção. As comemorações do 7 de Setembro ensejaram manifestações populares convocadas pelas redes sociais em várias capitais estaduais e no Distrito Federal, onde 25 mil pessoas desfilaram pacificamente pela Esplanada dos Ministérios proclamando palavras de ordem contra a corrupção e os corruptos. Em São Paulo, centenas de manifestantes ocuparam pela manhã a Avenida Paulista, com o mesmo propósito. A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) lançou na véspera e publicou na imprensa carioca, na quarta-feira, em página dupla, o Manifesto do empresariado brasileiro em favor da ética na política, em que afirma que o combate à corrupção "é uma bandeira coletiva, que representa a aspiração de todo um país".
    Na história recente do País, foi assim que começaram os grandes movimentos populares que, por exemplo, se transformaram, em 1984, na Campanha das Diretas e, em 1992, na mobilização dos jovens caras-pintadas, que fez eco ao clamor popular contra as maracutaias do governo do "caçador de marajás" e forçou o impeachment do presidente Fernando Collor. Agora, é perceptível a revolta latente da população contra os desmandos na administração pública, em todos os níveis. As manifestações do 7 de Setembro podem ser um indício de que esse sentimento começa a se generalizar e a se potencializar, ou seja, a procurar formas mais ativas e concretas de expressão.
    As razões por detrás dessa fermentação são óbvias e vão se acumulando: a indecorosa decisão dos deputados federais de absolver uma colega, Jaqueline Roriz, que tinha a cassação de mandato recomendada pela Comissão de Ética da Câmara por ter sido flagrada recebendo propina, dinheiro vivo, quando era candidata a deputada distrital em Brasília; a impressionante sucessão de denúncias na mídia e as investigações policiais sobre bandalheiras em órgãos da administração federal, que resultaram na demissão de pelo menos três ministros em curto prazo, graças à "faxina" da presidente Dilma Rousseff; mais recentemente, o movimento de governistas e do PT & companhia para minimizar a importância e a abrangência dessa mesma "faxina", forte a ponto de constranger a própria chefe do governo a declarar que não é movida pela intenção de fazer uma devassa nos Ministérios, mas apenas pela obrigação de investigar e punir eventuais irregularidades.
    Essa tática diversionista, aparentemente motivada pelo receio de que a tal "faxina" acabe sendo debitada na conta do chefão Lula - afinal, os três ministros demitidos foram herdados de seu governo -, pode afrontar ainda mais a opinião pública, já indignada.
    Da mesma forma que as pesquisas de opinião demonstraram grande apoio à ação saneadora da presidente nos episódios das demissões dos ministros, poderão vir a revelar exatamente o oposto se em algum momento as pessoas começarem a achar que o Palácio do Planalto se tornou condescendente com a bandalheira.
    Por enquanto, aqueles que acham que deve continuar prevalecendo a cínica ideia de que não há nada de errado - ao contrário, são males necessários, e por isso toleráveis - num superfaturamento aqui, num desvio de verba ali ou num nepotismo acolá podem contar com o fato de que, embora despontem os primeiros indícios de protestos, não existe ainda uma efetiva mobilização nacional contra a corrupção.
    As entidades representativas dos trabalhadores, sindicatos e centrais, por exemplo, bem como instituições como a UNE, decisiva na mobilização dos caras-pintadas de 1992, até o momento não parecem sensibilizadas com a questão. Algumas delas promoveram manifestações no 7 de Setembro, mas exclusivamente para enfatizar reivindicações corporativas.
    Ao tentar negar a evidência de que a corrupção é endêmica na administração federal e colocar panos quentes no combate à corrupção, os governistas podem estar dando um tiro no pé. A indignação popular, quando se agrava, geralmente se transforma numa bola de neve e fica incontrolável. Paciência tem limite.

Relaxe/Curiosidades

Numa festa popular, começou a música e Juca, bêbado (de novo) se levantou:
    - A madame me dá o prazer desta dança?
    - Não!
    - Mas por que não?
    - Primeiro, porque o senhor está bêbado; segundo, porque não se dança o Hino Nacional; e terceiro, porque eu não sou mulher, eu sou o vigário da paróquia.

Aí a professora começou a aula. Perguntou para o Joãozinho:
    - "Joãozinho, me dê um exemplo de verbo."
    Joãozinho: - "BICICRETA, professora."
    Professora: - "Joãozinho, não é bicicreta, é BICICLETA ! E isto não é verbo, é substantivo. Agora dê outro exemplo."
    Joãozinho: - "CREBRÔ, fessora."
    Professora: - "Ótimo, mas não é CREBRÔ, é QUEBROU !"
    Aí, a professora virou-se pro Joãozinho: - "Joãozinho, agora me dê um exemplo de verbo."
    Joãozinho: - "HOSPEDAR, fessora !"
    Professora: - "Muito bem ! Agora, faça uma frase com este verbo."
    Joãozinho:- "HOSPEDAR DA BICICRETA CREBRÔ ...

Produção de artefatos de pedra é a atividade industrial mais antiga da História
    O que se pode chamar de atividade industrial mais antiga da história humana diz respeito à produção de talhadeiras e machados de pedra. Na Etiópia, foram encontrados exemplares fabricados seguramente há mais de dois milhões e 500 mil anos. Mas o comércio de artefatos de pedra é mais recente. Estima-se em 28 mil anos a idade dos indícios da compra e venda de âmbar na Europa.

A água armazenada pode estragar?
    Água pode estragar caso seja armazenada de forma ou em lugares errados. Se você encher um balde de água e deixá-lo parado por alguns dias, verá que o recipiente foi invadido por larvas de insetos, fungos e outras formas de vida, tendo então que purificá-la para que se torne novamente potável. Guardá-la em um recipiente fechado também oferece riscos, pois a água ou o próprio recipiente podem já estar contaminados com as bactérias. Além disso, o pote onde ela é deixada precisa ser adequado para o armazenamento. Se ela fosse colocada em uma bacia de alumínio, por exemplo, logo o metal envenenaria a água. Os materias que podem ser usados para armazenar líquidos são o vidro, aço inoxidável e alguns plásticos.



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Carga tributária ainda alta para pequena empresa -> Burocracia dificulta o crescimento do país -> Pagar impostos antes de receber pelas vendas prejudica 41% das empresas, mostra pesquisa -> Agora nem confissão condena malfeitor



há cinco anos
Não se dá murro em ponta de faca

Não há noite tão longa que não encontre o dia
. Paulo de Gondi, Cardeal de Retz

Carga tributária ainda alta para pequena empresa
- http://tribunadonorte.com.br/noticia/carga-tributaria-ainda-alta-para-pequena-empresa/193887

    Foi importante a recente medida anunciada pela presidente Dilma Rousseff, atualizando os limites de faturamento para efeito de caracterização das pequenas e microempresas no Simples Nacional. A decisão evitará que numerosas dessas firmas continuem pagando impostos e enfrentando trâmites burocráticos como se fossem grandes. No entanto, o ajuste de R$ 36 mil para R$ 60 mil do teto da receita bruta anual do empregador individual, de R$ 240 mil para R$ 360 mil para a micro e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para apequena empresa, elevação de 50%, significa basicamente a correção de uma defasagem de muitos anos.
    Também é pertinente o parcelamento da dívida tributária, em até 60 parcelas, para os empreendedores que estão enquadrados no Simples Nacional,assim como a suspensão da exigência de declaração anual, que será consolidada pela própria Receita Federal a partir do movimento mensal. Espera-se, ainda, que termine com êxito a negociação do governo e dos parlamentares para que micro e pequenas empresas possam exportar, em valores equivalentes aos das suas vendas no mercado interno, sem serem excluídas do Simples.
    Não há dúvida de que esse conjunto de medidas é benéfico e contribuirá para estimular número significativo de empresas. No entanto, um dos mais graves problemas enfrentados pela pequenas e micro continua afligindo esse segmento. Trata-se da pesada carga tributária brasileira, inimiga da competitividade da economia nacional.
     Há pequenas, médias e microempresas, dependendo de sua área de atuação, que chegam a empenhar até metade de seu faturamento somente para pagar impostos. Esta cruenta realidade é demonstrada em estudo da auditoria BDO RCS. A pesquisa constatou que 69,8%, num universo de 150 firmas entrevistadas, gastam pelo menos 20% de sua receita apenas com o recolhimento de tributos. Esse custo - pasmem - pode chegar a 27,9% do faturamento até mesmo para optantes pelo regime de tributação inerente ao Simples Nacional.
    Imaginemos uma empresa que recolha 20% de tudo o que ganha em impostos. Dos restantes 80%, tem de bancar seu custeio (energia, telefone, internet, água, aluguel ou amortização de imóvel próprio), insumos e salários dos colaboradores. O que resta de lucro para o empreendedor? A resposta está na estatística: a mortalidade dessas organizações nos primeiros cinco aniversários continua muito elevada, em torno de 58%. Todo ano, cerca de 85 mil fecham as portas.
    Por isso, é fundamental rever de modo mais profundo o regime tributário da pequena e da microempresa. Também são necessárias medidas como a desburocratização no acesso ao financiamento, diminuição das exigências de grandes compradores para fomento e garantias de crédito para compra de ativos que possam agregar inovação tecnológica a produtos e serviços e participação maior do segmento nas compras do setor público. Como se observa, não basta atualizar os tetos do Simples.

Burocracia dificulta o crescimento do país
- http://www.conjur.com.br/2011-ago-25/exigencias-burocraticas-brasil-perdem-grecia-polonia

    A burocracia é realidade nacional, sustentada na cultura e na educação do povo; está inserida em todos os setores sejam públicos ou privados. O raciocínio dos burocratas situa-se na assertiva de que é mais fácil exigir do que fazer, dificultar do que facilitar, criando assim a imagem de que esse é o procedimento para valorizar a atividade desenvolvida. E tome-lhe burocracia!
    Hélio Beltrão, ministro da Desburocratização, disse: "A Verdade é que o Brasil já nasceu rigorosamente centralizado e regulamentado. Desde o primeiro instante, tudo aqui aconteceu de cima para baixo e de trás para diante."
    Os livros de história contam que, no Brasil, as instituições políticas chegaram antes da formação social do país; o Estado precedeu ao próprio povo, a Fazenda Pública antes da receita, o Judiciário antes das ações judiciais. A burocracia encontrou aqui campo fértil e, mesmo com o passar do tempo, não desprende do país; continua-se a acreditar que os atos cartoriais, como a exigência de declarações são suficientes para evitar a fraude, o reconhecimento de firmas de qualquer papel constitui remédio para acabar com o estelionatário, os atestados bastam para alicerçar a transparência e a legalidade. As formalidades exageradas na prática de atos de natureza pública ou privada só contribuem para facilitar a vida dos trambiqueiros e dificultar a dos honestos; não se investe contra os infratores com rigidez e punições severas.
    Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta a legislação ambiental, seguida das leis que regem os financiamentos públicos e a legislação sanitária como as que possuem procedimentos mais burocráticos. Apontam ainda a legislação trabalhista e as obrigações contáveis como entraves à movimentação das empresas.
    No Legislativo, além de outros momentos, a burocracia se manifesta através do excesso de leis. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, IBPT, entre os anos de 1988 e 2008, 20 anos de Constituição, foram editadas 3.776.364 de leis ordinárias, decretos, decretos-lei, medidas provisórias, emendas constitucionais, portarias, regulamentos e outras, provocando a média de 774 normas por dia útil.
    A Lei 8.666/93 (Lei de Licitação), por exemplo, criada para evitar fraudes no setor público, tornou-se "pedra no meio do caminho" do administrador, porque extremamente burocrática, com formalismos exagerados e responsáveis pelo emperramento da máquina governamental. O formalismo é tamanho que o Judiciário é sempre chamado para solucionar desentendimentos entre empresários e órgãos governamentais que não admitem a habilitação no certame, sob o fundamento de desobediência a mínimos requisitos editalícios. E as Cortes têm atendido aos pleitos, amenizando a rigidez de procedimentos, desde que se constate a inexistência de prejuízos ao interesse público.
    A CLT com quase 1.000 dispositivos é extremamente burocrática; ela é aplicável a todos os empresários indistintamente, sejam grandes, médios ou pequenos; uma empresa que possui seis funcionários e outra que conta com 1.000 tem as mesmas despesas e obrigações na contratação de seus empregados. E mais: eventual demissão implica em reclamação trabalhista, independentemente de cumprimento integral de todas as obrigações pelo pequeno ou grande empregador. Daí que enquanto no Brasil registra-se mais de dois milhões de reclamações trabalhistas por ano, nos Estados Unidos não passam de 80 mil.
    Que dizer da legislação tributária com mais de 240 mil normas editadas entre 1988 até outubro de 2008, responsável pela criação de mais de 60 tributos!
    E o pior é que junto com o vertiginoso crescimento de arrecadação está a interpretação das leis sempre com o objetivo de encher os cofres públicos. É um "planejamento tributário ao contrário", como afirmam os tributaristas. 
    O cálculo do ICMS incidente sobre as contas de energia elétrica, por exemplo, contraria os ensinamentos de matemática que se aprendeu nos bancos escolares. Se o imposto é 18%, incidente sobre R$ 100, basta multiplicar esse número pelo valor R$ 100 e dividir pelo mesmo R$ 100, encontrando-se então o resultado de R$ 18. Mas a manobra contábil dos agentes arrecadadores do Estado faz com que 18% de R$ 100 não seja R$ 18, mas R$ 21,2. Inventaram a expressão “cálculo por dentro” para explicar que os 18% da alíquota do ICMS devem ser calculados sobre R$ 118, ou seja, valor do serviço, R$ 100, mais valor do imposto, R$ 18, encontrando a importância de R$ 121,2. 
    Percebe-se assim que o montante do imposto integra a base de cálculo, inovando dessa forma os ensinamentos de matemática, mas prejudicando o consumidor que termina desembolsando R$ 32,4 a mais, porque a alíquota do ICMS incide sobre o próprio ICMS. Não dá para entender, mas é assim que o governo arrecada! 
    Estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário — IBPT — mostra que desde a edição da Constituição, 1988, foram feitas 220 mil alterações na legislação tributária, impedindo assim que qualquer especialista acompanhe a fúria dos burocratas nas mais de uma mudança por hora nas referidas normas. 
    Pesquisa do CNI/Ibope aponta manifestação acentuada de burocracia no pedido de aposentadoria no INSS ou mesmo em órgãos dos Estados, a exemplo das Secretarias de Educação; também eminentemente formalista é a emissão de documentos, fundamentalmente relacionados ao trânsito, assim como a abertura ou fechamento de empresas.
    Levantamento feito pelo Internacional Business Report (IBR), da Grant Thornton International, organização existente em mais de 113 países, constatou que a burocracia é o item que mais contribui para impedir a expansão ou realização de negócios no país. Informou que o Brasil desponta no terceiro lugar com exigências burocráticas, superado no mundo, somente pela Grécia e Polônia. 
    O excesso de impostos, as absurdas exigências para acesso dos pequenos empresários aos órgãos públicos remetem para a informalidade em torno de 40% do PIB.
    Charles Peters já disse que "os burocratas escrevem memorandos tanto porque eles parecem estar ocupados quando estão escrevendo, como porque os memorandos, uma vez escritos, tornam-se imediatamente a prova de que eles estavam ocupados". 

Pagar impostos antes de receber pelas vendas prejudica 41% das empresas, mostra pesquisa
- http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-08-29/pagar-impostos-antes-de-receber-pelas-vendas-prejudica-41-das-empresas-mostra-pesquisa

    Pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que os empresários querem a ampliação do prazo para pagamento dos impostos e contribuições de modo a coincidir com o recebimento das vendas. Eles alegam que, na maioria das vezes, o recebimento vem depois do recolhimento tributário. A pesquisa foi feita com 594 empresas, de 20 a 28 de junho.
    Divulgada hoje (29), a consulta empresarial verificou que 41,1% das indústrias consultadas têm fluxo de caixa afetado por pagamentos de impostos antes do recebimento das vendas. Enquanto as contribuições previdenciárias e a do financiamento do seguro social (Cofins) e o Programa de Integração Social (PIS) têm prazo máximo de 40 dias para recolhimento, o recebimento das vendas é superior a 45 dias.
    A pesquisa da CNI revela que só 22,4% das empresas recebem pela vendas em até 30 dias, e 33,5% delas informaram receber entre 31 e 45 dias. Além disso, 60,3% dos empresários disseram que os impostos consomem mais de 20% do faturamento. De acordo com o economista Mário Sérgio Carraro, da CNI, esse peso financeiro reforça a necessidade de os governos adaptarem o recolhimento dos impostos, no mínimo, ao mesmo prazo que as indústrias recebem pelas vendas.
    Para 53,1% dos entrevistados, a tributação que mais afeta o fluxo de caixa é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados e pelo Distrito Federal, que tem prazo menor para recolhimento e é o de maior peso na carga tributária. Os últimos dados da Receita Federal do Brasil (RFB), de 2009, mostram que a arrecadação do ICMS representou 7,13% do Produto Interno Bruto (PIB) daquele ano e correspondeu a 21% da arrecadação total do país.
    Segundo Carraro, os prazos de pagamento dos impostos afetam, de forma diferente, empresas de todos os portes, mas as mais prejudicadas são as de pequeno e médio porte. “No caso das grandes empresas, apesar do percentual maior das que recebem pelas vendas após 45 dias, elas tendem a ter financiamento mais barato e fácil do que as médias e pequenas”, acrescentou.

Agora nem confissão condena malfeitor
- www.estadao.com.br/noticias/impresso,agora-nem-confissao-condena-malfeitor,766384,0.htm -  José Nêumanne

    Ao pretender livrar-se de um questionamento insistente sobre a faxina que andou fazendo em seu primeiro escalão, demitindo às pencas funcionários de dois ministérios, dos Transportes e da Agricultura, os ministros inclusive, a presidente Dilma Rousseff decretou para pôr fim à conversa: "Combater a corrupção não pode ser programa de governo". Trata-se, ao mesmo tempo, de uma obviedade e de um truísmo. Seria, de fato, absurdo tornar a demissão de gatunos no governo um objetivo estratégico programado. Lutar contra a corrupção, contudo, é uma rotina que nunca deve ser abandonada por um bom gestor. A cada descoberta de qualquer malfeito, o malfeitor tem de ser punido com rigor, para impedir que a exceção se torne regra e o intolerável passe a ser inexorável. A prioridade, ela garantiu, será sempre "combater a miséria". A menos que a miséria à qual se referiu seja a pobreza de quem ocupa cargos públicos para se locupletar, uma coisa nada tem que ver com a outra: a probidade administrativa não é inimiga da exclusão social. Ao contrário, quanto menor for a rapina do Tesouro, mais recursos públicos haverá para financiarem programas de inclusão social.
    Sua Excelência só deveria ter feito tal afirmação se pudesse apoiá-la não na confiança ou na esperança, nem mesmo na convicção, mas na certeza de que os focos de furto de seu governo se limitassem às áreas que se pensa que ela saneou expulsando da Esplanada dos Ministérios Alfredo Nascimento, do PR, e Wagner Rossi, do PMDB, na companhia de vários asseclas. Tudo indica que não é bem assim. Seu ministro do Turismo, Pedro Novais (PMDB-MA), aquele que pagou uma conta de motel com dinheiro público em São Luís, encontrou uma boa justificativa para fazer vista grossa ao que se faz de errado nas proximidades de seu gabinete, ao reconhecer num de seus depoimentos no Congresso a probabilidade de haver irregularidades na gestão orçamentária de sua pasta sem que ele saiba. Acatou, com isso, o exemplo do macaquinho que não vê, não ouve nem fala e radicalizou a convicção do antecessor e padrinho da presidente, Lula da Silva, que nunca soube e, por isso, jamais puniu. A lei Novais é mais abrangente: nenhum subordinado cometeu delito algum se o chefe dele não tomou conhecimento.
    Mas - como, infelizmente, tem ocorrido no Brasil nesta quadra - a sentença de Novais logo perdeu sentido quando assomou à cena o baiano Mário Negromonte, correligionário do paulista Paulipetro Maluf. Ele trava uma encarniçada luta pelo poder não nos corredores palacianos, como se deveria esperar num regime presidencialista que um dia já foi qualificado de monárquico, mas, sim, nos intestinos da bancada de seu partido governista, o PP. Acusado publicamente de ter criado uma versão pepista do episódio alcunhado de "mensalão", ou seja, de propor cargos ou mesada de R$ 30 mil a colegas da bancada federal em troca do apoio deles a seu pleito de impedir que seus adversários internos lhe arranquem da mão a pasta conquistada, o ministro não se limitou à óbvia negação como defesa: partiu para o ataque em entrevista a O Globo na qual recorreu ao exemplo bíblico de Caim contra Abel, avisando que, "em briga de família, irmão mata irmão e morre todo mundo" e profetizando: "Isso vai virar sangue". Pior ainda: acusou vários colegas de partido de não terem currículo ou carreira, mas "folha corrida".
    Ninguém protestou ou desmentiu o desabafo do ministro, que se esqueceu de uma premissa básica: ele não foi convocado para a pasta por seu notório saber sobre urbanismo nem pela eventual admiração de Dilma, tida como "gerentona" e assim vendida por Lula ao eleitorado, por sua capacidade de gestor. Nada disso. Negromonte é mais um dos frutos do pomar da governabilidade. Ele está no primeiro escalão do governo para que a chefe deste possa contar com seus colegas de partido nas votações de projetos que interessem ao governo federal no Congresso. Em nosso presidencialismo de coalizão, o ilustre baiano representa exatamente aqueles seus companheiros que ele acusa de serem fichados pela polícia. Não será, por isso, fora de propósito considerar a afirmação de Sua Excelência uma confissão. Ainda assim, contudo, a chefe não o demitiu. Nem sequer lhe puxou as orelhas.
    Nos últimos dias especulou-se muito sobre a possibilidade de nas hostes do lulismo explícito reinar a desconfortável sensação de que a propalada faxina de Dilma, cujo ímpeto de limpeza despertou o apaixonado apoio do senador Pedro Simon (PMDB-RS) e de mais alguns gatos-pingados no Congresso, causaria danos à imagem do paraninfo da presidente. Algumas evidências explicavam a futrica: três dos quatro ministros demitidos este ano por suspeitas de corrupção, Antônio Palocci, da Casa Civil, além de Alfredo Nascimento e Wagner Rossi, foram herdados do padrinho pela afilhada. Aliás, o quarto, que não foi acusado de furto, mas de excesso de sinceridade, ou seja, escassez de hipocrisia, Nelson Jobim, da Defesa, também fazia parte do mesmo legado.
    Fosse futrica ou verdade, certo é que o súbito abandono da vassoura surpreende. E aponta para um avanço nefasto. Muito se furtou em governos anteriores a Lula, inclusive nos que se apresentaram como faxineiros, Jânio Quadros, Fernando Collor e os generais do Almanaque. Mas "nunca antes na história deste país" nenhum chefe de governo se atribuiu com tanto entusiasmo o papel de "perdoador-geral da República" como o fez o ex-dirigente sindical. Se Negromonte não for demitido, ficará a impressão de que a gestão de Dilma tornará inócua a única atitude que tem levado delinquentes à condenação. Antigamente só os réus confessos eram condenados. Tendo Negromonte confessado de forma indireta ao acusar seus pares, agora nem mesmo a confissão levará alguém para trás das grades. É a impunidade plena, geral e irrestrita?

Relaxe/Curiosidades
MINEIRINHO
   Mineirinho ia indo a pé para sua rocinha.
    No caminho, comprou um balde, um galão de tinta, dois frangos e um ganso, todos vivos.
    Quando saiu da loja, parou e ficou matutando sobre como levar as compras para casa.
    Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma mulher que lhe perguntou como chegar até o Sítio da Andorinha.
    - Bem, diz o fazendeiro, minha fazenda fica perto desse sítio. Eu podia te levá até lá, mas ainda não resolvi como vou carregá isto tudo aqui.
    A mulher sugeriu:
    - Cê coloca o galão de tinta dentro do barde, carrega o barde numa mão, o ganso na outra mão e um frango debaixo de cada braço.
    - Muito obrigado! - disse o homem - É uma boa idéia.
    A seguir, partiram os dois pela estrada.
    No caminho, ele disse:
    - Vamo cortá caminho e pegá este ataio pelo mato, que vamo economizá muito tempo.
    A mulher o olhou cautelosamente e disse:
    - Eu tô sozinha e não tenho como me defendê. Como vou sabê se quando a gente entrá no mato ocê não vai avançá em cima de mim e levantá minha saia e abusá de mim?
    - Eu tô carregano um barde, um galão de tinta, dois frango e um ganso... Como eu ia fazê isso concê com tanta coisa nas mão? Se eu sortá o ganso e os frango, eles foge tudo!
    - Muito simples, uai: Cê coloca o ganso no chão, pôe o barde invirtido em cima dele, coloca o galão de tinta prá pesá em cima do barde. Os dois frango pode dexá que eu seguro!

PAPAGAIO
A mudança foi toda colocada no caminhão. Um desses de carroceria aberta, abarrotado de móveis e lá em cima de tudo a gaiola com o papagaio. A mudança devia estar mal-arrumada e as ruas eram muito esburacadas. Com o balanço, a gaiola caiu com o papagaio. Desceu todo mundo, acudiram o papagaio e botaram a gaiola la em cima. Dali a pouco o pobre coitado despenca outra vez. E outra vez. E mais outra, mil tombos. Aí o papagaio, já irritado, no último tombo virou-se para o dono e disse: - Faz o seguinte: me dá aí o endereço que eu vou a pé.

Primeira lei de trânsito limitava a velocidade em 10 km/h
         A primeira lei de trânsito chamava-se Lei da Bandeira Vermelha e foi promulgada em 1836, na Inglaterra. Além de limitar em dez quilômetros por hora a velocidade máxima, obrigava a que o carro fosse precedido por um homem portando uma bandeira vermelha para alertar os pedestres, a no mínimo 60 metros de distância.

Projeto de novo calendário prevê ano com 13 meses de 28 dias
              Está parado há 50 anos na ONU o projeto de um novo calendário em que todos os meses começariam em domingo e terminariam em sábado. Cada dia de cada mês cairia sempre no mesmo dia da semana. Teria 13 meses de 28 dias. O novo mês teria o nome de Sol e seria intercalado entre junho e julho.