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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Noticias e outras - 1.218


Meditemos
Esquivança aparta amor
Aprender sem pensar é inútil. Pensar sem aprender é perigoso. (Confúcio)



Opiniao


Dra. Marise Valéria: Lula disse que o povo brasileiro não teve inteligência suficiente para decidir - http://brasilacimadetudo.lpchat.com/ PDF Imprimir

   Bom dia, Luiz Inácio ! Sabe Luiz, tal como você, também sou de origem humilde. Minha mãe lavou muita roupa e fez muito crochê para me criar. Depois, minhas irmãs cresceram e foram ser tecelãs numa indústria em Bauru …
    Estudamos em escola pública. Naquele tempo nem calçado tinha. Ganhava roupas usadas e me sentia uma rainha.
    Com muito custo estudamos, Luiz Inácio!
    Desde 5 anos eu já ajudava em casa para minhas irmãs trabalharem e minha mãe também.  Com 12 anos comecei a trabalhar fora, como doméstica, depois metalúrgica, até que terminei meu colégio e ingressei numa Universidade Pública.
    Luiz Inácio, nunca fiz cursinho, nunca fui incentivada, levantava às 4 e ia dormir uma da manhã; tomava vários ônibus..
    Caminhava muito, comia pouco, vivia para os estudos e, engraçado, nunca perdi um ano, nunca perdi uma aula e, Graças a Deus, em 1983 me formei em Medicina. Me especializei, me casei e junto com meu marido luto para dar o melhor para as minhas filhas.
    Hoje sou preceptora em uma Universidade, ganho tão pouco que é uma vergonha ser médico nesse país… depois que você quis brincar de presidente, as coisas pioraram ainda mais, mas o que se há de fazer.
    Agora, vem cá: Você é pobre e não teve condição de estudar ? ? ?
    Não me engana com esse rosário… mas não mesmo…
    Sua mãe era analfabeta? Empatamos; a minha também, eu ensinei a ela conforme ia me alfabetizando até aparecer o Mobral – desculpinha esfarrapada essa sua heim???
    Eu engoli você esses 8 anos, com suas gafes, seus roubos, (e como sei de coisas… conheço o Palocci)… e sempre fiquei na minha, quieta porque é um direito seu….
    Mas, hoje, ao ligar a televisão e ver você, hipocritamente, chamar a todos os brasileiros de burros e incompetentes, lamento. Mas foi a gota d’água! …
    Não julgue os outros por você… não me compare a sua laia … Sou apolítica, mas sou brasileira e em momento algum o senhor fez por merecer todo carinho que essa gente lhe dá.
    Luiz Inácio, falar que o POVO BRASILEIRO NÃO TEVE INTELIGÊNCIA SUFICIENTE PARA DECIDIR A ELEIÇÃO, creia, foi a pior frase que você poderia ter dito… Posso até concordar que 48% não teve inteligência porque vive na ignorância, na mesma que você julga que o povo brasileiro tem.
Eu só espero que essa sua frase, dita num sorriso de quem já tinha bebido todas… ecoe de Norte ao Sul do País e acorde esse povo que como eu lutou muito para chegar onde está… que como eu, não agüenta mais pagar impostos para o senhor e sua corja gastarem com sabe-se lá o que.
Foi mal Luiz Inácio… muito mal mesmo!
Uma brasileira.
 
Lógica do abortismo - Olavo de Carvalho -http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/11509-logica-do-abortismo.html

Para o abortista, a condição de "ser humano" não é uma qualidade inata definidora dos membros da espécie, mas uma convenção que os já nascidos podem, a seu talante, aplicar ou deixar de aplicar aos que ainda não nasceram.

O aborto só é uma questão moral porque ninguém conseguiu jamais provar, com certeza absoluta, que um feto é mera extensão do corpo da mãe ou um ser humano de pleno direito. A existência mesma da discussão interminável mostra que os argumentos de parte a parte soam inconvincentes a quem os ouve, se não também a quem os emite. Existe aí portanto uma dúvida legítima, que nenhuma resposta tem podido aplacar. Transposta ao plano das decisões práticas, essa dúvida transforma-se na escolha entre proibir ou autorizar um ato que tem cinqüenta por cento de chances de ser uma inocente operação cirúrgica como qualquer outra, ou de ser, em vez disso, um homicídio premeditado. Nessas condições, a única opção moralmente justificada é, com toda a evidência, abster-se de praticá-lo.
À luz da razão, nenhum ser humano pode arrogar-se o direito de cometer livremente um ato que ele próprio não sabe dizer, com segurança, se é ou não um homicídio. Mais ainda: entre a prudência que evita correr o risco desse homicídio e a afoiteza que se apressa em cometê-lo em nome de tais ou quais benefícios sociais hipotéticos, o ônus da prova cabe, decerto, aos defensores da segunda alternativa. Jamais tendo havido um abortista capaz de provar com razões cabais a inumanidade dos fetos, seus adversários têm todo o direito, e até o dever indeclinável, de exigir que ele se abstenha de praticar uma ação cuja inocência é matéria de incerteza até para ele próprio.
Se esse argumento é evidente por si mesmo, é também manifesto que a quase totalidade dos abortistas opinantes hoje em dia não logra perceber o seu alcance, pela simples razão de que a opção pelo aborto supõe a incapacidade - ou, em certos casos, a má vontade criminosa - de apreender a noção de "espécie". Espécie é um conjunto de traços comuns, inatos e inseparáveis, cuja presença enquadra um indivíduo, de uma vez para sempre, numa natureza que ele compartilha com outros tantos indivíduos. Pertencem à mesma espécie, eternamente, até mesmo os seus membros ainda não nascidos, inclusive os não gerados, que quando gerados e nascidos vierem a portar os mesmos traços comuns. Não é difícil compreender que os gatos do século XXIII, quando nascerem, serão gatos e não tomates.
A opção pelo abortismo exige, como condição prévia, a incapacidade ou recusa de apreender essa noção. Para o abortista, a condição de "ser humano" não é uma qualidade inata definidora dos membros da espécie, mas uma convenção que os já nascidos podem, a seu talante, aplicar ou deixar de aplicar aos que ainda não nasceram. Quem decide se o feto em gestação pertence ou não à humanidade é um consenso social, não a natureza das coisas.
O grau de confusão mental necessário para acreditar nessa idéia não é pequeno. Tanto que raramente os abortistas alegam de maneira clara e explícita essa premissa fundante dos seus argumentos. Em geral mantêm-na oculta, entre névoas (até para si próprios), porque pressentem que enunciá-la em voz alta seria desmascará-la, no ato, como presunção antropológica sem qualquer fundamento possível e, aliás, de aplicação catastrófica: se a condição de ser humano é uma convenção social, nada impede que uma convenção posterior a revogue, negando a humanidade de retardados mentais, de aleijados, de homossexuais, de negros, de judeus, de ciganos ou de quem quer que, segundo os caprichos do momento, pareça inconveniente.
Com toda a clareza que se poderia exigir, a opção pelo abortismo repousa no apelo irracional à inexistente autoridade de conferir ou negar, a quem bem se entenda, o estatuto de ser humano, de bicho, de coisa ou de pedaço de coisa.
Não espanta que pessoas capazes de tamanho barbarismo mental sejam também imunes a outras imposições da consciência moral comum, como por exemplo o dever que um político tem de prestar contas dos compromissos assumidos por ele ou por seu partido. É com insensibilidade moral verdadeiramente sociopática que o sr. Lula da Silva e sua querida Dona Dilma, após terem subscrito o programa de um partido que ama e venera o aborto ao ponto de expulsar quem se oponha a essa idéia, saem ostentando inocência de qualquer cumplicidade com a proposta abortista.
Seria tolice esperar coerência moral de indivíduos que não respeitam nem mesmo o compromisso de reconhecer que as demais pessoas humanas pertencem à mesma espécie deles por natureza e não por uma generosa - e altamente revogável -- concessão da sua parte.
Também não é de espantar que, na ânsia de impor sua vontade de poder, mintam como demônios. Vejam os números de mulheres supostamente vítimas anuais do aborto ilegal, que eles alegam para enaltecer as virtudes sociais imaginárias do aborto legalizado. Eram milhões, baixaram para milhares, depois viraram algumas centenas. Agora parece que fecharam negócio em 180, quando o próprio SUS já admitiu que não passam de oito ou nove. É claro: se você não apreende ou não respeita nem mesmo a distinção entre espécies, como não seria também indiferente à exatidão das quantidades? Uma deformidade mental traz a outra embutida.
Aristóteles aconselhava evitar o debate com adversários incapazes de reconhecer ou de obedecer as regras elementares da busca da verdade. Se algum abortista desejasse a verdade, teria de reconhecer que é incapaz de provar a inumanidade dos fetos e admitir que, no fundo, eles serem humanos ou não é coisa que não interfere, no mais mínimo que seja, na sua decisão de matá-los. Mas confessar isso seria exibir um crachá de sociopata. E sociopatas, por definição e fatalidade intrínseca, vivem de parecer que não o são.

Contabeis

EFD/SP - Nova lista de obrigatoriedade para 2011- http://www.spednews.com.br/wp-content/uploads/2011-EFD-SP.pdf

Comunicado de Obrigatoriedade de Ofício O Diretor Executivo da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no § 3º da cláusula terceira do Ajuste SINIEF nº 2, de 3 de abril de 2009, e no § 4º do art. 1º da Portaria CAT nº 147/2009, comunica a todos interessados que:

1. Fica estabelecida, para os contribuintes relacionados no Anexo Único deste comunicado, a obrigatoriedade da Escrituração Fiscal Digital - EFD - de que trata o art. 250-A do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, aprovado pelo Decreto nº 45.490, de 30 de novembro de 2000.

1.1 - a obrigatoriedade se aplica a partir de 01/01/2011 a todos os estabelecimentos dos contribuintes relacionados, ou a partir da data de início de sua atividade, se posterior;

1.2 - os arquivos digitais da EFD relativos aos períodos de referência de janeiro/2011, fevereiro/2011 e março/2011 poderão ser enviados até o dia 25 de maio de 2011;

1.3 - a partir do período de referência de abril/2011, os arquivos digitais da EFD deverão ser enviados em observância ao disposto no art. 10 da Portaria CAT nº 147/2009;

1.4 - para esclarecimentos adicionais, os contribuintes poderão consultar o site http://www.fazenda.sp.gov.br/sped.

2. Aos contribuintes relacionados neste Comunicado, a partir do início de sua obrigatoriedade à EFD, não se aplica o disposto na Portaria CAT 32/96 relativamente à escrituração de livros fiscais e geração de arquivos digitais, conforme estabelecido no § 1º-A do art. 1º da referida portaria.

Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair
hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao
relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo
nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o
convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião
percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da
chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de
alguma coisa.


   Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida

A Importância da Transgeracionalidade - http://www.abcdasaude.com.br/

O estudo da Transgeracionalidade ou da transmissão psíquica entre gerações, demonstra a importância do legado que é herdado dos antepassados e que constitui a riqueza dos costumes e tradições. Observa-se, por exemplo, essas características nas famílias de imigrantes, que preservando suas culturas de origem, mantém vivos a história de seus ancestrais, na medida em que valorizam o significado de sua herança e os transmitem à seus descendentes.

Nesse processo de transmissão, que pode ser tanto de aspectos positivos, quando aqueles considerados negativos, se forem feitos de viva voz, ou seja, quando são falados entre uma geração e outra, com espaços para serem pensados, discutidos e elaborados, maior será a possibilidade de se tornar assimilados e enriquecerem a vida psíquica e a vida de relação dos indivíduos que compõe essa família.

Inúmeras vezes não é assim que acontece, principalmente quanto aos assuntos considerados negativos, ou condenados e vergonhosos. Nesse caso é freqüente observar-se um silêncio, uma interrupção nos diálogos, criando um clima de suspense e de interrogação entre as pessoas, principalmente para a geração seguinte que ouve a história entrecortada. Paira no ar um clima de mistério, até de constrangimento, de dúvida e desconfiança. O que se passa por aqui? ou o que não querem ou não podem nos contar? Sentimentos de incertezas, inseguranças brotam nas mentes dos descendentes originando pensamentos fantasmáticos de qualquer natureza, impedindo que essas pessoas construam sua própria identidade, alienadas que ficam nos mandatos de outros.

Por mais vergonhoso ou trágico que seja o conteúdo calado é imprescindível que ele venha à tona, que não seja enclausurado dentro da mente dos descendentes, para que esses se sintam verdadeiros herdeiros de sua origem e possam dar continuidade à sua história.

Quando isso não é possível acontecer de forma natural, pode-se pensar em procurar uma ajuda profissional que certamente criará um espaço para que essas demandas sejam acolhidas e elaboradas.

  Relaxe 

O sujeito cinquentão faz uma entrevista para emprego.
- Desculpe - diz o entrevistador. - Mas o senhor chegou a essa idade e nunca pensou em se casar?
- Claro! Já pensei muitas vezes!
- E por que não se casou?
- Exatamente porque pensei muito!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Noticias e outras - 1.217


Meditemos

Escreveu não leu o pau comeu. 


"CASTELOS DE AREIA"
 
  São pequenas as coisas que nos ensinam muito:
   Era verão, eu estava na praia, espiando duas crianças na areia. Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada com torres, passarelas e passagens internas.
   Quando estavam perto do final do projeto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.
   Achei que as crianças iriam cair no choro, depois de tanto esforço e cuidado.
   Mas tive uma surpresa: em vez de chorar, elas correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.
   Compreendi que havia recebido ali uma importante lição: tudo em nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto de nosso tempo e de nossa energia para construir, tudo é passageiro, tudo é feito de areia; o que permanece é só o relaciona-mento que temos com as outras pessoas. Mais cedo ou mais tarde, uma onda virá e destruirá ou apaga-rá o que levamos tanto tempo para construir. E quando isso acontecer, somente aquele que tiver as mãos de outro alguém para segurar, será capaz de rir e recomeçar.

Opiniao

FHC desafia Lula a debater 'cara a cara' - (*) Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,fhc-desafia-lula-a-debater-cara-a-cara,624904,0.htm - Por Roberto Almeida/SÃO PAULO - O Estado de S.Paulo (*)
     
Em discurso inflamado para tucanos, ex-presidente classifica sucessor de 'mesquinho' e de mentir 'sem cessar' sobre o País que encontrou ao assumir mandato


Em sua mais contundente incursão na campanha tucana até agora, que incluiu a defesa de seu legado à frente do Palácio do Planalto, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, desafiou ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um debate "cara a cara" após o fim das eleições.

Diante de centenas de militantes do PSDB, em um hotel na zona norte da capital paulista, FHC pediu a Lula que, quando "perder o monopólio da verdade", vá ao instituto que leva seu nome, em São Paulo, para debater. "Presidente Lula, quando acabar as eleições, quando você puser o pijama, será bem recebido. Venha ao meu instituto, vamos conversar, cara a cara", bradou, em discurso inflamado.

O ex-presidente, dizendo-se alvo de mentiras, passou a defender suas gestões na Presidência (1994–2002). As cenas, gravadas por uma equipe da campanha do presidenciável tucano José Serra – que não esteve no evento –, devem ir ao horário eleitoral.

"Estou calado há muitos anos ouvindo. Agora quando o presidente Lula vier, como deve vir, como todo presidente democrata eleito, perder a pompa toda, perder o monopólio da verdade, está desafiado a conversar comigo em qualquer lugar do Brasil", disse FHC.

"Não é para conversar para dizer o que eu fiz, o que ele fez. Isso o povo vai julgar. É para ter firmeza, olhando cara a cara, um ao outro, e ver se um é capaz de dizer ao outro as coisas que diz", continuou o ex-presidente.

Como exemplo dos pontos que abordaria no debate com Lula, FHC citou o Plano Real, principal bandeira tucana, e disse que questionaria o petista sobre as responsabilidades pela estabilização econômica do País.

"Quero ver o presidente Lula, que votou contra o Real, que fez o PT votar contra o Real, dizer que estabilizou o Brasil. Ele não precisa disso. Ele fez coisas boas que eu reconheço. Ele agiu bem na crise atual, financeira. Para que, meu Deus, ser tão mesquinho? É isso que quero perguntar a ele: ‘Lula, por que isso, rapaz?’", bradou.

Aos militantes tucanos, o ex-presidente apostou na veemência para que seu nome, antes escondido nas campanhas, passe a ser defendido abertamente.

"Eu não tenho do que me arrepender. Eu mudei o Brasil. Eu nunca disse isso. Agora, oito anos depois do governo Lula (digo que) eu mudei o Brasil. Não mudei sozinho, mas com o povo brasileiro, com uma equipe de gente competente, com outros partidos. Tudo o que foi inovador foi plantado naquele período. Chega de ficar calado", afirmou FHC.

Privatizações. O ex-presidente elevou o tom e pediu "respeito" ao rebater nota divulgada ontem pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, que o acusou de preparar a estatal para a privatização.

"Quem é esse Gabrielli pra falar isso pra mim, meu Deus? Eu mandei uma carta ao Senado para dizer que não privatizaria a Petrobrás. Eu perdi uma cátedra porque eu defendi a Petrobrás e fui processado", anotou FHC.

De acordo com FHC, a "politicalha" voltou avançar sobre a estatal após sua saída do governo. "Por isso, perdeu já 20% do valor de mercado sob a batuta dessa gente. O mercado, assim chamado, percebeu agora – custou – que tem ingerência política", anotou.

Ao final do discurso, o ex-presidente lembrou ainda a queda da ex-ministra chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, acuada por denúncias de lobby no Planalto. "Não queremos um Brasil de preguiçosos, não queremos um Brasil de amigos do rei. nós não queremos um brasil de companheiras tipo Erenice", anotou FHC, que pediu "apoio total" à candidatura de Serra.

Chega de punhos de renda -
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga - www.maluvibar,blogspot.com
   

Que José Serra esqueça os conselhos de seu marqueteiro e fale sobre a corrosão de nossos valores, a imoralidade reinante nos Poderes constituídos, a violência advinda do narcotráfico, a violência no campo gerada pelo MST, a corrupção galopante do PT no poder. Que ele não tenha medo de mostrar a empulhação presidencial. Que chame para seu lado FHC para que este tenha a chance de mostrar o que fez pelo Brasil, sua obra chamada de herança maldita, mas copiada pelos mandarins petistas. E que ao lado de Serra se posicionem seus aliados e os governadores eleitos pelo PSDB que, durante a campanha ocultaram Serra, com exceção do governador eleito por São Paulo, Geraldo Alckimin.
Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)

O endeusamento de Marina da Silva tem menos a ver com os méritos da candidata do PV e, sim, com certos fatores que esta conseguiu capitalizar a partir de uma postura crítica.

Entre os fatores ressaltem-se, primeiro, os escândalos que estouraram durante a campanha, sendo menos explosivo o da quebra do sigilo fiscal da filha de José Serra e de outros tucanos e mais evidente para parcela da opinião pública aquele ligado à amiga, braço direito e sucessora de Rousseff na Casa Civil, Erenice Guerra, chamada jocosamente de Erê 6% por conta do hábito de sua grande família instalada no poder achacar pessoas em troca de projetos ligados ao governo.

Segundo, a afronta da candidata de Lula da Silva a católicos e evangélicos, por sua declaração favorável a liberalização do aborto, algo que atualmente ela nega com veementes invocações a Deus e à vida, mas que está incluído em seu programa de governo, assim como o casamento gay foi, sem dúvida, o que causou maiores danos à sua candidatura.

Note-se que funcionaram aspectos morais, sobretudo, de cunho religioso para invalidar o que os institutos de pesquisa apontavam de modo bastante errado: a estrondosa vitória no primeiro turno da afilhada política do presidente da República. E, sem dúvida, a ida de sua sucessora para o segundo turno constituiu uma desagradável surpresa para Lula da Silva e seu círculo de poder ou atual classe dominante. Afinal, a sociedade tinha se mantido indiferente a “mensalões”, “sanguessugas”, dólares na cueca, dossiês e toda a avassaladora corrupção presente no governo do partido que dizia ser o único ético, aquele que viria para mudar a roubalheira governamental oriunda dos tempos coloniais.

Ao mesmo tempo, existe uma separação conveniente e artificial entre o PT e Lula da Silva, entre governo e o presidente da República que fica blindado. Assim protegido ele se coloca acima da lei, faz e fala o que bem entende e é aceito e aplaudido. Entretnto, por mais que agora ele apareça gargalhando e fazendo piadas como é de seu hábito, no fundo deve ter sentido pela primeira vez a estocada da sociedade que não consagrou sua ungida no primeiro turno. Lula da Silva deve estar desconfiado que não é mais o cara.

Quanto ao assunto da quebra de sigilos, nepotismo e extorsões da grande família da ex-ministra da Casa Civil, Ereneci Guerra, Lula da Silva, que esteve metamorfoseado em cabo eleitoral de sua criação política, preferiu abusar do gestual em palanques. Parecendo transtornado, tomado de ira incontrolável, entre estertores e esgares urrou para quem quisesse ouvir e ver via TV, que os feitos e responsabilidades de violadores petistas de sigilos ou de sua importante ex-ministra não eram coisa real, mas mentira da imprensa propensa a prejudica-lo e à sua candidata. Fazendo coro com José Dirceu e Franklin Martins, o presidente de olhos injetados, rosto de cor violácea, fala raivosa lembrou seu querido companheiro Hugo Chávez, que também não suporta a mídia e tem agido de modo truculento e ditatorial contra o que denomina de excesso de liberdade de pensamento.
O presidente da República diz voltará neste segundo turno a representar o Lulinha paz e amor.

Antes, furioso, apresentou ao Brasil sua porção de Mussolini dos trópicos, no que foi secundado por seu partido e pelos aguerridos militantes que, numa inversão cínica acusaram os que defendem a liberdade de expressão, de fascistas.

Não se pode negar que o crescimento de Marina ajudou Serra a passar para o segundo turno. Os que não simpatizavam com o artificialismo da candidata petista ou a pasmaceira do tucano optaram pela onda verde. Não propriamente como defensores da ecologia, mas por causa da firmeza de Marina ao criticar a esbórnia reinante que, se fosse promovida pelo candidato do PSDB acarretaria a imediata impugnação de sua candidatura.

E Serra, o que fez no primeiro turno? Muitos erros ligados à morosidade e à indecisão. Pior. Enquanto o PT que costuma se estraçalhar entre suas facções, se une durante as campanhas como se fosse um só corpo, exalta seu já exaltado Lula da Silva, revida com furor qualquer ataque. Já os tucanos são extremamente individualistas, acomodados, indecisos, lentos e nutrem por Lula da Silva um inequívoco encantamento que os faz a ele submissos, sem reação diante das pancadas petistas que levaram durante oito anos, sem se defender. Desse modo, passam a imagem de medrosos para não dizer coisa pior. Escondem Fernando Henrique e seu governo que foi macaqueado pelo PT. Receiam apontar as falcatruas governistas.

Mas agora é chegada a hora de Serra recolher os punhos de renda e trocá-los pela crítica que pode ser serena e ao mesmo tempo contundente. Não adianta repetir o que diz Rousseff sobre Saúde, Educação, erradicação da miséria. Estes temas são tão velhos, batidos e não solucionados quanto nossa história e devem fazer parte de todo programa de governo sem maiores alardes.

Que José Serra esqueça os conselhos de seu marqueteiro e fale sobre a corrosão de nossos valores, a imoralidade reinante nos Poderes constituídos, a violência advinda do narcotráfico, a violência no campo gerada pelo MST, a corrupção galopante do PT no poder. Que ele não tenha medo de mostrar a empulhação presidencial. Que chame para seu lado FHC para que este tenha a chance de mostrar o que fez pelo Brasil, sua obra chamada de herança maldita, mas copiada pelos mandarins petistas. E que ao lado de Serra se posicionem seus aliados e os governadores eleitos pelo PSDB que, durante a campanha ocultaram Serra, com exceção do governador eleito por São Paulo, Geraldo Alckimin.

Se assim não for, correm o risco os tucanos de parecerem covardes. E o Brasil não precisa de covardes, de boquirrotos palanqueiros, de ditadores enrustidos, de gente despreparada para o poder, mas de estadistas. A hora é agora, chega de punhos de renda. E que José Serra não se omita, pois sua omissão será paga em gerações.





Contabeis

Empresários e parlamentares querem fim da substituição tributária para pequenos - Fonte: CRC-SC
Tema foi discutido durante abertura do 5º Congresso da Micro e Pequena Indústria; segundo o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, mecanismo anula as vantagens competitivas das micro e pequenas empresas.

São Paulo - Substituição tributária e reajuste dos limites de faturamento para efeito de enquadramentos das micro e pequenas empresas no Simples Nacional foram os principais temas debatidos durante a abertura do 5º Congresso da Micro e Pequena Indústria, na manhã desta quinta-feira (14), em São Paulo.

A substituição tributária feita por alguns estados, segundo o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, anulou as vantagens competitivas das micro e pequenas empresas. "Não só anulou como penalizou as pequenas empresas em relação às grandes. Essa política levará fatalmente à destruição de pequenas empresas, que não terão como competir com grandes corporações".

Para Okamotto, a continuar como está, "iremos condenar o País a não abrir novas oportunidades de emprego para os jovens que estão saindo das universidades e centros técnicos. É na pequena empresa que esses jovens começam a trabalhar. É preciso mudar esta política."

O deputado federal Claudio Vignatti, integrante da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, lembrou que tramita no Congresso Nacional o projeto de lei complementar 591/2010, corrigindo os valores da receita bruta anual para enquadramento - no Simples Nacional - das micro e pequenas empresas, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.

O projeto prevê também o enquadramento de mais segmentos no Simples Nacional e a criação do parcelamento automático dos débitos tributários, fixando critérios e procedimentos para dividir automaticamente, em até 180 dias, os débitos em atraso de micro e pequenos empresários, além de proibir a substituição tributária do ICMS em transações que envolvam micro e pequenas empresas.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, um novo enquadramento tributário e o combate à substituição tributária são temas que deverão compor uma das bandeiras da entidade no próximo ano.

Além do projeto que tramita no Congresso, o secretário de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Luciano de Almeida, defendeu um novo enquadramento para o segmento. "Sugiro que as metas de mudança não sejam tão acanhadas. Se for para levar uma proposta firme, sugiro que o Brasil adote os mesmos índices do Mercosul para o enquadramento dos pequenos negócios".

Segundo Skaf, a proposta é muito boa. "Se isso acontecer, a faixa seria de R$ 6 milhões. O enquadramento do Simples Nacional deveria, no mínimo, ser corrigido pela inflação e já deveria ter passado dos R$ 3 milhões".

O presidente Paulo Okamotto, porém, adverte para a elevação do enquadramento sem um estudo prévio das situações regionais. "O Brasil é um país muito diverso. Há estados em que se o enquadramento for muito ampliado, poucas empresas ficarão fora no Simples".

O assunto já havia sido debatido no início de agosto durante o seminário Agenda Estratégica das Micro e Pequenas Empresas, realizado pelo Sebrae e pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em Brasília.

O presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon), José Maria Chapina Alcazar, reafirmou que a política de substituição tributária no Estado de São Paulo "acabou com todo o benefício do Simples Nacional".

Realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, o 5º Congresso da Micro e Pequena Indústria prossegue na tarde desta quinta-feira (14) no Hotel Renaissance. Seu objetivo é proporcionar a discussão de temas e soluções para o cotidiano de empresas, como capacitação, gestão e legislação trabalhista e tributária, entre outros.

Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  


À BEÇA:
- O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do
dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano
Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do
Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.

 
  
   Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida

A AMAMENTAÇÃO: - http://www.abcdasaude.com.br/

COMO TUDO COMEÇA

Todo ser humano nasce com a capacidade de respirar pelo nariz. Além disso, também necessita se alimentar.

No bebê, o ato de se alimentar acontece através da sucção que é o primeiro estímulo responsável pelo crescimento facial. A mandíbula se desenvolverá devido ao estímulo que a sucção oferece. Quando o bebê suga, ele exercita toda sua musculatura orofacial. É esta mesma musculatura que, mais tarde, ele utilizará para articular os fonemas.

Com o passar dos meses, o bebê começará a se alimentar de sólidos. Então, inicia-se o processo de mastigação que é um ato aprendido após a erupção dos dentes decíduos. A mastigação é a função mais importante do sistema estomatognático e deve ser estimulada com o consumo de alimentos duros, secos e fibrosos. Por volta dos quatro anos de idade, a criança terá sua mastigação amadurecida. Isto significa que ela se realizará através de movimentos rotatórios de mandíbula, alternados e deve ser bilateral. Se a mastigação for unilateral, poderá causar assimetria facial e alteração oclusal.

Sendo assim, o desenvolvimento da musculatura facial ocorre em etapas, iniciando-se com a amamentação que é o primeiro estímulo. No caso da amamentação através da mamadeira, não há tanta força de sucção como no seio materno. Além disso, não ocorrerá o vedamento labial, o que estimula a respiração oral. Quanto à respiração, deve ser nasal, pois a oral causará alterações em todo o organismo. Algumas das conseqüências da respiração oral são: maxila estreita e palato ogival; mordida cruzada posterior; mau hálito; sono agitado; postura corporal incorreta.

Por esses motivos, desde o nascimento, o bebê deve ter sua musculatura orofacial estimulada de modo correto, já que é esta musculatura que realiza funções tão fundamentais como a respiração, mastigação, deglutição e fala. Se estas funções se desenvolverem de maneira adequada, as crianças também terão um crescimento facial adequado.

Então, devemos nos conscientizar que é extremamente importante a prevenção para que não haja desequilíbrios em todo o organismo.

  Relaxe 

Um bêbado CEGO entra, sem saber, num bar de mulheres.
Senta no balcão e pede uma bebida ao garçom.
A bebida chega e depois de um tempo o bêbado cego grita:
- Vou contar uma piada de loiras!
A mulher ao seu lado diz:
- Devo te avisar 5 coisas antes de você resolver contar a piada:
1 - O barman é uma mulher loira.
2 - O gerente é uma mulher loira
3 - Eu sou uma loira de 1,75m e 90kg.
4 - A mulher do meu lado é uma loira profissional em Karate.
5 - Do seu outro lado tem uma loira professora de Kung Fu.
Você ainda quer contar a piada?
E o bêbado responde:

- Não ... Deixa pra lá... Se eu tiver que explicar 5 vezes, vai ser foda...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Noticias e outras - 1.216



Meditemos
Entre broma y broma, la verdad se asoma

Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te. (Pitágoras)

Opiniao

MAS E QUE TAL, AS PESQUISAS? - Percival Puggina
 
Quero pedir desculpas a todos que, nos últimos meses, me enviaram textos, análises e denúncias sobre erros e manipulações das pesquisas de intenção de voto para presidente da República. Tão logo identificava o tema - as pesquisas estão erradas, ou enganam - eu excluía esses e-mails sem me dar o trabalho de ler. Aquelas avaliações, do tipo "estão inflando os votos de Dilma", me pareciam coisa de quem estivesse fora da casinha, surtando. Ora se os grandes institutos de pesquisa, todos juntos, errariam tanto e em tais proporções! Pesquisas erram, sabemos todos. Mas as suspeitas levantadas naquelas mensagens soavam inverossímeis. Embora lamentando a informação, a simples ideia de que Dilma não fosse vencer no primeiro turno me parecia um disparate ante a evidência cotidiana, expressa em números, desde várias fontes, nas páginas dos jornais. Ainda que a central única dos pesquisadores desejasse dar uma mãozinha à candidata do Lula não precisaria exagerar ao ponto de, na semana da eleição, apontar-lhe vantagens à base de dois por um sobre seu principal adversário. Não, não. Era mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que a Dilma entrar no dia 4 de outubro sem a faixa presidencial embaixo do travesseiro. Quanto a isso, talvez pela primeira vez na vida Lula, Dilma, eu, e a maioria da opinião pública estávamos de pleno acordo.

Portanto, mil perdões pelos e-mails que não li e pelo artigo que escrevi dizendo que as favas estavam contadas no pleito presidencial. Bato no peito e confesso: eu acreditei nas pesquisas de intenção de voto. Julguei que elas, separadamente e em conjunto, não fariam o que fizeram. Convenci-me de que dois por um era capote e de que margem de erro era, necessariamente, erro marginal, coisa insignificante diante da avassaladora vantagem da candidata do presidente Lula.

Assim, as pesquisas turbinaram quem corria na frente; desanimaram quem vinha atrás; predeterminaram quais votos seria úteis e quais seriam inúteis; orientaram as apostas dos investidores financeiros e prejudicaram, também nisso, a equidade da disputa. Foi tal sua influência que chegaram ao cúmulo, diante da consagração eleitoral que desenhavam para Dilma, de retirar o presidente Lula daquela sua habitual modéstia e entregar-se a bravatas que não são do seu feitio...

Alguém poderá alegar que me contradigo. Se as pesquisas influenciaram tanto, porque não produziram o resultado que sinalizavam? Por que Dilma não venceu conforme previsto? A resposta é simples. Tendo iniciado sua campanha contabilizando um único eleitor, Dilma foi erguida aos píncaros do reconhecimento político puxada, numa mão por esse único eleitor, o próprio Lula, e noutra pelas pesquisas que a apontavam como virtual vencedora. A altura a que chegou corresponde à resultante dessas duas forças que se compuseram para impulsioná-la.

Enfim, o que presenciamos nesta eleição presidencial não pareceu ser apenas errinho metodológico. Foi algo que influenciou o resultado. A leniência nacional e institucional para com a divulgação das pesquisas de intenção de voto, de cuja inexatidão e obscuros equívocos, pleito após pleito, não se cobra um ovo, é contraditória com a clareza do processo eleitoral e com a própria fiscalização exercida em relação a todos os demais atores da cena política. Elas estão a exigir um regramento.

























Se Dilma ganhar, ganham as FARC     - (*) Fonte: http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/11506-se-dilma-ganhar-ganham-as-farc.html

 Se Dilma Roussef ganhar, as FARC terão uma promotora de alto nível que, portadora da muralha e da experiência consubstanciais do bandido comunista, insistirá na necessidade de dialogar pela paz na Colômbia, negar-se-á a qualificá-los como terroristas, continuará o estratagema de "solidariedade revolucionária" de asilos políticos a membros das FARC, continuará dando-lhes espaço para que cresçam no Amazonas, evitará que as Forças Armadas Brasileiras combatam o narcotráfico e o terrorismo nas zonas onde as FARC tenham presença dentro do território brasileiro, e continuará na linha de Lula, de falar bem do presidente colombiano em público, enquanto em privado conspira contra a Colômbia.
Por Cel. Luis Alberto Villamarín Pulido (*)

Um erro garrafal do presidente Uribe foi não haver publicado todos os correios eletrônicos que comprometem Lula e muitos dos funcionários oficiais do Brasil com as FARC.

O prontuário criminal de Dilma Rousseff, candidata presidencial do Brasil, obtém a conexão de Lula com terroristas das FARC e deixa muito o que pensar acerca da continuidade da agressão do Foro de São Paulo e dos demais cúmplices das FARC em seu complô contra a Colômbia.

A recente publicação na internet desta fotografia diz tudo. A ficha que resume o prontuário delitivo de Dilma, capturada na década de 70, quando fazia parte de uma célula terrorista que cometia delitos de lesa-humanidade e atos de barbárie típicos dos comunistas de todas as épocas, é uma badalada de alerta para os setores brasileiros e para o resto do continente, em especial para a Colômbia, objetivo primário de Fidel Castro e todos os seus lacaios, empenhados em tingir o continente de marxismo-leninismo.

O velho adágio que assegura que "quem um dia foi nunca deixa de ser", ganha força inusitada neste caso. Um erro garrafal do presidente Uribe foi não haver publicado todos os correios eletrônicos que comprometem Lula e muitos dos funcionários oficiais do Brasil com as FARC. Talvez por uma sugestão errônea de assessores apaziguadores ou, talvez, pelo célebre vice-ministro que manejou a seu bel prazer e a conta-gotas os conteúdos dos computadores de Raúl Reyes, Uribe foi moderado e não destapou a panela apodrecida de alguns setores da direção política brasileira, como tampouco o fez com a Costa Rica, onde há até ex-presidentes associados com as FARC.

Se estes documentos houvessem sido publicados a tempo, o mundo inteiro teria entendido que Lula não é nenhum estadista visionário, mas um audaz oportunista que aproveitou a conjuntura da expansão geopolítica brasileira para se auto-posicionar e manipular, tanto os industriais como os militares brasileiros, com a segurança de que estes o deixariam fazer trapaças por baixo dos panos para projetar o crescimento do comunismo no hemisfério, algo que em seu tempo o ditador cubano falhou.

Hoje, sai à luz pública a cópia do prontuário de Dilma Rousseff, porém a imprensa internacional fica calada, do mesmo modo como sucedeu com o triunfo de um terrorista no Uruguai, ou de um bispo pró-terrorista no Paraguai, ou de uma montonera expulsa do peronismo na Praça de Mayo pelo próprio Perón, ou de um chanceler argentino que colocava bombas e assassinava civis em Buenos Aires, ou da eleição dos delinqüentes de colarinho branco Rafael Correa, Daniel Ortega e Hugo Chávez em seus respectivos países.

Não é segredo para ninguém que o último alento de vida que resta às FARC como movimento armado é a promessa de reconhecimento político que lhes fizeram Lula, Chávez, Correa, Ortega, a Kirchner, o índio cocalero, Mujica, Lugo e o ditador cubano. Porém, isto está em "veremos", devido aos agridoces resultados eleitorais em dias passados na Venezuela e no Brasil.

Se Dilma Roussef ganhar, as FARC terão uma promotora de alto nível que, portadora da muralha e da experiência consubstanciais do bandido comunista, insistirá na necessidade de dialogar pela paz na Colômbia, negar-se-á a qualificá-los como terroristas, continuará o estratagema de "solidariedade revolucionária" de asilos políticos a membros das FARC, continuará dando-lhes espaço para que cresçam no Amazonas, evitará que as Forças Armadas Brasileiras combatam o narcotráfico e o terrorismo nas zonas onde as FARC tenham presença dentro do território brasileiro, e continuará na linha de Lula, de falar bem do presidente colombiano em público, enquanto em privado conspira contra a Colômbia.

Contabeis

Respeito à dignidade da profissão contábil- Sescon
O mais recente caso de quebra de sigilo envolvendo a Receita Federal do Brasil colocou mais uma vez em debate a imagem negativa da profissão transmitida pela imprensa. "De forma inconsequente, o título de contador vem sendo utilizado para qualquer tipo de atividade, deliberadamente", destaca o presidente do SESCON-SP, José Maria Chapina Alcazar, lembrando que o usuário dos serviços pode verificar a regularidade do profissional no conselho regional onde ele é registrado (http://www.crcsp.org.br/).
"Inadmissível ver a contabilidade maculada quando ela é confundida com outras atividades ou ainda quando é exercida por leigos", argumenta ele, reforçando que, no caso da RFB, a nomeação foi dada erroneamente. "A responsabilidade por omissão é do contribuinte, já que é ele quem fornece dados para a elaboração das declarações", afirma.

O líder setorial critica, ainda, declarações de alguns políticos, treinadores, jogadores de futebol e empresários, que culpam o contabilista por fraudes ou sonegação de impostos e informações. "Os bens são declarados pelo especialista com base nos dados fornecidos pelo contribuinte, que, portanto, tem toda a responsabilidade em casos de omissão", ressalta o empresário.

O termo "Contabilidade do tráfico" e outros similares, largamente utilizados em matérias e reportagens em referência a anotações, cadernetas ou papéis de traficantes, também é mencionado por Chapina Alcazar como forma de desqualificação. "Desde quando pagamento de propina, acertos de corrupção, féria do dia da venda de drogas ou aquisição de armamentos podem ser considerados parte de uma ciência relevante como a contábil?", indaga ele.

A imagem do empresário ou do profissional do segmento sempre atrelada a trambiques, desvios de dinheiro ou de caráter em algumas novelas, filmes e seriados é lembrada pelo líder setorial. "A Contabilidade é uma ciência nobre, regulamentada por lei, que auxilia diariamente o desenvolvimento da maioria dos negócios no País, independentemente de seu porte, ramo de atividade ou natureza jurídica", argumenta ele, frisando que a profissão hoje é abraçada por mais de 410 mil brasileiros.

Diante desse cenário, o SESCON-SP e as demais entidades congraçadas da contabilidade paulista decidiram, por unanimidade, criar um conselho de vigilância permanente, centralizado no CRC SP, para identificar, apurar e lutar contra injustiças e difamações à atividade. "Toda essa leviandade deve ser freada e a categoria está unida para buscar o resgate e valorização da profissão contábil", finaliza.


Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  

DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.
  
   Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida


     Sinusite http://www.saude.com.br/site/doencas.asp?cod_doenca=146

O que voce gostaria de saber

descriçao

É a inflamação dos seios paranasais - que podem ser divididos em maxilares, frontais e etmóides -, produzida por uma infecção, cuja origem pode ser bacteriana, fúngica ou viral.

causas

A sinusite é crônica, quando permanece no tempo, e geralmente decorre de uma infecção dental. Outro tipo de sinusite é a aguda, que aparece depois de um resfriado, e a sua duração é limitada. Um resfriado pode produzir o bloqueio das aberturas dos seios nasais, produzindo uma alteração da pressão no interior dos mesmos e fortes dores.

sintomas

A dor e a inflamação dos seios é o sintoma característico da sinusite. A localização da mesma determinará a região a ser acometida por dores: quando os seios afetados são os estmóideos, a dor localiza-se nos olhos e na parte superior da frente; quando somente existe dor de cabeça na frente, trata-se de sinusite frontal; e, finalmente, o esfenoidal estende a área de dor às regiões frontais e posteriores da cabeça. Quando esses sintomas encontram-se acompanhados de calafrios e febre, deve-se suspeitar que a infecção não ficou limitada aos seios paranasais.

diagnosticos

Um Rx apresenta regiões opacas quando os seios paranasais foram acometidos por uma infecção. A extensão exata e a sua intensidade podem ser verificadas por uma tomografia computadorizada, quando for necessário.

tratamentos

O desaparecimento da infecção consegue-se com a limpeza, por drenagem, dos seios paranasais afetados. A primeira medida recomendada com esse objetivo, é a nebulização ou inalação de vapor, pois ajudam na drenagem da mucosidade. O uso de fármacos na vaporização deve ser limitado. Casos mais graves de sinusite, seja crônica ou aguda, podem ser tratadas com antibióticos ou, eventualmente, cirurgias.


  Relaxe 

O MORREU DE QUÊ?
Zé:     Bença padre
Padre:  Deus o abençoe meu filho


Zé:      Padre, o sr. lembra do João pintor?
Padre:  É claro meu filho.
Zé:     Pois é Padre, o João veio a falecer
Padre:  Que pena, morreu de quê?
Zé:     Olha, Padre. Eu moro numa rua sem saída e minha casa é a última. Ele desceu com o carro e bateu no muro lá de casa.
Padre:  Coitado, morreu de acidente.
Zé:     Não, ele bateu com o carro no muro e voou pela janela. Caiu dentro do meu quarto e bateu a cabeça no meu guarda-roupa de madeira.
Padre:  Que pena, morreu de traumatismo craniano.
Zé:     Não Padre, ele tentou se levantar pegando na maçaneta da porta que se soltou e ele rolou escada abaixo.
Padre:  Coitado, morreu de fraturas múltiplas.
Zé:     Não Padre, depois de rolar a escada ele bateu na geladeira, que caiu em cima dele.
Padre:  Que tragédia, morreu esmagado.
Zé:     Não, ele tentou se levantar e bateu as costas no fogão que tombou
derramando a sopa que estava fervendo em cima dele.
Padre:  Coitado, morreu queimado.
Zé:     Não Padre, no desespero saiu correndo, tropeçou no cachorro e foi
direto na caixa de força.
Padre:  Que pena, morreu eletrocutado.
Zé:     Não Padre, morreu depois d'eu dar dois tiros nele.
Padre:  Filho, você matou o João?

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Noticias e outras - 1.215

 

Meditemos

Enquanto o pau vai e vem, folgam-se as costas

 Entre sem bater... - http://sempre-umpoucodetudo.blogspot.com/2010/05/entre-sem-bater.html - Pe. Heber Salvador de Lima
     A porta do coração não deve jamais ser fechada a chave, mas apenas ficar assim... meio fechada... com um le-treiro bem visível: "entre sem bater".
Deixe entrar sem bater os que estão com frio, mais por falta de amor do que de roupa.
Deixe entrar sem bater os que tem fome, mais de carinho do que de pão.
Reparta com eles sua vida, que vale muito mais que seu dinheiro.
Deixe entrar sem bater os enjeita-dos, os cansados, os desiludidos, os que não tem lar...
Os que nunca tiveram sorrisos em seus lábios, porque a lágrima chega-va sempre primeiro, entrando-lhes pelos cantos da boca e estragando com sal o doce da alegria.
Deixe entrar todos, sem temer que falte espaço, porque num coração cristão sempre há lugar.
E, ao final, você terá a grata surpre-sa de ver que todos estes rostos tristes que acolheu se identificam com o rosto sorridente de Cristo que lhe diz:
"Tudo o que fizestes por eles o fizestes para mim; por isso, agora, é a sua vez: Entre você também; pode entrar sem bater... a casa é sua, o céu é todo seu!


Opiniao
 
As voltas que o munda dá - Percival Puggina  
 
 Até o dia 3 de outubro era mais fácil encontrar-se um esquimó surfando em Copacabana do que um petista que fosse contra o aborto. Claro que eles existiam, mas raramente emitiam um pio sobre o assunto. A defesa do aborto, dentro do partido, é cláusula pétrea, reiteradamente pétrea. Ser contra o aborto suscita pedidos de excomunhão das hostes partidárias, como aconteceu com uns dois ou três deputados federais que se meteram a criticar seus pares e a reprovar as decisões que tomavam a esse respeito. Esses parlamentares foram condenados a penas de suspensão, uma espécie de silêncio obsequioso ao longo do qual o filiado, entre outras coisas, não pode fazer discurso em nome do partido, participar de comissões nem votar em instâncias partidárias. É o que acontece com quem se mete a reprovar o aborto e seus defensores dentro do PT. A poderosa Secretaria de Mulheres, uma espécie de dicastério, para continuar as analogias semânticas com a Cúria Romana, chegou a pedir, por esse motivo, a expulsão do deputado Bassuma, que acabou se desfiliando do partido.

Em sucessivos congressos, o PT vem aprovando moções pró-aborto. Não satisfeito, criou um capítulo para o tema no PNDH-3, rumoroso decreto presidencial que propôs revoluções à Constituição Federal e foi integralmente aprovado, por unanimidade, no Congresso do PT realizado em meados de fevereiro deste ano. Os deputados petistas que integram a Frente Parlamentar em Defesa da Vida são constrangidos a bater em retirada. Teria muito mais, mas acho que chega para mostrar que o tema não é um assunto de gosto ou desgosto no partido da estrela. Quem se mete contra ele vai para o ostracismo.

E tem que ser assim mesmo. Quando o PT defende o direito de abortar, está sustentando uma posição filosófica, política e ideológica, com consequências na vida social. Matéria grave. Pedro-Juan Viladrich, em “Aborto e a sociedade permissiva”, ensina que o abortismo ideológico vê as coisas da seguinte maneira: “Existe pessoa quando existe um mundo de consciência explícita, uma ordem de interioridade auto-consciente e um desabrochar da própria liberdade. Uma vez que não possui essas características, o feto talvez seja vida na perspectiva biológica, mas não é um ser humano do ponto de vista ideológico ou cultural; quem suprime um feto suprime vida biológica, mas não uma humanidade”.

Compreendeu? Pessoa deixa de ser uma noção objetiva e uma realidade autônoma para se converter numa construção. Nas brilhantes palavras de Viladrich, tais ideólogos da cultura supõem que ao fazer uma “ideia de homem” estejam fazendo o próprio homem “à imagem e semelhança” de sua ideia e de sua vontade. E surge uma insuperável contradição. Só poderia criar o homem a partir de uma ideia quem pudesse criar a si mesmo a partir de uma ideia. Ora, o homem pode tirar-se a própria vida, mas não a pode dar-se; pode tirá-la de outrem, mas não a pode devolver. Por outro lado, não é a cultura que faz o homem (“porque a cultura não cria a si mesma”), mas é o homem quem faz a cultura. Logo, a cultura é a construção e o homem, o construtor. Quando a somali Ayaan Irsi Ali, autora do livro Infiel, chegou à Holanda como refugiada e percebeu que suas conterrâneas continuavam sendo surradas pelos maridos, botou a boca no trombone para exigir do governo holandês que fizesse valer seus princípios e valores para todas as culturas que acolhesse. E conseguiu.

Quem é a favor do aborto coloca outros valores acima da vida humana, e derruba uma cerca inteira para a entrada do pensamento totalitário, para a revolução, para a recusa aos valores tradicionais. Por outro lado, ninguém precisa ser cristão para ser contra o aborto. Basta usar a cabeça com um mínimo de bom senso e respeito a si mesmo e ao próximo. Note-se, então e por fim: também para quem é contra, o aborto não é um tema de gosto ou desgosto. É questão essencial da humanidade!

Pois veja, agora, leitor, as voltas que o mundo dá. Olhos postos no pleito do dia 31, está aí, o PT inteiro, se mobilizando para afirmar que Dilma Rousseff "é contra o aborto"! Explodiram a cláusula pétrea. Descobriram que o discurso pró-aborto faz perder votos? Mas quanto oportunismo!
 
É melhor acreditar em Papai Noel - Olavo de Carvalho

Exemplo de contradição estupefaciente é a mensagem de Dom Eugênio Rixem, bispo de Goiás, contra apelos de padres para que seus paroquianos não votem em candidatos abortistas.
Por Olavo de Carvalho (*)

O estilo é o homem – e a distinção estilística fundamental, nos debates públicos, é entre a linguagem que apela à experiência pessoal do leitor e aquela que visa a produzir uma impressão direta, pela pura carga semântica das palavras – e dos jogos de palavras –, omitindo ou até bloqueando o acesso à experiência.
O primeiro desses estilos não faz do seu usuário a voz de Deus, mas o segundo é inconfundivelmente diabólico, já que só serve para mentir e ludibriar, inscrevendo-se portanto, de perto ou de longe, na linhagem do Pai da Mentira. Uma mas maneiras mais eficazes de praticá-lo é embutir no texto algumas contradições bem camufladas, de modo que, não as percebendo à primeira vista, o leitor acabe engolindo a pílula pela simples razão de que seu cérebro, paralisado pela dificuldade lógica mal conscientizada, não encontra por onde discordar de quem lhe diz, ao mesmo tempo, sim e não.
É o que costumo chamar de "contradição estupefaciente":  aquela que persuade não a despeito de ser absurda, mas precisamente  porque é absurda.
Não espanta, pois, que tal seja o estilo dos sacerdotes e pregadores intoxicados de Teologia da Libertação, uma escola de pensamento que até David Horowitz, um estudioso judeu totalmente alheio ao meio católico, percebeu imediatamente ser uma seita satânica.
Todo o esforço da Teologia da Libertação resume-se em aviar a receita de Antonio Gramsci, segundo a qual a Igreja Católica não deve ser combatida, mas infiltrada, dominada desde dentro, esvaziada de seu conteúdo espiritual tradicional e usada como instrumento da política comunista.
Submetido a essa dieta por algumas semanas, você está pronto para acreditar que a doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo coincide em gênero, número e grau com a dos maiores assassinos de cristãos que já houve no mundo: Lênin, Stálin, Mao Dzedong, Pol-Pot, Ho Chi Minh, Che Guevara e Fidel Castro.
Você não aceitaria isso se viesse da boca de qualquer um, mas, proferida com a autoridade de um prelado da Santa Madre Igreja, a proposta indecente suscita no cérebro humano uma reação paradoxal: você imagina que um homem de Deus jamais pregaria coisas tão chocantes, tão manifestamente absurdas e blasfemas. Ato contínuo, você diz a si mesmo que por trás da contradição brutal deve haver alguma coerência profunda, mística, inacessível à percepção comum.
Não conseguindo elaborar o enigma por meios conscientes, você transfere automaticamente o serviço para a fantasia onírica, um mundo de analogias onde há somente imagens concretas e onde não penetra a diferença entre "sim" e "não" (um fenômeno bem conhecido dos hipnologistas), o que torna impossível apreender a distinção entre analogia direta e analogia inversa: aí já não há mais diferença entre morrer pelos seus irmãos, como ensinava Cristo, e tornar-se, como propunha Che Guevara, uma "eficiente e fria máquina de matar".
Entre as névoas do sonho, não só o assassinato em massa de cristãos adquire o prestígio de sacrifício divino, mas já não há distinção de mérito entre os que deram a vida e os que a tiraram. A vaga semelhança física entre o retrato de  Guevara e a figura estereotipada de Jesus Cristo faz o resto.
Um exemplo didático do emprego da contradição estupefaciente vem na mensagem de Dom Eugênio Rixem, bispo de Goiás e responsável pela Comissão de Catequese da CNBB, contra os apelos de padres católicos para que seus paroquianos não votem em candidatos abortistas.
"A Igreja Católica, como já disse numa carta anterior, não apoia nenhum candidato", afirma o referido. Algumas linhas adiante, pontifica: "O que está em questão nestas eleições são dois projetos diferentes sobre o futuro do nosso país. Um que defende os interesses dos pobres, mais justiça social e melhor distribuição de renda nacional. Outro, quer manter os privilégios daqueles que sempre marginalizaram a classe dos excluídos."
É verdade que a Igreja não apoia nenhum candidato, mas dom Rixem apoia. O contraste maniqueísta entre os bonzinhos e os malvados, descrito nos precisos termos da propaganda petista – e sem a mais mínima prova de que a candidata dos banqueiros seja uma digna representante dos pobres, coisa em que só um petista fanático pode acreditar –, não deixa margem a dúvidas quanto às suas preferências.
Ele as expõe, novamente, na linguagem estereotipada da retórica petista, mas, em vez de fazê-lo em nome de si mesmo, apela ao plural majestático: "Queremos um país com mais justiça social, terra para os pobres, o limite de propriedade de terra, a defesa do meio ambiente, especialmente do cerrado, tão agredido pelo agronegócio."
Queremos? Quem é o sujeito da frase em questão?
Evidentemente, a entidade coletiva em nome da qual dom Rixem fala: a Igreja Católica – aquela mesma que não apoiava nenhum candidato mas que, pelo milagre da contradição estupefaciente, aparece agora como adepta incondicional de Dilma Rousseff.
"Sim, sim, não, não", ordenava Jesus Cristo: "O mais é conversa do demônio."
Quem quer que use a linguagem da contradição estupefaciente desqualifica-se no ato, não somente como pregador da doutrina de Cristo, mas como simples interlocutor honesto e digno de crédito.
Se você quer mesmo acreditar no irracional, por favor escolha algo de mais inofensivo: acredite em duendes, acredite em discos voadores, acredite em Papai Noel, mas não acredite em Dom Rixem.

(*) Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
Fonte: http://www.dcomercio.com.br/materia.aspx?id=54080&canal=14
 
 
Contabeis

Novas regras vão dificultar "maquiagem" de balanço - http://www.contabeis.com.br/noticias.aspx?id=1880
 
Os bancos deverão divulgar com detalhes truques de "maquiagem" como as notórias transações "Repo105" do Lehman Brothers, de acordo com as novas leis contábeis internacionais.

O Conselho Internacional de Normas Contábeis (Iasb, na sigla em inglês) publicou regras definitivas ontem, que também exigirão maior exposição de itens fora do balanço nas quais o banco ou companhia ainda mantenham algum vínculo, como quando o comprador tem um direito de revender ou que o próprio banco tenha um direito de readquirir os ativos.

A maquiagem, ou "window dressing" na expressão inglesa, tornou-se um tema litigioso este ano quando se soube que o Lehman Brothers havia deslocado até US$ 49 bilhões dos seus livros no fim de cada trimestre para reduzir os coeficientes de alavancagem financeira, que são acompanhados de perto. As operações foram especificamente projetadas para embelezar as contas relatadas e não tinham lógica econômica.

O banco usava operações de recompra de curto prazo, ou "repo", e oferecia garantia adicional - pelo menos 105% do valor do empréstimo - para permitir prestar contas sobre a transação, pelas regras dos EUA, como uma venda legítima, que removia o ativo dos seus livros até que a operação fosse desfeita depois do término do período de divulgação de relatórios.

Embora as normas internacionais não permitissem que os Repo 105 fossem removidos dos livros contábeis (porque estavam baseados num conceito distinto em relação aos padrões dos EUA), as novas normas obrigarão os bancos a divulgar qualquer "quantia desproporcional de transações de transferência", como outras operações repo, que são realizadas perto do fim de um período de apresentação de relatórios. Mais de cem países seguem, ou estão adotando, as normas contábeis internacionais, incluindo todos os membros da União Europeia, Japão, Canadá, Austrália, Coreia do Sul e Brasil.

"As normas ajudarão os investidores a entender melhor os riscos de operações fora dos balanços, e a alertar para a possibilidade da ocorrência das chamadas operações de fachada no fim do período de divulgação de relatórios", disse David Tweedie, presidente do Iasb.

No mês passado, a Securities and Exchange Commission (SEC, equivalente à Comissão de Valores Mobiliários) atacou o uso das operações de repo para maquiar resultados, propondo que as companhias divulguem os empréstimos medianos e máximos de curto prazo e explicar qualquer discrepância significativa entre os dois.

O órgão regulador do mercado financeiro dos EUA também respaldou a instituição de diretrizes imediatas para deixar claro que, seja qual for o sentido literal das normas, ele jamais considerou que qualquer companhia tivesse permissão para usar operações, como os repo 105, que foram projetados para mascarar o informe sobre sua condição financeira.

Apesar de o Iasb ter evitado exigir que bancos apresentem as divulgações num formato específico, ele vai impor que elas estejam em um lugar, em vez de dispersas por todas as contas. Ele também sugeriu vários formatos. Isso ainda representa um avanço no grau de detalhamento dos seus padrões, que o organismo tem tentado basear em torno de princípios básicos, para evitar a necessidade de seguir os EUA, onde os legisladores tendem a elaborar normas para cobrir cada situação separada.
F
Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  

GUARDAR A SETE CHAVES:
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de
jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro
fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do
reino.
Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado
devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões
primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete
chaves" pra designar algo muito bem guardado.
 
  
   Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida


Ressaca

descriçao
O indivíduo de ressaca possui uma série de sintomas causados devido ao uso excessivo de bebida alcoólica. Alguém que está de ressaca provavelmente fez uso de uma grande quantidade de bebida alcoólica nas últimas 24 horas. Normalmente o álcool desidrata a pessoa. Privação do sono é comum. A ressaca pode provocar uma série de sintomas.
causas
Geralmente a causa de ressaca é o uso abusivo de bebida alcoólica. Algumas bebidas tem maior propensão a causar ressaca, tais como conhaque, champanhe, whisky, vinho. Beber de estômago vazio pode piorar os sintomas. Existe um significativo risco de morte naqueles indivíduos que bebem grandes quantidades de álcool rapidamente, ou que ignoram os sintomas de estar embriagado.
sintomas
Dor de cabeça, náusea, vômito, tontura, sentimento de desconforto, dor de estômago, sonolência, irritabilidade e dificuldade de concentração.
tratamentos
A melhor prevenção é não beber. Caso ocorra a ressaca, o indivíduo deve ingerir bastante líquido, descansar e evitar atividades que necessitem de muita concentração. Uma pessoa de ressaca não deve fazer mais uso de bebida alcoólica. Existem algumas complicações. Algumas pessoas podem ficar desidratadas. Ressacas geralmente se resolvem facilmente.
 
 Relaxe 

Um casal foi entrevistado em um programa de TV porque estava casado há  50 ANOS E NUNCA TINHAM DISCUTIDO.

O repórter, curioso, pergunta ao homem:
- Mas, vocês nunca discutiram mesmo?
- Não.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de  estimação que amava muito. Era a criatura que ela mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez  questão de levar a gatinha. Andamos, passeamos, nos divertimos e a  gatinha sempre conosco, mas certo dia a gatinha arranhou minha esposa.
A minha esposa olhou bem para a gatinha e disse:
- Um...
Algum tempo depois a danada da gatinha arranhou minha esposa novamente.
A minha esposa olhou para a gatinha e disse:
- Dois...
Na terceira vez que a gatinha lhe deu uma arranhada, minha esposa sacou uma espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha.
Eu fiquei apavorado e perguntei:
- Sua ignorante desalmada! Porque você fez uma coisa dessas, mulher?
A minha esposa olhou para mim e disse:
- Um!
Depois disso, nunca mais discutimos. 


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Noticias e outras - 1.214


Meditemos
Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio. (Provérbio indiano)
 
Tenho o hábito de não falar daquilo que ignoro. (Sófocles)

Opiniao
Ecografia das Urnas - Percival Puggina
 
Sou contra pesquisas eleitorais, mas essa deve ser uma contrariedade tão antiga quanto inútil. Elas vieram para ficar, crescer e multiplicar-se, suscitam grande interesse público e, devo reconhecer, não soa muito harmônica com a liberdade de informação qualquer iniciativa no sentido de as coibir. Isso não me impede, porém, de alinhar alguns argumentos que, como mínimo, servirão para reflexão do leitor interessado e para análise de quem tenha competência nos aspectos técnicos e constitucionais envolvidos. Apenas exponho argumentos, curioso sobre eventuais refutações.

Há alguns anos, era comum dizer-se que ninguém podia desvendar os segredos contidos nas urnas, no ventre da mulher grávida e na cabeça de um magistrado. As ecografias e as pesquisas eleitorais encurtaram a lista. As primeiras retiraram da gravidez aquela incerteza que só se esclarecia no momento do parto. Os pais, agora, podem decidir se compram fita azul ou cor-de-rosa. Já as pesquisas suprimem do processo político um segredo que, paradoxalmente, dava transparência e veracidade ao que mais interessa apurar no processo de votação: a vontade soberana do eleitor, livre de quaisquer induções. Não parece estranho que se proíba a propaganda de boca-de-urna enquanto se aceita que, meses a fio, se vá escancarando a boca da urna e se revelando seu conteúdo? E mais: será que as informações dadas pelas pesquisas de intenção de voto tornam mais sinceras e verdadeiras as manifestações dos candidatos? Soa como pouco provável.

Na maior parte dos casos, as pesquisas antecipam aquilo para que serviria, em tese, o primeiro turno – reduzir o quadro de alternativas e compor um pleito entre apenas dois participantes. Tal antecipação gerou algo até então desconhecido, verdadeiro aleijão da democracia: o conceito de "voto útil" que torna inúteis aqueles atribuídos a quem, sabidamente, está fora da disputa. A todo rigor, inservíveis deveriam ser apenas os votos nulos e brancos. Jamais o voto positivo e consciente de um eleitor! É difícil imaginar benéfico ao sistema democrático saber-se, antecipadamente, que certos votos serão úteis e que outros serão inúteis. Ou, mais veementemente ainda: em determinadas circunstâncias, todos os votos, todo o comparecimento às urnas acaba sendo um gesto impotente, apenas formal e obrigatório, porque o resultado já foi antecipado.

Há, também, a questão dos financiamentos das campanhas eleitorais. Com as pesquisas, os que se dispõem a fornecer recursos aos candidatos se conduzem menos por afinidade do que pelo desejo de agradar um provável vencedor. Também isso age contra a equidade das disputas.

Por fim, não serve à melhor política que um bom candidato, merecedor dos votos de seus eleitores, assista-os serem drenados para um concorrente apenas porque tem possibilidades superiores de vencer ou de alcançar o turno seguinte. Como se vê, havia mais equidade, maior soberania do eleitor e menos forças de indução agindo sobre ele antes de que a ecografia das urnas começasse a revelar o sexo do bebê. Eis, então, a pergunta que fica para os juristas: será que a liberdade de informação supera, em valor, os outros valores da democracia também em pauta numa eleição?




A herança maldita do PT -  Gerson Faria é físico, formado pela USP,  atua na área de Tecnologia da Informação e escreve para o site www.midiaamais.com.br


É inconcebível que um partido faça tamanho estrago no tecido social e só tenha a apresentar a adaptação de um programa assistencialista de um governo anterior a ele

Por Gerson Faria (*)

Se dependesse do PT, a ética do esforço individual e do mérito estariam a sete palmos sob a terra. Essa é talvez a pior herança deixada por esse partido, se é lícito chamar um movimento de massas organizado de partido.
Sem nenhum pejo, quando a plateia é de pobres coitados dos rincões brasileiros, o presidente Lula, ainda hoje, no outono da vida política, solta  a sua máxima da cartilha da luta de classes, a única que deve ter caído em suas mãos.
Diga-se que esta cartilha é a origem do PT, pela qual há um mundo de exploradores e um mundo de explorados. A vanguarda do proletariado deveria assumir o lugar dos exploradores e fazer justiça a seu modo – não ao modo burguês, pautado pelo respeito às leis, pois, em sua cosmovisão, essas seriam eivadas da consciência de classe do opressor.
O tempo passou e o Brasil, afirma-se, mudou para melhor. Há hoje uma certeza disso, em certos círculos,  dada por uma cesta de índices macroeconômicos  que afirmam que "o que manda é a economia, estúpido". O povão quer consumir e está feliz. Dizem que até um poste poderia ser eleito sucessor à presidência em condições assim – e se esforçam para isso ao máximo.
No entanto, o legado moral e ético deixado pelo movimento de massas que é o PT esses índices macro não medem. Na verdade, não chegam nem perto. E esse é o capital básico do partido, o potencial de indignação malandra, de senso de injustiça que jamais será satisfeito, útil até o momento em que as massas têm de ser devidamente enquadradas.
Até lá, porém, o quanto puder se beneficiar, melhor, pensa-se, pois quem tem alguma coisa só pode ter roubado. Que mal existe em reivindicar sem mérito?
Pode ser que pingue algum no meu prato, quem sabe?
É inconcebível que um partido faça tamanho estrago no tecido da sociedade brasileira e tenha como grande resultado a apresentar apenas uma adaptação de um programa assistencialista do governo anterior, conhecido hoje como Bolsa Família.
Mas sabe-se que, nesse caminho, toda uma liderança política e empresarial engajada se locupletou.
Para essa elite, a conquista da prosperidade e da felicidade não advém do esforço constante e aprimorado, produtivo, humilde. O PT nunca defendeu igualdade de condições, sempre defendeu privilégios de classe.
Lula e a elite de seu movimento de massas amam suas vidas de executivos, e acreditam estar fazendo justiça social a partir de si mesmos. Vez ou outra, passam essa impressão, para os desavisados e para si próprios, ensaiando certa indignação farsesca, na tentativa de reviver o espírito primordial cravado no coração de operário malandro, na esperança de que a plateia também seja de operários malandros, ansiosos por sacanear o chefe.
Mas o Brasil não é feito de operários malandros. Essa limitação psicológica, a da suspicácia de classe, Lula não ultrapassou. E é por isso que ele e seu partido odeiam a independência das classes médias instruídas, tendo feito chacota disso a despeito do fato de  sistematicamente perderemas disputas ao governo de São Paulo.
Essa herança maldita está sendo pouco analisada, pouco avaliada e pouco atacada pela oposição.
A herança de que basta montar um bando, nomeá-lo "movimento", "coletivo" e suas variantes, reivindicar o que quer que seja e achar que isso é a conquista da dignidade.
Querem um exemplo?
Mal o povo de São Paulo declarou seu voto de confiança, novamente, no governo do PSDB, para recomeçarem as invasões de edifícios no centro da cidade. Isso sim, é uma herança maldita.
Contabeis
Tributos preocupam mais as empresas do que infraestrutura

Os problemas fiscais do Brasil são apontados pelos empresários como o maior gargalo para a competitividade do País frente a outros países. Em pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido da Câmara Americana de Comércio (Amcham), para 59% do total de 500 associados entrevistados, a Carga Tributária e eficiência dos gastos ou uso de recursos pelo governo são fatores de maior preocupação. A percepção é bem superior a outro grande gargalo para o Crescimento econômico brasileiro, segundo especialistas: a infraestrutura. Somente 16% dos consultados indicaram logística, energia, Tecnologia de informática (TI) e telecomunicações como problemas para o País.
Uma das explicações para esta situação apontada na pesquisa é de que já há planejamentos para a infraestrutura no Brasil, enquanto que para as questões fiscais, não há horizonte definido, como, por exemplo, a Reforma Tributária. Essa foi uma das conclusões expostas por representantes de importantes associações produtivas, que participaram de debate realizado ontem pela Amcham.
Porém, estas questões dependem de cada setor. O Economista da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), Amilcar Lacerda de Almeida, presente no evento, comenta que no caso deste setor, o maior gargalo é a infraestrutura. Por outro lado, ele espera que seu setor avance de 5% a 5,5% este ano e entre 4% a 6% em 2011.
Paralelo a isso, a pesquisa da Amcham e do Ibope mostrou que a influência do próximo governo em esferas sociais, apontadas como importantes para a Expansão econômica, não afetam seus negócios. Para 49%, as perspectivas na área de educação para o próximo mandato em nada afetam os empresários. Da mesma forma pensam 68% do entrevistados na área de saúde. Em contrapartida, 48% responderam que a esfera fiscal e tributária é a que mais afeta negativamente os negócios. Com relação ao impacto positivo à empresa, 40% indicam que será a Economia futura.
Já os representantes de associações que debateram as perspectivas de 2011 na Amcham afirmam que a falta de capacitação profissional é um dos problemas mais enfrentados na contratação de pessoal. "Há 70 mil vagas abertas no setor de TI que não conseguimos preencher por falta de gente especializada", revela Nelson Wortsman, diretor de Convergência Digital da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
Otimismo
De acordo com Mara Lacerda, diretora de produtos e Serviços da Amcham, o objetivo da pesquisa era levantar as tendências de mercado e empresariais para 2011. "A conclusão a que se chegou é que os empresários estão bastante otimistas com o Crescimento econômico deste ano e acreditam que haverá manutenção deste avanço em 2011", disse, ao explicar os resultados. Do total, 81% esperam crescimento mais intenso do Produto Interno Bruto (PIB) de 2010. Para 2011, 67% compartilham desta previsão.
Com relação à inflação, os empresários acreditam em estabilidade tanto em 2010 (69% do total), quanto em 2011(57%). Da mesma forma, os entrevistados projetam estabilidade do Câmbio para os dois anos (57%, para 2010, e 61%, para 2011), como também para os juros (54% e 46%, respectivamente).
Ainda segundo a pesquisa, 87% projetam aumento das vendas para 2011, contra 79% que esperam elevar o Faturamento neste ano. Outro dado importante do levantamento indica que o número de empresas que ampliarão Investimentos aumentou de 55% para 63 % em 2011.
Quando questionados sobre competitividade e as oportunidades de Investimento e crescimento oferecidas à iniciativa privada e ao governo, os executivos acreditam mais nas empresas. Segundo a pesquisa, sobre as companhias, 40% acreditam que elas aproveitam intensamente as oportunidades, e 52% acham que de certa forma elas o fazem. Em relação ao governo, 42% dos respondentes acham que aproveitam muito pouco as oportunidades, e 48% acreditam que utiliza certa forma.
Perspectivas
O vice-presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Julio de Siqueira Carvalho de Araújo - participante do debate de ontem na Amcham - estima, com base em pesquisa recente feita pela Federação que o PIB cresça entre 4,5% e 5,5% em 2011 e que a Inflação feche entre 4,5% e 5% no próximo ano. Sobre a Taxa Básica de juros (Selic) ele espera encerrar em 11,25%, abaixo do previsto por Luiz Moan Yabiku Júnior, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Isto é, ele espera taxa a 11,75%.
Um dos mais otimistas com seu setor é o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SindusCon), Sérgio Tiaki Watanabe. "No começo do ano, prevíamos crescimento de 9% para 2010. Agora estamos revendo este percentual, o qual deve chegar a alta de 10% ou 11%", estima. "Mas ainda temos muitos desafios pela frente", acrescenta.
Fernanda Bompan
Fonte: DCI

Curiosidades/maluquices/excentridades/Novidades/Informações?  

OK:
A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar
algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA.
Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma
morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum morto),
expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".
 
  
   Saúde, bem estar, serviços, qualidade de vida

 Coquetel de aminoácidos pode ajudar a viver mais, dizem cientistas - http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/bbc/2010/10/08/coquetel-de-aminoacidos-pode-ajudar-a-viver-mais-dizem-cientistas.jhtm

Um estudo realizado por cientistas na Itália revelou que camundongos que beberam um coquetel com três tipos de aminoácido tiveram um aumento de 12% de suas expectativas de vida em comparação com cobaias que não passaram pelo tratamento.
Além de viver mais, os camundongos que tomaram os aminoácidos também mostraram uma melhora na forma física e na coordenação, revertendo problemas associados à idade avançada.
Nos experimentos, descritos em um artigo na publicação científica Cell Metabolism, as cobaias saudáveis, de meia idade, receberam água contendo os aminoácidos leucina, isoleucina e valina.
Estudos anteriores haviam comprovado que estes três aminoácidos aumentam a expectativa de vida das leveduras.
Mais testes
Os aminoácidos são moléculas que formam as proteínas. Eles são comercializados na forma de suplementos para fisiculturistas, pois ajudam a cultivar a massa muscular.
A equipe de pesquisadores, liderada por Enzo Nisoli, da Universidade de Milão, disse que o estudo oferece uma análise do papel dos aminoácidos na prevenção e no controle de doenças relacionadas à idade em humanos.
No entanto, lembram que ainda é preciso fazer mais testes para conhecer ao certo o grau de eficiência do tratamento em humanos.

  Relaxe 

Numa livraria, o cliente pede ao balconista:
— Por favor, queria comprar aquele livro... O "Como Ficar Milionário da Noite Para o Dia", você tem?
— Claro, só um minutinho que eu vou buscá-lo. — responde o vendedor.
Ele volta com dois livros e começa a embrulhá-los para o cliente:
— Moço, é... Desculpe, mas eu só pedi um livro! - argumenta o cliente.
— Eu sei, o outro é o código penal. Vendemos sempre os dois juntos.