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terça-feira, 19 de julho de 2011

Sociedade Aberta --> Impostos comprometem até 50% do faturamento de MPEs --> Fisco cria viciados em parcelar dívidas --> As vítimas serão nossos filhos




La primera vez que me engañes la culpa será tuya; la segunda vez, la culpa será mía.  Einstein



Na boca do discreto, o público se torna secreto 

Sociedade Aberta - http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2011/07/13/sonegacao-e-reforma-tributaria/ - Valdir Pietrobon é presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis

         Que o Brasil tem uma das mais altas cargas tributárias do mundo, não é segredo para ninguém. Mas é preciso manter aberto esse debate, chamando a atenção para as consequências disso. Estima-se que, hoje, cerca de 30% do faturamento de empresas brasileiras sejam subfaturados, por meio do desvio para os chamados “caixa 2”. Mas, afinal de contas, porque se sonega tanto? A resposta é simples: por conta da alta carga de tributos.
         Com o passar dos anos, a inflação que faz com que o preço dos produtos e serviços subam, também aumenta o valor dos impostos. Com isso, as empresas acabam pagando mais tributos, sem ter um aumento efetivo do resultado. Na prática, a alta tributação vai comendo o lucro e, em médio prazo, desequilibra a gestão do negócio.
         Esse aumento de inflação gera necessidade de correção dos preços e faz, também, com que empresas extrapolem o teto de arrecadação – hoje de R$ 2,4 milhões por ano – que as enquadra no modo de tributação do Simples Nacional. Ao romper esta faixa, a carga tributária aumenta exponencialmente, inviabilizando o funcionamento formal destas empresas. Isso, sim, gera sonegação.
         Essa conjuntura perversa tem estimulado boa parte dos empresários a partirem para a sonegação fiscal. Ou seja, esta prática ilegal não surgiu como mera artimanha para enriquecimento ilícito dos empresários, mas como alternativa para escapar de uma tributação excessivamente mais alta, o que resulta, em médio prazo, na pura inviabilidade do negócio.
        Cumpre ressaltar que, direta ou indiretamente, o fardo dos impostos recai sobre toda a sociedade, desde a dona de casa ao empreendedor. Por exemplo, de cada tijolo que o brasileiro compra, 34% ficam em impostos. Açúcar e detergente têm carga de 40%. Nem a cervejinha (56%) e a cachaça (83%) escapam da altíssima tributação.
         Uma alternativa para desafogar as empresas e para minimizar a sonegação fiscal é a aprovação imediata da Lei Geral da Micro Empresa, cuja discussão se arrasta desde o ano passado pelo Congresso Nacional. Esta iniciativa propõe, entre outras coisas, a elevação do teto do Simples Nacional para R$ 3,6 milhões. Neste patamar, mais empresas passariam a se enquadrar, deixando a clandestinidade.
        É preciso desonerar quem gera empregos e contribui para que a economia brasileira continue a caminhar de forma pujante. É preciso que se entenda que microempresas existem principalmente para criar emprego e não somente para pagar impostos. É imperativo que se traga a reforma tributária para a pauta de discussões. Afinal, a sonegação existe por conta do peso dos tributos.
         No momento em que a carga tributária for compatível e justa, a sonegação deixará de existir.  Ninguém gosta de viver na clandestinidade. Todos querem colaborar formalmente com o crescimento do Brasil. É necessário, no entanto, haver condições para que todos participem de maneira oficial deste processo.

Impostos comprometem até 50% do faturamento de MPEs - http://4mail.com.br/Artigo/ViewFenacon/008140033907645

    O peso da carga tributária para micro, pequenas e médias empresas é tamanho que algumas delas chegam a comprometer até 50% do seu faturamento para pagar impostos. É o que concluiu pesquisa da empresa de auditoria BDO RCS. De acordo com o estudo, 69,8% das 150 companhias entrevistadas chegam a direcionar pelo menos 20% do faturamento para pagar tributos.   
    Mesmo nas optantes pelo regime de tributação conhecido como Simples Nacional, esse custo pode alcançar 27,9%.
    "Isso mostra o exagero que é a cobrança de tributos no País. Soma a isso ainda o fato de que essa empresa tem que pagar água, luz, entre outros custos", entende Igor Mauler Santiago, professor de cursos de especialização em Direito Tributário nas Faculdades de Direito Milton Campos, em Minas Gerais, e na Fundação Getulio Vargas (FGV) em São Paulo e no Rio de Janeiro. A consequência desse peso, segundo especialistas, é que prejudica o crescimento da economia, já que as micro e pequenas são as maiores empregadoras do País.
    "De forma geral, todos pagam muito imposto. Muito vezes, paga mais quem está no lucro presumido do que no lucro real", comenta o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, ao se referir a outros regimes de tributação, além do Simples.
    A crítica dos especialistas entrevistados pelo DCI é que mesmo o Simples, criado como uma forma de, como o próprio nome diz, simplificar o pagamento dos tributos para as empresas, e assim diminuir a inadimplência fiscal, possui regras que atrapalham o recolhimento. "Após quatro anos de criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, o micro e pequeno empreendedor viu o benefício se tornar prejuízo", diz Robinson Passos de Castro e Silva, presidente da Rede Nacional de Contabilidade. "Por isso pleiteamos que projetos de lei que alteram o Simples sejam aprovados. Um deles, por exemplo, prevê a ampliação das atividades que podem entrar no regime simplificado. É um ótimo projeto, pois o critério tem que ser pelo faturamento e não pela atividade como é hoje", aponta Quick. Ele acredita que em agosto pode haver alguma definição de mudanças.
    Além de ampliar as atividades, para Castro e Silva, se aprovada a elevação do limite de faturamento anual da microempresa de R$ 240 mil para R$ 360 mil, e o da pequena empresa de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões - também pleiteada pelo Sebrae -, "tiraria muitas empresas do sufoco e geraria maior faturamento e aumento nos investimentos do setor". O projeto que prevê essas alterações está em tramitação na Câmara dos Deputados.
    Esse projeto, segundo o presidente da Rede Nacional de Contabilidade, sugere outros ajustes como a possibilidade de parcelamento das dívidas fiscais, a adoção de faixa especial de enquadramento para a pequena empresa exportadora e um conjunto de temas voltados para a simplificação tributária, inclusive com a possibilidade de uso da Internet.
Reforma tributária
    O problema maior, na opinião de Santiago, é que não há uma maioria política para rever mudanças gerais, não só no Simples. "A partir de hoje (ontem) o Congresso está parado e, com isso, o tempo passa e a as empresas perdem competitividade para a China, por causa da alta carga tributária, que reduz a possibilidade de investimentos. E principalmente, as micro e pequenas empresas que são motores do crescimento do País, são afetadas pela falta de soluções."
    O gerente do setor fiscal da Prolink Contábil, Robison Chan Tong, concorda com os especialistas. Para ele, a reforma tributária seria uma solução, "mas ela dorme o sono dos justos".
    Já o governo mostra que está mais propenso a resolver o problema. Recentemente, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou que o Brasil precisa mudar sua estrutura tributária como forma de se adequar à nova realidade. Ele disse que a atual tributação não está mais adequada ao tamanho do território e ao nível de desenvolvimento. Mesmo assim, os especialistas ainda estão céticos.
    O conselho de todos os entrevistados pelo DCI é de que o empreendedor faça sempre um planejamento tributário para optar por um regime de tributação.
    O coordenador da área tributária do Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, Bruno Zanim, aconselha que, antes mesmo de abrir a empresa, o empreendedor calcule por qual regime optar. "Nem sempre o Simples é mais benéfico quando se abre uma empresa", diz.
    Segundo o gerente da Prolink, a opção vai depender do balança das contas da empresa. "Se o lucro for de até 8% (do faturamento) o ideal é escolher o Lucro real. Acima disso, é melhor estar no Lucro Presumido. No caso do Simples, se a folha de pagamento corresponder maior do que 45% da receita, é melhor migrar para o Presumido do que continuar no regime simplificado. Visto que, neste caso, os custos da alíquota do INSS são maiores", exemplifica. Robison Chan Tong ressalta, porém, que cada empresa tem que ser estudada individualmente.

Fisco cria viciados em parcelar dívidas - http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/fisco-cria-viciados-em-parcelar-dividas/

    Os programas especiais de parcelamento de dívidas criados pelo governo nos últimos 11 anos criaram uma legião de viciados em renegociações. Pessoas físicas e jurídicas em débito com a Receita Federal e Previdência Social têm pago apenas as primeiras parcelas e depois abandonam os pagamentos à espera de novo perdão e nova renegociação. E a estratégia tem funcionado com eficiência. Desde 2000, já foram lançados quatro parcelamentos e as dívidas nunca são quitadas.
    Levantamento da Receita Federal, obtido pelo Jornal da Tarde, mostra que há um número grande de exclusões de devedores dos programas, seja pela migração para outros parcelamentos ou porque voltaram a ficar inadimplentes. A segunda opção explica a grande maioria dos casos.
    O exemplo mais claro desse processo está no chamado Refis da Crise, parcelamento lançado pelo governo federal em 2009 para um pacote de dívidas de R$ 364 bilhões para empresas e R$ 8,7 bilhões para pessoas físicas.
    Por causa do grande volume de débitos e da complexidade das regras, o governo levou 18 meses para construir o sistema de informática para consolidar as dívidas, o que permitirá definir quanto cada devedor vai pagar e em quantas vezes será o parcelamento.
    Durante esse período, quem aderiu ao programa de renegociação de débitos pagou apenas uma parcela mínima da dívida, mas ainda assim recebeu a certidão negativa de débitos, exigida para participar de licitações públicas.
    No primeiro grupo de empresas que tinham de fechar a negociação com o Fisco até 30 de junho, com dívida total de R$ 247 bilhões, apenas 60% das 147 mil companhias concluíram o procedimento. Ou seja, cerca de 60 mil companhias perderam o prazo para renegociar dívidas e abandonaram o programa.
    Nesse grupo, estão as empresas que recebem acompanhamento diferenciado do Fisco e também as empresas que declaram o Imposto de Renda (IR) pelo sistema de lucro presumido.
Mais juros e multas
    Agora, essas empresas terão de pagar multas e juros sobre esses débitos, além da inscrição na Dívida Ativa da União. Porém, um processo de execução da dívida pode durar anos. Enquanto estava no programa, quem não tinha débitos de outros parcelamentos podia pagar o mínimo de apenas R$ 500 por mês para abater a dívida.A baixa adesão também tem marcado o segundo grupo de empresas, que têm até 29 deste mês para consolidar os débitos. Nesse grupo, estão 212 mil firmas pela tributação do IR sobre o lucro real e órgãos públicos. Nesse caso, a dívida a ser renegociada é de R$ 117 bilhões.
    Para as pessoas físicas, a situação foi ainda pior, obrigando a Receita a esticar o prazo, para 10 a 31 de agosto. Esses contribuintes deveriam ter feito o procedimento em maio, mas das 240 mil pessoas inscritas apenas 103 mil fizeram a negociação. De um passivo tributário de R$ 8,7 bilhões, foram negociados R$ 4 bilhões.

As vítimas serão nossos filhos - João Mellão Neto - JORNALISTA, FOI DEPUTADO, SECRETÁRIO E MINISTRO DE ESTADO - http://www.blogdomellao.com.br/forum/2011/07/16/as-vitimas-serao-nossos-filhos/

    Como era a vida nos tempos da ditadura? Minhas lembranças pessoais são confusas. Recordo-me de que os mais antigos nos diziam que o Brasil era governado por um general, de nome Médici. Que cuidava para que o País e a gente pudéssemos todos crescer em segurança.
    Nós, adolescentes, exultávamos com ele e cantávamos, arrebatados, as alegres músicas de Dom e Ravel. "Ninguém segura este país" - e disso não tínhamos a menor dúvida. O governo alcançou, na época, 80% de aprovação popular.
    Na faculdade vim a conhecer uma visão diferente. Os professores diziam-nos que os militares eram verdadeiros monstros. Eles torturavam e assassinavam sem a menor piedade. Quanto à economia, o que teria ocorrido, de fato, fora uma injusta política que visava a fazer dos ricos mais ricos e dos pobres, ainda mais pobres. Meus pais também, a essa altura, já não mostravam o mesmo entusiasmo de antes pelo regime. Corrupção demais e liberdade de menos, queixavam-se eles.
    Na dúvida, entrei de corpo e alma no movimento estudantil. Cheguei até a ser detido. Durante uma passeata de protesto, fui apanhado pela polícia. E após levar alguns pontapés fui transportado de camburão para o Deops - a "masmorra da ditadura", como se dizia. Passei a noite toda em claro, respondendo a intermináveis interrogatórios. Fui libertado ao amanhecer. Senti-me, então, um herói.
    Mas isso tudo são reminiscências. Um relato subjetivo de impressões.
    Em termos de História, ninguém é capaz de interpretar os fatos mais recentes com a necessária isenção. Ainda há muita paixão envolvida neles.
São três as principais versões.
    Da parte dos militares, a intervenção se deu em razão dos desmandos dos políticos dessa época. E a decisão de permanecerem no poder foi apenas uma consequência do fato de não haver, na visão deles, nenhum civil com autoridade e austeridade suficientes para levar adiante a "revolução" que estava em curso.
    Da parte dos civis que apoiaram o novo regime, a maioria afirma ter-se desiludido com ele logo depois, quando a democracia foi eliminada e ficou constatado que os militares não pretendiam sair do poder. A "revolução" ter-se-ia desvirtuado, no seu entender. Resumiu-se a um mero contragolpe. A desordem, então, era imensa. Quem queria dar um golpe, na verdade, era o presidente João Goulart.
    Na opinião dos que se opuseram desde o início, o que teria ocorrido, de fato, fora a implantação de uma ditadura de direita, com o objetivo de massacrar os movimentos populares e concentrar a renda nacional na mão de alguns poucos. E, dentre esses opositores, houve alguns que foram além: optaram pela luta armada. Não pela volta da democracia, mas sim por outra ditadura, de sinal oposto. Eles se entendiam como guerrilheiros. Mas, para o governo, não passavam de "terroristas". E, a pretexto de combatê-los, o regime foi endurecido. Sucederam-se os tais "anos de chumbo".
    Mas, algum tempo depois, o regime foi obrigado a se abrir.
    O fato é que a tolerância geral ao sistema autoritário se lastreava em seu alegadamente superior desempenho na administração da coisa pública. Os políticos, diziam, só servem para atrapalhar. Ainda hoje, não são poucos os que pensam assim.
    Quando os índices de crescimento econômico começaram a declinar, não havia mais por que manter o regime. E ele terminou desmoralizado, em 1985, quando o general Figueiredo - e os seus equídeos - deixaram o Planalto Central.
    O regime militar deixou o País nas mesmas condições em que o encontrou: inflação e descontentamento em alta, crescimento e popularidade em baixa.
    Veio a democracia e com ela, a nova Constituição. Alguém, então, apresentou um projeto prevendo uma eventual reparação financeira para quem tivesse sido prejudicado pelos sucessivos governos, desde Dutra até Sarney. O projeto passou batido e transformou-se em disposição constitucional. E esta foi regulamentada por lei, no final de 2001. Assim nasceu a polêmica Comissão de Anistia.
E é neste ponto que cabem algumas considerações.
    O que era provisório se tornou permanente. A referida comissão está comemorando o seu décimo aniversário de vida e não pretende morrer tão cedo. Milhares e milhares de indivíduos já foram anistiados. E a sua ideia, agora, é sair em caravana pelo País, à cata de outros tantos. Cada um passa a receber um salário mensal - cujos valores chegam a até R$ 24 mil - pelo resto da vida. Além de uma bolada inicial, a título de retroatividade.
    A Comissão de Anistia tem sido muito generosa e seletiva em seus pareceres. Criou custos para o erário de cerca de R$ 4 bilhões a cada ano e, ao que parece, contempla somente os militantes da esquerda. Criou-se no País uma nova profissão: a de vítima.
    Segundo se afirmou na época em que a lei foi sancionada, essa comissão era necessária para reparar injustiças e pacificar de vez a Nação.
    Haja injustiçados! E também, pelo visto, não houve pacificação alguma. O que se cogita, agora, é de instaurar uma nova comissão - a da "verdade".
    Para que serviria ela?, pergunta-se. Ora, para apurar, em detalhes, todas as violações dos direitos humanos ocorridas durante o regime de exceção.
    Até aí, tudo bem. Só que a ideia é que apenas uma das partes interessadas seja ouvida.
    Ninguém pretende ouvir, também, as famílias daqueles que morreram em decorrência da ação dos guerrilheiros? O número total passa de uma centena. E muitos eram meros transeuntes. Não tinham nada que ver com o embate.
    Por que meus filhos - e mais dois terços da população brasileira - terão de arcar com os custos de tudo isso? Eles todos - no tempo da ditadura - nem sequer haviam nascido!

Relaxe/Curiosidades

FEIA, FEIA, FEIAAAA!!!

Um motorista de táxi ia guiando numa grande avenida de S.Paulo percebeu uma linda mulher caminhando na calçada uns metros adiante e fala ao passageiro que levava no carro:
- Olha que mulher bonita! Nossa, ela é um  avião!
E o passageiro responde  gritando:
- Feia!
O motorista:
- Feia  nada! Ela é gostosona pra caramba!
E  o passageiro gritando de novo:
- Feia!!!!  Feiaaaaa...
-  Que feia o quê!! Tá louco??? - responde o motorista.
E o passageiro aos berros:
- Feia! Feia! Feiaaaaa !
O motorista, que não estava olhando  pra frente, bate em outro carro.
Fica  louco da vida e fala pro passageiro:
- Pô cara! Cê viu que eu ia bater!!! Por que não me  avisou?
E o passageiro:
-  Aralho!!! Eu ava itando:- feia... feia.... E ocê num feiô.  É urdo é???
Zi udeu... 
  
Dois amigos conversam:
— Cara, eu odeio ir em festa de casamento!
— É mesmo, rapaz? Por quê?
— As minhas tias sempre ficam falando "O próximo vai ser você! O próximo vai ser você!"
— Putz... Aí é fogo, hein? Mas eu conheço um jeito de você fazer elas pararem...
— É mesmo? Como?
— Começa a fazer a mesma coisa com elas nos funerais!

Por que o líquido dentro de um copo não derrama quando uma aeronave se inclina?
Em uma manobra bem feita, ocorre um equilíbrio entre a velocidade do avião, a gravidade e a força centrífuga (que impele as asas para dentro ou para fora da curva). Nestas condições, poderia até ser feito um looping (giro de 360 graus) sem o líquido cair do copo. O princípio é o mesmo que mantém uma pessoa segura em uma montanha-russa, mesmo virando de cabeça para baixo.

Por que o oxigênio da Terra não se esgota?
O oxigênio é constantemente renovado com a fotossíntese realizada pelas plantas. Elas se alimentam principalmente de água e gás carbônico. A fotossíntese é o processo obtenção de energia da planta que transforma gás carbônico em oxigênio. O oxigênio é proveniente, em grande parte, do plâncton marinho.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Folha de pagamento pode ser desonerada em até cinco vezes --> Limite de receita para enquadramento no lucro presumido poderá passar a R$ 78 milhõe --> Empreender com valores --> ARCO DO TRIUNFO, ARCO DO FRACASSO


Mau capelão, pior sacristão

O que você sabe é meramente um ponto de partida. Assim, mova-se. "  - Keorapetse Kgositsile


Folha de pagamento pode ser desonerada em até cinco vezes - http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=67519

    Desde o ano passado, micro, pequenas, médias e grandes empresas têm a possibilidade de desonerar sua folha de pagamento de três a cinco vezes. De acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2010, é ilegal e inconstitucional a incidência de contribuição previdenciária sobre benefícios que não correspondem necessariamente à contraprestação efetiva ao trabalho prestado pelo empregado, como distribuição de lucros, auxílio-creche, auxílio-moradia, auxílio-transporte, auxílio-prévio-indenizado, afastamento por motivo de doença ou acidente de trabalho e adicional de férias.
    Desse modo, a empresa pode recuperar, em créditos fiscais, o montante recolhido indevidamente e ficar isenta do pagamento da contribuição previdenciária, de aproximadamente 20%, sobre esses benefícios.
    Segundo o advogado especialista em Direito Tributário Paulo Zoccoli, diretor do escritório Zoccoli Advogados, em três anos, no máximo, a empresa obtém a recuperação dos valores pagos em créditos. Já a isenção do recolhimento da contribuição previdenciária é imediata, após a obtenção de liminar. “Sobre os benefícios que fogem dessa contraprestação efetiva não incide a contribuição previdenciária, sendo ilegal e inconstitucional. Foge da singela relação de trabalho remunerado sem finalidade indenizatória”, afirma.
JC Contabilidade - Como é possível para o empresário desonerar sua folha de pagamento, sem cortes de pessoal?
    Paulo Zoccoli - A folha de pagamento, com seus encargos tributários crescentes, consome o capital de giro das empresas e reservas para investimentos. Fruto de antigas discussões nos tribunais, o tema desoneração da folha foi pacificado desde o final de 2009, pelo Supremo Tribunal Federal que obrigou todos os demais tribunais a reverem seus posicionamentos. O STF decidiu que todas as verbas pagas em folha de pagamento que não sejam produto de remuneração, mas de indenização, ou benefícios não decorrentes de atividade laboral, que não integram o salário de contribuição para fins de aposentadoria, são isentos da contribuição previdenciária patronal, da ordem de 20%. Com isso, significativo número de verbas desembolsadas pelas empresas em folha deixou de ser tributado pela contribuição previdenciária. É o caso das férias indenizadas, terço de férias, aviso prévio indenizado, primeiros quinze dias de afastamento por motivo de saúde, acidente e vários outros itens, como auxílio-creche, auxílio-acidente, auxílio-educação, bolsa de estudos etc.
Contabilidade - Qual o benefício real dessas isenções para as empresas em termos de valores?
    Zoccoli - O benefício é calculado em função do perfil de cada empresa e sua rotatividade de mão de obra e o tipo de trabalhadores que contrata. Porém, num período considerado nos últimos cinco anos, na média, se tem como certo um benefício que varia entre três a cinco vezes o valor atual da folha. Após a definição por sentença, a empresa desfrutará permanentemente dos benefícios, passando a integrar seu ativo em direitos de creditamento.
Contabilidade - Existem prejuízos aos trabalhadores?
    Zoccoli - Absolutamente. É ação exclusiva da empresa frente à carga tributária que lhe é imposta. Não há qualquer ônus ao trabalhador, mas ao contrário, a empresa com mais dinheiro em caixa obtém vantagens competitivas no mercado.
Contabilidade - Qual o caminho que as empresas devem percorrer para atingir tais benefícios?
    Zoccoli - Uma vez que, apesar de as decisões dos tribunais superiores serem favoráveis, não há reconhecimento do INSS quanto a essas isenções. Assim, cada empresa, no âmbito de seus interesses, deve pleitear em via própria o reconhecimento desses benefícios.
Contabilidade - Por que as empresas optantes do Simples não podem se utilizar desta isenção?
    Zoccoli - Ocorre que as empresas optantes pelo regime simplificado de tributação já desfrutam de benefícios não concedidos às demais empresas, além de terem seu recolhimento unificado de tributos.
Contabilidade - Como é feita a isenção do recolhimento da contribuição previdenciária?
    Zoccoli - Da seguinte forma: definido por sentença irrecorrível, todos os valores repassados pela empresa que ficaram isentos se transformam em créditos que se pode compensar com os recolhimentos normais até sua total liquidação. Atualmente é possível reverter os últimos cinco anos. Esses procedimentos são realizados na via administrativa, junto à Receita Federal, mediante expedientes usuais acessível a todos.

Limite de receita para enquadramento no lucro presumido poderá passar a R$ 78 milhões - http://correiodobrasil.com.br/limite-de-receita-para-enquadramento-no-lucro-presumido-podera-passar-a-r-78-milhoes%C2%A0/267965/

    O novo limite de receita bruta anual para que as pessoas jurídicas tenham chance de optar pelo regime de tributação do Imposto de Renda com base no lucro presumido poderá ser de R$ 78 milhões. É o que prevê proposta aprovada nesta terça-feira (12), em decisão terminativaDecisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. , pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O valor em vigor atualmente é de R$ 48 milhões.
    O projeto de lei em questão (PLS 319/10) também amplia de R$ 4 milhões para R$ 6,5 milhões – multiplicado pelo número de meses de atividade do calendário anterior – o valor mínimo para enquadramento no lucro presumido, quando o período a ser computado for inferior a 12 meses.
    Segundo o autor do projeto, o ex-senador Alfredo Cotait, a última atualização nos valores para enquadramento no lucro presumido foi feita em 2002, e a nova ampliação dos números “vai evitar que empresas sejam excluídas desse regime ou não possam optar pelo mesmo”. Os novos números, segundo ele, são baseados na inflação apurada entre dezembro de 2002 e novembro de 2010, mais a estimativa para 2011, segundo o Banco Central.
    Ao apresentar voto pela aprovação da proposta, o relator, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), argumentou que uma demora maior em atualizar a legislação tributária federal (Lei 9.718/98) poderia trazer muitos prejuízos a vários segmentos.
    - Perderiam as empresas menores, sem a possibilidade de simplificação no cumprimento das obrigações tributárias relativas ao Imposto de Renda; perderia o Fisco, pois o benefício ao contribuinte significa também a economia e otimização de procedimentos para a administração pública; e perderia a própria economia do país, com a menor diferenciação de tratamento entre grandes e pequenas empresas – afirmou o relator.
    Durante a discussão da matéria na CAE, os senadores Francisco Dornelles (PP-RJ), Armando Monteiro (PTB-PE), Inácio Arruda (PC do B-CE), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Delcídio do Amaral (PT-MS) reconheceram a importância da medida para desburocratizar o sistema tributário brasileiro.

Empreender com valores - http://www.brasileconomico.com.br/noticias/empreender-com-valores_104101.html

    Você acha que os empreendedores contribuem para um mundo melhor? Acha que eles estão fazendo a coisa certa? Nem sempre em nossa sociedade os empresários foram considerados modelos de cidadão a ser seguido ou elogiado.
    Eram sempre ligados a outros personagens, os quais eram identificados como pessoas que em nada contribuíam para sua comunidade, ao contrario, eram vistos como exploradores capazes de lesar os outros se tivessem oportunidade.
    As mudanças na percepção do significado do papel do empreendedor estão fundamentadas nos valores e princípios de vida que sustentam as ações destes empresários. Só se constrói uma historia de sucesso, cultivando valores como respeito, honestidade e responsabilidade.
    As instituições que fomentam o empreendedorismo, os profissionais e professores que atuam no desenvolvimento de uma cultura empreendedora têm ajudado a criar um significado cultural positivo sobre eles nos últimos anos.
    Os empreendedores são os mais contribuem para esta mudança de imagem. Atualmente sabem que precisam estar alinhados com uma postura ética em relação à sociedade onde vivem.
    Não se aceita mais conviver com pessoas que querem enriquecer para beneficio próprio, que fecha os olhos para o entorno e não retribui ou compartilha seu sucesso.
    Há um bom tempo os empreendedores entenderam que precisam gerar riquezas comprometidos com a melhoria do contexto onde estão inseridos. E não se pode pensar em empreender sem responsabilidade com as pessoas e com o ambiente.
    Esta mudança cultural no Brasil vem se consolidando através de diversos fóruns de discussão, de movimentos pela ética nos negócios e na formação de novos empreendedores por diversas instituições de ensino que têm seu modelo e metodologia fundamentados na reflexão dos valores universais que devem estar na base da prática empreendedora.
    Nossa sociedade tem amadurecido e entendido a importância de sermos vistos como um povo que se importa com o bem estar de todos, em cumprir seus contratos e respeitar a liberdade e os princípios da democracia.
    Ninguém mais acha bacana o famoso "jeitinho brasileiro", uma atitude em que se deve levar vantagens de qualquer maneira sobre os outros. A esperteza não é mais valor aceito pelo brasileiro.
    Todos nós temos um conjunto pequeno de valores dos quais não devemos abrir mão na hora de atuarmos profissionalmente ou abrir um negócio. Todo empreendedor ao tomar a decisão de criar um produto ou investir numa oportunidade leva em consideração o que está disposto a fazer para concretizar sua empreitada.
    A sua competência técnica, capacidade de tomar risco e ousar é precedida de uma reflexão sobre seus valores: O que ganharei com isto? Qual impacto positivo o mundo terá com isto? Uma inovação não deve ser implementada a qualquer custo, nem a felicidade pode ser conquistada a qualquer custo.
    Um legítimo empreendedor constrói um negocio de sucesso, lidera pessoas e gera qualidade de vida sem negociar seus valores nesta trajetória. Os princípios de vida são preservados na sua conduta empresarial e se refletem na sua vida pessoal. Valores com liberdade, honestidade, solidariedade e a integridade não tem preço.

ARCO DO TRIUNFO, ARCO DO FRACASSO - Percival Puggina

    Na agitada vida estudantil dos anos 60, em Porto Alegre, primeiro naquela usina de lideranças que era o Colégio Júlio de Castilhos e, depois, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, nunca tive alinhamentos políticos automáticos. Ainda que me faltassem bases filosóficas, gostava de pensar por conta própria. Jamais aceitei ser liderado pelos antagonismos em confronto. Mas se tivesse que eleger um grupo para valorizar sob o ponto de vista cultural, sem dúvida essa turma seria a da esquerda.
    Vocês não imaginam o quanto os caras eram sabichões. O que liam! Traziam sempre, embaixo do braço, livros da Editora Civilização Brasileira, da Paz e Terra e se reuniam em pequenos grupos para trocar ideias sobre temas cuja profundidade eu sequer arranhava. Aliás, todo estudo não acadêmico a que posteriormente me dediquei na área das ciências humanas teve como motivação a tentativa de alcançar um nivelamento intelectual com a esquerda do meu tempo de estudante. Eu precisava estar preparado para desarmar as bombas filosóficas que arquitetavam.
    Há dois motivos para esta crônica das minhas primeiras ignorâncias. Hoje tenho ignorâncias novas, maiores e muito melhores. Um é sublinhar o fato de que a esquerda brasileira daquele período, embora equivocada nos seus pontos de partida, nos meios e nos fins (isso eu intuía com correção), tinha gabarito intelectual e tinha ideais. Os esquerdistas que conheci não eram aproveitadores nem negocistas. Muitos estão por aí e são pessoas respeitáveis. A história evidenciou, posteriormente, que seus mitos e referências internacionais foram uns pervertidos e que o seu marxismo é uma usina de equívocos, mas suponho que eles não tivessem como discerni-lo nos emaranhados dos esquemas de formação, informação e desinformação em que se moviam durante a juventude.
    O segundo motivo deste relato é mostrar o quanto a esquerda brasileira afundou sob o ponto de vista intelectual e moral. Frei Betto, cuja vida e obra se caracteriza por primeiro fazer os estragos e, depois, observar os danos de longe, poeticamente, escreveu assim em artigo de setembro de 2007, ao desembarcar do governo Lula: “A sofreguidão esvaziou projetos, a gula cobiçosa devorou quimeras. O pragmatismo acelerou a epifania dos avatares do poder. Pois é. Não fosse intelectual o frei poderia dizer simplesmente que deu m... Voltando à pauta. Quem poderia imaginar a esquerda brasileira em prontidão para defender pessoas como Fidel Castro, seus métodos e seus sicários; abraçando caudilhos e brutamontes como Hugo Chávez; reverenciado primatas como Evo Morales; dando vivas a Saddam e cortejando Ahmadinejad; adotando Lula como seu estadista de referência; assumindo, como suas, causas que solapam os valores universais; proferindo juras de amor aos maiores vilões da política brasileira e fornecendo tantos e tantos prontuários e fotos aos arquivos da polícia e do ministério público? Quem poderia? Quem poderia imaginar, em 1992, que o chefe dos caras-pintadas, Lindberg Farias, passados 18 anos, eleito senador pelo PT, estaria trocando afagos com Fernando Collor, seu parceiro de fé na base do governo Dilma?
    Quando eu me lembro daqueles terríveis anos 60 e 70, marcados por severíssimos conflitos ideológicos e do quanto lhes sobreveio em violência e sofrimento, não posso deixar de pensar que essa mesma decadência é a marca registrada de todas as hegemonias políticas. A esquerda brasileira leu Gramsci. Aprendeu dele as técnicas de construção da hegemonia. Construiu-a. Mas com ela perdeu o que de melhor dispunha. Seu arco do triunfo é, também, o seu arco do fracasso. É o que, há alguns anos, se lê, com os olhos da vida vivida, logo abaixo das manchetes de todos os jornais, ainda que eles não digam isso.

Relaxe/Curiosidades

Três amigos saem de noite e, depois de muitas rodadas de bebida, um deles sugere que cada um conte algo que nunca contou para ninguém.
— Tudo bem - diz Juca -, eu nunca contei pra ninguém que sou bissexual.
Mario confessa:
— Eu estou tendo um caso quentíssimo com a mulher do meu chefe.
— Bom - começa Chico -, eu não sei como dizer isso...
— Vamos lá! Não fique sem jeito - encorajam os amigos.
— Bem... É que... Er... Eu simplesmente não consigo guardar segredos.


No escritório, José cochicha com Francisco:
— Francisco, você é capaz de guardar um segredo?
— Claro! Amigos são pra essas coisas! Pode falar...
— Cara, é que eu tô precisando de mil reais emprestados...
— Pode ficar tranqüilo! Minha boca é um túmulo... Vou fingir que nem ouvi!

Por que o "pecado original" é chamado assim?
A Bíblia chama de pecado original a famosa história da mordida da maçã no Paraíso. Nessa passagem, Deus diz a Adão e Eva que podem comer qualquer fruta, menos a maçã. Mas, tentado pela serpente, o casal não resiste, dá a dentada e é expulso do Jardim do Éden. "Se analisarmos a Bíblia cronologicamente, o pecado original poderia ter esse nome porque é o primeiro a acontecer, mas aí é que mora o erro", afirma o Padre Márcio Fabri, professor de Teologia e diretor do Centro de Pesquisas Religiosas de São Paulo, "A Bíblia é sobretudo um livro de reflexões, que deve ser analisado de um ponto de vista lógico, e não cronológico. Na verdade, o pecado original é chamado assim porque marca a origem do Mal no mundo". De acordo com Fabri, o episódio no Paraíso responde à pergunta "Se Deus fez somente o Bem, por que o Mal existe?". No entanto, isso não quer dizer que o Mal tenha se revelado exatamente assim, já que a Bíblia é repleta de metáforas, que podem ser interpretadas de várias formas.

Refrigerante de urina de vaca é sensação entre indianos - Fonte: Reuters 
Um dos mais notórios grupos culturais hindus, o Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), desenvolveu, na Índia, o que tem chamado de uma alternativa "saudável" a refrigerantes feitos à base de cola. Na cidade sagrada de Haridwar, o refrigerante Gau Jal (algo como Água de Vaca) é produzido a partir da urina do animal, informa a edição online do jornal britânico Telegraph.
Os hindus idolatram as vacas por conta de seus derivados laticínios, mas muitos consomem também urina e fezes dos animais em bebidas e temperos por acreditarem nas propriedades curativas dos excrementos. Em algumas regiões, esterco e urina de vaca são vendidos em mercados ao lado de leite e iogurte. Os produtos são ainda usados em pastas de dente e bebidas tônicas.
Agora, o Departamento de Proteção das Vacas ligado ao RSS desenvolveu o refrigerante de urina de vaca e espera promover a crença nas propriedades curativas do xixi animal em um mercado muito maior que o da cidade de Haridwar.
Segundo Om Prakash, diretor responsável pela bebida, a RSS trabalha agora para desenvolver métodos mais eficientes de armazenamento da bebida para que ela tenha uma data de validade maior e possa ser comercializadas em outras regiões da Índia e até exportada.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Burocracia provoca pendência com Fisco --> Receita Federal bate recorde de autuações fiscais em São Paulo --> Quando ser bonita atrapalha a carreira --> QUAL O PODER LEGÍTIMO NA IGREJA?




Mede-se o passo conforme a perna

"Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." (Fernando Pessoa)

Burocracia provoca pendência com Fisco - http://www.dgabc.com.br/News/5898677/burocracia-provocapendencia-com-fisco.aspx

    A burocracia e a alta carga de impostos são entraves para que as empresas brasileiras se mantenham em dia com suas obrigações tributárias.
    Estudo da PricewaterhouseCoopers mostra que o Brasil é o campeão no ranking do tempo gasto para administrar a burocracia. No País, são 2.600 horas por ano, contra 187 nos Estados Unidos.
    Um dos fatores que levam a isso são as mudanças constantes na legislação. Desde 1988, quando a última Constituição foi escrita, até 2010, foram editadas 28 mil normas federais relacionadas à tributação, ou seja, quatro por dia nesse período.
    E é grande o número de companhias com algum problema com o Fisco. Estudo da Docs Inteligência Fiscal aponta que, de 250 grandes empresas com faturamento de mais de R$ 100 milhões ao ano, quase todas (96%) têm alguma pendência com a Receita.
    Esse também é um problema comum entre os pequenos negócios, segundo especialistas. O atraso no pagamento dos encargos, especialmente em momentos de aperto financeiro, se explica pela tentativa de manter os negócios no curto prazo, na avaliação do analista José Roberto Rodriguez Silva, da regional do Sebrae no Grande ABC. "Se deixar de pagar o aluguel, funcionários ou fornecedores, ele (o empresário) trava a empresa; o imposto demora mais a repercutir", diz.
    No entanto, não pagar o tributo pode ser um tiro no pé, já que essas não são despesas baratas. Levantamento da consultoria BDO aponta que, para cerca de 70% das empresas de pequeno e médio porte no País, os tributos representam mais de 20% do faturamento.
    CUSTOS - Se a empresa deixar de recolher um imposto, é primordial reconhecer o que é devido, avalia a professora de gestão tributária da Fipecafi, Marta Pelucio. Isso porque, se não tem condições de pagar um tributo, mas admite que tem uma dívida, a companhia sofre somente o limite de multa de 20% sobre os atrasos dos pagamentos, além dos juros devidos. No entanto, se deixar de declarar os impostos que estão em aberto e for fiscalizada, a empresa poderá ser autuada e ter de pagar percentuais muito mais altos de multas.
    Para complicar, nos últimos anos, com o Sistema Público de Escrituração Digital, o Fisco ficou mais ágil e mais inteligente. "As empresas precisam de maior controle de seus livros fiscais e, principalmente, dos registros", afirma o diretor da faculdade Strong-FGV, Fábio Ribeiro.
    Marta orienta: "A gestão financeira da empresa tem que ser efetuada de forma eficiente, não no sentido de administrar o risco fiscal possível, mas no sentido de buscar as melhores alternativas financeiras para cumprir com todas as suas obrigações". Isso significa, entre outras coisas, elaborar um plano de negócio e identificar o melhor enquadramento tributário, afirma Robison Chan Tong, gerente do setor fiscal da Prolink Contábil.
    Especialistas também observam que, se a empresa não tem condições de pagar os impostos, há saídas, como como o programa Refis, do governo federal, que possibilita o parcelamento das dívidas dos tributos.

Receita Federal bate recorde de autuações fiscais em São Paulo - http://4mail.com.br/Artigo/ViewFenacon/008093033698509 

     Um acompanhamento rigoroso dos maiores contribuintes paulistas rendeu às unidades da Receita Federal no Estado um recorde de autuações fiscais no primeiro semestre. Nesse período, foram realizadas cerca de 3,3 mil ações de fiscalização em empresas e pessoas físicas, totalizando R$ 15,1 bilhões em multas. No mesmo período de 2010, foram lançados autos que totalizaram R$ 14,1 bilhões. Nos primeiros seis meses de 2009, a fiscalização lavrou R$ 12,7 bilhões em multas.
    Um acompanhamento rigoroso dos maiores contribuintes paulistas rendeu às unidades da Receita Federal no Estado um recorde de autuações fiscais no primeiro semestre. Nesse período, foram realizadas cerca de 3,3 mil ações de fiscalização em empresas e pessoas físicas, totalizando R$ 15,1 bilhões em multas. No mesmo período de 2010, foram lançados autos que totalizaram R$ 14,1 bilhões. Nos primeiros seis meses de 2009, a fiscalização lavrou R$ 12,7 bilhões em multas.
    Segundo o superintendente-adjunto da Receita Federal na 8ª Região Fiscal (São Paulo), Fábio Kirzner Ejchel, esses resultados foram possíveis em função de investimentos feitos pelo Fisco nos últimos dois anos. "Foram realizados treinamentos sobre planejamentos tributários, que estariam sendo feitos por empresas, e assuntos técnicos também relacionados aos contribuintes, como operações em bolsas de valores e mercados futuros", diz. Também se investiu, de acordo com ele, na modernização dos computadores usados pelos auditores fiscais nas dependências da Receita e nas ações de fiscalização e nos sistemas de comunicação de dados. "O objetivo é tornar a fiscalização mais ágil e confiável."
    Outra causa relevante do recorde histórico foi a criação de uma unidade exclusiva de alfândega - separada da unidade de inspetoria das importações e exportações -, além da inauguração de uma delegacia para os maiores contribuintes do Estado. Aberta em maio do ano passado, a equipe da Delegacia dos Maiores Contribuintes de São Paulo (Demac) é a responsável pelo acompanhamento diferenciado ou especial das milhares de empresas paulistas com faturamento anual superior a R$ 90 milhões.
    Das empresas penalizadas no primeiro semestre, 34% prestam serviços financeiros, 20% são prestadores de serviços comuns, 15% são da indústria, 13% do comércio e 12% são holdings. Entre as pessoas físicas, 53% são proprietários e dirigentes de empresas, 10% são profissionais de ensino e técnicos, 8% são profissionais liberais, 6% são autônomos e 23% têm outras ocupações - como funcionários públicos e aposentados.
    O advogado Diego Aubin Miguita, do escritório Vaz, Barreto, Shingaki & Oioli Advogados, afirma que a banca tem acompanhado vários clientes sob fiscalização diferenciada ou especial do Fisco. "O acompanhamento é rigoroso. Todo mês o auditor responsável liga para a empresa para saber, por exemplo, porque diminuiu o recolhimento tributário em relação ao mês passado, ou o motivo de atraso na entrega de declaração", diz Miguita.
    Este ano, o principal alvo da Receita foi o planejamento tributário dos grandes contribuintes, que representam os autos de infração de valores mais significativos. Geralmente, esses casos acabam sendo discutidos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Porém, de acordo com a Receita, do total de autos lançados, quase 90% são mantidos até a decisão final. "O investimento na capacitação dos auditores e na criação da delegacia de maiores contribuintes, que motivaram nosso recorde de autuações, também faz com que a qualidade dos autos aqui lavrados seja cada vez maior", diz o superintendente. "Nosso objetivo é reduzir ao máximo as chances de cancelamento dos autos."

Quando ser bonita atrapalha a carreira - http://economia.estadao.com.br/noticias/sua-carreira,quando-ser-bonita-atrapalha-a-carreira,75419,0.htm

    Estudos revelam que inveja entre mulheres pode ser obstáculo na atividade profissional
    A reação trouxe de volta a discussão: a beleza ajuda ou atrapalha no mercado do trabalho? O assunto vem sendo abordado desde a década de 1970, com pesquisas mostrando que os belos ganham mais e são promovidos mais rapidamente. A diferença agora, apontada pelos israelenses, é a questão da suposta discriminação das mulheres bonitas na hora da escolha, reduzindo suas chances de contratação em até 30%. A hipótese formulada para explicar os resultados é, no mínimo, polêmica. "Como a área de recursos humanos tem mão de obra predominantemente de mulheres, o motivo é a inveja feminina", afirma Shtudiner.
    Bonitas. Mayara Pires Duarte de Souza, de 24 anos, procurava uma oportunidade de estágio, quando foi chamada para uma entrevista em uma agência de assessoria de imprensa. "Eu estava bem produzida, mas não vulgar. A entrevistadora me olhou de cima à baixo. Depois começou a fazer perguntas muito pessoais, como a relação com meu namorado e histórico financeiro da família. Perecia que ela se sentia incomodada com a minha presença", conta Mayara. "No final, a entrevistadora disse que eu não precisava daquele emprego, pois era muito bonita."
    Ela acrescenta: "A acho que a beleza atrapalha, mas me recuso a me produzir menos. Não posso deixar de ser quem sou".
    Já a recepcionista de eventos Vivian Amaral, de 30 anos, vive um paradoxo. Ela trabalha com eventos - uma área em que a beleza conta muito - mas já se sentiu discriminada na hora de seleções, justamente, por ser considerada bonita demais.
    "Já ouvi várias vezes a desculpa de que era bonita demais para trabalhar em um evento, porque eu acabaria distraindo as pessoas do produto. Se quem está chefiando o recrutamento é mulher, a situação é pior ainda", conta Vivian.
    Ela relata um caso que a marcou. Passou por um processo seletivo em três etapas para figurar em uma festa de música eletrônica, patrocinada por uma marca de cerveja.
    "Uma das recrutadoras ficou implicando comigo durante todo o tempo. No final, contra sua recomendação, eu fui aprovada. Mas não sem uma ofensa final." Segundo Vivian, a mulher deu um "conselho" para que ela mudasse a cor do cabelo, loiro, pois estava vulgar.
    Curiosa sobre a questão estética, a publicitária Juliana Penha Gomes realizou, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), seu trabalho de mestrado sobre o tema. A monografia se chama "Beleza e Carreira no Brasil - O significado da beleza para jovens executivas e seu papel no mercado de trabalho". "Resolvi investigar, pois desconfiava que a aparência realmente influenciasse", conta a publicitária.
    Após dois anos de pesquisa e 15 executivas entrevistadas, ela está convencida de que a beleza ajuda na carreira, porém ser bonita demais é prejudicial. "É uma questão de adequação e padronização ao perfil da empresa."
    Uma das histórias que ela recolheu ilustra como é tênue a linha entre a vantagem e a desvantagem. "Ouvi, em um depoimento, o caso de uma jovem que o gerente queria contratar. Mas ela era muito bonita, tipo modelo, e o diretor da empresa vetou a admissão. Ele justificou dizendo que o gerente não conseguiria se concentrar e ela ia acabar atrapalhando a rotina."
    Outros fatos apurados surpreenderam a publicitária. Todas as entrevistadas afirmaram que preferiam ter um gestor homem. "Pude perceber que elas associavam as mulheres a estereótipos de falsidade e inveja. Uma comentou que, quando a chefe era mulher, precisava pensar mais para falar e não podia ser direta, pois tinha medo de como seria interpretada."
    Gutemberg de Macedo, fundador da Gutemberg Consultores, especializada em recolocação de executivos, confirma. "Já ouvi de muitas profissionais que elas não gostariam de trabalhar com uma mulher gestora. Por incrível que pareça, é por causa de inveja ", conta Gutemberg.
    A presidente nacional da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Leyla Nascimento, não acredita na discriminação. "As empresas estão focadas no seu desenvolvimento e, por isso, querem os melhores. No passado, a beleza pode ter sido importante, mas hoje já não é prioridade. O que conta é a postura profissional, conhecimento e competência de cada um", afirma Leyla.
    Predomínio. No entanto é inegável, que o setor de RH é dominado pelas mulheres no Brasil. Pesquisa do portal de empregos Catho Online, com 200 mil empresas cadastradas, mostrou que elas participam com 60% na mão de obra da área. Apesar disso, a presidente da empresa de transporte e logística UPS, Nadir Moreno, também não acredita na discriminação feminina.
    Uma das executivas mais bem sucedidas do País, ela afirma que nunca presenciou a suposta rivalidade, apesar de anos de experiência no setor de RH da empresa. "No entanto, acredito que no mercado de trabalho ajuda ser bonita, mas é um elemento a mais, que pode ajudar dentro do contexto geral", afirma Nadir.
    Como vice- presidente de uma associação de executivas, ela diz que os assunto que mais incomoda ainda é a diferença no tratamento entre gêneros. "A mulher chega a ganhar 25% menos."

QUAL O PODER LEGÍTIMO NA IGREJA? - Percival Puggina

    “Todo o poder emana do povo”, dispõe a Constituição, afirmando um conceito político que as pessoas reconhecem como válido. Numa extensão indevida dessa mesma ideia, muitos creem que também na Igreja deva ser assim: o poder decidido no voto e a maioria deliberando sobre tudo que interesse ao povo de Deus.
    Não, não estou exagerando. A ideia de escolher o Papa em eleição geral, por exemplo, está na cabeça das pessoas. Em outubro de 1991, durante a segunda visita de João Paulo II ao Brasil, a Folha de São Paulo publicou pesquisa de opinião sobre vários assuntos relacionados à Igreja. Diante da pergunta “como deve ser indicado o Papa?”, 50% dos católicos e 51% dos entrevistados optaram por uma eleição direta entre os fiéis. Diante daquilo fiquei pensando em campanha para Papa, com direito a horário gratuito e debate na tevê. No mesmo viés, todos estamos habituados a ouvir que “a Igreja precisa se adaptar aos tempos modernos” e parar de afirmar coisas “que as pessoas não aceitam mais”.
    Aí estão as duas teses a que referi: o voto como a única fonte legítima do poder e a opinião da maioria entendida como fonte de doutrina. É incorreto importar da Política, para uso em outras realidades, conceitos que a elas não se aplicam. Muitos poderes não emanam do povo. Não emanam do povo, entre outros, o poder do pai e da mãe sobre os filhos, o poder de Deus, o do patrão, o das forças da natureza. Tais poderes, malgrado sua origem “não-popular”, são absolutamente legítimos e ninguém cogitaria de uma assembléia geral para eleger o Santíssimo, ou o chefe de família, ou o gerente, ou o raio e o trovão. Na Igreja, o poder foi dado pelo Pai ao Filho e pelo Filho aos apóstolos, aos quais enviou “da mesma forma” como o Pai o enviara, estabelecendo que ficaria ligado no Além tudo o que ligassem no Aquém.
    Bem ao contrário do que a expressão possa sugerir, “democratizar a Igreja”, na forma como alguns pretendem, significaria tornar ilegítimo o poder que nela viesse a ser exercido e, por via de conseqüência, destrui-la, visto que ela é uma instituição onde o poder emana de Deus. Assim também, dispor sobre matéria moral com base em opiniões majoritárias representaria, na maior parte das vezes, renunciar à Revelação ou conceder “razão” aos homens contra a vontade manifesta de Deus.

 Relaxe/Curiosidades

Joao está no bar, tomando uma cervejinha e jogando baralho com os amigos quando de repente um mendigo, todo maltrapilho, com a barba enorme, vem falar com ele:
— Cara, por favor... Me paga um café!
— Claro! — diz Joao, muito bondoso. — Quer uma cerveja também?
— Não, obrigado... Eu não bebo! Só quero um café mesmo!
— Então senta aí! — insiste Joao. — Vamos jogar baralho com a gente!
— Eu também não jogo... — diz o mendigo. — Só quero o cafezinho mesmo!
— Então pega um cigarro aqui, cara!
— Eu também não fumo... Só quero o cafezinho!
— Já sei! — diz Joao. — Vamos dar um pulinho lá em casa! É aqui pertinho! Aí a gente toma o café da minha mulher, que é uma delícia!
— Ah, isso eu aceito! — diz o mendigo, sorridente.
Depois que o mendigo vai embora, Joao toma uma bronca:
— Por que você trouxe esse mendigo aqui? Você é louco?
— Ora, amor... Foi só pra te mostrar como fica um homem que não bebe, não joga e não fuma

Maria perguntou ao médico:
— Doutor eu e meu marido não temos uma relação há quase um ano! O que eu faço?
— Misture esse remédio no lanche que ele mais gosta, que vai dar tudo certo. Daqui a um mês a senhora volta aqui para me contar como foi.
No dia da consulta Maria volta desesperada ao médico.
— Doutor, foi um horror!
— Mais porque foi um horror? Não rolou sexo?
— Não é isso, doutor. Foi a melhor transa da nossa vida.
— Mas por que o desespero se o sexo foi bom? A senhora misturou o remédio no lanche que ele mais gosta, do jeito que eu falei?
— Misturei e na mesma hora ele me jogou em cima da mesa e a gente começou a fazer sexo lá mesmo. Foi uma loucura!
— Mas então, qual é o problema?
— É que agora eu não tenho mais cara de entrar outra vez no McDonalds.

O que é a coceira?
Há receptores sensoriais logo abaixo da superfície da pele que enviam mensagens ao cérebro. A sensação de coceira parece fluir pelos mesmos caminhos do sistema nervoso que a sensação de dor flui. A grande maioria dos receptores sensoriais são terminais nervosos "livres", que levam tanto as sensações de dor quanto de coceira ao cérebro. Esses receptores de dor são os mais comuns em nosso sistema nervoso. Quando trabalham com baixo nível de atividade parecem mais sinalizadores de coceiras do que de dor. Não se sabe exatamente porque nos coçamos, pois muitas coceiras não têm causa óbvia e não estão associadas a doença alguma. Mas muitos cientistas especulam sobre sua função. Alguns acreditam que a coceira nos avisa de uma dor que pode surgir caso uma providência não seja tomada. Outros especulam que a finalidade era avisar ao homem primitivo que estava na hora de tirar os parasitas e larvas do cabelo e do corpo. A coceira também pode ser sintoma inicial de algumas doenças mais graves, como diabetes, por exemplo.

 Qual o primeiro registro de serial killer brasileiro?
O primeiro serial killer documentado no Brasil é José Augusto do Amaral, mais conhecido como "Preto Amaral", cuja história é contada no livro Serial Killers Made in Brazil, de Ilana Casoy. Nascido em 1871, em Minas Gerais, Amaral morou em vários estados brasileiros e na Argentina, Bolívia e Uruguai, até chegar em São Paulo, onde matou três meninos entre dezembro de 1926 e janeiro de 1927. Na verdade, ele tentou atacar comprovadamente outros dois garotos, e mais quatro crianças desapareceram na mesma época. O "Monstro Negro", como também era chamado, prometia dinheiro aos meninos por algum trabalho e levava-os para algum local ermo, onde estrangulava as vítimas até a morte e depois as estuprava. Ao confessar os crimes, Amaral agiu naturalmente, sem demonstrar qualquer tipo de emoção. Ele morreu na Cadeia Pública de tuberculose pulmonar no dia 2 de julho de 1927, aos 55 anos, e nunca chegou a ser julgado.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

IX MESA DE DEBATES EM 11/07/2011 --> FGTS para doméstica confunde empregador --> No Brasil é difícil fazer tudo certinho --> Escrituração fiscal tem prazo de entrega prorrogado --> Esta é a pior tragédia humanitária do mundo


IX MESA DE DEBATES EM 11/07/2011


Meia-verdade é sempre uma mentira inteira. Provérbio Judaico
 
Mau zelo empeçonha entendimento

FGTS para doméstica confunde empregador - http://4mail.com.br/Artigo/ViewFenacon/008031033376964

    Dificuldades para fazer os depósitos impedem maior adesão ao benefício
    Apenas 4,65% das cerca de 2 milhões de trabalhadoras formais recolhem os depósitos, que são facultativos
    As empregadoras que se dispõem a pagar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) das domésticas ""benefício que não é obrigatório para a categoria"" reclamam das dificuldades no procedimento. Como resultado, muitas acabam desistindo.
    Apenas 4,65% de 1,99 milhão de trabalhadoras com carteira assinada no país recebem o pagamento, segundo os últimos dados da Caixa Econômica Federal, de maio. O número, no entanto, poderia ser maior, afirmam especialistas no tema.
    A discussão ganha força com a possibilidade de o depósito se tornar obrigatório. Após a Organização Internacional do Trabalho ter aprovado uma convenção que estende para os domésticos os direitos de outras categorias, o Ministério do Trabalho anunciou que irá elaborar uma proposta nesse sentido.
    "O processo precisa ser facilitado para se tornar acessível. O empregador não tem um departamento humano, com profissionais que têm conhecimentos específicos, para fazer esse pagamento", diz Mario Avelino, presidente do Instituto FGTS Fácil.
    Há até um projeto de lei em tramitação, do senador Paulo Paim (PT-RS), que pretende simplificar o recolhimento do FGTS pelo empregador doméstico.
DOCUMENTO
    Entre os requisitos para iniciar o depósito, está a inscrição do contratante no Cadastro Específico do INSS. Para isso, ele deve procurar uma agência do INSS ou solicitar a matrícula pela internet.
    O patrão deverá ainda baixar uma guia (GFIP Avulsa) para realizar o pagamento. O documento possui mais de 40 campos. Entre eles, um que pede o número do PIS/Pasep do funcionário. Se o empregado não possuir o dado, é necessário fazer mais essa inscrição.
    Para o superintendente nacional da Caixa, José Maria Oliveira Neto, o procedimento não é complicado. "A pessoa pode até ter alguma dificuldade no primeiro recolhimento, mas nos seguintes, fica mais simples", avalia.
MULTA
    A presidente do Sedesp (Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo), Margareth Galvão Carbinato, avalia que além de simplificar o sistema, é preciso retirar a multa rescisória ""em que a empregada recebe 40% do saldo"" no caso de demissão sem justa causa.
    "O custo é inviável para um trabalhador comum, que não é uma empresa lucrativa, e não tem como arcar com uma despesa extra, como teria um empresário", afirma.
    Carbinato propõe ainda a redução do percentual de depósito dos atuais 8% do salário para 2%. "Isso faria com que mais pessoas pudessem contribuir", afirma.
    Já a presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Creuza Maria de Oliveira, afirma que a ampliação dos direitos da categoria vem sendo discutida há muito tempo e deve ocorrer sem distinções.
    "As domésticas precisam ter os mesmos benefícios do que todos os outros trabalhadores, é o que esperamos". Além do FGTS, as empregadas poderão passar a ter direito a abono salarial, seguro-desemprego e o pagamento de horas extras.
Interessados desistem por dificuldades
    A empresária Rosemary Muller Machado, 50, descobriu recentemente que poderia efetuar o depósito do FGTS da sua empregada doméstica.
    Entusiasmada, foi buscar informações sobre o que deveria fazer, avaliando que não seria muito diferente do pagamento do INSS que já faz hoje.
    "Me enganei. Fiquei semanas atrás disso e descobri que o processo é extremamente trabalhoso. Acho que a maioria das pessoas não tem condição de fazer o recolhimento sozinhas".
    A empresária buscou dois contadores. Ambos, cobram R$ 80 por mês para fazer o serviço. "É inviável, acabo gastando mais com o serviço do que com o depósito [que corresponde a 8% do salário]".
    A médica Sabrina Ferreira, 33, também desistiu "O formulário é complexo e existe uma grande dificuldade para gerar a guia".
    Ela também recorreu a um contador, que cobrou os mesmos R$ 80 mensais. "Decidi valorizá-la de outra forma. O melhor é dar um aumento ou pagar um plano de saúde. É mais simples". (MS)

 No Brasil é difícil fazer tudo certinho - http://www.brasileconomico.com.br/noticias/no-brasil-e-dificil-fazer-tudo-certinho_103912.html

    Um empresário que atua no ramo imobiliário estava completamente desolado na noite de terça-feira, 5 de junho. "Essas denúncias de corrupção que lemos diariamente nos jornais são o retrato de como são tratadas as coisas em todas as esferas da administração pública", lamentou.
    Ele disse que, certa vez, ouviu de um grande empreiteiro: "Você sabe que é muito difícil fazer tudo certinho no Brasil". E pensou que fosse exagero típico de quem se habituou a só conseguir encomendas do setor público com algum tipo de favorecimento.
    Mas está convencido de que a corrupção se arraigou de tal forma em todo tipo de relação comercial no país que pouca gente se dá conta de que todos passamos a ser tolerantes com condutas que deveriam ser condenadas e combatidas, em vez de ser tratadas com condescendência.
    Encarar delitos ético-morais como atos deploráveis deveria ser tema de disciplina a ser ensinada nas escolas desde o jardim de infância. Da mesma forma, seria valioso incluir nas aulas de matemática problemas que mostrassem didaticamente como são cobrados os impostos e de onde vem o dinheiro que os paga.
    Dessa forma, as crianças cresceriam sabendo que a escola, o asfalto, os postos de saúde e todos os demais serviços públicos não vêm de graça, e que os recursos para mantê-los saem do bolso de todos. Portanto, quando uma empresa superfatura uma obra ou quando algum servidor público tira vantagem do cargo para locupletar-se, quem está sendo roubado não é um ente abstrato chamado governo, e sim os contribuintes.
    Atribui-se ao falecido economista americano Milton Friedman a expressão: "Não existe almoço grátis". No Brasil, tropicalizamos a frase resumindo-a na famigerada "Lei de Gerson": "O importante é levar vantagem em tudo". Não se pode mais ter tolerância com esses tipos de comportamento.
    É de circunstâncias como essas que advém o desânimo de empresários como o citado no começo deste texto, que perderam completamente a crença de que é possível fazer negócios honestamente quando é necessária a interveniência de alguma repartição pública.
    As empresas deveriam aproveitar para pôr em prática seu discurso de responsabilidade social, sendo intransigentes com propostas vindas de onde quer que seja que visem oferecer qualquer tipo de facilidade em troca de benefícios financeiros.
    As entidades representativas do empresariado têm condições de se unir numa cruzada contra a corrupção, exigindo o máximo de transparência nas licitações públicas e punindo exemplarmente os filiados que forem cúmplices de desonestidades. Isso trará igualdade de condições para que todos possam competir sem ter de concorrer com quem se beneficia de práticas desleais.

Escrituração fiscal tem prazo de entrega prorrogado - http://www.dgabc.com.br/News/5898908/escrituracao-fiscal-tem-prazo-de-entrega-prorrogado.aspx

    Foi prorrogado para o 5º dia útil de fevereiro de 2012 o prazo para as empresas  tributadas pelo regime de Lucro Real,  com fatos ocorridos de julho a dezembro, e para as companhias sujeitas ao acompanhamento diferenciado, com fatos incidentes de abril a dezembro de 2011,  apresentarem a Escrituração Fiscal Digital do PIS/Pasep e da Cofins. A orientação foi dada na Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil nº 1.161/2011. A data-limite anterior era 7 de junho.
    Para o conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, Júlio Linuesa Perez, a mudança ocorreu devido à grande dificuldade das empresas em se enquadrar  às novas exigências da EFD. "Para se ter uma ideia no arquivo entregue ao Fisco devem constar  uma média de 150  tipos de informações, demandando tempo, cuidado e muita atenção para o preenchimento correto." Qualquer erro pode desencadear em incorreções tributárias como: falhas nas alíquotas de IPI e na situação tributária do PIS/Cofins, créditos indevidos entre outros.
    Perez garante que essa medida visa facilitar o trabalho da fiscalização, com relação à apuração do PIS e da Cofins. "Esse sistema possibilita o envio de dados de forma muito mais ágil e segura, fechando o cerco aos sonegadores, pois a fiscalização será eletrônica e apontará as inconsistências nas informações transmitidas", explica. O conselheiro também orienta o contribuinte a guardar os documentos que deram origem às informações contidas no arquivo da EFD.  
    Para os desavisados, a multa para quem não apresentar o documento é de R$ 5 mil por mês-calendário de atraso ou fração. Se a empresa não entregar o documento num prazo de seis meses, após o vencimento, terá que arcar com uma multa de R$ 30 mil.
    Perez orienta os contribuintes e contabilistas que as empresas optantes pelo Lucro Presumido ou Arbitrado deverão apresentar o documento a partir de janeiro de 2012 até o 5º útil de março.

"Esta é a pior tragédia humanitária do mundo" -http://www.publico.pt/Mundo/esta-e-a-pior-tragedia-humanitaria-do-mundo_1502287?p=1 - Isabel Gorjão Santos

Refugiados num campo na Somália
    A maior seca dos últimos 60 anos afecta a Somália, o Quénia, a Etiópia, o Uganda e o Djibuti. "Há décadas que não vimos nada assim", contam os responsáveis das ONG no terreno.
    Sainab Yusuf Mohamed partiu com os filhos e calcorreou centenas de quilómetros à procura de ajuda. "Não tínhamos nada para comer". Quando chegou a Bardhere, no Sul da Somália, contou à Reuters que um dos seus filhos não resistiu. "Depois, quando estávamos a enterrar o seu corpo, o meu segundo filho também morreu". Não tinha nada, perdeu tudo à procura de alguma coisa.
    Fatuma também deixou a Somália, caminhou um mês com os quatro filhos, de três a dez anos, para tentar chegar a um campo no Quénia. Fez mais de 400 quilómetros e até levou as suas 15 cabras, mas viu-as morrer pelo caminho, uma a uma. "Estava muito calor, havia poucos abrigos", contou a um activista da Save the Children, que depois repetiu a história ao diário britânico Independent. "Deixei o meu marido, não sei se o volto a ver."
    Sainab Mohamed e Fatuma arriscaram tudo para chegar a Dadaab, no Norte do Quénia, um campo preparado para receber 90 mil pessoas. Agora é o maior campo de refugiados do mundo, vivem lá 382 mil pessoas e a hemorragia está longe de estancar. Mais de 54 mil atravessaram a fronteira na Somália para procurar ajuda, só em Junho. Por cada dia chegam ao campo de Dadaab pelo menos 1400 pessoas, e outras 1700 pedem ajuda no campo de Dolo Ado, na Etiópia. Mais de metade das crianças que chegam estão subnutridas. Num só campo, escreveu ontem o Independent, estão a morrer 60 bebés por dia.
    Dos 7,5 milhões de habitantes da Somália há 2,8 milhões a precisar de ajuda urgente, segundo a ONU. A seca não é uma realidade estranha no Corno de África, mas este ano as chuvas de Abril e Maio chegaram tarde e foram um terço do habitual. É a pior seca das últimas seis décadas: afecta a Somália, Quénia, Etiópia, Uganda e Djibuti, 12 milhões de pessoas segundo as estimativas de organizações humanitárias, mais do que toda a população de Portugal. Os alimentos são poucos e o preço dos que existem disparou. Volta a falar-se de fome, muita fome.
Tragédia inimaginável
    "É uma tragédia humanitária de proporções inimagináveis", disse o responsável do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), António Guterres, que na sexta-feira visitou um campo de refugiados somali na Etiópia. "Esta é hoje a pior tragédia humanitária do mundo."
    "Há décadas que não vimos nada assim. Funcionários endurecidos por anos de trabalho choram perante o que vêem", afirmou ao Independent Louise Paterson, directora da organização não governamental britânica Merlin na Somália e no Quénia.
    Nos campos geridos pela ONU há cada vez mais dificuldades em garantir os apoios mais essenciais, como o acesso à água e a condições sanitárias. "Inúmeras pessoas" nem chegam aos campos porque morrem pelo caminho, segundo o ACNUR, e ao alerta de Guterres juntam-se os de diversas outras organizações humanitárias.
    Num comunicado conjunto, o Fundo da Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Programa Alimentar Mundial e a ONG Oxfam apelaram a um maior apoio para colmatar os efeitos da seca "que expõe milhões de homens, mulheres e crianças à devastação da fome e da subnutrição". "Mais de 50 por cento das crianças que chegam aos campos da Etiópia estão num estado crítico de subnutrição e temos cada vez mais informações de crianças que morrem de fome no trajecto", disse a porta-voz do ACNUR, Melissa Fleming. Outras chegam tão fracas que acabam por morrer nas primeiras 24 horas.
    Há zonas da Etiópia em que o preço do milho duplicou desde Maio, e na Somália chega a pagar-se mais 240 por cento pelo sorgo vermelho.
    No Quénia, muitos pastores percorrem quilómetros para tentar salvar os animais. Um deles contou à BBC que decidiu fugir logo que viu o pasto secar. "Tinha 200 vacas. Levei-as para a Etiópia quando a seca começou. Morreram pelo caminho e voltei sem nenhuma." Segundo estimativas das organizações humanitárias, os pastores já perderam meio milhão de animais na Etiópia desde que o ano começou, isto numa região onde dois terços da população vivem da criação de cabras, ovelhas, vacas ou camelos. Atravessar a fronteira da Somália para os campos do Quénia ou da Etiópia significa muita vezes mais de um mês a caminhar, ou horas infindáveis em camiões de caixa aberta em que viajam todos os que couberem.
    Vinte anos de guerra civil deixaram na Somália tudo menos segurança. Ainda assim, quem não consegue passar a fronteira tenta, pelo menos, chegar à capital, Mogadíscio, para muitos o lugar mais perigoso do mundo mas que, como disse à BBC o responsável pela autarquia, Mohamed Nur, "não é tão má quanto Cabul ou Bagdad".
    Na cidade, dividida entre um Governo fragilizado e os rebeldes islamistas, ouvem-se tiros, a "música de Mogadíscio", como lhe chamam os habitantes. Quando o jornalista da estação britânica pergunta se pode percorrer os 100 metros entre o Ministério da Informação e o gabinete do primeiro-ministro, respondem-lhe "não sem um colete à prova de bala e veículo blindado". No entanto, é ali que milhares de pessoas procuram agora comida.
Um fogo lento
    Em 2009, os rebeldes do grupo Al Shabbab, milícia islamista com ligações à Al-Qaeda, impuseram um bloqueio às agências humanitárias internacionais, que foram forçadas a abandonar a região. Mas agora, perante o desespero, os rebeldes anunciaram a criação de um comité para coordenar o regresso das ONG "que não tenham uma agenda escondida".
    A violência e a crise humanitária na Somália irão deixar mais vítimas, mas nem por isso parecem atrair mais atenção. "São um fogo lento", como escreveu o correspondente da BBC, Peter Greste. "Um cancro que cresceu devagar ao longo de duas décadas num lugar com que o resto do mundo não parece importar-se. Excepto quando os piratas impedem os seus navios de navegar em segurança."


Relaxe/Curiosidades


Paty encontra com uma amiga:
- Puxa, que linda pulseira de ouro você está usando - comenta a amiga.
- Obrigada, foi presente de aniversário do meu marido, mas não é de ouro!
- Você conhece bem os metais?
- Não, conheço bem o meu marido!



Maria comenta com Joao:
— Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe...
— Maldito relógio! Sempre atrasado...



Como os faraós eram embalsamados?
Em primeiro lugar, cérebro, intestinos e outros órgãos vitais eram retirados. Nessas cavidades, colocavam-se resinas aromáticas e perfumes. Depois, os cortes eram fechados. Mergulhava-se, então, o cadáver num tanque com nitrato de potássio (salitre) para que a umidade do corpo fosse absorvida. Ele permanecia ali por setenta dias. Após esse período, o corpo era lavado e enrolado numa bandagem de algodão, com centenas de metros, embebida em betume, uma substância pastosa. Só aí o morto ia para a tumba. Esse processo conservava o cadáver praticamente intacto por séculos. A múmia do faraó Ramsés II, que reinou no Egito entre 1304 e 1237 a.C., foi encontrada em 1881 apenas com a pele ressecada. Os cabelos e os dentes continuavam perfeitos. Em 2006, arqueólogos da Universidade de Mêmfis encontraram 5 múmias intactas em uma tumba no Vale dos Reis, no Egito. Ela ficava a 5 metros do túmulo do faraó Tutankamon, descoberta em 1922.

Como surgiu o conceito dos sete pecados capitais? Quem determinou o número e a classificação dos pecados??
De acordo com o livro Sacred Origins of Profound Things (Origens Sagradas de Coisas Profundas), de Charles Panati, o teologista e monge grego Evagrius de Pontus (345 d.C. — 399 d.C.) teria escrito uma lista de oito crimes e "paixões" humanas: gula, luxúria, avareza, melancolia, ira, acedia (preguiça espiritual), vaidade e orgulho — em ordem crescente de gravidade. Para Evagrius, os pecados ficavam piores à medida que se tornavam mais egocêntricos, com o orgulho como supra-sumo dessa fixação do ser humano em relação a ele mesmo. No final do século VI d.C., o Papa Gregório reduziu a lista a sete itens, trocando "vaidade" por "orgulho", "acedia" por "melancolia" e adicionando "inveja". Para fazer seu próprio ranking, o pontífice colocou em ordem decrescente os pecados que mais ofendiam ao amor: orgulho, inveja, ira, melancolia, avareza, gula e luxúria. Mais tarde, outros teólogos como São Tomás de Aquino analisaram novamente a gravidade dos pecados e fizeram mais uma lista. No século XVII, a Igreja substituiu "melancolia" — um pecado vago demais — por "preguiça". Assim, hoje os sete pecados capitais são gula, avareza, soberba, luxúria, preguiça, ira e inveja.