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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Certidoes negativas de um só lugar -> Empresas do Simples estão sob a mira da Receita Federal -> Burocracia leva R$ 20 bi de empresas ->Cortinas de Fumaça (artigo publicado em fev/2008)



há cinco anos
A preguiça anda tão devagar que a miséria facilmente a alcança." (Benjamin Franklin)

Hijo fuiste, padre serás, cual hiciste, tal habrás

Certidoes negativas de um só lugar - http://www.sinescontabil.com.br/noticias/2011/10/05/05-10-11-certid-es-negativas-de-um-s-lugar.html

    Com o avanço da Internet os órgãos do governo vêm a cada dia procurando facilitar a vida do contador com a disponibilização de serviços online. Grandes volumes financeiros são aplicados nestes serviços anualmente. Porém, os resultados destes investimentos nem sempre são satisfatórios e um dos grandes motivos para que isto aconteça é a independência das instâncias governamentais. Fato que fica evidente na emissão de certidões negativas. Qual entidade do poder público poderia centralizar tais emissões? Será que é aconselhável a prefeitura disponibilizar em seus sites serviços de consulta no site da Receita Federal?
    Com a explosão do uso da Internet no Brasil, surgem todos os dias diversos sites criativos que resolvem grandes problemas cotidianos. Recentemente foi lançado o SuperGov (www.supergov.com.br) que possibilita a emissão de certidões negativas de um só lugar. Através dele, você amigo contador, pode fazer as seguintes consultas:
    • CND de Prefeituras        • CND Procuradoria Geral/Receita Federal        • CND DataPrev        • Certificado de Regularidade do FGTS        • CND Receita Estadual MG        Para consultas de até 2 CNPJs diários o serviço é gratuito, sendo assim você pode indicar o site para seu cliente e ele mesmo realizar a consulta de suas certidões negativas e ele não precisará ligar para seu escritório e perguntar: " Como faço mesmo para conseguir uma certidão negativa da Receita Federal? " ou "´É possível você me enviar a certidão negativa da Secretaria Estadual?"
O SuperGov possibilita:
    • Emitir várias certidões negativas de um só lugar        • Fazer consultas de situação fiscal sem digitar as "letrinhas desenhadas" pedidas pelos sites do governo        • Imprimir as certidões negativas        • Enviar certidões negativas para um email qualquer        • Fazer consultas de vários CPNJs mensalmente de forma automática

Empresas do Simples estão sob a mira da Receita Federal - http://www.rondoniadinamica.com/arquivo/empresas-do-simples-estao-sob-a-mira-da-receita-federal,29322.shtml

    A ação da Receita abrange toda a região norte do país, exceto o estado do Tocantins.
    Fortes indícios de sonegação fiscal por empresas optantes pelo Simples Nacional levaram a Receita Federal do Brasil a desencadear uma ação fiscal para verificar se tais estabelecimentos atendem aos pressupostos normativos para permanecer no sistema simplificado de tributação. A ação da Receita abrange toda a região norte do país, exceto o estado do Tocantins.
    As empresas que optaram por essa forma de tributação com o intuito de sonegar tributos serão autuadas pela Receita Federal e podem sofrer representação fiscal para fins penais.
    A ação da Receita compreende duas etapas: na primeira, os contribuintes sob suspeita serão intimados a prestar informações sobre seu faturamento e atividade econômica desenvolvida. Nesta etapa, a Receita vai verificar se estes contribuintes se enquadram dentro dos limites para opção ao Simples, bem como se sua atividade tem permissão normativa para o devido enquadramento.
    Na segunda etapa, o fisco federal vai desenquadrar os contribuintes, cujas diligências revelarem opção indevida, extrapolação do limite de receita e, ainda, aqueles que por qualquer motivo não deveriam estar enquadrados no Simples Nacional. Isto significa a perda de todos os benefícios do sistema simplificado de tributação. A Receita também irá cobrar os tributos sonegados - informou a Delegada em exercício da Receita Federal em Porto Velho, Raquel Patrícia da Silva.
    Dúvidas sobre as atividades econômicas permitidas e as vedadas à opção pelo regime de tributação do Simples Nacional, bem como o limite de faturamento para cada faixa de enquadramento como Microempresa-ME ou Empresa de Pequeno Porte-EPP, encontram-se na página www.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional  (Perguntas e Respostas).
    Na 2ª Região Fiscal, há 225.321 empresas optantes pelo Simples Nacional, sendo 97.403 no Pará, 48.314 no Amazonas, 41.073 em Rondônia, 15.101 no Amapá, 12.974 no Acre e 10.456 em Roraima.

Burocracia leva R$ 20 bi de empresas - http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=216407

    O custo equivale ao que a indústria de transformação desembolsa por ano com a folha de pagamento, afirma a Fiesp
    A cada hora, cinco novas regras tributárias chegam à contabilidade das empresas brasileiras. Para colocá-las em prática, um batalhão de profissionais é acionado, softwares são alterados e planilhas refeitas. No fim do dia, a maratona para ficar em ordem com o Fisco já corroeu 1,16% do faturamento da empresa no período. Em um ano, a conta fica salgada. Levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que as empresas gastam R$ 19,7 bilhões só com a burocracia do sistema tributário.
    O custo equivale ao que a indústria de transformação desembolsa por ano com a folha de pagamento e supera em 58% o investimento em pesquisa e desenvolvimento, revela o estudo. Intitulado “Carga Extra da Indústria Brasileira”, o trabalho mostra o quão pesado é o gasto da indústria para preparar o pagamento de um tributo e honrar outros compromissos com a União, Estados e municípios.
    “Custa caro manter o complexo sistema tributário brasileiro. Não bastasse a elevada carga de impostos e contribuições, que na indústria chega a 40,3% dos preços dos produtos, as companhias também têm de arcar com essa despesa adicional”, afirma o diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, coordenador do estudo. Segundo ele, até chegar ao consumidor final, considerando a cumulatividade da cadeia produtiva, os gastos com o sistema podem chegar a 2,6% do preço dos produtos industriais.
    O maior custo das empresas é com pessoal. De acordo com o estudo, são dez funcionários para realizar cada atividade, como folha de pagamento, escrituração fiscal e contabilidade. “Na minha empresa, há um batalhão de pessoas trabalhando pra valer nessas áreas”, afirma o diretor Saulo Pucci Bueno, membro do conselho de administração do Grupo Amazonas, que produz solados e saltos de borracha. Ele conta que só na contabilidade são 15 pessoas, que gastam quase 30% do tempo de trabalho preenchendo papéis.
    Além disso, como o sistema tributário é complexo e suas regras mudam diariamente, a empresa mantém outros seis funcionários para auditar o trabalho feito pela contabilidade. Apesar de a maioria das atividades serem eletrônicas, Bueno diz que ainda há muita coisa em papel. “Exemplo disso é que mantemos um prédio só para o arquivo morto e dois funcionários para organizar toda papelada. E eles trabalham bastante.”
    Não falta serviço também para o pessoal de tecnologia da informação (TI). A cada mudança, os programas precisam ser revisados e alterados, afirma o superintendente da Dimep Sistemas, Delfim Ferreiro. “Pelo menos um terço do tempo de um profissional de TI é dedicado para às áreas ligadas a encargos e tributos.” A empresa, que trabalha com relógios de ponto, tem nove filiais. Na prática, isso representa se enquadrar em todas as regras estaduais e municipais onde estão localizadas. Para cada uma delas, há espelhamento da parte fiscal.
    “Todo mundo quer mais recursos e criam regras distintas para ficar com uma fatia da arrecadação”, diz Rinaldo Dini, dono da Metalzilo, que há 60 anos fabrica armações de óculos. O empresário conta que, além de auditoria, mantém contrato com um escritório jurídico para assessorar a equipe interna em relação às mudanças da legislação em todas as regiões e interpretação das regras. “Se houver algum errinho, serei notificado e pagarei multa.”
Multas
    Esse é outro custo do sistema tributário que atormenta as empresas e provoca gastos de R$ 1,41 bilhão por ano. Em alguns casos, é o Fisco que recorre à Justiça para cobrar débitos que supostamente as empresas não pagaram. Outras vezes são elas que contestam cobranças indevidas. “Grande parte das regras não é clara, deixa dúvidas e acaba aumentando os questionamentos judiciais”, avalia Alfried Plöger, da Melhoramentos.
    Na avaliação dele, a quantidade de leis, normas e instruções nos Estados, municípios e federação é tão grande que não há ser humano que conheça todas as regras. Por isso, diz o empresário, as empresas precisam de equipes robustas para executar e fiscalizar as operações. “É uma burocracia interna fantástica.”
    A percepção de Plöger também está estampada nos dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT): em média, cada empresa no Brasil tem de respeitar 249.124 normas tributárias. Segundo a vice-presidente do instituto, Letícia Mary Fernandes do Amaral, a maior parte (137.017) se refere a regras municipais. “Isso representa obrigações extras, que se não forem atendidas podem resultar em multas para as empresas.”
    Em outros países, diz ela, o sistema é muito mais simplificado. A comparação já foi feita algumas vezes pelo empresário Jorge Gerdau. Segundo ele, enquanto nos Estados Unidos apenas duas pessoas são responsáveis pela área tributária, no Brasil são necessárias centenas de pessoas para calcular os impostos pagos ao governo. A grande preocupação para executivos e empresários é que a situação está se deteriorando, em vez de melhorar. Em 1988, eram 29.713 normas tributárias - agora são 249.124.

CORTINAS DE FUMAÇA - http://www.faroldademocracia.org/editorial_unico.asp?id_editorial=86 - Heitor De Paola
 
                                                        ---> Publicado no Jornal Inconfidência em Fev/2008 (o tema é atual) <---
    

Mensalões e mensalinhos; farta distribuição de cargos para notórios corruptos; e agora, os cartões corporativos. Denúncias e mais denúncias constantemente. A população é mantida sob contínuo stress denuncista, a mídia fazendo sua parte. O que tudo isto significa?
    Os prestidigitadores hábeis sabem como atrair a atenção da platéia para um ponto qualquer que não interessa, enquanto fazem seus truques. Os partidos de esquerda que tomaram o poder em nosso País em 1994 são exímios prestidigitadores: criam constantemente celeumas e polêmicas que interessam à platéia de néscios que é o povo, enquanto praticam seus crimes mais graves e hediondos na surdina. Aliás, nem tanto, as pessoas que desejam se informar olham para o lugar certo. Embora alguns olhem e finjam que não vêem nada! Para não sairmos da área dos espetáculos artísticos, o que se faz é armar um grande circo para desviar a atenção do público dos autênticos problemas que afligem a Nação.
    Durante oito anos o circo foi constantemente armado pelo PT. Desde 2002, obedecendo rigorosamente ao rodízio acordado em Princeton, cabe ao PSDB fazê-lo - e com mais habilidade ainda! O PMDB não é um partido: é um bando de caçadores de cargos públicos e de estatais. O DEM, embora tenha quadros importantes e sérios, parece um amontoado de baratas tontas que tende a se tornar um partideco sem importância, controlado pelos Maias – com o devido perdão de Eça de Queiroz.
    A triste novidade da atual crise (atual enquanto escrevo, em meados de fevereiro; quando sair o artigo pode ter outras mais) é o envolvimento de um General do Exército Brasileiro – mesmo que da Reserva - invocando o sigilo dos cartões da Presidência em nome da segurança nacional. Será que vão comprar tanques modernos – me refiro aos de guerra, não aos de lavar roupa - com American Express? Mirages com Visa? Ou submarinos nucleares com MasterCard? Antes fosse, mas sabemos todos que não é, pois para estas coisas de que o Brasil necessita urgentemente é necessário aprovação de várias Comissões e do plenário do Congresso, transparência total, crédito consignado no Orçamento e todos os óbices que são dispensados para as despesas de cabeleireiro das Primeiras Damas, muito mais importantes para a Segurança Nacional, obviamente!
    As constantes “descobertas” de focos de corrupção e a criação dos espetáculos circenses das CPI’s de mentirinha – já ficou combinado que as despesas familiares dos Presidentes não serão divulgadas - servem para impedir a população de enxergar os verdadeiros crimes cometidos pelos partidos hegemônicos. Pura balela, pois quando as CPI’s descobrem alguma coisa a Justiça resolve e absolve. Ninguém, ninguém mesmo lá em Brasília, quer diminuir a corrupção – acabar é quimera -, pois todos se locupletam, direta ou indiretamente. A corrupção está ligada diretamente ao gigantismo do Estado onipotente que, aqui no Brasil, foi fundado há 200 anos pela corte fujona de João VI (razão pela qual não vejo nenhuma razão para comemorar, sim para lamentar que não tivessem ido para Goa). O símbolo máximo foi a criação da primeira estatal brasileira, o Banco do Brasil.
    Se quisessem de verdade, bastava reduzir o Estado a uns 30% do tamanho atual e desestatizar totalmente a economia. Atenção: desestatizar não é privatizar! Privatizar é o que o FHC fez: privatiza os lucros, mas mantém o controle do Estado via Agências Reguladoras, créditos do BNDES que se torna sócio, e dos fundos de pensão das Estatais. Desestatizar é o que se fez na Alemanha Oriental quando da reunificação: vender o que for vendável, doar o que não tiver compradores e extinguir o que ninguém quiser. Principalmente acabar com o regime de “concessões” dando plenos direitos aos proprietários. Mas isto ninguém quer: e os cabides de empreguismo fácil?
    Dizer que os governantes estão interessados pura e simplesmente em roubar é dar armas ao inimigo: é dizer que o maldito dinheiro é a causa de todos os males e que, portanto, o mal está no famigerado regime capitalista. Com isto encobre-se o acelerado avanço do socialismo em nosso País. Chamar nossos governantes de ladrões é, pois, contraproducente, é atirar dentro da própria trincheira! Os países que realmente adotam a economia liberal – apelidada por Marx de capitalismo - são os menos sujeitos à corrupção, a qual quando ocorre não fica impune como entre nós. O sentimento de posse do dinheiro público é apanágio dos socialistas, herdeiros diretos das monarquias, que se sentem perfeitamente justificados em fazê-lo, pois estão “construindo um futuro melhor e mais brilhante para todos os povos”. Durante a cúpula Ibero-Americana de 2006 eu estava em Montevideo, no hotel Balmoral, o mesmo em que estavam hospedados os agentes da DGI, a segurança da delegação cubana. Seus carros eram todos BMW zero km, certamente alugados com cartões corporativos. Ao final do conclave, retirados os ternos e já em gozo de férias, eles chegavam com imensas bolsas contendo toda a sorte de gadgets produzidos pelas decadentes indústrias capitalistas. Um deles estava com mais de 200 celulares! Eu vi, porque ele abriu a bolsa mostrando todo orgulhoso para seus coleguinhas. Suspeito que a forma de pagamento tenha sido também cartões corporativos!
    Reafirmo que o alvo da luta de uma verdadeira oposição deve ser o avanço socialista que vem sendo escondido pela cortina de fumaça dos escândalos de Brasília, denunciando:
    1 - o Foro de São Paulo, de onde emanam todas as decisões de Brasília, como uma organização comunista criminosa (desculpem o pleonasmo!) fundada pelo atual Presidente e por Fidel Castro
    2 – o criminoso desmantelamento de nossas Forças Armadas e o aviltamento dos soldos militares, planejados pelo Diálogo Interamericano e pela Comissão Trilateral, dos quais faz parte FHC, para as transformarem em meras milícias regionais
    3 – a ameaça à soberania nacional na entrega da Amazônia a ONG’s principalmente européias
    4- o PT, por associação ilícita e formação de quadrilha com os narcotraficantes das FARC, companheiros no Foro, que são os responsáveis pela morte por drogas de milhares de jovens brasileiros, além de estarem dando instrução militar aos bandidos das favelas cariocas
    5 - a verdadeira razão de nosso ensino ter caído tão baixo na escala mundial: o método criminoso de Paulo Freire. Se nas avaliações houvesse questões sobre comunismo nossos estudantes seriam imbatíveis, idem se fosse sobre “educação sexual”, principalmente no quesito das aberrações
    6 - o MST e organizações urbanas afins, os “povos indígenas organizados” e os quilombolas como organizações guerrilheiras e terroristas que visam extirpar a propriedade privada de nosso País e representam ameaça à nossa soberania
    7 - a participação dos dois últimos governos (FHC e Lula) no adestramento destas mesmas forças irregulares, piores do que as Ligas Camponesas enfim
    8 - conquistar as ruas, única propriedade privada que será mantida: a do PT, aprendendo com o bravo povo venezuelano como é que se faz oposição de verdade. Se ficarmos lutando contra o acessório e não contra o fundamental, quando nos dermos conta só poderemos dizer como o bardo: agora é tarde, Inês é morta!

Curiosidades/Relaxe

Civilização está presente em apenas 0,002 porcento da história humana
    Os antropólogos calculam em torno de 3 milhões 750 mil anos o tempo da evolução do homem, até chegar ao estágio atual. Os indícios até agora conhecidos mostram que a civilização mais antiga é a egípcia, estabelecida na bacia do Nilo, cerca de 4 mil anos antes da Era Cristã. Donde se conclui que apenas 0,002 por cento da história humana caracteriza-se pelo que se possa chamar de civilização.

Roupas e cobertores não aquecem nosso corpo
    Não há dúvida que você esquenta quando está embaixo de um cobertor, porém o calor é na verdade produzido pelo seu próprio corpo, que precisa manter-se aquecido internamente em 36°. As roupas grossas de inverno e os cobertores apenas impedem que o calor se esvaia, mantendo-o junto ao corpo por mais tempo. Justamente por sermos produtores de calor, e as roupas não, em riscos de hipotermia é aconselhável que as pessoas fiquem abraçadas, pois assim os corpos trocarão calor uns com os outros e não com o ambiente frio.

Joaozinho e sua mae foram passear. Para isso, eles precisavam pegar um onibus. No onibus, a mae percebeu uma placa avisando: CRIANCAS MENORES DE 10 ANOS NAO PAGAM PASSAGEM. Visto isso, a mae cochichou com joaozinho:
- Joaozinho, se o cobrador perguntar quantos anos voce tem, diga que tem 10 anos, e nao onze.
- Esta bem,mamae - disse joaozinho.
O cobrador perguntou:
- Quantos anos voce tem, menino?
- Dez anos - respondeu joaozinho.
- E quando voce faz onze?
- Quando eu descer do onibus.

A professora pergunta a Joãozinho:
-Se eu digo "fui bonita" é passado, mas se e digo "serei bonita" o q é Joãozinho?
-É impossível!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Tributos engolem chances de lazer e qualidade de vida -> RECOLHIMENTO DE IMPOSTOS - Poucos sabem como funciona -> PROTESTO DIGITAL - Ações contra a carga imposta vão à web -> O terror nas escolas


HÁ CINCO ANOS
" O pior mal é aquele ao qual nos acostumamos. " Jean-Paul Sartre

Não há manjar que não enfastie, nem vício que não enfade


Tributos engolem chances de lazer e qualidade de vida - http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1050486

    Com a alta carga tributária, família perde a possibilidade de poupar mais para viajar e melhorar a situação da casa
    Dos gastos das famílias brasileiras, até 60% chegam a representar tributos, segundo especialistas. A família Lisboa, por exemplo, sabe calcular na ponta do lápis o peso da carga tributária, apesar da falta de informação discriminada nas contas do dia-a-dia. Uma das opções da família é ir à pizzaria no domingo a noite. Quando o garçom traz o valor das despesas, eles sabem muito bem que daqueles R$ 80,00 cobrados pelo estabelecimento, a fatia do imposto fica entre 40% e 50%, ou seja, o dinheiro daria para pagar duas despesas semelhantes não fosse a elevada taxação.
    A matriarca da família, a analista de sistemas Hiana Carneiro Magalhães, revela que costuma calcular tudo. Na opinião dela, se houvesse uma redução significativa no montante final cobrado sobre cada produto, sobraria mais dinheiro para economizar ou dar uma qualidade de vida melhor para a família.
    "Acho que o imposto muito alto onera o preço. Fica difícil sobrar. Pelo menos o que é de caráter básico deveria ter a alíquota reduzida. Quando há algum acontecimento atípico eu não consigo poupar para o outro mês", conta.
Paga dobrado
    Integrante da classe média, ela reclama de que acaba pagando os tributos duas vezes por causa da ausência de um retorno de qualidade da sua contribuição em benefícios em prol da população. E ela tem razão à medida que é dever do governo oferecer segurança, educação e saúde para o povo, que já paga por isso.
    Quando a contrapartida governamental não é cumprida, ou melhor, quando compulsoriamente paga-se por uma coisa e não se recebe nada em troca, deve-se procurar uma outra fonte que preste o serviço.
    Só que na segurança, educação e saúde privados também se paga impostos. Aliás, muitos desses serviços são caros por conta dessa cobrança.
    A família Lisboa reconhece que esse fenômeno limita ainda mais a capacidade dos seus recursos. E o que daria para guardar com o fim de fazer a tão sonhada viagem com os filhos para o exterior acaba sendo dissolvido pelo sistema tributário brasileiro.
    Como se isso já não fosse o pior - a coisa degringola de vez e fecha o ciclo, que atrasa um País inteiro, - quando tudo o que é arrecadado nas esferas municipais, estaduais e federais não são investidos de maneira eficiente, seja em virtude de incompetência dos governantes, seja por esquemas de corrupção camuflados por eles.
Sem retorno
    "Eu não enxergo esse dinheiro voltando. Veja as ruas de Fortaleza, por exemplo. A impressão que dá é que eles quebram os asfalto ruim para colocar um mais horrível ainda. A sensação que se tem é a mesma de ver o nosso dinheiro escoando pelo ralo. Às vezes, é doloroso não ser alienada", desabafa.
    No ponto de vista de Hiana, a conta da pizza deveria vir pormenorizada com o montante final que está sendo cobrado só em impostos. "Em tudo que se compra deveria vir assim. Só dessa maneira, a gente poderia economizar, podendo ter o direito de escolher o tipo de mercadoria onde estivessem sendo aplicados menos tributos", sugere, destacando que a variedade de percentuais em cada tipo de mercadoria é o que mais atrapalha na hora de tentar descobrir quanto do seu gasto foi para esse destino.
Planejamento
    Uma das formas de conviver com a alta tributação é realizar planejamento, especialmente, no caso do início do ano, quando há um incremento dos impostos. Hiana e seu marido Francisco Lisboa, por exemplo, costumam antecipar as matrículas escolares e da universidade dos filhos para não acumular tudo em janeiro.
    "A gente compra até o material escolar todo deles com o valor do 13º salário para aliviar a pancada do começo de ano", conta a analista.
    R$ 612,06 DO CEARENSE
    Pagamento é igual a 2 cestas básicas
    Até a última sexta-feira, à tarde, o cearense já tinha desembolsado mais de R$ 5,4 bilhões em pagamento de tributos no acumulado deste ano. A previsão do impostômetro é que a arrecadação chegue a R$ 7,4 bilhões - a maior na série histórica do último quadriênio. Se a estimativa for confirmada, o crescimento ante o ano anterior, que tinha batido os R$ 6,5 bilhões, será de 13,8%. Conforme o levantamento, no Estado, dividido pelo número de habitantes, o cearense pagou R$ 612,06 em tributos, o mesmo que duas cestas básicas. Com esse montante ele levaria 32 anos, três meses e sete dias para comprar uma casa própria.
    Disparadamente, Fortaleza é a cidade que puxa a arrecadação no Estado. No acumulado do ano, o fortalezense já desembolsou R$ 4,0 bilhões. Isso representa mais de 70% do volume total do Ceará inteiro.
    A projeção do impostômetro para Fortaleza ao fim de 2011 é de uma arrecadação de R$ 5,2 bilhões. Uma elevação de 13% sobre os R$ 4,6 bilhões registrados no ano passado.
    De acordo com a estatística do site, cada cidadão da Capital alencarina já pagou R$ 1.574,05 em tributos (triplo da média do Estado), o equivalente a cinco cestas básicas, do início deste ano até a última sexta-feira. Além disso, com esse montante pode-se comprar a casa própria em 12 anos, seis meses e 17 dias. As informações do impostômetro confirmam a concentração na Capital de tudo o que é recolhido no Estado.
Procurar ajuda
    Conforme a contadora e conselheira do Conselho Regional de Contabilidade (CRC), Claurea Andrea Moreira Tavares, o fato de famílias terem de contribuir com até 60% dos gastos só em tributações municipais, estaduais e federais, é preponderante para que, a cada ano, a arrecadação bata recordes seguidos.
    Por isso, ela orienta o cidadão comum a procurar o profissional de contabilidade para ajudá-lo a, pelo menos, entender um pouco mais sobre o funcionamento da tributação no País.
    "O contador é a pessoa mais qualificada para dar esse tipo de orientação. Existem muitos detalhes, impostos com efeito em cascata, cruzamento de informações, fragmentação de alguns tributos, entre outros detalhes. Realmente, não é simples nem para as empresas, imagine para o cidadão comum", diz a especialista, ressaltando que a internet também é um excelente ferramenta de informação.(ISJ)
Apetite
    7,4 bi de reais é a projeção do Impostômetro para os tributos recolhidos em 2012 no Brasil, nas três esferas de poder


RECOLHIMENTO DE IMPOSTOS - Poucos sabem como funciona - http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1050511

    Neste ano, o brasileiro já desembolsou R$ 1,06 trilhão em tributos. A cifra é outra vez recorde ante similares períodos em anos anteriores
As tentativas de explicá-la são inúmeras. A boa vontade da população em compreendê-la é tão grande quanto o tamanho do próprio País. Contudo, mesmo unindo "a fome e a vontade de comer", uma quantidade irrisória de brasileiros sabe realmente como funciona a arrecadação dos tributos no Brasil.
    E o tema é complicado de verdade. Tão complexo, ao ponto de, às vezes, flagrarmos alguém a imaginar que o sistema tributário nacional foi pensado dessa forma propositalmente para quase ninguém entender mesmo. Também pudera, só o portal tributário listou 85 tipos e siglas distintas de tributos, impostos, contribuições, taxas ou outro nome que queiram chamar a cobrança de algum percentual de determinada quantia, no Brasil, para redirecioná-la e repartí-la entre órgãos dos municípios, estados e da própria União. Isso corrobora para distanciar ainda mais o contribuinte da realidade do fisco.
Indignação
    Apesar do desconhecimento generalizado da sociedade, o que é praticamente uníssono na "voz embargada" de cada contribuinte deste País é o "grito de indignação" de que a carga tributária é elevada demais para o pouquíssimo retorno em qualidade de vida daqueles que, efetivamente, sustentam o sistema e pagam (caro) por essa conta: os cidadãos brasileiros.
    Mas não para por aí. Apesar de desinformada acerca dessa temática, a ponto de não saber, por exemplo, que, apenas para ler essa reportagem na versão impressa, estão sendo pagos 14,09% do valor do jornal só em impostos (dado do IBPT); a população sabe, contudo, que a culpa de tudo estar desse jeito são a péssima gestão do dinheiro público e os intermináveis episódios de corrupção que parasitam e flagelam o desenvolvimento do Brasil faz tempo.
Mobilizações
    E é com um fio de esperança para conseguir modificar esse cenário histórico no Brasil que se replicam as mobilizações por todas as unidades federativas, em especial, por meio da internet. É o caso de uma das mais famosas destas manifestações, que, aliás, já chegou às ruas de São Paulo: o impostômetro. A ferramenta é uma das principais maneiras de exposição do peso dos tributos no nosso bolso. Para se ter uma ideia, até a última sexta-feira, o equipamento calculou que o brasileiro já tinha pago R$ 1,06 trilhão só em tributos - índice recorde.
    O número equivale a mais de R$ (5,5 mil) por habitante; R$ (163,5 milhões) por hora; R$ (2,7 milhões) por minuto; e R$ (45,4 mil) por segundo. Basta acessar o http://www.impostometro.com.br para obter essas e outras informações. Todos os dados, garante o site, são atualizados em tempo real. (ISJ)


PROTESTO DIGITAL - Ações contra a carga imposta vão à web - http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1050496

    O site "Quanto Custa o Brasil" realiza uma enquete com seis perguntinhas sobre a questão tributária e a justiça fiscal, que revela muito sobre o ponto de vista dos contribuintes
    Ao vasculhar a internet, não são apenas os protestos e os conteúdos informativos que preponderam nos sites mantidos pelos defensores das manifestações contra o crescimento da carga tributária brasileira.
    No movimento "Quanto Custa o Brasil", há uma enquete com seis perguntas sobre a questão tributária e a justiça fiscal, que revela muito sobre o ponto de vista dos contribuintes. Os dados estão atualizados até a última sexta-feira, no endereço eletrônico e mostram o quanto ainda é preciso avançar na questão da conscientização fiscal no Brasil.
    De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados não faziam ideia de quanto pagam de tributo no momento em que consomem um simples cafezinho ou compram o combustível do carro, por exemplo. Ainda segundo o levantamento, 97% das pessoas avaliadas achavam que, na nota fiscal, deveria estar explicitado claramente o valor do produto e o do imposto, como já é feito em outros países desenvolvidos e em desenvolvimento como o nosso.
Seguir o exemplo
    Nesse aspecto, a conselheira do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Ceará (CRC-CE), a contadora Claurea Andrea Moreira Tavares, acha que o Brasil deveria seguir o exemplo desses outros países. "Já é feito assim nos Estados Unidos. Não é colocar cada imposto, um a um, que está embutido na mercadoria. Isso é inviável. Ficaria uma lista enorme", avalia. "Mas se colocarmos o somatório total de tributos ao lado do preço final já vai ajudar a despertar a consciência crítica da maioria, que é leiga sobre o tema", emenda Claurea Tavares.
    A pergunta mais acessada da pesquisa "você acha que o Brasil precisa de uma reforma tributária?" é também a mais respondida. Mais de dez mil internautas divulgaram suas opiniões sobre o assunto, até a sexta-feira. Destes, 98% concordam que é necessária uma reformulação geral no sistema de arrecadação dos impostos, no Brasil.
Sonegação
    Conforme o levantamento, 89% das pessoas creem que existe uma relação direta entre carga tributária alta e sonegação de impostos. O estudo mostra também que 80% pensam que medidas mais duras contra os grandes sonegadores aumentaria a arrecadação e possibilitaria a redução dos tributos.
    De acordo com a contadora Claurea Tavares, a discussão é tão antiga quanto a história do ovo e da galinha. "Uns dizem que sonegam porque o impostos são elevados, outros que os impostos são altos porque existem os sonegadores", conta.
Efeito
    Na opinião dela, o próprio governo estadual vem comprovando, que baixando o percentual descontado para o fisco, a base de contribuintes se eleva. Porém, para Claurea, o principal problema é a desonestidade e a incompetência dos gestores públicos.
    "Se conseguíssemos diminuir pelo menos 10% a corrupção no País, com certeza, haveria mais dinheiro para a saúde, sem a necessidade, por exemplo, de se ressuscitar a CPMF", assinala, revelando a razão de parte da população procurar a sonegação. "As pessoas não irão reclamar se virem que o dinheiro está sendo bem aplicado. Se o Brasil fosse mais auditado não teria tanta sonegação", conclui.
Educação   
    Para especialista, outra solução seria implementar a educação fiscal no conteúdo escolar. "Se o acesso ao tema fosse desde pequeno, ainda quando criança, teríamos adultos mais engajados e mais conscientes para cobrar mudanças nesse modelo atual de tributação". (ISJ)
PESO SOBRE AS EMPRESAS
    Governo contabiliza mais com encargos trabalhistas
    Site do IBPT simula ,a partir do valor do salário, os gastos do trabalhador e empregador com os tributos e impostos
    Na relação de trabalho, ganha o funcionário, ganha o empregador, ganha o País. Porém, quem realmente sai lucrando nessa história toda é o órgão arrecadador de tributos: o governo. É o que comprova uma simulação no site do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), em que o trabalhador preenche seus rendimentos e gastos em uma planilha para descobrir quanto do dinheiro dele é direcionado para os impostos e, mais ainda, quanto o responsável pelo pagamento do seu salário, além desta remuneração também tem de desembolsar exclusivamente com encargos trabalhistas para manter ativa essa relação produtiva.
    A massa trabalhadora até percebe que parte de seu salário, no ato do recebimento, é devorada pelos impostos, todos os meses. Porém, uma parcela significativa deste mesmo proletariado desconhece quanto realmente se esvai em tributos embutidos quando é necessário abrir a carteira para gastar.
    A reportagem conferiu a simulação "Calculadora do Imposto", presente no site www.ibpt.com.br. Qualquer pessoa pode participar da simulação. Basta preencher os campos rendimento, valores de imóveis e veículos, número de dependentes, além dos gastos com transporte, saúde, alimentação, vestuário, entre outros. Contudo, antes disso, a primeira pergunta é sobre a situação trabalhista: funcionário da iniciativa privada com carteira assinada, servidor público, autônomo ou profissional liberal formal, ou ainda autônomo ou trabalhador informal. Foi escolhida a primeira opção, com o nome fictício José de Alencar, pela reportagem.
    Nesta simulação, nosso operário recebe rendimentos de R$ 2 mil por mês, tem patrimônio de R$ 100 mil, e total de gastos de R$ 1,7 mil. De acordo com os cálculos elaborados pela planilha, o empregador ainda tem de desembolsar, no caso específico, R$ 879,20 - o que representa 46,87% do salário de José de Alencar. É quase metade do rendimento total do funcionário.
    Além disso, no somatório dos tributos que incidem sobre os gastos, rendimento e patrimônio do operário são descontados outros R$ 937,32 - o que significa quanto o personagem criado pelo jornal paga de imposto mensalmente. Dessa forma, o governo acaba recebendo, ao todo, R$ 1.816,52 - o mesmo que 90% do salário mensal de José de Alencar.
    Dias e horas
    Na simulação, ainda foram constatadas outras curiosidades. Vão resta R$ 1.062,68 de salário livre de impostos do operário fictício escolhido para fazer o experimento. Isso quer dizer que ele trabalha 14 dias por mês só para pagar tributos, o mesmo que 168 dias por ano. (ISJ)


O terror nas escolas - http://planetams.blogspot.com/2011/09/o-terror-nas-escolas.html

    Essa semana, vi uma reportagem onde foram apresentados vários depoimentos de professores que foram agredidos verbal e fisicamente por alunos. E o que mais me impressionou foi o relato de uma professora que foi agredida com um soco ao repreender um aluno por mau comportamento e, quando os pais do agressor foram convocados á escola, ela (a professora) foi novamente agredida, mas dessa vez pela própria mãe do aluno.
    E o que dizer de outro relato no qual a diretora da escola foi agredida a chutes por um aluno de 14 anos?
Que mundo vivemos?
    Lembro-me, quando era estudante, que as professoras e professores que tive ocupavam um lugar importante e de destaque na hierarquia de minha vida. E ai de mim se apenas respondesse de mau jeito para qualquer um deles. E a diretora da escola então: só da professora cogitar uma visita à diretoria já era motivo para pânico.
    Então, o que aconteceu com nossos jovens? O que mudou, de tal maneira, para surgirem comportamentos tão agressivos?
Creio que as respostas não são simples.
    Mudou a estrutura da família que conhecíamos. A crise moral e a banalização estrutural por que passam nossas famílias fazem com que os princípios éticos, a decência e os escrúpulos, antes defendidos com vigor, hoje sejam objetos de escárnio e reprovação de nossa sociedade. Crianças que passam a infância sem referência familiar, entregues a formadores de caráter externos (como a televisão), quando chegam à fase escolar, não têm a devida noção da hierarquia que o educador ocupa em suas vidas.
    Mas, ainda assim, isso não é suficiente para explicar totalmente os comportamentos violentos evidenciados por nossos estudantes.
    A meu ver, soma-se aí a inaptidão adquirida por nossas escolas em ser a continuação da família no que tange à disciplina de nossos filhos quando naquele ambiente. Sem contar o despreparo para detectar alunos com problemas emocionais graves.
    A escola, assim como a família, tem sido afetada por transformações que provocaram mudanças de valores, mudanças no modo de vida, mudanças na educação e que conduziram à formação de uma sociedade tecnizada, individualista, consumista, e permissiva. Dividida entre o excesso de rigor dos velhos tempos e o excesso de liberdades das gerações de hoje, muitos de nossos educadores recorreram à ajuda de "especialistas", fossem eles outros educadores, autores de manuais de educação ou de livros de auto-ajuda. Dessa forma, ficamos oscilando entre modismos, oportunismos, boas-intenções e picaretagens.
Então, o que fazer agora?
    As discussões em torno de soluções são improdutivas e as soluções apontadas são as mais variadas: equipar as escolas com modernos aparatos de segurança; implementar projetos que visam à oferta de atividades culturais e esportivas para os alunos; treinamento de professores em mediação de conflitos.
    De minha parte, acho que todas são válidas. E talvez tenham melhor resultado se praticadas em conjunto.
    Contudo, devemos evitar os exageros: não podemos transformar escolas em fortalezas, onde olhos eletrônicos vigiam qualquer movimento, e (no outro extremo), não podemos ser hipócritas ao ponto de acreditarmos que um jogo de futebol nos fins de semana fará, de uma hora pra outra, que jovens infratores percam o hábito de portar armas e drogas e ameaçar a integridade física e mental de professores e colegas.

Curiosidades/Relaxe


Vítimas do gigantismo têm a vida muito curta e podem atingir 2,40m de altura
O gigantismo é uma anomalia da glândula pituitária que a torna extremamente ativa e provoca o crescimento anormal e acelerado do indivíduo. É preciso fazer a distinção entre pessoas normalmente altas, entre 1 metro e 95 a 2 metros e 10 centímetros de altura, e doentes de gigantismo, que podem atingir até 2 metros e 40 centímetros. Estes têm vida muito curta.

Certos genes tornam as pessoas mais propensas a engordar
Os cientistas têm boas e más notícias para os barrigudos. Descobriram que certos genes tornam as pessoas mais propensas a engordar. A boa notícia termina aí. Mesmo com a desculpa da genética, para emagrecer só existe um método seguro: comer pouco e praticar exercícios.

Sabe quais são os 4 maiores desejos de um homem?
Ser tão bonito quanto a mãe dele acha que ele é.
Ter tanta mulher quanto a mulher dele acha que ele tem.
Ter tanto dinheiro quanto os amigos dele acham que ele tem.
Ser tão bom de cama quanto ele acha que é.

Era o primeiro voo da mosquinha a mãe perguntou e ai minha filha como é que foi seu primeiro voo?
Ótimo mãe por onde eu passei todo mundo aplaudiu. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

SESCON-SP sugere criação de “Simples Social” -> Percentual de Tributos sobre o Preço Final: -> Marcha à ré -> São Paulo sai na frente e lança portal contador amigo -> OS CORREGEDORES DA HISTÓRIA


HÁ CINCO ANOS

Cada asno, con su tamaño

Não se bota anel de ouro em focinho de porco

SESCON-SP sugere criação de “Simples Social” - http://www.jornalcontabil.com.br/v2/Contabilidade-News/1367.html
    Segundo o presidente do SESCON-SP, José Maria Chapina Alcazar, um sistema simplificado de tributos, nos moldes do Simples Nacional, direcionado às entidades do terceiro setor, seria um grande descomplicador e alavancador da justiça social no País.
    “As entidades deste segmento fazem um trabalho importante, que supre e complementa os serviços sociais de dever do Estado, desta forma, precisam de incentivo e simplificação, tanto nas questões tributárias como nas de ordem burocrática”, diz ele.
    A sugestão de criação do novo regime foi feita durante o 6° Encontro Paulista de Fundações, realizado no fim de agosto, pelo presidente do SESCON-SP, em conjunto com a presidente da Associação Paulista de Fundações – APF, Dora Silvia Cunha Bueno.
    O “Simples Social”, de acordo com o líder setorial, traria tratamento diferenciado para as entidades do terceiro setor, por exemplo, com redução do custo de suas folhas de pagamento e desburocratização na obtenção e renovação dos certificados de registro da organização. Chapina Alcazar destaca que a Lei Federal 12.101/2009 trouxe ainda mais complexidade para as instituições.
    “O terceiro setor vem passando por uma forte regulamentação, interferência e gerência do Estado em termos de prestações de contas e, mais uma vez em nosso País, as entidades sérias acabam pagando pelos erros de uma minoria”, argumenta Chapina Alcazar, frisando que o SESCON-SP e as demais entidades da Frente Brasileira do Terceiro Setor estão unidas para defender os direitos e lutar pela valorização da categoria. “Quando o governo não faz a sua parte, devemos dar condições para que outros o façam, e é exatamente isso que estamos buscando, em nome das instituições filantrópicas”, explica o empresário contábil.
    A FBTS é um movimento apartidário formado por entidades de vários setores da sociedade que visa elaborar, propor e viabilizar a implantação, a execução e a avaliação do cumprimento de políticas públicas de garantia dos direitos sociais e individuais, bem como a valorização e o resgate do Terceiro Setor. O SESCON-SP secretaria os trabalhos do grupo.

Percentual de Tributos sobre o Preço Final: - http://piletasblog.blogspot.com/2011/08/percentual-de-tributos-sobre-o-preco.html

PRODUTO : Tributos/preço final (impostos no Brasil )
    TRANSPORTES
Passagens aéreas ________________________________ 8,65%
Transporte Rod. Interestadual Passageiros ____________ 16,65%
Transporte Rod. Interestadual Cargas _______________ 21,65%
Transporte Aéreo de Cargas _______________________ 8,65%
Transp. Urbano Passag. – Metropolitano _____________ 22,98%
    PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS
Carne bovina ___________________________________ 18,63%
Frango ______________________________________ 17,91%
Peixe ______________________________________ 18,02%
Sal ______________________________________ 29,48%
Trigo__________________________________________ 34,47%
Arroz_________________________________________ 18%
Óleo de soja____________________________________ 37,18%
Farinha ________________________________________ 34,47%
Feijão _________________________________________ 18%
Açúcar ________________________________________ 40,4%
Leite _________________________________________ 33,63%
Café __________________________________________ 36,52%
Macarrão_______________________________________ 35,20%
Margarina _____________________________________ 37,18%
Margarina _____________________________________ 37,18%
Molho de tomate ________________________________ 36,66%
Ervilha ________________________________________ 35,86%
Milho Verde ___________________________________ 37,37%
Biscoito _______________________________________ 38,5%
Chocolate _____________________________________ 32%
Achocolatado __________________________________ 37,84%
Ovos__________________________________________ 21,79%
Frutas _________________________________________ 22,98%
    PRODUTOS : HIGIENE E LIMPEZA
Sabonete ______________________________________ 42%
Xampu _______________________________________ 52,35%
Condicionador _________________________________ 47,01%
Desodorante ___________________________________ 47,25%
Aparelho de barbear _____________________________ 41,98%
Papel Higiênico ________________________________ 40,50%
Pasta de Dente _________________________________ 42,00%
Álcool ________________________________________ 43,28%
Detergente _____________________________________ 40,50%
Saponáceo _____________________________________ 40,50%
Sabão em barra _________________________________ 40,50%
Sabão em pó ___________________________________ 42,27%
Desinfetante ___________________________________ 37,84%
Água sanitária __________________________________ 37,84%
Esponja de aço _________________________________ 44,35%
    MATERIAL ESCOLAR
Caneta ________________________________________ 48,69%
Lápis _________________________________________ 36,19%
Borracha ______________________________________ 44,39%
Estojo ________________________________________ 41,53%
Pastas plásticas _________________________________ 41,17%
Agenda _______________________________________ 44,39%
Papel sulfite ____________________________________ 38,97%
Livros ________________________________________ 13,18%
Papel _________________________________________ 38,97%
Agenda _______________________________________ 44,39%
Mochilas ______________________________________ 40,82%
Régua ________________________________________ 45,85%
Pincel ________________________________________ 36,90%
Tinta plástica ___________________________________ 37,42%
Móveis (estantes, cama, armários) ___________________ 37,56%
Mensalidade Escolar _____________________________ 37,68% (ISS DE 5%)
    BEBIDAS
Refresco em pó _________________________________ 38,32%
Suco __________________________________________ 37,84%
Água _________________________________________ 45,11%
Cerveja _______________________________________ 56%
Cachaça _______________________________________ 83,07%
Refrigerante ____________________________________ 47%
    LOUÇAS
Pratos _________________________________________ 44,76%
Copos ________________________________________ 45,60%
Garrafa térmica _________________________________ 43,16%
Talheres _______________________________________ 42,70%
Panelas ________________________________________ 44,47%
    PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO
Toalhas - (mesa e banho) __________________________ 36,33%
Lençol ________________________________________ 37,51%
Travesseiro _____________________________________ 36%
Cobertor ______________________________________ 37,42%
    ELETRODOMÉSTICOS
Fogão ________________________________________ 39,50%
Microondas ____________________________________ 56,99%
Ferro de Passar _________________________________ 44,35%
Telefone Celular ________________________________ 41,00%
Liquidificador __________________________________ 43,64%
Ventilador _____________________________________ 43,16%
Refrigerador ___________________________________ 47,06%
Vídeo-cassete __________________________________ 52,06%
Aparelho de som _______________________________ 38,00%
Computador ___________________________________ 38,00%
Batedeira ______________________________________ 43,64%
Roupas _______________________________________ 37,84%
Sapatos _______________________________________ 37,37%
    MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
Casa popular ___________________________________ 49,02%
Telha _________________________________________ 34,47%
Tijolo ________________________________________ 34,23%
Vaso sanitário __________________________________ 44,11%
Tinta _________________________________________ 45,77%
    SERVIÇOS
CONTA DE ÁGUA _____________________________ 29,83%
CONTA DE LUZ _______________________________ 45,81%
CONTA DE TELEFONE ________________________ 47,87%
Gasolina _______________________________________ 57,03%
      OUTROS
CD ___________________________________________ 47,25%
DVD _________________________________________ 51,59%
Brinquedos ____________________________________ 41,98%
MEDICAMENTOS _____________________________ 36%
Cigarro _______________________________________ 81,68%
Fertilizantes ___________________________________ 27,07%
Mesa de Madeira _______________________________ 30,57%
Cadeira de Madeira _____________________________ 30,57%
Sofá de Madeira/plástico _________________________ 34,50%
Armário de Madeira ____________________________ 30,57%
Cama de Madeira________________________________ 30,57%
Motocicleta de até 125 cc _________________________ 44,40%
Motocicleta acima de 125 cc _______________________ 49,78%
Bicicleta _______________________________________ 34,50%
Vassoura ______________________________________ 26,25%
Tapete ________________________________________ 34,50%
Automóvel _____________________________________ 43,63%
    ALÉM DESTAS COISAS, VC AINDA PAGA DE 15% A 27,5% DE IMPOSTO DE RENDA SOBRE SEU SALÁRIO!
O GOVERNO NÃO PRESTA OS SERVIÇOS 
Porém
VOCÊ PAGA O SEU PLANO SEU SAÚDE, O COLÉGIO DOS SEUS FILHOS, A SEGURANÇA DA RUA, IPVA, IPTU, INSS, FGTS, ETC., etc., E ELES QUEREM A CPMF OUTRA VEZ!
    Isso está aí há muitos anos, e ninguém faz nada para mudar!!! O Congresso zomba de nós todos os dias! Até quando vamos aceitar isso ? Enquanto o povo não se mobilizar , ELES continuarão nos fazendo de escravos. Pois para ELES, é isso que somos.
    A mudança do Brasil só depende de nós!! Vamos começar com Impostos destacados na Nota Fiscal !!.

Marcha à ré - http://www.istoe.com.br/reportagens/162578_MARCHA+A+RE
    O aumento do IPI dos carros importados provoca uma onda de indignação e ameaça levar o Brasil de volta aos tempos dos automóveis caros e sem tecnologia
Mariana Queiroz Barboza
    No balanço das ações do governo na condução da política econômica, não é exagero dizer que, nos últimos anos, o número de acertos foi muito superior ao de erros. Se o País encontrou uma rota segura de crescimento, isso se deve essencialmente a um conjunto de medidas providenciais – a abertura da economia na década de 90, o cerco à inflação do Plano Real, a ampliação do crédito e o combate à pobreza em tempos mais recentes, para citar alguns fatores determinantes. Por isso mesmo, além de surpreender pelo que continha de inesperado, o anúncio do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 30 pontos porcentuais para carros estrangeiros tem provocado uma onda de indignação. Sob a alegação de estimular a criação de empregos e equilibrar a balança comercial, o governo, de uma tacada só, pode levar o País a recuar 20 anos. Além de prejudicar empresas, a marcha à ré vai pesar no bolso de milhões de brasileiros, que serão obrigados a pagar entre 25% e 28% a mais por automóveis fabricados fora do Brasil (à exceção do México e dos países do Mercosul, que não precisam se submeter ao aumento da tributação). “A medida é claramente um retrocesso”, diz Sergio Habib, presidente da chinesa JAC Motors.
    O argumento da geração de postos de trabalho não sustenta uma análise mais profunda. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as montadoras instaladas no País empregam 144,7 mil pessoas, do chão de fábrica aos escritórios. O interessante é que a maior parte dos empregos do setor vem da distribuição, e não das plantas industriais. As redes de concessionárias são diretamente responsáveis por 376 mil trabalhadores, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Nessa conta, entram as redes dos fabricantes nacionais, mas também estão os importadores que montam estruturas para atuar no Brasil. Apenas a JAC, que chegou ao mercado brasileiro em março de 2011, emprega 2,5 mil pessoas. Desde então, a empresa investiu R$ 380 milhões no País, valor desembolsado em ações de marketing e na abertura de 35 concessionárias. Se a mordida tributária subir da forma como planeja o governo, aportes futuros poderão ser revistos. A JAC tem pronto um projeto de construção de uma unidade no Brasil ao custo de R$ 900 milhões. Como ficam os planos da companhia? “Da maneira como o decreto foi feito, não dá para fazer fábrica no Brasil”, afirma Habib.
    Na indústria automobilística atual, qualquer montadora, antes de construir uma planta em um país, inicia o processo com a importação e a instalação de uma rede de concessionárias. A lógica diz que é preciso medir a receptividade do mercado para alcançar um volume que sustente uma linha de produção. Foi assim com Honda, Toyota, Nissan, Peugeot, Citroën e Mitsubishi. Se o governo dificultar a entrada de carros importados, diminuem as chances de novas empresas chegarem ao País. Nesse ciclo negativo, investimentos serão perdidos – e empregos, desperdiçados. O presidente da Mercedes-Benz para a América Latina (empresa que, a propósito, fabrica veículos no Brasil há mais de cinco décadas), Jüergen Ziegler, reforça esse raciocínio. Segundo ele, a medida não vai atrair recursos para o Brasil. Ao contrário, vai afastá-los. Ziegler diz que o aumento do IPI vai levar investimentos, antes previstos para o Brasil, para o México. Como esse país não foi afetado pelo aumento do imposto e faz parte do bloco comercial Brasil/Argentina, as montadoras interessadas em construir fábricas por aqui serão seduzidas a colocar dinheiro em território mexicano, onde, aliás, os custos de produção são menores.
    Se a economia como um todo perde, o cidadão comum também vai sofrer os efeitos negativos da decisão do governo. “Como sempre neste País, quem vai pagar a conta desse decreto é o consumidor”, diz José Luiz Gandini, presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), que comanda a Kia no Brasil. Segundo Gandini, o imposto mais caro resultará em uma alta de até 28% nos preços dos automóveis. “O aumento do IPI rompe o direito do consumidor de fazer sua melhor opção”, diz João Doria Jr., presidente do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE). Enquanto a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo defende a medida retrógrada do governo, o LIDE vai no caminho oposto. “O ideal seria estimular o mercado nacional e os importadores a implantar indústrias com produção no Brasil em um prazo de até dois anos”, diz Doria. O presidente da Audi no Brasil, Paulo Sérgio Kakinoff toca em outro ponto. “A competitividade não pode ser assegurada por um protecionismo que desestimule a oferta ao consumidor”, diz.
    O que explica o crescimento impressionante da venda de importados nos últimos anos? A resposta é fácil: preço associado à qualidade. Essa combinação fez com que, nos últimos seis anos, a participação de carros estrangeiros quadruplicasse no mercado brasileiro. Chineses, coreanos e alemães, que lideram o avanço do bloco internacional, trouxeram conceitos novos ao País, como garantia de longo prazo, equipamentos de segurança que viraram itens de série (airbag e freio ABS) e design diferenciado. Por que privar os brasileiros de tudo isso? “Hoje, o consumidor tem a opção de ter um importado atualizado, com garantia de cinco anos, em vez de um nacional obsoleto, com design ultrapassado”, diz Gandini. “A culpa desse cenário é da indústria nacional, que, há muito tempo, parou de investir em tecnologia.”
    Dificultar o ingresso de produtos estrangeiros é uma medida irmã do atraso. Basta lembrar como era o Brasil nos anos 80, com um parque industrial retrógrado, pouco competitivo e incapaz de produzir itens cobiçados no mercado internacional. O aumento da presença de empresas brasileiras no Exterior é resultado do aprimoramento tecnológico de nossas indústrias e essa foi uma conquista que não veio ao acaso. É fruto do conhecimento introduzido inclusive por grandes grupos internacionais. Medidas protecionistas não são afeitas a países que crescem e se desenvolvem – são praticadas apenas por nações que perderam o curso da história. Para Gilberto Braga, professor de finanças do Ibmec-RJ, há o risco de o caso desencadear embaraços internacionais. “Ele cria uma espécie de reserva de mercado, o que pode levar o Brasil a sofrer algum grau de retaliação na Organização Mundial do Comércio”, diz ele. Detalhe alarmante: o governo aumentou impostos em um país já recordista nesse quesito. Enquanto a carga tributária brasileira pesa 30,4% no preço final do carro, nos Estados Unidos a fatia é de 6,1%. Na Europa, a contribuição gira em torno de 16%. No Japão, é de 9%.
    Na quinta-feira 22, dois passos importantes foram dados para que a medida seja revista. A Justiça Federal do Espírito Santo suspendeu a cobrança do IPI maior por 90 dias, atendendo a um pedido da chinesa Chery. Com essa liminar, o imposto mais caro só passa a valer a partir de 15 de dezembro, 90 dias após a publicação do decreto. Em Brasília, representantes da Abeiva se reuniram com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, para discutir o assunto. Saíram do encontro com a promessa de que as reivindicações da Abeiva serão analisadas. Diante da força dos argumentos contrários ao aumento da alíquota do IPI, espera-se que o governo seja sensível às reclamações. E que continue colocando em prática medidas sensatas como as do passado recente.

OS CORREGEDORES DA HISTÓRIA - Percival Puggina 
            O Congresso Nacional se encaminha para aprovar a criação da Comissão da Verdade. Saído do forno da Câmara na última quarta-feira, o projeto segue, agora, para o Senado Federal, de onde rumará para sanção presidencial. Pelo projeto, caberá à presidente Dilma a tarefa de indicar todos os sete membros da Comissão. Como é que é? Todos? Sim, todos. Foi-lhe vedado, apenas, nomear quem exerça "cargo no Executivo e em partido, quem não tenha condições de atuar com imparcialidade e quem esteja no exercício de cargo em comissão ou função de confiança".  Esta foi a contribuição do DEM para o projeto. Imagino que o deputado ACM Neto, depois de vê-la aprovada, deve ter ido dormir tranquilo, convencido de que a exigência proposta por ele confere à comissão a dignidade, a isenção e a inteireza do melhor mármore de Carrara. Pois sim!
            Barbadinha a tarefa de Dona Dilma. O que mais existe em relação aos episódios a serem apurados é imparcialidade. Vai sobrar gente imparcial na lista dos querendões. Uma vez nomeados pelas mãos todo-poderosas da presidente para uma tarefa árdua e contínua de dois anos, os sete "corregedores" da história, certamente muito bem remunerados, mas sem peias nem gratidões, farão o trabalho com alma, luvas, retortas e cadinhos de cientistas em seu laboratório. Aliás, quem conhece alguma coisa sobre como a história acontece e sobre a história que se conta há de saber que atribuir a detecção da verdade a um grupo de sete pessoas é expressão de indizível petulância. Como resultado do trabalho da Comissão, presume-se, haverá verdades decididas por sete a zero e verdades decididas por quatro a três. Em quaisquer escores, contudo, o que emergir será verdade evangélica, obra de redatores ungidos e sagrados, sobre cuja posição nada se poderá arguir sem contrariar o que já está decidido na lei que os nomeou. Qualquer versão diversa será, oficialmente, uma mentira cabeluda.
            Ouvi vários pronunciamentos durante a discussão da matéria na Câmara dos Deputados. Quase todos a favor. Ou marcados por aquela moderação benevolente e contida de quem sabe que já ganhou e não quer marola, ou espumando os ódios habituais e ancestrais. Durante aquela sessão plenária foi posta em marcha, ante e mediante um singular tribunal da história, a canonização de guerrilheiros que, integrando organizações assumidamente comunistas, teriam pegado em armas para lutar até a morte pela democracia. E que, para isso, foram treinados em Cuba, Pequim e Moscou. O único argumento posto contra quem se atreveu a expor tamanha obviedade foi riso e vaia... Riso e vaia de puro amor à verdade! É o mesmo amor à verdade que inspira tantos e tantos professores - de história e de qualquer outra coisa - em sala de aula, a moldar a história brasileira e universal ao seu gosto, como se fosse um lego. Encaixam às peças à gosto e jogam fora as que não agradam. E só por escrever isto e jamais ter negociado meu senso crítico pelo sorriso benevolente de quem quer que seja, eu já me torno um autor politicamente incorreto, como politicamente incorreta estará qualquer perspectiva não canônica dos fatos de 1964 e adjacências.
            Reconto o episódio a seguir para quem não o leu num artigo que escrevi em março. Uma senhora foi a Cuba. Senhora de esquerda, do tipo que usa brinco com estrela. Foi cheia de entusiasmo para conhecer a imagem viva do seus afetos ideológicos. O refúgio do companheiro Zé Dirceu. O paraíso caribenho de Lula. A terra do socialismo real. Quando retornou, a família caiu-lhe em cima com suas curiosidades. Longos silêncios, muxoxos e frases desconexas eclodiram, depois de alguns dias, neste desabafo restrito ao circuito mais íntimo: "Tá, aquilo é uma droga. Mas eu não posso ficar dizendo, tá?". Tá, madame. Yo la entiendo. A verdade sobre Cuba fica entre quatro paredes. Agora, vamos cuidar da verdade sobre o Brasil, é isso? Se uma simples militante age assim, o que farão os corregedores da história escolhidos a dedo e lupa por Dona Dilma, aspirante a santa padroeira dos guerrilheiros nacionais?

Curiosidades/Relaxe

Por que os aviões a jato deixam marcas no céu?
Por causa do rápido resfriamento dos gases provenientes da combustão de seus motores. O vapor de água desses gases se transforma rapidamente em cristais de gelo, deixando as trilhas de condensação.

O que significa a sigla R.I.P, usada em caixões e cemitérios estrangeiros?
O R.I.P. presente em cemitérios de alguns países de língua inglesa são as iniciais da frase Rest in Peace, que significa "descanse em paz". Em inglês, a palavra rip também pode ser um substantivo - denotando fenda ou corredeira de água. Empregada como verbo, rip significa rasgar, cortar ou serrar. A expressão é uma derivação do latim Requiescat in Pace.

Um dia joão estava enfrente a igreja com uma vara matando formiguinhas e falando : PORRA ERREI, PORRA ERREI . Ai chega um padre e fala para o menino: Filho não mate essas formiguinhas ele olha para cara do padre e continua: Porra errei porra errei.
Ai cai um trovão lá de cima em cima do padre .
Ai vem uma voz : - POOOOOOORRA ERREI !

Os passageiros entram na aeronave, se acomodam em seus lugares e logo em seguida entra o comandante usando óculos escuros e segurando uma bengala. Ao vê-lo, a comissária de bordo aproxima-se dele, toca-lhe braço, o comandante põe mão sobre o ombro dela e seguem os dois em direção à cabine de comando. Pouco depois, entra o co-piloto, também de óculos escuros, segurando a coleira do seu cão. A comissária aproxima-se, acomoda o cão num compartimento especial, o co-piloto põe a mão sobre o ombro da comissária e os dois seguem em direção à cabine.
Alguns passageiros ficam um tanto preocupados com o perfil da tripulação, mas a maioria não percebe nada diferente. A comissária  fecha a porta da aeronave, faz a inspeção dos passageiros para assegurar-se de que todos estão com o cinto e senta-se em seu lugar.
A aeronave dirige-se para a cabeceira da pista, os motores roncam e lá vai ganhando velocidade. Vai cada vez mais rápido, e ganhando velocidade, e ganhando velocidade, mas nada de sair do chão. Nisso, os passageiros percebem que já estão quase no finzinho da pista e nada de a aeronave decolar. E alívio de todos. Nesse momento, o comandante fala para o co-piloto:
- Qualquer dia desses essa turma não grita na hora certa e aí estamos perdidos.