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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Governo deve propor 'Simples das Domésticas' em dois meses --> Sancionada lei que cria certidão negativa de débitos --> Protesto pede ICMS mais justo --> Procurador-geral pede a condenação de 36 réus do mensalão


Es mejor encender una luz que maldecir la oscuridad.

Se é a razão que faz o homem, é o sentimento que o conduz." (Jean Jacques Rousseau)


Governo deve propor 'Simples das Domésticas' em dois meses - http://4mail.com.br/Artigo/ViewFenacon/007996033305097

    O Ministério do Trabalho deve enviar em até 60 dias para a presidente Dilma Rousseff um projeto propondo simplificar e diminuir os tributos pagos na contratação de empregadas domésticas com registro em carteira.
    De acordo com o ministro Carlos Lupi (Trabalho), o objetivo é incentivar a contratação dessa categoria profissional.
    "A nossa ideia é criar um mecanismo que incentive a contratação. Na nossa opinião, para incentivar a contratação, você tem que ter motivação: mais baixos impostos e incentivos", afirmou o ministro.
    O plano, que está em estudo, é semelhante ao Simples Nacional -regime tributário simplificado e destinado às micro e pequenas empresas. A ideia agora é adaptá-lo aos empregadores.
    "É o Simples para doméstica. É um simples adaptado, porque é um empregador só. Não é igual [ao Simples Nacional] porque temos que medir e calcular os valores e limites. É nisso que estamos trabalhando", declarou.
    Ele informou que, antes de enviar a proposta para a presidente Dilma, irá discutir o tema com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Previdência para calcular o real impacto que isso trará às contas públicas.
    Lupi, entretanto, acredita que o projeto irá ajudar na arrecadação federal.
    "Nós estamos trabalhando muito focados na medição disso. Qualquer resultado nessa área é lucro. Se conseguir formalizar e incentivar a partir de um universo de 6 milhões [de empregados domésticos] que estão faltando, qualquer que seja o valor aumenta a arrecadação", disse.
    Essa proposta do governo vai ao encontro de uma convenção aprovada pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) no mês pas- sado e que prevê dar aos trabalhadores domésticos os mesmos direitos básicos de outras categorias.

Sancionada lei que cria certidão negativa de débitos - http://www.conjur.com.br/2011-jul-07/lei-cria-certidao-negativa-debitos-trabalhistas-sancionada

    A Casa Civil da Presidência da República informou que a presidenta Dilma Rousseff sancionou, na quarta-feira (6/7) à noite, a lei que cria a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas. A lei inclui no texto da Consolidação das Leis do Trabalho o Título VII-A, instituindo a certidão, e altera o artigo 29 da Lei 8.666/1993 (Lei das Licitações) para incluir a certidão na documentação relativa à regularidade fiscal necessária às empresas que participam de licitações públicas e pleiteiam acesso a programas de incentivos fiscais.
    O presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, garantiu aos senadores, quando da votação do projeto de lei, que a instituição “tem condições de expedir, em tempo hábil, a certidão de forma eletrônica e gratuita”. Ele afirmou que, para isso, “o TST está totalmente aparelhado e capacitado para avaliar a existência de débitos”.
    Recentemente, a revista Consultor Jurídico publicou que, depois de apenas nove meses de implantação, o convênio do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas (SP), com a Serasa vai acabar. O acordo permite que empresas que não pagam condenações do tribunal tenham o nome negativado automaticamente. Porém, para o presidente da corte, desembargador Renato Buratto, a saída é abusiva. "Não quebra só a empresa, mas também a vida do ser humano", diz.
    "Quando a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas começar a ser exigida para contratações públicas, o convênio não será mais necessário", avalia. O Projeto de Lei do Senado 77/2002, que cria a certidão, substituído por texto da Câmara dos Deputados, foi aprovado no dia 15 pelo Congresso Nacional e agora sancionado pela presidente Dilma. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Protesto pede ICMS mais justo - http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=176171,OTE&IdCanal=5

    População recebeu lâmpadas fluorescentes como forma de reduzir a conta de luz, já penalizada pelo imposto alto
    Um protesto contra a política tributária de Minas Gerais reuniu centenas de pessoas ontem, na praça Sete, em Belo Horizonte. Organizada pelo Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais (Sindifisco-MG), a manifestação denominada "Imposto Justo" pretendia chamar a atenção para as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o principal tributo estadual.
    "O sistema tributário é injusto, porque penaliza o trabalhador e dá benefícios a empregas, grandes contribuintes e setores supérfluos", disse o presidente do Sindifisco-MG, Linfolfo Fernandes de Castro. Ele citou os casos de serviços básicos, como energia elétrica, combustíveis e telefonia, que têm imposto maior do que em outros Estados. No caso da conta de luz, o ICMS é de 30%, mas como a conta é feita "por dentro" (incluindo o imposto na base de cálculo), o peso no bolso sobe para mais de 40%.
    A alíquota para energia, um bem essencial, é maior do que o ICMS cobrado de cerveja (18%), cachaça (12%), joias (5%), e exportação de minério de ferro, que é isenta. Castro afirmou que uma política tributária justa teria a lógica inversa. "A ideia é reduzir as alíquotas para serviços essenciais e subir para bens supérfluos, além de reduzir os benefícios fiscais", afirmou. Na opinião dele, o Estado não perderia investimentos caso não desse incentivos fiscais a empresas que têm projetos de se instalarem em Minas Gerais. "Tem meios de enfrentar essas discussões sem penalizar o cidadão", disse ele.
    A Secretaria de Estado da Fazenda foi procurada mas não quis se pronunciar sobre o evento de ontem.
    Apesar de ter um trio elétrico e centenas de pessoas participando, o protesto dos auditores fiscais ficou restrito ao quarteirão fechado da praça Sete e não tumultuou o trânsito, como aconteceu recentemente com outras manifestações em Belo Horizonte.

Procurador-geral pede a condenação de 36 réus do mensalão - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po0807201110.htm

    Procurador-geral defende condenação de José Dirceu e Delúbio Soares a penas que podem chegar a 111 anos de cadeia
    Ministério Público diz a STF estar "plenamente convencido" de que o governo Lula comprou apoio no Congresso
    O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ontem ao STF (Supremo Tribunal Federal) a condenação de 36 réus por envolvimento no esquema do mensalão. Somadas, as penas máximas chegariam a 4,7 mil anos de prisão.
    O parecer de 390 páginas, ao qual a Folha teve acesso, é a última peça a ser enviada por Gurgel antes do julgamento do caso, denunciado em 2006 por seu antecessor, Antonio Fernando Souza.
    "O Ministério Público Federal está plenamente convencido de que as provas produzidas no curso da instrução, aliadas aos elementos obtidos no inquérito, comprovaram a existência do esquema de cooptação de apoio político descrito na denúncia", escreveu Gurgel.
    Se o caso for julgado procedente e nenhum dos crimes prescrever, o publicitário Marcos Valério de Souza, acusado de operar o esquema, poderá ser condenado a até 527 anos de prisão. O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), chamado de "chefe da quadrilha", e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares pegariam até 111 anos.
    Mesmo que o STF opte pelas condenações máximas, a legislação limita o cumprimento de pena a 30 anos, além de estabelecer regras para que os condenados diminuam suas penas.
    Os réus sempre negaram a existência do esquema.
    Depois de mais de cinco anos de processo, em que foram realizados diversas perícias e tomadas centenas de depoimentos, o procurador-geral concluiu que ficou comprovada a existência do esquema criminoso, revelado pela Folha em 2005.
    O STF não estabeleceu prazo para o julgamento. O processo do mensalão é um dos mais complexos que a Corte já recebeu.
    "Foi engendrado um plano criminoso voltado para a compra de votos dentro do Congresso Nacional. Trata-se da mais grave agressão aos valores democráticos que se possa conceber", escreveu Gurgel sobre a suposta distribuição de dinheiro em troca de apoio político ao governo do ex-presidente Lula.
    Segundo o parecer, o grupo "agiu ininterruptamente" "entre janeiro de 2003 e junho de 2005 e era dividido em núcleos específicos, cada um colaborando com o todo criminoso em busca de uma forma individualizada de contraprestação".
    Marcos Valério é apontado como "líder do núcleo operacional e financeiro" e José Dirceu, como "chefe da quadrilha", reeditando a expressão usada por Antonio Fernando Souza na denúncia.
    "Marcos Valério, na condição de líder do núcleo operacional e financeiro, foi juntamente com José Dirceu, pessoa de fundamental importância para o sucesso do esquema ilícito de desvio de recursos públicos protagonizado pelos denunciados", afirma o documento.
    Segundo Gurgel, o esquema tinha por objetivo, "mais do que uma demanda momentânea (...), fortalecer um projeto de poder do PT de longo prazo".
    Sobre Dirceu, ele escreveu: "Partindo de uma visão pragmática, que sempre marcou a sua biografia, José Dirceu resolveu subornar parlamentares federais, tendo como alvos preferenciais dirigentes partidários de agremiações políticas".
    "A força do réu é tão grande que, mesmo depois de recebida acusação por formação de quadrilha e corrupção ativa pelo pleno do STF, delitos graves, ele continua extremamente influente dentro do PT, inclusive ocupando cargos formais de relevo", concluiu o procurador.
    Gurgel pediu a absolvição de dois réus: o ex-ministro Luiz Gushiken e Antônio Lamas.

 Relaxe/Curiosidades

Leonardo da Vinci morreu e foi para o Céu. Lá chegando, São Pedro perguntou:
— Quem é você?
— Leonardo da Vinci, o pintor e cientista.
— Leonardo, seu nome está na lista. Mas como é que vou saber que você é quem diz ser?
Leonardo então tomou pincel, tinta e tela, e pintou a Mona Lisa.
— Tudo bem, pode entrar.
Morreu Albert Einstein. Foi pro Céu. São Pedro perguntou:
— Quem é você?
— Albert Einstein, físico.
— Einstein... Einstein. Tá na lista. Mas, como vou saber que é você mesmo?
— Bem, eu descobri que a energia é igual à massa multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado.
— Entre, Einstein...
Morreu a Carla Perez. Chegando no Céu, São Pedro perguntou:
— E você, quem é?
— Sou a Carla Perez.
— Olha, passaram por aqui o Leonardo da Vinci e o Einstein, e eles tiveram que provar que eram eles mesmos.
— Mas quem são eles?
— Pode entrar, Carla Perez.

Juca chega no consultório psiquiátrico e desabafa:
- Doutor, tenho fortes tendências suicidas. O que eu faço.
- Em primeiro lugar, e antes que seja tarde demais, pague a consulta!


Por que suamos ao sentir calor?
Para refrescar o orrganismo. Quando o corpo sente calor depois de alguma atividade física ou quando estamos com febre, pequenas glândulas na pele soltam o suor. Ele é um líquido levemente salgado, composto por 99% de água. A água evapora e ajudar a absorver o calor da pele, deixando o corpo mais fresco. Mas se o lugar é quente e úmido, a água não evapora e suor acaba não refrescando.

Existe diferença entre padre e frade?
De acordo com Dom Paulo de Souza, do Mosteiro São Geraldo, de São Paulo, não existe diferença nenhuma entre padres e frades: "O termo frade é simplesmente uma nomenclatura típica de algumas congregações religiosas, como a dos franciscanos e dominicanos", explica o religioso. Segundo Dom Paulo, atualmente, no lugar de frade tem-se utilizado muitas vezes o termo frei. Da mesma forma, ele lembra que em sua congregação, a beneditina, coloca-se a palavra dom antes dos nomes dos padres. Quanto aos membros da Diocese, que não pertencem a nenhuma congregação, mas à porção da igreja governada pelo bispo, são chamados apenas de padres   

sexta-feira, 8 de julho de 2011

INSS de doméstica poderá ser abatido do IR até 2014 --> Receita abre prazo para empresas e órgãos públicos refinanciarem dívidas --> Câmara aprova redução da contribuição à Previdência de empreendedor individual --> A paixão é cega


Mato verde não dá boa lenha

Sei que meu rebanho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor. "  - Madre Teresa de Calcutá

INSS de doméstica poderá ser abatido do IR até 2014 - http://economia.ig.com.br/financas/impostoderenda/inss+de+domestica+podera+ser+abatido+do+ir+ate+2014/n1597066360144.html

    Câmara aprova benefício que havia sido extinto no ano passado e cria nova dedução para despesas com plano de saúde
    O plenário da Câmara dos Deputados prorrogou até 2014 a possibilidade de abater do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) parte dos gastos com a previdência de empregados domésticos. Esse benefício havia acabado em 2010. Também foi criada dedução nova, de R$ 500,00, referente a despesas com planos e saúde dos empregados.
    Em outra votação, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou uma proposta de emenda constitucional que estende aos domésticos os mesmos direitos dos outros trabalhadores. As deduções no IR com previdência e plano de saúde constam da Medida Provisória que corrigiu a tabela do IRPF.
    Aprovada pelos deputados, segue para apreciação no Senado, que pode modificar o texto. Depois, ela volta ao Palácio do Planalto, onde a presidente Dilma Rousseff tem a prerrogativa de vetar pontos que considerar incompatíveis com as políticas de governo. O relator da MP do IR, Maurício Trindade (PR-BA), acredita que os incentivos podem proporcionar a formalização de 2 milhões de empregados domésticos.
    Já a extensão dos direitos dos trabalhadores domésticos terá um trâmite mais longo. Será formada uma comissão especial para discutir a mudança e o texto precisará ainda receber 308 votos favoráveis em duas votações no plenário da Câmara antes de ir para o Senado.
    A proposta aprovada na CCJ atende à uma norma aprovada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Atualmente, no Brasil, os trabalhadores domésticos não têm garantidos direitos como seguro-desemprego, horas extras e seguro contra acidentes de trabalho, entre outros.
Correção
    Durante a votação da MP do IR, a discussão no plenário foi norteada pelo porcentual do reajuste. A oposição defendeu correção maior. O líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP), argumentou que nos 16,5 anos de Plano Real a inflação foi de 220% enquanto a correção da tabela ficou em 80%. Pelo texto aprovado pela Câmara, está isento do IR em 2011 quem tiver renda mensal de até R$ 1.566,61. Quem recebe entre este valor e R$ 2.347,85 entra na alíquota de 7,5%. Quem tem rendimento mensal entre R$ 2.347,85 e R$ 3.130,52 fica na faixa de 15%. Entre R$ 3.130,52 e R$ 3.911,63 pagará 22,5% e, acima desse valor, 27,5%.

Receita abre prazo para empresas e órgãos públicos refinanciarem dívidas - http://www.jb.com.br/economia/noticias/2011/07/06/receita-abre-prazo-para-empresas-e-orgaos-publicos-refinanciarem-dividas/

    As empresas e órgãos públicos que devem à Receita Federal e que optaram pelo recolhimento de impostos com base no lucro real, no ano passado, poderão fazer, a partir de hoje, o refinanciamento das pendências com o fisco pela internet. Esta é a última etapa do processo de refinanciamento aberto este ano pela Receita, que envolve pessoas jurídicas não contempladas nas quatro etapas anteriores. 
    O prazo vai até o dia 29 deste mês e depois disso vão cair os benefícios do parcelamento, como a redução de multas em até 90%  e dos juros da dívida em até 40%. Só  poderá quitar os débitos quem estiver em dia com os pagamentos mensais, segundo a Receita.
    Quem tiver parcelas anteriores não pagas, deve quitá-las até três dias antes do fim do prazo, ou seja, no dia 26 deste mês. Cada uma das cinco etapas do refinanciamento deste ano envolveu modalidades específicas de parcelamento, previstas na Lei 11.941, de 2009. Nesta quinta. etapa estão previstos 173,7 mil parcelamentos. A previsão da Receita Federal é que  71,4 mil empresas do estado de São Paulo vão regularizar a situação, por meio do site www.receita.fazenda.gov.br. 
    No processo de refinanciamento, a  Receita ou a Procuradoria da Fazenda Nacional faz o novo cálculo do valor das parcelas de acordo com o montante e o número de meses em que vão ser feitos os pagamentos.
    A Receita lembra que o contribuinte pessoa física terá o período de 10 a 31 de agosto próximo para fazer o parcelamento das dívidas com o fisco.

Câmara aprova redução da contribuição à Previdência de empreendedor individual - http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/199732-CAMARA-APROVA-REDUCAO-DA-CONTRIBUICAO-A-PREVIDENCIA-DE-EMPREENDEDOR-INDIVIDUAL.html

    Benefício foi estendido às donas de casa de baixa renda; portadores de deficiência ganharão estímulo para entrar no mercado de trabalho.
    O Plenário aprovou nesta quarta-feira a Medida Provisória 529/11, que reduz de 11% para 5% sobre o valor do salário mínimo a alíquota de contribuição do Microempreendedor Individual (MEI) para a Previdência Social, com o objetivo de incentivar a ampliação do trabalho formal. O texto, aprovado na forma do projeto de lei de conversão do deputado André Figueiredo (PDT-CE), será analisado ainda pelo Senado.
    De acordo com a Lei Complementar 128/08, pode pedir enquadramento como microempreendedor individual o empresário com receita bruta anual de até R$ 36 mil e sem participação em outra empresa como sócio ou titular.
    A meta do governo para 2011 com a edição da MP, segundo o Ministério da Previdência Social, é alcançar 1,5 milhão de empreendedores. Até 8 de abril deste ano, o programa, lançado há dois anos, havia registrado 1.060.182 inscrições de profissionais que trabalham por conta própria no comércio, na indústria e na prestação de serviço. Editada em 7 de abril, a MP passou a produzir efeito em 1º de maio, e o número de inscritos chegou agora a 1.280.862.
    O MEI contribui hoje para a Previdência Social com 11% (aproximadamente R$ 60 mensais) sobre o valor do salário mínimo. Os 5% correspondem a cerca de R$ 27. A esse valor soma-se R$ 1 se for devido o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e R$ 5 se for devido o Imposto sobre Serviços (ISS), conforme o tipo de atividade.
    Entretanto, para aposentar-se com essa sistemática, o microempresário abre mão da aposentadoria por tempo de contribuição. Assim, ele poderá se aposentar apenas por idade com o benefício de um mínimo.
Donas de casa
    O relator estendeu o benefício de pagar apenas 5% à Previdência para as donas de casa de famílias de baixa renda que contribuam como seguradas facultativas. Será considerada de baixa renda a família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e cuja renda mensal seja de até dois salários mínimos (R$ 1.090 em valores de hoje).
    Caso a pessoa pretenda usar seus recolhimentos para aposentar-se por tempo de contribuição, ela deverá complementar os recolhimentos até atingir 20% sobre o valor do salário mínimo, acrescido de juros. Esse índice é o usado para o caso geral de segurados individuais. Assim, a alíquota de complementação será de 9% para as contribuições recolhidas até abril de 2011, e de 15% para os meses posteriores.
    Para evitar fraudes, Figueiredo incluiu dispositivo proibindo a contratação de microempreendedor individual para trabalhos domésticos, pois a contribuição patronal é de 12% sobre o salário pago nesse tipo de relação trabalhista, bem maior que os 5% previstos pela MP.

A paixão é cega -http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2011/06/27/a-paixao-e-cega/ - Aristóteles Drummond, Jornal do Brasil

    O mundo está apaixonado pelo Brasil. Uma paixão clássica, pois é cega. Nossa postura em relação a avanços nas reformas é igual às de Grécia, Portugal e Espanha, mas com clima de euforia e confiança. O capital aqui investido é supostamente multiplicado, apesar das bolsas negativas e do vazio institucional. O Judiciário invade atribuições do Legislativo que a tudo assiste passivamente.
    Mas, se os países europeus estão em crise pelo endividamento publico excessivo, despesas fora da realidade, e por investimentos travados por leis trabalhistas generosas, o Brasil deveria tentar corrigir estes itens seguindo o exemplo de economias saudáveis como a alemã e a chilena. Mas nada é apresentado para melhorar nosso perfil legal, arcaico, fora do mundo da competição na busca de investimentos de fato.
    Procura-se ignorar que hoje o fator corrupção influi nos investimentos fixos. O dinheiro perambula pelo setor financeiro, de entrada e saída mais rápida, e sem trâmitesburocráticos que facilitam as “mordidas”, como os anglo-saxões se referem aos métodos tradicionais da América latina.
    Outra manifestação desta paixão passa por se ignorar os 400 bilhões necessários para a infra-estrutura indispensável ao escoamento da produção e a receber os eventos programados para 2014 e 2016. Temos seis meses de governo, com uma presidente bem avaliada, mas com uma equipe desentrosada e que não disse ainda a que veio em termos de trabalho. Até as ferrovias, ponto forte dos mandatos do presidente Lula, na área da logística está com atrasos. Aeroportos e o chamado trem-bala, sem uma definição de edital. Conter, através de uma reforma constitucional, os abusos do meio ambiente e do Ministério Publico em face de obras prioritárias como o PAC, nem passa pelas cogitações oficiais. Ibama, Funai, parecem acima do bem e do mal. Belo Monte é obra fundamental para o Brasil, e não existe segurança quanto ao licenciamento cheio de condicionantes, algumas  no limite do inviável.
    O sentimento antiempresarial de que falava Roberto Campos é presença cada vez maior no setor publico e até mesmo na sociedade. Agora mesmo, nas criticas ao governador do Rio, bem avaliado até agora, notadamente com as ações nas áreas da segurança pública e da inclusão das comunidades carentes através da UPPs, não faltou quem criticasse isenções fiscais para grandes investimentos, como se pudesse atrair capital de risco sem incentivos. Como o empreendedor é amigo do governador, não poderia ter incentivos fiscais. Ora, vamos devagar com o andor!
    A lucratividade das empresas, de um modo geral, se mantém positiva pelo esforço empresarial, mesmo com este cambio fora da realidade. Grupos organizados vivem tentando desmoralizar insitutições, governos, autoridades, mantendo o país em clima de tensão e as portas da revolta. O que mantém a paz entre os brasileiros é a estabilidade na economia e no emprego. Assim, esta onda de simpatia pelo Brasil vai  chegar ao seu limite. E a vida pública vai assustando cada vez os jovens idealistas, os homens realizadores. Corremos o risco de ficar nas mãos dos medíocres ou dos mal-intencionados.
    Tem de ter muita paixão para se investir em país com as nossas leis trabalhistas, carga fiscal, insegurança regulatória, sem mão de obra preparada, sem portos, aeroportos, estradas e os dramas da segurança pública e da corrupção descontrolada. O Brasil não pode confiar em um sentimento pouco racional dos mercados. Tem de ter fundamentos sérios, tem de merecer a confiança por motivos sólidos. O dinheiro que vem por modismo logo vai embora, e deixa como consequência a frustração.

Relaxe/Curiosidades

Juca assistia futebol pela TV, mas mudava de canal a toda hora: do canal de esporte para um filme pornô que mostrava um casal em plena ação e vice-versa.
- Não sei se assisto o filme, ou se vejo o jogo - disse para a mulher.
- Pelo amor de Deus, assista o filme! - responde Suzy.
- Por quê? - ele quis saber.
- Futebol você já sabe jogar.

O chefe de departamento de pessoal justifica-se para o jovem porque não vai contratá-lo:
- Desculpe, mas nossa empresa só contrata homens casados.
- Mas que absurdo! Por acaso vocês acham que os solteiros são menos inteligentes e competentes?
- Não, senhor! Mas achamos que os casados estão mais acostumados a obedecer.

Por que a bola de tênis tem pêlo?
A bola de tênis é peluda para possibilitar que os jogadores coloquem efeito nas batidas. Por conta da existência dos pêlos (que criam resistência no ar), dependendo da forma como a raquete toca a bolinha, em vez de ela seguir um curso retilíneo, faz uma curva. Quanto mais peluda a bola, mais ar ela é capaz de arrastar e maior é o efeito que causa. Daí os jogadores não gostarem de utilizar bolinhas "carecas".

Como funciona a escala Richter?
A escala Richter, que mede a intensidade dos terremotos, foi desenvolvida pelo sismólogo americano Charles Francis Richter e começou a ser usada em 1935. Um pêndulo, com oscilação controlada, é fixado em uma base de concreto que registra tremores em três direções: duas horizontais e uma vertical. A escala vai de zero a nove e os tremores fracos receberam valores próximos de zero. Cada unidade representa dez vezes a magnitude do tremor.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Contribuinte obrigado à Nota Fiscal Eletrônica é considerado usuário de PED --> Prazo para pequeno contribuinte termina dia 29 --> Sociedade se mobiliza para reduzir a carga tributária --> LIÇÕES DA NOITE DOS PUNHAIS



Humanamente não existe um ser que seja feliz sem que o outro também seja." (René Descartes)

Mata-se a cobra, mas não o veneno


Contribuinte obrigado à Nota Fiscal Eletrônica é considerado usuário de PED 
 
    O contribuinte obrigado à Nota Fiscal Eletrônica é considerado usuário de PED para emissão de nota fiscal e com isso está obrigado à geração do registro fiscal por item de mercadoria - Registro Tipo 54 e respectivo Registro Tipo 75.
    Caso o contribuinte não esteja cumprindo o disposto acima deverá retransmitir os arquivos eletrônicos (finalidade “2” - retificação total) com os itens das NFe (Registro 54) e códigos dos produtos (Registro 75).
    Cumpre-nos informá-los, ainda:
    Lei 6763/75 - art. 54, XXXIV - omissão de entrega de arquivo ou entrega em desacordo com legislação – 5000 UFEMG por infração = R$10.906,50 (1 UFEMG 2011 = R$2,1813).
    Este informativo tem o caráter meramente informativo e não pretende exaurir todas as orientações e legislações publicadas nos diversos meios de comunicação institucional das esferas públicas. Tratam os informativos de cuidar, apenas, do repasse daquelas orientações e legislações consideradas mais relevantes.
Assim sendo, faz-se mister o contínuo acompanhamento das publicações.
    Atenciosamente,
    Beatriz Moreira Novais
    Chefe da Administração Fazendária de Congonhas
    SRF II – Belo Horizonte/SEF

Prazo para pequeno contribuinte termina dia 29 - http://4mail.com.br/Artigo/ViewFenacon/007915033064882

    Depois dos grandes contribuintes, é a vez de 170 mil empresas de menor porte consolidarem débitos federais no Refis da Crise. As pessoas jurídicas que não entraram nas fases anteriores de consolidação terão entre os dias 6 e 29 de julho para escolher a modalidade de parcelamento pelos sites da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
    Pela Lei do Refis - nº 11.941, de 2009 -, este grupo inclui empresas que não optaram pelo pagamento à vista de débitos com a utilização de créditos decorrentes de prejuízo fiscal ou de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Também não entram aquelas que escolheram pagar dívidas com aproveitamento indevido de créditos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e nem aquelas com acompanhamento tributário diferenciado e especial ou optantes pelo lucro presumido.
    A Receita Federal também aguarda a consolidação de débitos de pessoas físicas, que tiveram nova oportunidade para acertar suas contas com o Fisco. O prazo foi reaberto e vai de 10 a 31 de agosto. O prazo foi reaberto devido ao baixo volume de adesão. Cerca de 60 mil dos 200 mil contribuintes que estavam pagando as parcelas mínimas não concluíram a consolidação no tempo determinado. (BP)

Sociedade se mobiliza para reduzir a carga tributária - http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=175435,OTE&IdCanal=5

    Reduzir a carga tributária, sem provocar queda na arrecadação e ainda acelerar o desenvolvimento econômico e melhorar a distribuição de renda. O que parece mágica, pode ser alcançado com medidas relativamente simples para organizar e reduzir aos poucos o montante de impostos pagos pelos brasileiros, garantem os integrantes do Movimento Brasil Eficiente (MBE), grupo de especialistas em diversas áreas que já recebeu apoio de mais de cem entidades de classe e da sociedade civil organizada. Ontem foi a vez da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) formalizar o apoio ao projeto.
    Hoje, a carga tributária somada ao déficit público brasileiro chega a 40% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual seria reduzido a 30% até 2020, caso a proposta fosse adotada ainda neste ano. Paralelamente, o crescimento do PIB saltaria dos atuais 4,4% de média anual para 6%, o que geraria mais recursos para os cofres públicos. "O país teria mais trilhões em arrecadação e isso significaria um percentual menor do PIB", diz o presidente do MBE, Paulo Rabello de Castro. Ele comparou a alta carga tributária à inflação galopante dos anos 1980. "Naquela época, muitos diziam que reduzir a inflação significaria também reduzir o crescimento. Depois, com um projeto inteligente, vimos que era o contrário, o crescimento acelerou. É a mesma coisa", disse.
    Favela. O primeiro passo do projeto é a simplificação da estrutura tributária brasileira, chamada de "favela tributária" por Castro. "É complexa e cheia de puxadinhos", disse. Ele explicou que nesta primeira etapa, que duraria até 2014, não haveria redução de impostos, apenas uma melhor organização e transparência. Seria um período de adaptação, para mostrar à União, Estados e municípios que não haveria queda na arrecadação.
    Neste período, seria adotada uma espécie de "URV" fiscal, como aconteceu na transição do Cruzeiro Real para o Real. "Ainda estaria vigorando o sistema antigo, mas haveria uma simulação do sistema novo, para ficar claro que não haveria perdas", disse. Em seguida, depois de conseguidos os apoios necessários, seria iniciada a redução gradual da carga de impostos. Pagando menos impostos e com o país crescendo mais, mais brasileiros sairiam das classes C, D e E e a pirâmide social ficaria mais equilibrada.
    O projeto já tem apoio formal do governador de Santa Catariana e o compromisso de adesão do governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Em Minas Gerais, o senador Aécio Neves deve intermediar o encontro do MBE com o governador Antonio Anastasia.
    Reforço. Presidente da Fiemg, Olavo Machado (ao centro), apoia ao Movimento Brasil Eficiente
    1,4 milhão de assinaturas
    Projeto de lei busca apoio
    As propostas do movimento Brasil Eficiente (MBE) podem virar lei, caso haja adesão ao projeto de lei de iniciativa popular elaborado pelos especialistas. Para ser enviado ao Congresso Nacional é preciso recolher 1,4 milhão de assinaturas. Até agora, menos de 7.000 pessoas declararam apoio, mas um dos coordenadores do MBE, Carlos Rodolfo Schneider, explica que à medida que as adesões de entidades empresariais e da sociedade civil crescem, o apoio formal também deslancha. O presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado, tem a mesma opinião. "Tudo começa com um sonho", diz.
    O projeto foi elaborado pelo jurista Ives Gandra e pelo advogado Gastão Toledo e detalha a simplificação e redução da carga tributária nos próximos anos. Também faz parte da proposta a regulamentação da Lei de Responsabilidade Fiscal para a União. A intenção é criar um conselho de gestão fiscal para regular as despesas públicas e evitar que os gastos superem as receitas, gerando, assim, aumento na carga tributária para custear a máquina pública, como já aconteceu outras vezes. (APP)


LIÇÕES DA NOITE DOS PUNHAIS -  Percival Puggina

            Quem quiser coerência absoluta, procure-a nas coisas irretocáveis, como a tabuada e o quadrado de Dürer. Não vá buscá-la na política. O debate político é, muitas vezes, caricatural. Trava-se num ambiente marcado pelo exagero. Ampliam-se os defeitos alheios e se sobreexaltam as virtudes próprias. Sofismas acontecem. Mas a vida não é uma caricatura. O sofisma, cedo ou tarde, transparece. E a realidade se manifesta como os olhos a registram.
            Para essa incoerência sistêmica impõem-se, portanto, limites. Quando transpostos, configuram-se condutas fraudulentas, concebidas para iludir o eleitor e induzi-lo ao erro, fazendo-o votar em ficções e eleger miragens. Lesa-se a democracia. Costumo dizer, muitas vezes sob espanto geral, que o eleitor não se engana, ele é enganado. É iludido por mentiras, promessas vãs, difamações e coisas que tais. Os partidos (de modo muito especial os partidos de massa, como são os da esquerda brasileira) contam com um caleidoscópio de estruturas de apoio. São, entre outros, corporações funcionais, grupos de interesse, movimentos sociais, sindicatos e grupos religiosos, que se somam às siglas do jogo partidário para obter o efeito psicossocial desejado.
            O simples estalar de dedos do comando aciona uma usina de artefatos publicitários, coloca na estrada ônibus repletos de militantes, carros de som, e se mobiliza aquilo que uns por desatenção e outros por má intenção chamam de "o povo". Eis porque não há escândalo nacional, na última década, que mobilize "o povo". O povo, o verdadeiro povo, está bem longe dali, trabalhando para ganhar a vida e, por vias indiretas, para pagar a conta que muito provavelmente surge quando certos dedos estalam e "o povo" é recrutado. Tenho visto muito disso. Em Porto Alegre, o sossego dos moradores da Praça da Matriz acaba quando o PT vai para a oposição.
            Prossigamos. Ninguém desconhece os vínculos que unem esse partido à maioria das corporações funcionais do Estado. Isso é próprio dos partidos de massa e não é próprio dos partidos de quadros (os dois grandes grupos em que a Ciência Política costuma tipificar as organizações partidárias). A longa noite de 28 de junho, quando o governo estadual chamou na chincha a base parlamentar, garantindo os votos necessários para aprovar o Pacotarso, lembrou-me a Noite dos punhais. Milhares de eleitores do governador, servidores públicos, pensionistas, precatoristas que fiavam, e todos os que confiavam no "diálogo permanente com as categorias" e na anunciada interlocução construtiva e privilegiada com o governo federal e seu cofre, foram vitimados por súbita e coletiva estocada entre as omoplatas. Ah, se lhes houvessem anunciado isso no ano passado! Ah, se as tricoteiras  soubessem o que estava em gestação contra o pagamento de seus precatórios! A pergunta pode ser inquietante, desagradável, mas não é ofensiva: teriam votado como votaram?
            Esta outra indagação que proponho é uma exigência da razão e me conduz onde quero chegar com estas linhas: a democracia, legitimamente, pode servir também para isso? Na noite dos punhais, deputados sempre tão falantes, professorais e portadores de soluções generosas para todas as dificuldades do Estado quando na oposição, calaram-se num silêncio obsequioso, tumular, constrangido. Entendo tudo isso. É da natureza do sistema que adotamos. Eis por que falo tanto em reforma institucional. Não é horroroso um sistema que faz cafuné na incoerência absoluta? Quem sabe começa pelos servidores públicos, diante do que têm sob seus olhos, a compreensão social para esse gravíssimo problema institucional?


 Relaxe/Curiosidades


Moisés, Jesus e um velhinho jogavam golfe. Moisés colocou a bola no pino e deu a primeira tacada; a bola caiu num lago. Moisés chegou na beira do lago e, levantando o taco, as águas se abriram. Ele entrou, deu a segunda tacada e a bola foi diretamente para o buraco.
Na vez de Jesus jogar, a bola também foi parar no lago, mas caiu sobre a folha de uma vitória-régia. Então, Jesus caminhou sobre as águas, foi até a planta e deu a segunda tacada, mandando a bola para o buraco.
Aí foi a vez do velhinho.
Ele, todo trêmulo, preparou-se para dar a tacada inicial. A bola voou para fora do clube e começou a cair na direção de um riacho. Nesse instante, um sapo a engoliu.
Pouco depois, uma cobra engoliu o sapo e foi agarrada por um gavião; a ave apertou demais a cobra que regurgitou o sapo ao sobrevoar o campo de golfe; ao cair, o sapo bateu com o peito no chão e cuspiu a bola diretamente para o buraco.
Ao acompanhar toda aquela cena, Moisés olha para Jesus e diz:
- Cara, é muito chato jogar golfe com o teu Pai...


Certo dia, a professora pergunta para os alunos:
- Pedrinho, do que você tem mais medo?
- Da mula-sem-cabeça, fessora.
- Isso é apenas uma lenda, você não precisa ter medo. Mariazinha, do que você tem mais medo?
- Do saci-pererê, fessora.
- É somente outra lenda, você não precisa ter medo. E você, do que tem mais medo, Joãozinho?
- Do Malamém, fessora.
- Malamém? O que é isso Joãozinho?
- Eu também não sei, mas toda noite quando minha mãe reza ela diz: não nos deixeis cair em tentação e livrai-nos do Malamém.


Qual é o colégio mais antigo do Brasil?
O colégio mais antigo do Brasil, que ainda está em atividade, é o Colégio Pedro II. "Ele foi fundado em 1837, no Rio de Janeiro", afirma o jornalista e poeta Luiz de Aquino, de 56 anos. O segundo mais antigo, fundado em 1846, é o Liceu de Goiás, hoje conhecido como Liceu de Goiânia. Coincidentemente, Luiz de Aquino estudou nos dois colégios. Ele fez o ginasial no Pedro II e o colegial no Liceu.


Por que as bolhas de sabão são redondas?
A bolha é uma película de líquido cheia de ar. O ar faz pressão para fora enquanto a atração entre as moléculas de água puxa a película para dentro. A forma arredondada da bolha resulta do equilíbrio entre essas duas forças.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Empresário: cobre adequadamente pelos seus serviços --> A coragem de cobrar caro --> RISCO DE ARMAZENAR DADOS EM CD´s --> A nova retórica genocida de alguns



Mãos generosas, mãos poderosas

La sabiduría no se traspasa, se aprende

EMPRESÁRIO: COBRE ADEQUADAMENTE PELOS SEUS SERVIÇOS! - http://www.portaldosped.com.br/pagina/escritorio-contabil - Júlio César Zanluca

     Já fui sócio de escritório de contabilidade, e sei o quanto é difícil valorizar, junto à clientela, o leque de serviços oferecidos, e cobrar adequadamente os honorários a que faz jus.
    Conversando com vários colegas, e somando à minha própria experiência como empreendedor contábil, cheguei a uma conclusão: quem não cobrar adequadamente pelos serviços prestados, estará fadado à mediocridade financeira e qualitativa de seu escritório.
    Seu cliente pediu serviços extras, de preenchimento de cadastro bancário? Fixe o preço, antecipadamente, com base na tarefa ou no tempo despendido.
    Cliente passou de lucro presumido para lucro real? Reavalie a extensão dos serviços acessórios, e não tenha receio de adequar os honorários à realidade!
    Cobre por registro de funcionário. Para cada funcionário extra, uma taxa (realista, avaliada em planilha) deve ser cobrada. A empresa fez 10 rescisões este mês? Cobre taxa por rescisão!
    Mas, diria você: “todos meus clientes vão fugir de mim...!”. Ledo engano, salvo se seus serviços forem ruins mesmo ou se seus preços forem exagerados. Para fixação de preços, estabeleça um critério técnico (utilize, como sugestão, a “planilha de honorários contábeis”).
    Qualidade a preço justo é o que o empresário precisa oferecer a seus clientes. Se um cliente seu não quer qualidade... é porque não merece ser seu cliente (a não ser que você também não faça questão de qualidade em seus serviços...).
    A lógica é a seguinte: se você não cobrar por seus serviços, acabará tendo um escritório com pouco ou nenhum lucro. Obviamente, isto levará a você a tentar aumentar o leque de clientes, para gerar mais receita. Aumentando o leque de clientes, você terá que investir mais, em equipamentos, programas, treinamento, espaço físico, mobiliário, etc... elevando, de novo, seus custos!
    E o ciclo continua, até que, estafado de tanto trabalhar e de ser mal remunerado, você perde a qualidade de trabalho e põe fora seu capital.
    Aí, só resta vender seu escritório, por uma bagatela, para o primeiro corajoso que se dispor a enfrentar a situação...
    Pare de ter receio de cobrar pelos seus serviços! Comece a avaliar, criteriosamente, quais os custos e as receitas correspondentes, por clientes.
Exemplos:
     Um cliente que tem 1.000 lançamentos contábeis mensais deve ter um honorário proporcional maior que outro cliente, com apenas 150 lançamentos contábeis mensais.
    Um cliente que tem 50 funcionários, e alta rotatividade de pessoal (admissões e demissões) deve ser cobrado por movimento e manutenção de pessoal. Já um cliente que tenha 1 ou 2 funcionários, cobre a taxa mínima para administração trabalhista.
    Uma empresa que tenha 500 notas fiscais de entrada e saída mensais, tenha substituição tributária do ICMS para todos os estados, e apure IPI, deve ter honorários bem calculados, para não ser subsidiado por outro cliente, microempresa, que tenha somente 10 notas por mês e que apure seus tributos pelo Simples.
    Determinada empresa tem 10 contas bancárias, enquanto outro apenas uma. O custo para conciliar 10 contas é 10 vezes mais que conciliar uma (considerando-se uma movimentação bancária normal). Você ponderou isto na formação de seus honorários para ambas empresas?
    Questão de justiça, para você e para seus clientes!

A coragem de cobrar caro - Stephen Kanitz - http://www.kanitz.com.br/veja/remuneracao_profissional.asp

    Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.
    “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo. Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.” Isso o tranqüilizou. “Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família. Eu, como palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.”
    Ele concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo. “Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.”
    No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro. Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço. Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso. É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”. Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência. Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.
    Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo. Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo. E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.
    Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia. O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco. Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.” Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.
    O programa Bolsa Escola foi criado no governo do PSDB como uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar. Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca. Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor. Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos. Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês. Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal. Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?
    Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões. Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www.filantropia.org ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família. Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais. Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.

RISCO DE ARMAZENAR DADOS EM CD´s - www.olhardigital.com.br

    Ainda muito utilizado por quem precisa fazer backup de arquivos, os DVDs trazem muita dor de cabeça pela facilidade de perda dos dados; veja como cuidar bem do seu conteúdo digital e evitar dores de cabeça
    Eles chegaram para substituir as antigas fitas VHS e os disquetes. Mas, nem sempre a história acaba bem.... Veja o caso do Evandro. Ele é administrador de redes e um dia teve que fazer backup de alguns e-mails antigos da empresa em um DVD. Aí...
    "Nós acabamos perdendo um grande período de anos de mensagens que fizemos o backup dentro do DVD e, devido a esse problema, nós tivemos um período de mais ou menos 4 anos de mensagens perdidas, informações muito importantes", relata o administrador de Redes, Evandro Cesar.
    Mas você deve se perguntar: "por que é tão fácil o conteúdo do DVD simplesmente sumir?"
    "Principalmente pela qualidade da mídia. Infelizmente, embora você tenha um formato único que é o DVD, nós não podemos garantir que os fabricantes utilizem o mesmo material para gravação, então esse é um dos fatores principais. Outros fatores que concorrem para essa perda de dado são a qualidade do equipamento de gravação, o equipamento que faz a leitura, a taxa de transferência que esses dados vão chegar na mídia a ser gravada, e uma série de outors fatores", explica o Profº Luciano Silva, da Faculdade de Computação e Informática do Mackenzie.
    O processo de gravação de um DVD pode ser explicado de uma maneira bem simples. Imagine o DVD como se fosse um disco de vinil. Só que ao invés da agulha, são raios laser vermelhos que lêem e também gravam as informações. Ao invés de sulcos, são saliências que representam os zeros e uns, dispostos em forma de espiral. E cada uma das trilhas tem apenas 740 nanômetros. Se a gente pudesse arrancar a trilha de dados de um DVD e esticá-la em uma linha reta, ela teria quase 12 quilômetros de comprimento! Você consegue pensar que uma estrutura dessas seria capaz de armazenar tantas informações?
    E a velocidade da gravação é um fator que pode definir se os dados serão transferidos integralmente ou não. Tá vendo esse número aqui? Ele indica a velocidade mais segura para você fazer a gravação do DVD em cada um dos aparelhos. Alguns mostram 8x, outros exibem 16x e há os que sugerem velocidade entre 1x e 8x, por exemplo. É bom seguir as recomendações do fabricante para garantir a melhor qualidade de gravação.
    "Se você tem um equipamento que está configurado com a gravação máxima de 4x, e você tentar fazer uma gravação em 16x, provavelmente o dado vai ser gravado de forma incorreta. Isso acontece porque você tem que compatibilizar a velocidade de rotação que você tem do equipamento de gravação, junto com a velocidade de gravação do laser", esclarece Luciano Silva.
    E sabe aquelas receitinhas caseiras para limpar o disco, como passar um pouco de água e um paninho em cima? Ou então esfregar a mídia com detergente? Acredite, é melhor esquecer esses conselhos!
    "Inclusive, qualquer coisa, casca de banana, já vi pessoas limpando com laranja... você tem, na realidade, uma série de ácidos ali que podem contribuir para o desgaste mais rápido daquela mídia", conta o professor.
    Não existe ao certo uma data de validade de um DVD, conforme constatou o Centro Nacional Francês de Pesquisa. Mas, os cientistas comprovaram a instabilidade dessa mídia, que pode armazenar corretamente suas fotos e vídeos por dez anos, ou pode perder todo o conteúdo em apenas alguns meses. O pior é que isso não tem a ver com a marca. Na pesquisa francesa, discos da mesma marca tiveram comportamentos bem diferentes.
    Então, a melhor coisa a fazer é pecar pelo excesso, como faz agora o Evandro. Hoje ele dispensou os DVDs e passou a ter mais de um lugar para backup.
    "Além de ter dois HDs em casa, que de tempos em tempos eu faço uma cópia, eu possuo um Storage, que é um HD externo", conta Evandro.
    As dicas estão aí, agora, provavelmente você terá menos dor de cabeça no futuro.

veja o video - http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/verdades-e-mentiras-sobre-os-dvds

A nova retórica genocida de alguns -  http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/12208-a-nova-retorica-genocida-de-alguns.html - Eduardo Mackenzie

    A gesticulação de León Valencia sobre sua promessa de "identificar a extrema direita" para reprimi-la e esmagá-la, em vez de responder a ela com argumentos, é propaganda nazista ou, mais exatamente, propaganda fascista-bolchevique.
    "Os Protocolos dos sábios de Sião", o violento panfleto anti-semita redigido pela polícia russa em 1903 para justificar os pogroms e as matanças judias, e impedir a democratização do regime czarista, utilizado depois por Hitler e Stalin com os resultados catastróficos que todo o mundo conhece, está hoje sendo difundido maciçamente pela rádio estatal venezuelana. O uso desse libelo imundo é mais uma licença de Hugo Chávez ao regime iraniano e à sua obsessão pela destruição de Israel. Na Colômbia, um propagandista do "bolivarianismo" decifrou bem a mensagem de Caracas e se pôs à tarefa de redigir um libelo similar, menos centrado sobre uma raça em particular e mais enfático sobre certas classes sociais, para justificar as piores violências que devem cair, segundo ele, sobre os "políticos, os empresários e os líderes de opinião" que se opõem à gangrena farco-chavista.
    O primeiro capítulo do novo pasquim genocida foi publicado muito tranqüilamente por Semana, neste 25 de junho. Sob a assinatura de León Valencia, essa revista anuncia em tom exaltado que há que ir mais longe do que o presidente Santos. Este, dias atrás, lançou a primeira pedra ao dizer que uma "extrema direita" quer "semear o caos" na Colômbia. Valencia exige então que se ponha "um rosto" nessa "extrema direita" para que os artistas da Kalashnikov saibam com exatidão quem são os "inimigos do povo".
    O ex-guerrilheiro, farol das minorias extremistas encostadas hoje ao poder, anuncia que ele designará os "grupos sociais e políticos concretos" que devem ser assinalados com o dedo. Pois parece que chegou a hora de ampliar a noção de "para-militar". Para esse humanista de araque, para-militar não é só quem monta ou financia grupos terroristas, de esquerda ou de direita, senão um mundo social muito vasto. Ouçamos a música do senhor Valencia: para-militares são os civis que se opõem a uma "reconciliação" com as FARC, são os proprietários "das melhores terras cafeteiras e de criação de gado", são os jornalistas e os "militantes civis" que criticam as ONGs a serviço das guerrilhas, os que denunciam a justiça corrompida e prevaricadora. É também o passado "executivo central" e são os parlamentares, pois Valencia fala dos que tiveram a "influência decisiva no Congresso".
    Valencia acredita que apoiar as Forças Armadas colombianas em sua luta contra o narco-terrorismo, e seus esforços para desmantelar a maquinaria de matar colombianos, é sustentar a "saída militar". O editorialista de Semana vitupera as maiorias colombianas por negarem-se a ver as FARC e o ELN como ele as vê: como cândidas "oposições e dissidências políticas".
    O homem acredita saber que o culpado de que o país pense dessa maneira é o "núcleo duro da extrema direita". Valencia não o diz mas a conclusão de semelhante análise é mais que óbvia: esses grupos sociais devem ser exterminados.
    A linguagem de León Valencia lembra a de Stalin, que condenou milhões de inocente à morte, ao Gulag e à fome mais desapiedada, apenas assinalando-os como "burgueses", "kulaks", "fascistas", "inimigos do povo", "contra-revolucionários" e até "trotskistas-zinovievistas".
    É, também, a linguagem dos nazistas que aniquilaram em seus campos seis milhões de judeus por terem nascido judeus, e por ser vistos, igualmente, culpados de "amassar grandes fortunas", como diz hoje León Valencia.
    León Valencia faz o amálgama entre criminosos confessos e gente honrada, e inventa mentiras truculentas para satanizar as maiorias democráticas que se opõem e se oporão sempre a que as FARC, e os fanáticos da guerra civil permanente e da miséria do povo, tomem o poder.
    "Acusem seus adversários de fascismo. Enquanto eles perdem tempo tratando de se justificar, vocês terão todas as possibilidades para lançar-lhes novos ataques", aconselhava o chefe stalinista Dimitri Manouilski aos partidos comunistas. Não fazem exatamente isso os inventores da farsa da "mão negra da extrema direita" e os que enviam ao cárcere centenas de pessoas inocentes sob a acusação de ter "vínculos" com os "para-militares"?
    Assim como os comunistas tentam aniquilar todos os "burgueses" da terra, assim como os nazistas trataram de acabar com todos os judeus da terra, León Valencia quer arrasar com os colombianos que honram o legado dos que conquistaram e edificaram as liberdades deste país, seu sistema social, sua economia de livre mercado. O delírio ideológico de Valencia autoriza e justifica o pior.
    É a linguagem do totalitarismo, fascista e comunista, apenas disfarçado, que começa designando um grupo social como culpado de crimes e termina passando ao ato. A gesticulação de León Valencia sobre sua promessa de "identificar a extrema direita" para reprimi-la e esmagá-la, em vez de responder a ela com argumentos, é propaganda nazista ou, mais exatamente, propaganda fascista-bolchevique.
    O mais sombrio é que esse tipo de literatura, esse convite dissimulado ao crime de massas, se expressa placidamente nas páginas de uma revista que desfruta da confiança de muitos colombianos. O presidente Santos abriu a caixa de Pandora. Quem conseguirá fechá-la?

Relaxe/Curiosidades

Dois bêbados cambaleavam ao longo da linha do trem, aparentemente na mesma órbita:
- Pô, essa escadaria não acaba nunca!
- Isso não é nada. O que cansa é esse corrimão baixinho...

No tribunal, o juiz pergunta ao réu:
— No momento do furto, o senhor não pensou nenhum instante na sua mãe, na sua mulher?
— Pensei sim, seu doutor! Mas na loja só tinha roupas pra homem!

O que é chuva de granizo?
É comum nevar a chover ao mesmo tempo. Se a temperatura perto do solo estiver muito alta para haver somente neve e muito baixa para haver somente chuva, as duas ocorrem ao mesmo tempo. Os flocos de neve que não se derretem se juntam, formando blocos de gelo. É a chuva de granizo.

Por que se chama os catadores de bola de gandulas?
Gandulla era um argentino da equipe do Vasco da Gama na década de 1940. Como era mau jogador, nunca entrava nos jogos e acaba na beira do campo, uniformizado, buscando a bola que saía de campo. A torcida acostumou com Gandulla e assim todos os "buscadores de bolas" passaram a ser conhecidos como gandulas.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O novo cenário da profissão de contador --> Minas vai copiar a Nota Fiscal Paulista e devolver impostos --> NF-e SPED: Como Evitar uma Babel de Arquivos Eletrônicos --> REFLEXÕES DE UM LEIGO SOBRE A CNBB



Manha de cavalo só o dono conhece
 

Mão de mestre não suja pincel


O novo cenário da profissão de contador
- http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/o-novo-cenario-da-profissao-de-contador/45785/

 
    Os profissionais da área de contabilidade, incluindo auditores, consultores contábeis e fiscais, estão experimentando novidades que vêm ocorrendo em todos os setores da economia, provocando alterações que afetam radicalmente as diretrizes profissionais. Essas mudanças significativas na esfera da contabilidade, que antes não eram comuns, acontecem de forma tão veloz que temos de tomar conhecimento e definir o modo de exercê-las.
    Na área de atuação dos profissionais dos serviços contábeis no Brasil, vivemos um longo período de tranquilidade e distanciamento entre a ferramenta da administração dos negócios e as demonstrações contábeis.
    Toda a base que definiu os regulamentos e normas das atividades da contabilidade no decorrer dos anos 80 e 90 estava fundamentada nas leis das Sociedades. Dificilmente, a ferramenta que disciplinava a decisão no mundo dos negócios estava voltada para a área contábil.
    De forma geral, os empresários, os titulares dos patrimônios e dos demais recursos que envolviam as transações do mundo dos negócios demonstravam pouco conhecimento ou interesse nas atividades da área contábil. Assim, existia um grande número de escritórios e profissionais autônomos da esfera contábil que só tomavam conhecimento das transações a serem registradas, com base nos documentos ou comprovantes que lhes eram repassados para elaboração dos registros contábeis. A preocupação do profissional contábil estava voltada ou dirigida para a regra fiscal da legislação do imposto de renda em vez da realidade do mundo dos negócios.
    Entretanto, um esquadrão de profissionais sempre lutou e desenvolveu esforços para a necessária expressão e importância real do profissional contábil no mundo empresarial.
    A redação do prefácio do professor José da Costa Boucinhas, no livro "Contabilidade Introdutória", elaborado pela equipe de professores da USP - Universidade de São Paulo, evidencia que o método do ensino da Contabilidade tinha de estar direcionado para o mundo dos negócios ou das transações que propiciassem o crescimento com um todo.
    O contador Robert N. Anthony, em seu livro "Management Accounting", focaliza com bastante propriedade a importância da informação contábil para o mundo dos negócios, relatando que esta deve ser dirigida para duas finalidades básicas: o controle e o planejamento.
    Hoje, o cenário e o desafio evidenciam a recuperação do desenvolvimento da ciência contábil e seus profissionais. O Brasil está crescendo e se afirmando perante o cenário mundial, através da capacidade de propiciar a sólida continuidade dos fundamentos da sua economia, refletindo o crescimento, o respeito e o interesse de todos os tipos de investidores em nossas atividades.
    Assim, as modificações presentes nas atuais demonstrações contábeis estão em linha com a realidade internacional do mundo dos negócios. As novas normas que disciplinam e regulamentam as atividades do contador, através da introdução das Normas Brasileiras de Contabilidade, Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade e demais órgãos reguladores, estão ocorrendo em grande número, fatos que não comuns no Brasil.
    Esses instrumentos que disciplinam a atividade da contabilidade no cenário atual são bem vindos, mas por outro lado, os profissionais devem se integrar à nova realidade. As escolas, professores, cursos de formação, profissionais e alunos da área contábil devem estar conscientes dessa nova realidade. É evidenciado um cenário de constantes informações técnicas, procedimentos a serem adotados, atualizações, novas regras etc. Tais fatos proporcionarão aos contadores a oportunidade de demonstrar a eficiência e integração à realidade da comunidade contábil do mundo dos negócios.

Minas vai copiar a Nota Fiscal Paulista e devolver impostos
- http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=175218,OTE&IdCanal=5

 
    Se parte dos impostos cobrados em cada compra no comércio voltasse para o bolso do consumidor em crédito direto na conta corrente ou em desconto para pagar o IPVA, por exemplo? O modelo, que já existe em São Paulo com a Nota Fiscal Paulista, está prestes a ser implantado em Minas Gerais. Ainda não há data nem detalhes do programa mineiro, mas, segundo fontes da Secretaria de Estado da Fazenda, os estudos de viabilidade e impacto já subiram para o gabinete do governador Antonio Anastasia.
    O secretário-adjunto da Fazenda, Pedro Meneguetti, confirmou a existência dos estudos sobre a Nota Fiscal Mineira e disse que em breve a secretaria vai divulgar novidades. O mais provável é que o modelo siga os moldes de São Paulo, precursor da iniciativa. Lá, a nota fiscal de qualquer compra feita no varejo - restaurantes, supermercados, padarias, livrarias e lojas em geral - é vinculada ao CPF do consumidor. O governo devolve até 30% do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). As alíquotas, que variam de produto para produto, são cobradas sobre a circulação das mercadorias no mercado.
    Como funciona. Em São Paulo é comum o caixa perguntar se a pessoa quer que a nota fiscal seja vinculada ao CPF. Se a pergunta não é feita, o consumidor deve cobrar. Os créditos vão se acumulando e podem ser devolvidos com depósito na conta corrente ou viram desconto para o pagamento do IPVA. "É ótimo saber que parte de tudo o que a gente compra vai voltar. No meu caso, eu prefiro juntar para descontar no valor do IPVA e, juntando os créditos de compras de um ano inteiro, já consegui um desconto de 50%", conta a economista Denise Pasqual, que mora em São Paulo.
    Além dos créditos, o consumidor também pode participar de sorteios mensais, que variam de R$ 10 a R$ 200 mil. O coordenador do programa da Nota Fiscal Paulista, Valdir Saviolli, explica que os ganhos não são apenas diretos. "Além de recuperar parte do dinheiro gasto com impostos, a arrecadação do Estado aumenta e é possível investir mais em saúde, educação e obras, o que beneficia indiretamente o consumidor".
    Segundo Saviolli, desde que o programa foi implementado em São Paulo, em 2007, a arrecadação do Estado cresceu 23,3%. De acordo com ele, o consumo também é incentivado, já que o dinheiro dos créditos acaba voltando ao mercado, em outras compras. "Tenho muitos amigos que preferem receber os créditos em conta corrente para gastarem com outras coisas", confirma Denise.
    Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria da Fazenda de Minas Gerais disse apenas que o projeto está em fase de estudo. Segundo Saviolli, em São Paulo o programa foi apresentado em janeiro de 2007 e implementado em outubro do mesmo ano.
Devolução
    Em BH, parte do ISS volta como desconto no IPTU
     Em Belo Horizonte, quem pede a nota fiscal eletrônica ao contratar algum serviço ganha desconto no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Parte do Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS-QN) vira crédito. "Basta pedir para inserir o CPF na nota fiscal eletrônica, no caso de pessoa física, que vai recuperar 30% do ISS pago; ou o CNPJ, no caso de pessoa jurídica, que vai resgatar 10%", afirma o gerente de Tributos Imobiliários da Secretaria Municipal de Finanças, Omar Domingos.
    Vamos supor que um contribuinte contrate um transportadora para uma mudança e pague R$ 1.000. "Para uma alíquota de 3%, o ISS-QN gerado será de R$ 30, uma pessoa física absorveria um crédito de R$ 9 e uma pessoa jurídica de R$ 3", explica. O nome do programa é BH Nota 10, que tem como objetivo estimular as emissões de notas fiscais eletrônicas para facilitar a fiscalização e reduzir custos das empresas com papel.
    Não é necessário fazer um cadastro. Se o CPF ou CNPJ da nota fiscal forem o mesmo do titular do imóvel, os créditos serão lançados automaticamente e a guia do IPTU já virá com o desconto. Se a pessoa não for titular, ela pode transferir seus créditos. Este ano foi o primeiro em que o IPTU já veio com desconto. Foram distribuídos R$ 4,3 milhões em créditos, beneficiando 101 mil imóveis, cerca de 15% do total dos 680 mil cadastrados na capital. (QA)

NF-e SPED: Como Evitar uma Babel de Arquivos Eletrônicos
- Fonte: e-mail de Aleixo e Associados/SP - Por: Alzemir Camilo 

 
    Apontado como paradigma de eficiência a ser copiado por outros países, o novo modelo brasileiro de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ultrapassou, em maio último, a marca de 620 empresas aderentes, segundo cálculos do Governo, o que representa, na prática, algo em torno de 98% de todo o volume de notas emitidas no País.
    Entretanto, a parte os bons indicadores, a universalização do Sped (sistema público de escrituração digital, do qual a NF-e é o principal pré-requisito) ainda precisará enfrentar muitos desafios. Entre estes, um dos mais expressivos é, sem dúvida, o desafio tecnológico, para o qual boa parte das empresas ainda está sem preparo.
    Questões culturais e dificuldades financeiras são as partes mais visíveis do problema. Na prática, um obstáculo descomunal para empresas de todos os portes – mas principalmente as menores - se dá pela gigantesca quantidade de arquivos eletrônicos que a substituição do papel acaba acarretando para todas, gerando assim o risco de uma Babel organizacional sem precedentes. 
    Ainda em seu relatório de maio, a Secretaria de Receita Fazendária (Sefaz) já contabilizava algo em torno de 2,64 bilhões de notas eletrônicas emitidas no País. O número, já estratosférico por si, representa apenas uma parte dos documentos digitais gerados pelo novo sistema.
    Se levarmos em consideração todos os documentos acessórios, como cópias de segurança, comprovantes de envio ao fisco e mais a cópia eletrônica do documento auxiliar usado para o transporte (ou Danfe), iremos chegar a um volume em torno dos 13 bilhões de documentos. Só isto já dá uma ideia da inédita estrutura de controle que está sendo exigida às empresas.
    O fato, porém, é de que nem todas as empresas já se deram conta deste fato. Um erro comum, em grande parte delas, está em se considerarem quites com as novas exigências do governo, a partir da simples autorização de emissão da NF-e pela SEFAZ e de outros trâmites básicos, como o envio do arquivo XML para o comprador e a garantia da respectiva Danfe (documento auxiliar da nota fiscal eletrônica) acompanhando o transporte da mercadoria.
    De fato, esta três tarefas traduzem o trâmite mínimo de uma NF-e. Mas o problema está ainda em garantir a adequada custódia desses arquivos pelo prazo de cinco anos (fora o vigente) e sua pronta localização, entre milhões de documentos digitais, em caso de fiscalização ou qualquer querela jurídica.
    Há casos bem graves ao longo de todo o País, em que as empresas mantêm a guarda de tais arquivos em meros CDs, ou em um drive qualquer de rede, sendo que muitos os deixam na própria caixa de e-mail com milhares de arquivos banais. Há ainda quem simplesmente os exclua por entender, erroneamente, que não existe obrigação em guardar estes arquivos.
    Muitas gerências, aliás, não possuem um mapeamento claro dos diretórios e dos discos em que tais arquivos se encontram. E são também muito poucas as empresas que têm planos de contingência para a área.
    Numa análise geral da questão, podemos dizer que, do ponto de vista do Sped (tanto na forma fiscal quanto na contábil), a principal dificuldade das empresas é acompanhar e verificar a validade do ciclo de escrituração. Inclui-se aí, por exemplo, a verificação da autenticidade das notas fiscais, em todo seu conteúdo, antes de contabilizá-las.
    Sem contar com ferramentas adequadas de auditoria antecipada, as empresas poderão arcar com pesadas multas ou até responder criminalmente por fraudes cometidas por terceiros na emissão ou uso das notas. No mínimo, estas empresas poderão passar pela incômoda situação de ter que se explicar sobre operações indevidas eventualmente cometidas por seus fornecedores.
    Para as empresas de maior porte, que contam com sistemas de emissão e controle de NF-e integrados ao sistema de gestão (ERP), um solução adequada é a contratação de softwares e serviços específicos para a gestão do ambiente de Sped fiscal e contábil. Elas não devem também abrir mão de ferramentas de auditoria, capazes de checar a correção e autenticidade de todos os documentos e ações ao longo da cadeia de negócios.
    Os sistemas de auditoria e conformidade realizam o acompanhamento permanente de prazos e exigências relacionados às declarações e à escrituração legal das empresas, de modo a evitar prejuízos. Com isto, estas ferramentas podem não só evitar riscos legais por erro ou perda de prazo, mas também apoiar as empresas em políticas de melhor aproveitamento de isenções e descontos do governo federal ou dos estados e municípios.
    Felizmente já há disponíveis no mercado ferramentas capazes de integrar o ambiente do Sped com os legados de negócio e planejamento estratégico. Entre as opões mais conhecidas estão ferramentas web do tipo “Audita-NF-e” e “Audita Online”, sendo o primeiro para gestão, análise de conformidade e auditoria dos arquivos XML das notas fiscais; e a segundo para auditoria do SPED Contábil, Fiscal e PIS/COFINS.     Soluções dessa natureza buscam atender, com uma base de custos acessíveis, empresas de médio e grande portes, com projetos “In House” (instalado no datacenter do cliente).
    Outra tendência já consolidada está no apelo ao modelo “SaaS” (software como serviço). Trata-se aí de uma opção de menor custo, acessível também para empresas de pequeno porte, exigindo apenas que estas possuam uma pequena rede local com acesso à internet. Nesta alternativa, as empresas podem utilizar as diferentes ferramentas de software criadas para a NF-e e para o Sped, pagando apenas uma fração de seu valor absoluto.
    Através de ofertas balanceadas e adaptadas aos diferentes tipos de usuários, a indústria de TI vai, desta forma, se adiantando a uma problemática que promete ganhar relevo mais adiante, no momento em que as empresas se derem conta do iminente caos potencial que a criação do Sped e da NF-e podem acarretar, como um perturbador indesejável da modernização e universalização da escrituração digital no Brasil.

REFLEXÕES DE UM LEIGO SOBRE A CNBB
- Percival Puggina


            Quando a CNBB, organização que congrega o episcopado brasileiro, ergue sua voz para defender a família, a vida humana desde a concepção, a educação religiosa, a preservação das tradições cristãs da sociedade (aí incluídos o respeito ao descanso dominical, feriados e símbolos religiosos), eu me ponho a pensar... De qual lado do espectro político vem chumbo grosso contra tudo isso? Qual ou quais os partidos mais avessos a essas posições essenciais à missão da Igreja? O mais mal informado dos leitores não hesitará um segundo antes de cravar a resposta certa às duas perguntas. Dez para todo mundo. Impõe-se, no entanto, um outro par de indagações. Com quais partidos e instituições o leitor considera a CNBB mais estreitamente identificada? A qual lado do quadrante ideológico pertencem tais órgãos e movimentos? Novamente, dez para todo mundo.
            Se a nota do leitor é dez, o conceito da CNBB perante tamanha contradição há de andar um pouco abaixo disso. Com efeito, não parece sensato nem compatível com a missão eclesial o apoio da organização àqueles que mais atacam os valores cristãos. Perante tal disparate, é possível que o leitor comece a repensar as respostas anteriores. "Será que respondi certo antes? Terei sido induzido ao erro?". Isso nos leva a propor a prova dos nove para verificação do raciocínio que estou desenvolvendo: quantas vezes, nos últimos anos, o leitor encontrou na imprensa alguma crítica desses partidos e/ou organizações à CNBB? Vamos lá. Pense bem. Puxe pela memória. Nada? Veja que temos como objeto da busca organizações que não poupam adversários! Pois é, se marcou "nenhuma", o leitor cravou, de novo, a resposta certa e óbvia. Nunca aconteceu isso, apesar de esses segmentos jamais serem condescendentes com quem se atravesse no caminho de suas propostas ou projetos.
            A coisa fica ainda mais grave porque os mesmos setores vivem clamando que o Estado é laico, que a moral cristã não pode pretender espaço nas normas que incidem sobre a vida social, que os símbolos religiosos têm que ser retirados dos lugares públicos, que o Papa é um retrógrado e que a Igreja é um dos males da humanidade. Mas contra a CNBB, nem um pio! O nome disso é parceria. É companheirismo. E torna inevitável a constatação: a imagem da CNBB está associada a uma corrente política avessa à sua missão. Essa não é uma questão pequena, nem recente, nem vazia de sentido moral. Bem ao contrário. Para a CNBB, desde os anos 70 do século passado, a convergência ideológica supera em significado e importância a divergência moral e religiosa.
            Antes que alguém saia com o clássico - "Isso é o que você diz!", vale lembrar que em fins de dezembro do ano passado, falando aos bispos brasileiros do Sul III e IV, quando com ele estiveram em visita ad limina, Bento XVI os advertiu para “o perigo que comporta a assunção acrítica, feita por alguns teólogos, de teses e metodologias provenientes do marxismo, cujas sequelas mais ou menos visíveis, feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa e anarquia fazem-se sentir ainda, criando, nas vossas comunidades diocesanas, grande sofrimento e grave perda de forças vivas”. Não sou só eu quem diz.
            A CNBB está ao lado dessas correntes. A elas convergem suas pastorais sociais. Com elas se alinham os desvios doutrinários propostos pela Teologia da Libertação. Com elas andam a CPT, as CEBs, o CIMI, as CFs, bem como muitos de seus documentos e estudos. Com elas a CNBB se engaja em promoções nacionais, como foi a campanha pelo calote da dívida externa, e pela limitação, em 20 módulos, da extensão das propriedades rurais. Procede, enfim, como o Chapeuzinho Vermelho que levasse o Lobo Mau pela mão até a casa da vovozinha.

Relaxe/Curiosidades
 

A mulher telefona para o marido:
- Querido, tenho uma noticia boa e uma má!
- Lamento, mas estou no meio de uma reuniao super tensa, me diz só a boa!
- O airbag do seu carro está funcionando direitinho!

Numa loja de calçados, uma senhora esteve uma tarde toda para escolher uns sapatos e acaba por dizer ao vendedor:
- Mas estes sapatos são muito antigos!
- Claro, minha senhora; estavam na moda quando a senhora começou a experimentá-los!

Quais são os elementos químicos encontrados no corpo humano?
Mais de vinte elementos químicos participam da constituição do corpo humano. Entre eles, destacam-se: oxigênio (65%), carbono (18%), hidrogênio (10%), nitrogênio (3%), cálcio (2%), fósforo (1%), potássio (0,35%), enxofre (0,25%), sódio (0,15%), magnésio (0,05%) e ferro (0,004%). Há ainda outros elementos que, apesar de importantes, aparecem em quantidades bastante reduzidas. É o caso do manganês, cobalto, iodo, flúor, cobre, alumínio, níquel, bromo, zinco e silício.

Os animais têm curiosidade ou ela é exclusiva do ser humano?
Os bichos também são curiosos, e essa característica desempenha um papel importante em sua sobrevivência. "A combinação entre curiosidade e coragem pode levar animal à morte ou revelar algo novo que melhora sua qualidade de vida", explica o zootecnista Alexandre Rossi. Um pássaro "curioso", por exemplo, decide provar uma nova frutinha, que pode ser venenosa ou não. "Ele pode tanto contaminar-se ou, com sorte, ter uma nova fonte de alimento", descreve Rossi. Os animais que têm mais curiosidades são os chamados "exploradores", como os ratos, os cães e os primatas.