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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Noticias e outras - 1.204




Pensemos

    Em cavalo dado, não se olham os dentes 
 
Todo o homem que encontro me é superior em alguma coisa. E, nesse particular, aprendo com ele. (Ralph Waldo Emerson)

Opiniao


ONG's latinas se mobilizam contra o Foro de São Paulo    - (*) Fonte: http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/11430-ongas-latinas-se-mobilizam-contra-o-foro-de-sao-paulo.html - Tradução: Graça Salgueiro


Manifestantes das ONG´s Fuerza Solidária e UnoAmérica, acompanhados da esposa de Alejandro Peña Esclusa, Indira Ramirez, realizaram protesto pacífico contra a prisão de presos políticos em frente a sede da OEA. Uma delegação da UnoAmérica foi à ONU alertar seu Alto Comissionado de Direitos Humanos sobre as ações do Foro de São Paulo na América Latina.

Caracas, 15 de setembro (Fuerza Solidaria) - Um forte grupo de manifestantes se apresentou ante a sede da OEA, localizada em Las Mercedes, para expressar seu rechaço ante o encarceramento de Alejandro Peña Esclusa, que completou dois meses recolhido no SEBIN após ser privado de sua liberdade, em um procedimento judicial atroz e calunioso que viola os direitos humanos e constitucionais deste venezuelano.

Os manifestantes usavam camisetas estampadas com um foto de Peña Esclusa e portavam cartazes que diziam:

"Não mais Presos Políticos, libertem-nos já!". "Se pensar como Peña Esclusa é um delito, levem-me preso também!". "Tragam Chávez Abarca para interrogá-lo". "Libertem a juíza Afiuni". "Processem os responsáveis pela morte de Franklin Brito".

Ao mesmo tempo, gritavam palavras de ordem exigindo a imediata libertação de Peña Esclusa e dos outros 28 presos políticos da Venezuela.

A esposa do processado, Indira Ramírez, ressaltou que o caso de seu esposo vem engrossar a lista de perseguidos e presos políticos de Hugo Chávez, que a cada dia é maior.

Há anos a comunidade internacional e especificamente a OEA vem recebendo denúncias de venezuelanos que, em seu desespero ante a ausência de justiça na Venezuela, acodem a esse organismo e pedem aos países de vocação democrática que atuem para evitar que este projeto totalitário se fortaleça e se expanda por toda a região.

Por outro lado, Indira Ramírez acompanhada por Leocenis García, Jackeline de Guevara, Luis Marín, Elias Buchszer, Luis Betancourt, Jorge Rojas, Noel Leal, Carmen Sofía Leoni, Fanny Bello e Pedro Paul Betancourt, entre outros, entregou uma carta à senhora Beatriz Fellner - representante da OEA -, denunciando que o caso de Alejandro Peña Esclusa "é escandaloso porque se encarcera um político com um alto perfil nacional e internacional, simplesmente por se opor a Hugo Chávez e a seus aliados internacionais, reunidos no Foro de São Paulo. O único objetivo é levá-lo a julgamento, condená-lo e inabilitá-lo politicamente", declarou.

Entre outros documentos, a senhora Peña Esclusa entregou uma pasta com um informe jurídico que denuncia o uso dos corpos de segurança do Estado e do Poder Judiciário para incriminar e encarcerar um venezuelano inocente, e que, ademais, existe uma grosseira manipulação da evidência que, inclui a plantação de explosivos no escritório de sua filha de oito anos.

Em seguida, relatou que Alejandro Peña Esclusa tem sido perseguido pelo governo há anos. Foi preso no ano de 2002, foi objeto de inúmeros julgamentos e investigações, e foi vítima de uma feroz campanha de desprestígio pelos meios de comunicação do Estado. "Entretanto, nunca conseguiram provar nenhum delito. Meu esposo não tem antecedentes penais e a única opção que o governo tinha para criminalizá-lo era invadir nossa casa de noite, para assim plantar o explosivo e tratar de vinculá-lo com o suposto e ausente terrorista Francisco Chávez Abarca", disse.

Além disso, o jornalista Leocenis García exigiu à Mesa da Unidade a incorporação imediata da juíza María Lourdes Afiuni à lista de candidatos dessa instituição, para as eleições do próximo 26 de setembro à Assembléia Nacional.

No passado 13 de julho, a União de Organizações Democráticas da América,UnoAmérica - plataforma de 200 ONGs latino-americanas presidida por Peña Esclusa - solicitou medidas cautelares para o detido ante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Hoje pela manhã, a senhora de Peña Esclusa ratificou a solicitação.

Ontem, outra delegação de UnoAmérica viajou a Genebra e apresentou o caso de Peña Esclusa ante o Alto Comissionado de Direitos Humanos da ONU.

Segue matéria:

UnoAmérica apresenta na ONU casos de presos políticos
UnoAmérica
Genebra, 15 de setembro - Uma delegação da União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, foi recebida ontem por três funcionários do Gabinete do Alto Comissionado de Direitos Humanos da ONU.

O objetivo da audiência foi apresentar um volumoso processo de prisioneiros políticos encarcerados injustamente pelos governos da Argentina, Uruguai e Venezuela.

Além disso, entregou-se ao Alto Comissionado uma pasta sobre o caso do Presidente de UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, que se encontra ilegalmente detido nos calabouços da polícia política venezuelana.

Os delegados de UnoAmérica aproveitaram a oportunidade para explicar o que é o Foro de São Paulo e como funciona, seus métodos para destruir a democracia, ascendendo ao poder pela via eleitoral, para depois utilizá-lo em detrimento das instituições.

Em seguida, expuseram como os governos vinculados ao Foro de São Paulo violam os direitos humanos, cerceiam a liberdade de expressão, fecham meios de comunicação e perseguem a dissidência.

Os funcionários tomaram a devida nota das denúncias e se iniciaram os trâmites para formalizar oportunamente as acusações correspondentes.

A delegação esteve composta por Liliana Raffo de Fernández Cutiellos, Betty Brandan, Greta Johansson, Jorge Mones Ruiz e Raúl Villasuso, os quais viajaram à Genebra depois de serem recebidos no Vaticano pelo Presidente do Pontifício Conselho de Justiça e Paz.


CUBA – FAROL DO MUNDO?
- 13.09.2010- por Ralph J. Hofmann - http://www.opiniaolivre.com.br/index.php?flavor=lerArtigo&id=1549
 
Passei os últimos dos dias aproveitando as horas livres para assistir uma série de vídeos anexos ao boletim da semana da Midia@Mais desta semana, feitos por exilados cubanos nos anos 80.

Esses exilados de forma alguma eram emigrados de primeira hora, aqueles que no primeiro ano após a queda de Fulgêncio Batista seguiram para o exterior. Alguns deles haviam sido presos nas masmorras do regime de Batista. Quase todos haviam estado nas montanhas com Fidel Castro e os comandantes Che Guevara, Huber Matos e Camilo Cienfuegos nos dias em que o objetivo era derrotar o governo e estabelecer uma democracia justa.

Huber Matos foi a primeira baixa. Meses depois da vitória dirigiu-se a Fidel e disse que não gostava do que estava acontecendo. Sentia que não se estava organizando as instituições de um estado democrático para fazer eleições em um ano, conforme fora prometido, e sentia que o movimento estava sendo cooptado por comunistas. Fidel negou-se a reconhecer os comentários e Huber Matos pediu demissão e dirigiu-se à província de Oriente para iniciar uma carreira como professor. Semanas depois Camilo Cienfuegos apareceu na sua casa, compungido, mas com ordens de prendê-lo por traição. Huber o acompanhou e aí começaram 20 anos de encarceramento.

Vinte anos depois, quando Huber Matos foi solto, estando em Santiago de Chile a trabalho comentei a um amigo, comunista tradicional, sobre a injustiça desses longos anos de prisão a um homem leal, que simplesmente dissera ao caudilho Fidel que se era assim se afastava do movimento e do governo revolucionário. Meu amigo, comunista, bem informado e um homem que pensava por si, como é comum encontrar no Chile, me disse que à época da prisão de Huber as telefonistas de longa distância da Província de Orienta costumavam atender o telefone e em tom de voz neutra diziam: “El Comandante Huber Matos no es un traidor. El número que desea señor?” Claro que depois de sete meses, quando Fidel anunciou que a revolução passara a ser comunista/marxista foram obrigadas a parar com isto.

Pouca semanas depois foi a vez de Camilo Cienfuegos. Era muito popular entre os veteranos. Uma figura de líder quase místico. Poderia fazer sombra ao Líder. Simplesmente sumiu. Nada se sabe sobre seu destino.

E assim sucessivamente foram presos e/ou executados a maioria dos líderes carismáticos e independentes responsáveis pela vitória dos revolucionários.

Nos anos que se seguiram foram caindo pelo caminho, presos, condenados a penas de 20 ou mais anos, milhares de pessoas. Calcula-se que a população de presos políticos nas prisões de Castro sempre oscilou, e mesmo agora oscila em torno de 20.000 pessoas. Num país de 10 ou 11 milhões de habitantes. Dez por cento dos cubanos por nascimento vivem hoje em outros países. Cento e vinte mil desses saíram pelo porto de Mariel, que Lula quer reconstruir, em 5 ou 6 meses no ano de 1980. Fidel autorizou a saída dos descontentes num rompante, com o objetivo de criar problemas aos Estados Unidos, tendo aproveitado para colocar no meio destes criminosos empedernidos comuns, possivelmente para denegrir a imagem dos cubanos exilados, bem como homossexuais a quem dentro de seus arroubos machistas mandara prender e torturar com o alegado intuito de reeducá-los desde a primeira hora.

As entrevistas fascinam e são coerentes umas com as outras. A descrição das torturas, espancamentos e mortes em campos de trabalho, masmorras de um metro e meio por sessenta centímetros com cinco presos, sem água corrente e sanitário onde ficavam presos durante 4 ou 5 meses são horrorosas.

Armando Valladares conta a história de um menino de 13 anos, Robertito, preso entre adultos, estuprado numa cela de criminosos e depois classificado de homossexual pelas autoridades carcerárias. Aos 13 a nos havia dito alguma coisa que foi interpretada como contra-revolucionária e bastou isto. Outros relatos corroboravam esta história.

Não me estenderei sobre este aspecto, pois espero incluir ao fim deste artigo os links onde podem ser acessados alguns destes vídeos. Cada um leva aproximadamente hora e meia para assistir, mas vale a pena. Particularmente chamo a atenção para as entrevistas com simples camponeses presos como latifundiários, comunistas tradicionais presos como contra-revolucionários e maravilha das maravilhas mulheres fantásticas esposas ou namoradas de 14-16 anos que esperaram 20 anos pelos seus homens, como Carla a esposa de Valladares.

Naturalmente os relatos mais fascinantes são os dos escritores e artistas. Afinal são os contadores de história. Contam suas sucessivas prisões, em épocas em que ainda acreditavam no movimento pelo qual haviam lutado na Sierra Maestra, ou nas ruas de Havana. Muitos têm as fotos em que estão barbudos e armados. Há um momento delicioso em que Guillermo Cabrera Infante diz que 90% dos escritores contemporâneos cubanos estão no exílio, e que a arte cubana como um todo, se feita por cubanos só está quebrando paradigmas fora de Cuba. Aliás, Cabrera Infante que vivia em Londres e se naturalizara inglês descreve como o “único escritor britânico que escreve em espanhol”.

Mas chega de falarmos sobre o lado cubano deste artigo. Vamos falar do Brasil.

Nesta mesma semana li o artigo da Época em que se descreve a vida de Dilma, se descreve por alto as torturas que sofreu, sua internação posterior à condenação e há declarações, memórias, da convivência no cárcere por companheiras de cela da época.

As diferenças com Cuba nos acertam no meio da testa. Essas pessoas foram torturadas. Admitamos que isto seja inegável e difícil de engolir no século XX. Uma injustiça não deveria ser comparada a outra, se bem que não sei de ninguém no Brasil que fosse torturado por simplesmente xingar a “Redentora”.

Mas lembro que em meados dos anos setenta tínhamos medo de ir ao banco. Podíamos ficar entre fogo cruzado de assaltantes buscando levantar fundos para o terrorismo e a polícia. Houve torturas para se obter informações e estancar uma série de assaltos, seqüestros e assassinatos. Lamentável? Sim. Inclusive porque o ato de torturar acaba desumanizando o torturador.
Passadas algumas semanas as pessoas eram julgadas e condenadas. Tinham acesso a uma defesa (coisa que em Cuba se resume ao defensor público se limitar a agradecer a corte por não condenar à morte o criminosos contra-revolucionário) e depois enviados a um local de encarceramento organizado, com as próprias presas administrando seus alimentos e outros recursos.

As penas eram condizentes com o máximo de 30 anos tradicional no Brasil. Dilma não ficou na prisão 20 anos como alguém que tivesse simplesmente grunhido: “que droga de revolução” em Cuba.

Que eu saiba, após a condenação, não havia torturas e espancamentos diários como ocorria e ocorre em Cuba até hoje. Não se matava prisioneiros ao bel prazer de um guarda irritado que com o tempo se acostumava a matar.

Todas estas e muitas outras diferenças entre o Brasil e Cuba não são novidade. Especialmente é impossível que os nossos José Dirceu (que beijou a mão de Fidel aos prantos), Dilma, José Genoino, Marco Aurélio Garcia, Celso Miranda, Samuel Pinheiro não saibam disso.

No entanto lá estão eles, carregando dinheiro do povo brasileiro para Fidel e para os novos cubanos da Bolívia e da Venezuela. E certamente sob Dilma farão mais destas proezas, enquanto recebem suas pensões de anistiados por sofrimentos infimamente inferiores aos sofridos pelos prisioneiros cubanos. Será que num futuro sem os Castro, os prisioneiros cubanos, muitos hoje com 70 ou 80 anos receberão pensões? Duvido.

Pensem nisto, cada vez que Lula, Dilma ou qualquer de seus colegas falarem a palavra “Humanitário”, falar “bem-estar”, falar “progresso”,

Castro teve a boa vontade do mundo inteiro aos seus pés em 1959. Durante sete meses, os sete meses após a prisão de Huber Matos, declarou não ser comunista nem Marxista. Gravou entrevistas em inglês para dizer isto. Para de repente fazer uma declaração de que sempre fora marxista e que sempre o será. E mui marxistamente nunca se dedicou a administrar o seu país senão no sentido de reprimir para manter o controle. Não produz o que o país come, dá golpes de mau pagador aos seus credores, e sempre que aparece um novo país com um líder simpatizante trata de sugar-lhe os cofres para repor um milhão de dólares que até 1989 a Rússia lhe dava diariamente (que hoje seriam o equivalente a, pelo menos seis milhões de dólares).

Um modelo de governo para o mundo? Para o Brasil? Para Dilma?

Contabeis

Nova Lei vai mudar vida de pequenas e médias empresas  - http://www.classecontabil.com.br/v3/noticias/ver/14650

Todas as categorias de micro e pequenas empresas brasileiras poderão aderir ao Simples Nacional em 2011. Isso é o que prevê o texto que já está no Congresso Nacional e que pede mudanças na Lei Geral, que rege o funcionamento das micro e pequenas empresas no Brasil. Entidades ligadas aos micro e pequenos empresários, como a Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis), acompanharam a elaboração do projeto que deve ampliar a Ação dessa categoria na Economia nacional. As medidas, se aprovadas, vão permitir a inclusão de todas as atividades no Simples Nacional, mudanças no valor limite de Faturamento para empresas cadastradas no Simples, além da proibição de cobrança do ICMS nas fronteiras, entre outros pontos.

Para Valdir Pietrobon, presidente da Fenacon, as mudanças são necessárias para fazer a lei realizar a proposta de facilitar a vida das micro e pequenas empresas. "A Lei Geral é uma lei social, não foi feita para arrecadação. Seu propósito é criar empregos, gerar e distribuir renda e não dificultar a vida de quem tem pequenos negócios", afirma Pietrobon. O projeto, apresentado no início de agosto ao Congresso, tem grandes chances de ser votado ainda esse ano, para que as mudanças já passem a valer em 1° de janeiro de 2011.

De acordo com o presidente da Fenacon, essa aprovação irá beneficiar o setor econômico brasileiro. "Os estados não perderão em arrecadação com a aprovação dessas mudanças, pois facilitando a regularização dos pequenos empresários, com certeza um grande número sairá da informalidade e compensará os valores dessas mudanças", explica Pietrobon.

Entre as mudanças sugeridas no texto que aguarda aprovação estão os seguintes pontos:
- Aumento do limite de Faturamento das empresas cadastradas no Simples Nacional: As empresas cadastradas no programa têm um limite no Faturamento anual, que chega a R$2.400.000,00. No novo texto, o limite de Faturamento seria ampliado em para R$ 3.600.000,00 por ano.

- Extinguir substituição tributária para empresas optantes ao Simples: Empresas que não tem elevado Faturamento como as micro e pequenas empresas perdem cerca de 22% de seu Faturamento com a substituição tributária que acontece atualmente. A proposta é extinguir essa cobrança para evitar essa perda.

- Extinção da cobrança de ICMS nas fronteiras dos estados: Em cada estado as alíquotas de cobrança do ICMS são diferenciadas e cobradas quando ultrapassam as fronteiras. O objetivo seria extinguir essa cobrança, já que essa cobrança da diferença estimula a sonegação.

- Inclusão de todas as atividades no Simples Nacional: Algumas atividades como arquitetos, corretores e jornalistas, entre tantas outras, não podem aderir ao Simples. Com essa mudança no texto, permitindo que todas as atividades pudessem se cadastrar no programa, muitos desses profissionais que trabalham na informalidade poderiam garantir seus direitos junto ao governo federal.

- Retenção INSS pelas micro e pequenas empresas: Hoje, dependendo de sua atividade, a micro empresa retém INSS da mesma foram de grandes empresas. A proposta é que as micro e pequenas empresas deixem de pagar esse imposto pois já pagam outros impostos e esse, cobrado dessa forma, causa um Déficit para os empresários.

- Multas diferenciadas para empresas optantes ao Simples: No novo texto, a proposta é que multas que venham a ser aplicadas nas empresas passem a ser cobradas de acordo com o seu tamanho e atuação, para evitar que micro e pequenas empresas tenham que arcar com os mesmos valores e porcentagens que grandes empresas.

- Inserção Condomínios no Simples Nacional: A inclusão dos condomínios residenciais regulariza o funcionamento desses órgãos, que atuam como empresas e não pagam os impostos de acordo com sua atuação.

- Normas de participação em licitações: No texto atual, as micro e pequenas empresas que participam de licitações tem vantagens sobre outras empresas não são optantes do programa. Esse benefício seria mais justo se valesse apenas para licitações até o valor de R$2.400.000,00, teto máximo de Faturamento das micro e pequenas empresas.

- Aumento do limite de Faturamento do Empreendedor Individual: Para ser um empreendedor individual o trabalhador deve ter um lucro máximo de R$3.000,00 ao mês. A proposta é aumentar esse teto para R$4.000,00.

- Criação do Simples Rural: A proposta é criar um programa, assim como o que atende as micro e pequenas empresas, para que atue com o pequenos produtores rurais. Assim, poderiam ter uma contribuição diferenciada dos grandes produtores rurais, servindo como um estímulo ao produtor agrícola.
Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  
ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.
 
Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida

Gordura Liberada 06/06 - http://saude.abril.com.br/edicoes/0327/nutricao/gordura-liberada-588861.shtml?pag=2

Azeite de oliva
Além de esbanjar gordura monoinsaturada, o tipo extravirgem está cheio de substâncias antioxidantes
que contribuem para a saúde das nossas artérias.    Em 1 colher de sopa (10 g) há:
    1,5 g de saturadas
    7,5 g de mono
    0,9 g de poli


    Milho
A porção oleosa desse cereal fica escondidinha dentro do grão, no gérmen. O óleo de milho carrega ótimas doses de ômegas.       1,5 g de saturadas
   3,3 g de mono
   5,1 g de poli

    Girassol
Oferece boas quantidades de ácidos graxos monoinsaturados, uma turma que é grande aliada das artérias.       1,1 g de saturadas
   2,5 g de mono
   6,3 g de poli
    
Canola
Os antepassados dessa semente eram conhecidos como colza e guardavam substâncias tóxicas. Cruzamentos genéticos produziram uma versão saudável: a canola.       0,8 g de saturadas
   6,3 g de mono
   2,8 g de poli

    Soja
A leguminosa festejada por diminuir o risco de doenças cardiovasculares  é o ingrediente do mais popular óleo vegetal do Brasil.       1,5 g de saturadas
   2,3 g de mono
   6,0 g de poli

    Palma
Ele costuma aparecer na culinária nordestina como azeite de dendê e é obtido do frutinho avermelhado de uma palmeira.       4,9 g de saturadas
   3,6 g de mono
   1,5 g de poli



As variedades

Conheça e entenda as diferenças entre elas


 Relaxe 

O QUE ESTÁ MAIS DISTANTE?
Uma loira pergunta para a outra:
- O que está mais distante Londres ou a Lua?
A outra responde:
- Nossa!!! Que pergunta mais sem sentido!!! Você consegue ver Londres daqui???
- Não!!!
- Então..... amigaaaaaaaaaaa...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Noticias e outras - 1.203


Meditação

Em casa que mulher manda, até o galo canta fino

Como Matar sua Associação

1. Não freqüente as reuniões mas, quando for lá ache algo para reclamar.
2. Se comparecer a qualquer atividade, encontre falhas no trabalho de quem está lutando pela classe.
3. Nunca aceite uma incumbência. Lembre-se é mais fácil criticar do que realizar.
4. Se a diretoria pedir a sua opinião sobre o assunto, responda que não tem nada a dizer. Depois espalhe como deveriam ser feitas as coisas.
5. Não faça nada além do necessário. Porém, quando a diretoria estiver trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua entidade está dominada por um grupinho.
6. Não leia o jornal da entidade e muito menos os comunicados. Afirme que ambos não publicam nada de interessante e, melhor ainda, diga que não os recebe regularmente.
7. Se for convidado para qualquer cargo, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo: “essa turma quer é ficar sempre nos cargos...”
8. Quando tiver divergências com um diretor, procure com toda intensidade vingar-se da entidade e boicotar seus trabalhos.
9. Faça ameaça de abrir processo ético e envie cartas ao quadro social com acusações pesadas à diretoria.
10. Sugira, insista e cobre a realização de cursos e palestras. Quando a entidade realizá-los, não se inscreva nem compareça, alegando que as datas eram inadequadas.
11. Se receber um questionário da entidade solicitando sugestões, não preencha, e se a diretoria não adivinhar as suas idéias e pontos de vista, critique e espalhe a todos que é ignorado.
12. Após toda essa colaboração espontânea, quando cessarem as publicações, as reuniões e todas as demais atividades, enfim, quando sua entidade morrer, estufe o peito e afirme com orgulho: ‘’Eu não disse?’’

  Opinião

Republiquetização do País  - http://brasilacimadetudo.lpchat.com/ 14 de setembro de 2010 - Editorial, Estadão

Como um todo nunca levamos à sério coisas sérias. O brasileiro é um piadista nato e seu humor lhe basta. A informalidade é nosso forte e a moralidade nunca o foi. À massa basta futebol, carnaval, cerveja, celular, TV a cabo e a felicidade comprada em 12 prestações em lojas de departamento.

Valores como honra passam longe da percepção coletiva. Sentimento de pátria ocorre para uns poucos que no exterior se deparam com algum símbolo nacional ou um forró em Nova York, executado para público de Terceiro Mundo. Entretanto, na era Lula/PT, justiça seja feita, se chegou a um grau de avacalhação nunca antes havido nesse país.

No plano urdido pelo principal grupo de poder petista, uma espécie de gabinete da sombra, o Brasil avacalhado é a ante-sala da ditadura do PT, que culminará sob a dominação de Rousseff. E esta é o golem de Lula da Silva, ou seja, a criatura que ele plasmou para lhe obedecer, humana apenas na aparência que a propaganda lhe confere, mas sem intelecto nem personalidade próprias. Como seu criador ela será uma figuração manejada ideologicamente por certas forças que o homem comum desconhece: o Foro de São Paulo que congrega a esquerda troglodita.

Mergulhado no mundinho fácil do consumo o povo abestalhado, ou abestado como diz o palhaço Tiririca que será eleito triunfalmente, aplaude o paizão Lula e votará na mãezona Rousseff, agora travestida de avó devotada. Tudo é propaganda na ante-sala do Estado Policial petista, cuja última façanha foi devassar o sigilo fiscal da filha, de parentes, de correligionários do candidato do PSDB, José Serra.

Mistura-se ao crime cometido na Receita Federal, órgão subordinado ao Ministério da Fazenda, que por sua vez é subordinado à presidência da República, a mentira descarada, a negação hipócrita dos envolvidos, todos do PT, a intriga que tenta infamar os adversários. E com maestria o PT faz aquilo que mais entende: transforma a vítima em culpada. O povo, que em sua maioria não sabe o que é Receita Federal, aplaude Lula da Silva enquanto corre solta a canalhice nos órgãos públicos. No Brasil o crime compensa desde que você seja um companheiro.

Não se contentando em atropelar a linguagem, cuspir palavrões, exibir sua costumeira vulgaridade, o paizão pula e berra nos palanques e na TV. Ele é o maior cabo eleitoral de seu golem e mente, mente e mente, porque lhe ensinaram que quanto maior a mentira mais o povo acredita.

Descaradamente ele pergunta à platéia embevecida: “Cadê esse tal sigilo que não apareceu até agora?”. E acusa Serra de colocar a família como vítima da devassa fiscal feita pelos beleguins do PT.

Será que Lula da Silva gostaria, por exemplo, que fosse devassado o sigilo fiscal do seu filho Lulinha, aquele que de ex-funcionário de zoológico alcançou rápida e estrondosa ascensão financeira? Ou de outros membros de sua família que estão bem distantes das agruras do proletariado? Se o PSDB usasse as habituais e abjetas táticas de dossiês para infamar adversários, Serra já estaria preso e incomunicável, mas Lula e seu PT são impunes porque conseguiram em oito anos sem oposição dominar as mais importantes instituições, os grupos de pressão, os partidos políticos.

Lula avacalhou o Congresso e quer mais para Rousseff, elegendo também a maioria dos senadores. Avacalhou a Educação, a Saúde, o Enem, os Correios, a Petrobrás, a Receita Federal.

Internacionalmente avacalhou nossa política externa apoiando ditadores, chamando dissidentes cubanos que morrem em greve de fome de criminosos comuns, se envolvendo em casos vergonhosos como o de Honduras, seguindo par e passo com Hugo Chávez e outros déspotas latino-americanos.

Indiferente, o povo abestalhado aplaude o paizão das bolsas-esmola, dos gordos lucros presenteados aos magnatas, da imprensa que, comprada com verbas oficiais repete a palavra e os hipotéticos feitos do dono.

Seis anos de bonança econômica internacional, o fiel cumprimento do Plano Real de Fernando Henrique Cardoso, muita propaganda e falatório do presidente da República, distorção de dados, nenhuma oposição produziram a sensação de que os indivíduos vão bem. Entretanto, o Brasil avacalhado vai mal. E vai piorar.

Que se cuidem os endividados pelo consumo irresponsável, os doentes que morrem nas filas do SUS, os que deixam as escolas como analfabetos funcionais, os que terão suas vidas devassadas com a quebra de sigilos bancários e fiscais, a mídia que será ferozmente censurada. Sem Poder Judiciário que proteja os cidadãos através da isonomia da lei, sem um Congresso que legisle em prol do bem comum, com a mídia amordaçada pelo futuro ministro da Mentira, à mercê de novos impostos para sustentar a pesada e aparelhada máquina pública, submetida à Constituição à lá Chávez que Rousseff pretende impor, a nação tiririca continuará a aplaudir. Brasileiro está acostumado a rir de sua própria desgraça e não tem complexo de vira-lata. Tem orgulho de ser vira-lata.

A REVOLUÇÃO SILENCIOSA  - Diego Casagrande, jornalista -/Opinião Livre









Não espere tanques, fuzis e estado de sítio.Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevês e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades.Não espere tanques nas ruas.

Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades.Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas.Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.

A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida.Ela é bem diferente.É hoje silenciosa e sorrateira.Sua meta é o subdesenvolvimento.Sua meta é que não possamos decolar.Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas.Corrói a valoração do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem.Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática.Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos não serve.

Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações.Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser "humano" e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros.

Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando.Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por conseqüência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.

Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem. A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público..

Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.

A constatação que faço é simples. Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental - que é óbvio faz parte da revolução silenciosa - as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário.


Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males. E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo. São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa.

Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos. Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis betos e mantendo professores que ensinam às cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que "tem" e é "dono" de algo, enquanto outros nada têm.

Como se houvesse relação de causa e efeito.Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro "Geografia", obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro.

O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade. Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de "alguns" e que assentamentos e pequenas propriedades familiares "são de todos". Aprendem que "trabalhar livre, sem patrão" é "benefício de toda a comunidade".

Aprendem que assentamentos são "uma forma de organização mais solidária... do que nas grandes propriedades rurais". E também aprendem a ler um enorme texto de... adivinhe quem? João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros.


O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence.. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que "meninos e meninas, a nova geração de assentados... formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST".

Essa é A revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas.

Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático.Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista.Tristes são as conseqüências.Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio.

Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim.A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.O antídoto para A revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, fazer pensar, incomodar os agentes da Stazi silenciosa. Não há silêncio que resista ao barulho.


Contabeis

O momento certo de optar pela tecnologia contábil
A Tecnologia da Informação (TI) está revolucionando a área contábil. Com a criação de ferramentas específicas para o setor, os escritórios e profissionais passam a ter acesso a benefícios que podem ajudar a ampliar seu alcance no mercado, reduzir custos e utilizar recursos inovadores nas atividades. Têm a oportunidade de fortalecer suas aptidões, de obter conhecimento especializado. Integrando sistemas, é possível focar na criação de soluções inovadoras e manter a competitividade. Quem ganha com isso é o cliente final.

Um exemplo é a parceria entre a CustomBS e Decision IT, que trabalham com um sistema de gestão integrada do varejo associado à organização das empresas para adequação ao Sped fiscal e tributário. A ênfase dada pelos profissionais da área de Contabilidade para a organização da informação dentro da rede de lojas fez com que a CustomBS optasse pela implantação do Sped e pelas demais novidades trazidas pelo sistema fiscal e tributário.

Com a prática, a empresa visualizou que a geração de conhecimento e gestão das informações são fatores principais para a tomada de decisão. A CustomBS passou a desenvolver sistemas adequados às necessidades do varejo e customizadas na medida certa para cada segmento de mercado. A Decision IT atestou a prática em alguns de seus clientes. Por exemplo, na adequação da rede de lojas Lebes, o trabalho executado pela CustomBS facilitou e agilizou a implantação do projeto de adequação ao Sped e à NF-e, feito pela Decision.

Há mais de 15 anos, o sistema de gestão da CustomBS controla todos os processos, dados e informações da Lebes, rede com mais de 100 lojas no Rio Grande do Sul. Isso contribuiu para que o projeto atingisse a marca de mais de 1.700 arquivos gerados, validados e auditados, entregues à Receita Federal no formato Sintegra em apenas 45 dias. "As alianças estratégicas possibilitam diversificar os negócios e ampliam as competências", afirma Flávio Luis Piccolo Ferrer, sócio-diretor da GDR7 IT Solutions, empresa desenvolvedora de sistemas.

Acabar com o retrabalho também é um problema resolvido com o uso da tecnologia. Isso ocorre porque os dados são armazenados de forma mais correta, já que as novas normativas impõem a utilização de softwares que auxiliam na organização fiscal e contábil. De acordo com Luis Gustavo Masiero, diretor-executivo da CustomBS, a gestão integrada auxilia no controle interno da empresa na medida em que compila um conjunto de processos complementares. "Se hoje a empresa não tiver um software robusto, ela não consegue alcançar todas as exigências da lei, já que é totalmente inviável atender a toda legislação sem um software de ponta", afirma.

Masiero defende a opinião de que cada empresa deve buscar soluções tecnológicas personalizadas de acordo com as suas necessidades. "É preciso jogar os diferenciais de cada empresa para dentro da solução", afirma.

No ramo do varejo, por exemplo, a rotatividade de produtos e serviços é muito grande, e o fato determina que as informações também rodem com a mesma agilidade. "Enquanto no setor da indústria há planejamento, no varejo os dados são demandados para ontem", explica. Como a movimentação de informações é intensa, sem a ferramenta de gestão adequada, não se consegue avançar. Mas em outros ramos, quem decide investir na informatização não pode ter pressa em relação ao retorno.

Geralmente, no curto prazo, muitas dificuldades aparecem, pois as empresas não estão preparadas. "O começo é traumático. Parece que o trabalho é extremamente improdutivo", afirma Masiero. No médio e longo prazo, contudo, os resultados melhoram e o sistema torna-se organizado e automatizado.

Uma das questões que dificultam a vida dos usuários, na visão de Masieiro, é a orientação por meio dos manuais de integração de alto nível de complexidade e grande volume de dados. Para ele, a setorização das informações disponibilizadas pelo governo facilitaria a compreensão e ajudaria a desburocratizar o acesso. "Se a Receita liberasse para cada setor efetivamente aquilo que lhe compete, talvez facilitasse o trabalho de todos os envolvidos."

Maior desafio é ingressar no mundo eletrônico
Uma das maiores barreiras a ser transposta pelo fisco, a informatização dos sistemas contábeis e fiscais já é uma realidade na história das contas públicas. Agora, as novas ferramentas apresentadas pela Receita Federal aos usuários são processos que se incorporam àquilo que a entidade já vem buscando há muitos anos. No atual grau de avanço, resta o desafio de investir em expansão da capacidade da rede e mobilizar os contribuintes para que acompanhem essa evolução. A projeção é que se alcance uma dimensão tal que o uso do papel nos procedimentos fiscais e contábeis será parte do passado. "Há 15 anos atrás, a declaração do IR era impressa, depois foi em disquete e agora é uma unanimidade ser feito na internet", diz Marisson Sant'Anna de Souza, chefe da Divisão de Tecnologia da Informação da Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil. Mas a tomada de decisão para o ingresso e migração total para a era digital ainda parece ser a principal dificuldade, na visão de Souza. "Entendemos que esse desafio não é um problema, mas uma solução, pois é um investimento que rapidamente se paga".

Atualmente, segundo o cadastro da Receita, 290.278 mil empresas já utilizam a Nota Fiscal Eletrônica. Dessas, já foram emitidas até hoje cerca de 1 bilhão 433 milhões 223 mil 847 notas, representando R$ 31,5 trilhões. Esse número por si só já mostra o grau de adesão à escrituração digital (fiscal e contábil) desde que a mesma entrou em vigor, em 2008.

O chefe da Divisão de TI da Superintendência Regional da Receita relembra que há situações de adesão voluntária e obrigatória, mas que muitas instituições aderem voluntariamente em função da redução de custo que a medida representa. As situações de obrigatoriedade variam de acordo com o porte da empresa e setor de atividade econômica, atingindo até hoje 93 ramos da economia. Quem define a obrigatoriedade é o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A Receita Federal participa do grupo GT 48, no qual se reúnem diversos entes interessados no assunto para debater e analisar as principais mudanças no setor. Coordenado pela Comissão Técnica Permanente do ICMS (Cotepe - Confaz), o grupo trata sobre a NF-e e a escrituração digital - processos que contam com a colaboração das diversas esferas do poder público. "Não só a Receita Federal ou Estadual, mas diversos órgãos estatais, municipais, federais e empresas de tecnologia da informação estão construindo uma solução de interesse da sociedade, dos contribuintes e da administração tributária", explica.

Escrituração digital tem muito a avançar
O velho hábito brasileiro de deixar as resoluções para a última hora e ignorar a necessidade de planejamento é responsável por muitas instituições ainda não terem engrenado na era da digitalização contábil. O diretor comercial da Decision IT, Rogério Negruni, dá algumas dicas para quem se enquadra nessa situação.

O primeiro passo é identificar que a responsabilidade pela integração dos sistemas é da controladoria e da contabilidade, e não da área de TI. "O empresário espera uma resposta do pessoal da informática, mas é a contabilidade quem tem que acionar o suporte". A segunda dica é não ficar à mercê de seu sistema de gestão e esperar soluções prontas. "Você tem que liderar a solução, entender o que o governo está pedindo e construir o sistema de gestão junto aos fornecedores".

Faz parte do processo testar softwares, alterar processos, treinar pessoas. Um terceiro conselho é que o processo evolutivo não acaba agora: outras mudanças vêm nos anos sequentes, e é necessário saber que esse é só o começo. Esse é, na opinião de Negruni, um diferencial do projeto Sped. "Ele está sempre avançando. Às vezes, prorroga algum prazo, mas até agora não houve nenhum grande revés."

O atendimento ao Sped pode se tornar uma grande oportunidade de melhoria de gestão. As companhias têm que refinar o controle de custos, produção, mercadoria, além de trabalhar com apuração de margem. Como o fisco passa a ser detalhista, pedindo item a item, as empresas passam a acompanhar essa exatidão. E para atingir essa máxima, a procura por ajuda é enorme.

No caso da Decision IT, o suporte é oferecido em três estágios. Primeiro é feito um diagnóstico de sistemas, para ver como está a infraestrutura. Depois, verifica-se a extração dessas informações, por meio da leitura desses arquivos digitais. E por fim, é feita a auditoria dessas informações, de forma automática pelo software. As regras de validação vêm embutidas, fazendo uma espécie de auditoria cruzada, com o objetivo de dar segurança para as informações finais.

Fonte: Jornal do Comércio


 Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  
A DAR COM O PAU:
O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão
teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer
durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau
de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam
sapa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a
expressão.

Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida


Gordura liberada 05/06 - http://saude.abril.com.br/

Esconderijo gorduroso
Por trás da aparência às vezes light, alguns alimentos escondem gordura. Confira a seguir alguns itens que camuflam porções oleosas:

Quantidade de gordura
    Biscoito água e sal      Uma unidade (7 g)            Carpaccio           
1 fatia fina (10 g)
Leite condensado
1 colher de sopa (15 g)
1 grama
Dessa forma, nada de
devorar um
pacote inteiro
1 grama1,6 grama
Quantidade de gordura
     Mussarela de búfala    1 nozinho (20 g)     Coco ralado     
      1 colher de sopa (9 g)     
Queijo de minas
1 fatia média (45 g)
4,7 gramas6 gramas7,5 gramas

 Relaxe 


O gerente chama o empregado da área de produção, um negão, forte, 1,90m de altura, 100kg, recém admitido:
- Qual é o seu nome? - pergunta-lhe.
- Eduardo - responde o empregado.
- Escuta aqui - repreende o gerente. - Eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome.
- Sim, senhor!
- Isso é muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza...
- Entendi, senhor!
- Então saiba que eu sou seu gerente e quero que me chame de Mendonça.
- Sim, senhor Mendonça!
- Ótimo, agora quero saber: qual é o seu nome completo?
- Meu nome é Eduardo Paixão.
- Tá certo, tá certo! Eduardo. Pode ir agora!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

o milheiro de tijolos - Helio e Selma Amorim*


Já são mais 30 milhões os brasileiros transportados das classes menos favorecidas para um espaço social menos espoliado, rotulado de classe média.
Essa ascensão social vai reduzindo de forma consistente e sustentável o contingente dos mais pobres que ainda são muitos. O processo não pode ser interrompido, antes acelerado.
A ruptura progressiva com a histórica reprodução social que condenava à pobreza quem nasce pobre não é ainda bem percebida pelas classes mais favorecidas. O rico não mantém normalmente relações pessoais mais profundas com os pobres, pouco sabe da sua vida cotidiana e suas aflições. Vamos tentar explicar.
Severino, operário, acorda às quatro da manhã em seu barraco miserável que ele sonha melhorar quando puder comprar um milheiro de tijolos. Anda a pé um quilômetro para alcançar o ônibus apinhado que vai deixá-lo em jejum na estação do trem que, por sua vez, o levará ao centro da cidade onde comerá um pão seco e uma média de café-com-leite, para aguentar mais uma condução até a obra em que trabalha das sete às cinco.
Ele está trabalhando na construção de uma casa confortável, bem diferente do seu barraco que precisa de um milheiro de tijolos para ser melhorado.
Às nove horas chega o proprietário para visitar as obras. Acordou às sete, tomou banho, café da manhã caprichado, uma leitura rápida de jornal porque quer passar na obra antes de ir para o trabalho. Avisou à secretária que vai chegar um pouco atrasado, desce à garagem, pega o carro, o trânsito está bom, chegou na obra. Os olhos revelam uma noite bem dormida.
Reclama com o mestre que o serviço está lento, pede mais qualidade e produtividade, palavras mágicas da modernidade, “porque já gastou um dinheirão e as obras não andam”. Então avisa que resolveu aumentar a sala. Manda desmanchar duas paredes e crescer a varanda. “Vamos perder mais de um milheiro de tijolos”, previne o mestre, “fora a mão de obra”. “Mas compensa”, responde. “Minha mulher vai ficar satisfeita com a sala maior”. Mais uma vez reclama da indolência do pessoal, pega o carro e desaparece na esquina.
Pela ótica do apressado senhor, gentilmente interessado em agradar a esposa, trata-se de uma pequena modificação que lhe dará um insignificante prejuízo perfeitamente suportável e compensador. Já esqueceu a breve intervenção e se volta então para os compromissos profissionais do dia que para ele só agora vai começar. Nem lhe passa pela cabeça que o privilégio de construir uma casa só é possível pelos baixos salários do Severino e dos seus companheiros. Se tivesse que pagar o justo salário a todos os que precisam trabalhar para que aquela casa exista, o seu custo seria muitas vezes maior, e ele não poderia mandar construí-la. Tampouco conseguiria entender que mandar derrubar algumas paredes e aumentar uma sala pudesse causar estranheza em alguém. Afinal não está pagando?
Para o espantado Severino, esse pequeno episódio tem um significado incrível e absurdo. Para que aumentar ainda mais essa sala imensa, onde caberia duas ou três vezes o barraco inteiro, a mulher e os filhos do Severino? E os três dias de trabalho jogados fora para construir aquelas paredes que ele mesmo vai agora desmanchar? Três dias de trabalho significam, para ele, três madrugadas de andanças, ônibus, trem, pão e café-com-leite para agüentar o batente, três marmitas magras, trabalho duro até as cinco, três viagens de volta e noites de pouco sono, para produzir aquilo que agora um simples capricho manda destruir. E os mil tijolos perdidos que um dia ele espera conseguir para ajeitar o triste barraco? Severino começa a compreender melhor a profunda injustiça que existe por trás dessas paredes que já está derrubando.
Dos eleitos em outubro queremos que entendam o que representam mil tijolos para o Severino, e avancem em políticas e programas de transferência de renda e redução de disparidades sociais escandalosas, privilegiando os mais pobres que ainda não foram beneficiados e permanecem vivendo em condições desumanas.
*Membros do MFC - Movimento Familiar Cristão e Instituto da Família - INFA.
p.s.
Nosso comentario: Parabenizamos sempre Hélio e Selma, nossos gurus do MFC, lembrando que nosso trabalho é este, levar formação e informação sempre.
Dentre as várias metas do MFC temos:
     Educar no senso crítico ante os problemas sociais. Não ficar parado, achando que as coisas acontecem por acaso, mas parar, analisar, e tomar atitudes. Para tanto, são propostas várias linhas de ação.
     - se a família é a célula-mãe da sociedade, não podemos pensar apenas em resolver nosso problema, mas em transformar, ajudar outras famílias.
     - educar todo mundo no amor: eis a raiz da solução de todos os problemas. Com as armas da fé e do amor, teremos condições de empenhar-nos em lutar pela justiça. Por que? Porque somos um só povo, somos cristãos adultos, "e não crianças", e portanto agente de transformação.
     - esforçar-se para que todo homem, independentemente de sua religião, leve uma vida digna. E esforçar-se não significa "torcer", mas tomar medidas; denunciando o que não está certo, conversando, animando...
     - procurar não deixar-se instrumentalizar por ideologias políticas: isto é, não confundir os ideais evangélicos com a doutrina de um determinado partido político. O casal cristão luta e trabalha por uma transformação da sociedade segundo o exemplo de Jesus Cristo, e não para tirar vantagens políticas.
  
LEMBREMOS: ENSINO FUNDAMENTAL PUBLICO DE QUALIDADE, DEVERIA SER A META DOS GOVERNOS, QUE PROPOSITADAMENTE DEIXAM A SITUACAO DO JEITO QUE ESTÁ, ENDEUZANDO A UNIVERSIDADE PUBLICA, LEVANDO O POVO A PENSAR QUE ESTAO INVESTINDO EM EDUCACAO, DEIXANDO COM QUE MILHARES E MILHARES DE JOVENS SE FORMEM SEM CONHECIMENTO, SEM LEITURA, SEM PERSPECTIVA DE VIDA, PARA QUE  POSSAM SER COMPRADOS UM DIA, COM SALÁRIOS, BENEFÍCIOS E BOLSAS-TUDO, E CONTINUEM VOTANDO EM QUEM ELES INDICAM. NAO OLHEMOS PARA NOSSO PRÓPRIO UMBIGO, POIS AO NOSSO LADO TEMOS PESSOAS QUE SOFREM COM OS DESCALABROS DOS DESONESTOS. SE PRESTARMOS BASTANTE ATENCAO, VEREMOS QUE AS PESSOAS QUE  NECESSISTAM TANTO DE NÓS E QUE SOFREM TANTO COM ESSA SITUACAO QUE AI ESTÁ, SAO NOSSOS PROPRIOS, IRMAOS, PAIS, FILHOS, PARENTES, VIZINHOS, AMIGOS.  

FORMEMOS AS CRIANÇAS PARA QUE NUM FUTURO PROXIMO, TENHAMOS ADULTOS MENTALMENTE SAUDÁVEIS, GOVERNANDO AS EMPRESAS, AS INSTITUICOES, OS GOVERNOS .
QUE DEUS NOS AJUDE

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Noticias e outras - 1.200


Meditação

Quien ha atado el cascabel al cuello del tigre, debe quitárselo por sí mismo.
 

Quando um homem tem a liberdade de proceder como quer, em geral imita os outros. (E. Hoffer)


  Opinião
O fascismo está de ronda. Em qual planeta você vive?- Marly Gonçalves (*)
A vontade é de sair por aí, cutucando todo mundo que encontro, chamando a atenção, conversando com calma, expondo a situação, mostrando imagens e notícias. Ei, você já viu o que estão fazendo com as liberdades? Ei, percebeu que não tem havido garantias mínimas dos cidadãos, em todo mundo? Caracolas, afinal, em que mundo você vive?
O perigo das massas não diz respeito só a engordar. O sujeito histérico de bigodinho rente, cara de maluco e mãozinha esticada. Milhões de outros esticando a mãozinha também. O discurso do todo mundo igual, treinado, vindo do homem de cara feia, fardado, que de Duce não tinha nada. Qual a diferença do sujeito atarracado - o ditador da Coréia do Norte, Kim Jong-il? E do outro baixinho, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad? São todos assassinos, mandantes, bárbaros, alucinados imbuídos de poderes e com domínio impressionante da comunicação e marketing.
Como são tão - ou mais - escrotos, midiáticos e sanguinários do que os outros, bem, esses dois últimos são visíveis, digamos assim. E Hitler e Mussolini já eram; só que foram, mas deixaram suas ideias de jerico e liderados aficionados.
Nós cantávamos e contávamos favas. Dizíamos-nos contentes, batendo no peito, celebrando que o horror jamais voltaria; que aqueles fatos horrorosos, como o Holocausto, Hiroshima, Nagasaki, jamais se repetiriam, porque o mundo estaria eternamente alerta. Era o fim das ditaduras, as da região “dos bananas” latino- americanos e outros, tribais, como as guerras africanas. Seria o fim da perseguição religiosa, racial, contra minorias.
Acho que desligaram esse alarme. Na última semana, mais de 300 ciganos foram deportados na França, como animais enxotados pelo elegante presidente Nicolas Sarkozy e sua linda primeira-dama, Carla Bruni. Depois de conseguir o apoio de Itália, a França ainda vai tentar convencer outros países da Europa a expulsar os ciganos, num congresso sobre imigração organizado para 6 de Setembro. Qual será o próximo?
Há alguns dias soubemos da chacina, fuzilamento, aniquilamento, assassinato cruel de 72 pessoas na fronteira do México com os EUA. Não é muito diferente do número de pessoas esperando por punições no Irã, por qualquer coisa que tenham dito que fizeram. Nem podem escolher entre apedrejamento, fuzilamento, forca, mutilação. Esqueceram das ocupações violentas do Haiti, das mortes nas fronteiras daqui de cima.
Vou chegando mais perto. Qual poder reveste os traficantes e donos dos morros e favelas cariocas a ponto de a própria polícia e autoridades mostrarem-se sem forças, e os governantes considerarem suas áreas como ocupações fortificadas? Um novo cangaço?
Favelas de São Paulo têm virado tochas, em um movimento claro de ocupação não só imobiliária de áreas nobres, como também de demonstração de força, da lei do quem-manda-aqui. O terror. São Paulo, uma das maiores metrópoles do mundo já parou, sob a ameaça do PCC naqueles terríveis e inesquecíveis dias de maio. Isso foi esquecido? Todas aquelas mortes? Ônibus tostando? Fuzilamentos à luz do dia?
Esse clima de X versus Y, Copa do Mundo, Brasil ame-o ou deixe-o, inclusão, inserção digital e outras tem nos deixado a cada dia mais individualistas, e isso não é nada bom para quem pretende um, pelo menos, algum, Futuro. Não podemos ligar a maquininha do “foderaiser”, em sua forma mais aportuguesada, por menos que tenhamos relações com alguns fatos. Lembre sempre: a próxima vítima posso ser eu, você, nós todos.
Ao nosso lado, uma dirigente tenta fechar jornais; o ditador volta à vida; o general aparece cheio de comendas, arrotando nacionalismo, enfrentando potências, jogando povos contra povos.
Estamos com nossos dados particulares expostos como bundas na janela, de dados fiscais a pessoais. Andam querendo fazer leis até para dentro de nossas casas. A propaganda, direta e a subliminar, vem sendo inoculada nas veias, como um veneno letal, absorvido principalmente pelos mais jovens, que não viram, não sabem, não sentiram. E não estão nem querendo saber.
O caminho do perigo é conhecido. Não precisa ter bigodinho, nem levantar o bracinho nas multidões. Hoje a cara do fascismo é outra, mais palatável, repaginada, ares de modernidade. A estampa da caveira permanece, e não só nos paninhos do estilista metido a besta. Não são caveiras de bandeira pirata. Hoje, os piratas voltaram só a roubar, e nem bandeira têm.
São Paulo, árido, seco, estado constante de alarme e emergência
(*) Marli Gonçalves é jornalista. Preocupa-se muito quando minorias acham que estão fortes, que está tudo dominado; quando os miseráveis acreditam no sucesso… dos outros; quando a violência contra o próximo é ignorada, porque está no vizinho. - Fonte: http://ucho.info/o-fascismo-esta-de-ronda-em-qual-planeta-voce-vive


Consciência limpa - Por Olavo de Carvalho

O PT, repito há duas décadas, é um  partido revolucionário, totalitário, firmemente decidido a banir da vida política tudo o que não seja ele próprio ou igual a ele próprio.
Já tendo demonstrado que  Vladimir Safatle possui a quota de burrice requerida para o preenchimento do cargo de professor de filosofia na USP (ver Cabeça de uspiano em http://www.olavodecarvalho.org/semana/090618dc.html e http://www.olavodecarvalho.org/semana/090623dc.html), não me espanta que ele agora apareça clamando pela implantação
de um regime totalitário no Brasil, nem muito menos que o faça com o ar inocente de quem defendesse, com isso, a mais pura normalidade democrática.
Não o acuso de ser fingido, hipócrita, manipulador. Ele não usa da língua dupla orwelliana para nos enganar. Ao contrário, ele deixou-se intoxicar de doublespeak ao ponto de que, em vez de usá-la, é usado por ela, ecoando, com a inimputabilidade mecânica de um boneco de ventríloquo, o que quer que ela lhe instile na caixa craniana.
Não imaginem pois que ele tente nos vender, maquiavelicamente, o totalitarismo com o nome de democracia. Não! Ele acredita mesmo, com pia sinceridade, que totalitarismo é democracia, que democracia é totalitarismo.
Almas caridosas podem nutrir a esperança de que um dia ele venha a tornar-se capaz de distinguir ao menos um pouquinho essas duas coisas, mas para tanto ele necessitará de umas mil reencarnações, e eu não acredito em reencarnação. Safatleza não tem cura.
Em artigo recém-publicado na Folha de S. Paulo (onde mais poderia ser?), ele critica os candidatos do PSDB por terem se permitido, na campanha eleitoral, dizer duas ou três coisas que estão um tanto à direita da linha oficial petista. O partido de José Serra e Índio da Costa, proclama o referido, "só teria alguma chance se tivesse ensaiado uma reorientação programática a partir de um discurso mais voltado à esquerda".
Com toda a evidência, a democracia dos sonhos do prof. Safatle consiste na livre concorrência entre vários partidos iguais ao PT. Insisto: não creio que ele tenha o intuito de ludibriar a platéia ao usar a palavra "democracia" para designar o que é, em substância, um totalitarismo mal e porcamente camuflado – o regime de um partido único com nomes diversos.
Ao contrário, ele acha mesmo que democracia é isso e nunca lhe ocorreu nem ocorrerá que possa ser outra coisa, tão funda, natural e espontânea é a sua crença de que à direita da esquerda só existe o inferno. E na cabeça dele – há indícios de que possui uma –, essa crença não é nem um pouco maniqueísta, pois maniqueísmo é coisa da direita, não é?
Eu sempre disse que o PT não era um partido normal, que aceitasse o rodízio de poder com outros partidos de direita ou de esquerda. O PT, repito há duas décadas, é um  partido revolucionário, totalitário, firmemente decidido a banir da vida política tudo o que não seja ele próprio ou igual a ele próprio.
O fato de que venha realizando esse programa com discrição homeopática e obstinada lentidão, em vez de fazê-lo aos gritos e estampidos como o partido governante da Venezuela, só torna Lula diferente de Chávez desde o ponto de vista estético: cada um é feio a seu modo. Lula é até um pouco mais, porque à força de facadas anestésicas logrou persuadir a direita a deixar-se morrer sem dizer um "ai", ao passo que sua equivalente venezuelana não só continua gemendo mas de vez em quando arranca uns gemidos do próprio Chávez.
O prof. Safatle sente-se inconformado de que a uniformização esquerdista do cenário eleitoral brasileiro não tenha alcançado aquele cume de perfeição em que nenhuma ínfima  partícula de direitismo residual pode aparecer nem mesmo por equívoco, nem mesmo por um  lapso de atenção  da parte de esquerdistas leais.
Tanto é assim que, ao chamar de "errática" a campanha de José Serra, assinalando a incoerência entre a denúncia das ligações PT-Farc e os elogios concomitantes – até exagerados – do candidato oposicionista à pessoa do sr. Presidente da República, em qual dessas atitudes vê ele um erro imperdoável? Em acusar o criminoso com provas factuais sobrantes ou em louvá-lo com base na mera opinião pessoal? Adivinhem.
No entender do prof. Safatle, o sr. Serra, para ser um candidato sério, honesto, consistente, deveria, ao falar de Lula, ocultar os fatos desabonadores que conhece e mencionar somente as belas qualidades que imagina. O sr. Serra só mereceria o respeito do prof. Safatle caso resistisse à tentação da sinceridade e se ativesse ao nobre exercício de um coerente puxa-saquismo.
Esse raciocínio não é nada estranho, no fundo. Um sujeito que concebe a democracia como eliminação de toda oposição ideológica só pode mesmo chamar de honestidade e seriedade aquilo que o restante da espécie humana entende por leviandade, vigarice e hipocrisia.
Quando digo que a mentalidade revolucionária enxerga tudo invertido, é disso que estou falando. O prof. Safatle exemplifica-o com aquela candura perversa de quem conserva a consciência limpa porque não tem nenhum contato com ela. - Fonte: http://www.dcomercio.com.br/materia.aspx?id=51399&canal=14

Contabeis

Elas Carregam o país nas costas.


Micro e pequenas empresas somam 99% dos 5,8 milhões de negócios registrados no país e respondem por 52% das vagas formais do mercado de trabalho. Só no Distrito Federal, onde há 81,5 mil empreendimentos de menor porte, são 100 mil empregos
Gustavo Henrique Braga

Remando contra uma maré de elevados encargos trabalhistas, excesso de burocracia e legislação defasada, os micro e pequenos empresários brasileiros mantêm-se como os principais geradores de empregos formais no país. A mais recente radiografia do setor mapeou que, das cerca de 5,8 milhões de empresas registradas de todos os portes, 99% são micro ou pequenas. Só no Distrito Federal, são 81,5 mil empreendimentos dentro dessas classificações. As menores são responsáveis pela geração de 13 milhões de postos com carteira assinada, ou 52% das vagas formais no país, 100 mil delas na capital federal. Quase dois terços dos empreendimentos (64%), entretanto, são de companhias formadas por uma única pessoa.



Os números são do Anuário do Trabalho nas Micro e Pequenas Empresas, que será divulgado hoje pelo Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), e mostram ainda que 53% delas atuam no comércio, 32,2% no setor de serviços, 11% na indústria de transformação e 3,8% na construção. Estima-se, contudo, que a representatividade dos pequenos empreendedores na economia formal, atualmente, seja ainda maior. O motivo é que os números mais recentes são de 2008, anteriores a programas como Empreendedor Individual (EI) que, em um ano de vigência, trouxe aproximadamente 404 mil empresários para a formalidade.



A presidente da Associação dos Jovens Empreendedores (AJE-DF), Tatiana Moura, reconhece os avanços recentes tanto do EI como do Simples - programa que facilita o pagamento de impostos para as pequenas companhias -, mas considera que ainda há muito a fazer. "A situação melhorou, mas enquanto não houver redução dos encargos trabalhistas nem aumento dos investimentos em educação e formação profissional, os empresários continuarão trabalhando no limiar da capacidade da sobrevivência", critica.



Conta própria

A expectativa do Sebrae é a de que o trabalho nas micro empresas vive uma tendência de crescimento, que poderá ser melhor detectada a partir dos próximos anuários, onde estarão mapeados os dados do Empreendedor Individual, cuja meta é alcançar 1 milhão de formalizações até o fim do ano. Os dados de 2008 apontam a existência de 3,7 milhões de empresas formadas por uma única pessoa. O número engloba uma ampla variedade de categorias, tais como taxistas, cabeleireiras e vendedores, entre outros, exatamente os beneficiados pelo EI.



Rafael Lima, 27 anos, e Fábio Veloso, 26, amigos desde os tempos da faculdade, decidiram montar o próprio negócio. A falta de simpatia pelo trabalho como empregados motivou ambos a se juntarem a mais um colega para abrir um negócio por conta própria. Investiram em uma farmácia que tem como diferencial a venda pela internet. "Nosso modelo de negócios faz da loja um ponto de distribuição. O espaço físico agrega valor e credibilidade na hora das vendas on-line. O consumidor tem uma referência", comenta Lima. A microempresa está aberta há quatro meses e tem oito empregados, todos com carteira assinada.



O gerente da drogaria, Márcio Canto, 40 anos, mora no DF há 12 e sempre trabalhou no setor de saúde. Ele fez o curso de formação técnica em saúde humana - semelhante ao de enfermagem - no Rio Grande do Sul e, na opinião do profissional, as experiências de estagiar em um hospital e ser vendedor de outras drogarias fizeram a diferença na hora da contratação. "A loja só tem quatro meses e ganho até três salários mínimos. Mas fiz um acordo com os donos para que, na medida que a empresa crescer, meu salário também aumente."



O diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, avalia que a evolução do número de empregos nas empresas está diretamente relacionado com os movimentos macroeconômicos de crescimento da produção nacional. "Com a economia crescendo, os pequenos empreendedores se tornaram um elemento central para a geração de postos de trabalho no país", observa.



Carteira assinada

Já Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) - parceiro no levantamento do Sebrae -, defende que os resultados atestam a urgência de se desenvolver políticas voltadas para os pequenos empresários.


Aproveitando a onda da carteira assinada nas pequenas empresas, Marcelo Rocha, 30 anos, largou a condição de autônomo no ano passado, quando recebeu uma proposta do microempresário João Carlos Ramos, dono de uma gráfica, para trabalhar no ramo de comunicação visual. Ele assumiu o setor de criação e, com uma escolaridade que inclui os cursos técnicos de designer gráfico, web designer e programador, alcançou um salário de R$ 2,5 mil. Marcelo é auxiliado por Tiago Faria, 18 anos, que pretende seguir os passos do chefe. Tiago está no segundo emprego e tem planos para conseguir um salário melhor.

 Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  
Por que há uma espécie de "Choque" quando se Bate o Cotovelo na Quina da Mesa?
A reação é causada pela compressão de um nervo chamado ulnar. "No cotovelo, o nervo ulnar está muito exposto, ficando suscetível a pancadas". Esse nervo está ligado aos dedos mínimo e anular.
Por isso, a sensação de choque se espalha do cotovelo até esses dois dedos.


Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida
Gordura Liberada 02/06 -  http://saude.abril.com.br/edicoes/0327/nutricao/gordura-liberada-588861.shtml?pag=2
Moléculas gordas
O mundo engordurado é todo feito de sutilezas. Uma simples alteração estrutural é capaz de modificar completamente a atuação das gorduras no organismo. Para começar, vale explicar que cada molécula de gordura é formada por três moléculas de ácidos graxos ligadas a uma de glicerol. Esmiuçando ainda mais, um ácido graxo é feito de uma cadeia de carbonos com ligações de hidrogênio. E são os arranjos dessas cadeias que tornam a gordura benéfica ou não (veja no quadro ao lado).


A alimentação carregada de carboidratos simples eleva os níveis de triglicérides, reduz as taxas do bom colesterol, o HDL, e catapulta as da versão ruim, o LDL, sobretudo as de partículas pequenas, que se infiltram com mais facilidade na parede dos vasos. No final das contas, a soma desses fatores resulta em congestionamentos arteriais e, claro, na obesidade.



A verdade é que a gente precisa ingerir tanto carboidrato quanto gordura na medida certa. O recomendável é que o cardápio seja balanceado, sem exageros ou escassez para esse ou aquele nutriente. Em uma dieta de 2 mil calorias, 30% devem vir de gorduras, o que equivale a 66 gramas. Sem essa dosagem, uma série de funções no organismo pode ficar comprometida.



Para começar, há estudos que apontam um elo entre cardápios excessivamente magros e infertilidade. “A gordura participa da produção de hormônios como o estrógeno e a testosterona”, diz a nutricionista Maria Fernanda Cury Boaventura, da Sociedade Brasileira Lipídios e Saúde. A família das gorduras, ou lipídios, responde ainda por outros ofícios. “Ela entra na composição de membranas celulares”, afirma a nutricionista Cyntia Carla da Silva, do Hospital do Coração, em São Paulo. Se você imaginar que todo o seu corpo é composto de células, dá para supor a importância de comer fontes gordurosas em todas as refeições.



Na falta delas, nosso organismo não se beneficia das vitaminas A, D, E e K, que não à toa são chamadas de lipossolúveis. “A gordura é indispensável para a absorção dessas vitaminas”, diz o nutrólogo Edson Credidio, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.



Mas, antes de se acabar na picanha, é bom enfatizar que abusos engordurados resultam em vários quilos extras. É que a gordura, não importa se trans ou monoinsaturada, é uma grande fornecedora de energia. “Para cada grama da substância somam-se 9 calorias”, lembra a nutricionista Francine Nagao Peixoto, do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Entretanto, isso não significa que a relação com a obesidade aconteça da mesma forma para todas as variedades. Ficou confuso? Vamos esclarecer o porquê. A ciência tem mostrado que alguns tipos combatem o ganho de peso. A poliinsaturada é uma delas. O ômega-3, dos peixes, é um grande aliado nesse sentido.
 
 Relaxe 


NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome ?
- Abu Abdalah Sarafi.
- Sexo ?
- ... Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher ?
- Homem, mulher..... algumas vezes camelo...